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Vidigal Dão D.O.C 2013

País Portugal
Volume 750ml
Tipo Tinto
Safra 2013
Sub-Região Dão D.O.C.
Uva 40% Touriga Nacional, 40% Jaen e 20% Alfocheiro
Teor Alcoólico 13%
Tipo de Uva Tinta Assemblage
Vidigal Dão D.O.C 2013

Vidigal Dão D.O.C 2013

 

Visual Linda cor vermelha cereja intensa
Olfativo Com estilo frutado ao extremo, este blend surpreende com uma inegável qualidade aromática, com aromas de muita riqueza e intensidade. Tem notas a frutos vermelhos silvestres que abundam e que com a oxigenação do vinho na taça vão se multiplicando, onde destacam-se e se percebem com maior nitidez a notas a cassis e cerejas vermelhas.
Gustativo Delicioso no seu ataque no paladar. Continua na mesma línea do mostrado no nariz. Muita fruta vermelha e um equilíbrio excelente são suas principais virtudes. Acidez vibrante e intensa que levanta a fruta e taninos que apesar de sua juventude estão completamente evoluídos provocando um paladar fresco, jovial.
Dica de Harmonização Medalhão de mignon ao molho funghi com polenta cremosa.
Churrasco de domingo
Bife chorizo ao molho madeira com batatas salteadas.
Pato assado com ameixas.
Costela bovina no bafo.
Temperatura de Serviço 16 ºC
Potencial de Guarda 6 anos
Pontuação Winechef

Vidigal Dão D.O.C 2013 - 91 pontos Winechef

Vidigal Dão D.O.C 2013 – 91 pontos Winechef

 

Saiba como trazer garrafas de bebida na mala de viagem sem quebrar

Ainda que o câmbio não esteja favorável para os brasileiros, em muitos destinos internacionais ainda vale a pena investir em bebidas alcoólicas. Não só pelo preço atraente, mas pela variedade de rótulos encontrados no exterior.

Para quem pode, encher a mala de garrafas é perfeitamente possível, basta atentar-se a algumas regras e cuidados, que vão garantir que as bebidas cheguem intactas ao barzinho de casa. Confira algumas dicas a seguir.

 

Principais cuidados

 

Quantidade de garrafas de vinho permitida

Em voos domésticos, é possível levar na mala de mão até cinco garrafas de bebida alcoólica de, no máximo, um litro cada. Elas precisam estar lacradas e devem ter teor alcoólico inferior a 70%. Nos voos internacionais, é preciso despachar as bebidas. O limite por pessoa é de 12 litros, o que corresponde a 16 garrafas de vinho ou 36 garrafas de 330 ml de cerveja.

No duty free

Além dos 12 litros permitidos por pessoa, é possível comprar mais 24 garrafas de bebidas alcoólicas no duty free de desembarque no Brasil. A quantidade máxima por categoria é de 12 unidades. Ou seja, você pode levar 12 vinhos e 12 whiskies, por exemplo. As bebidas precisam estar embaladas em sacola selada e acompanhadas das notas fiscais do dia do voo.

Saiba como trazer garrafas de bebida na mala de viagem sem quebrar

Saiba como trazer garrafas de bebida na mala de viagem sem quebrar

 

Quanto mais variedade, melhor

Evite trazer muitas garrafas de um mesmo rótulo, porque o fiscal da alfândega pode deduzir que as bebidas serão comercializadas e não consumidas por você, o que coloca em risco a isenção de taxas em compras, que somam US$ 500 por pessoa. Além disso, é seguro guardar as notas das compras para mostrar aos fiscais, casos eles questionem o custo de cada garrafa.

Caixa no lugar de mala

Se optar por comprar uma caixa de bebidas fora do Brasil e decidir despachá-la como volume, e não dentro da mala, o conjunto de rótulos valerá como uma bagagem. Portanto, se o voo permitir, por exemplo, duas malas por passageiro, a caixa de bebidas será considerada a segunda mala.

Como carregar

Ao despachar as bebidas, é preciso ficar atento ao peso da mala, que não pode ultrapassar a franquia permitida pela companhia. Para proteger os vidros, as malas rígidas são mais eficientes do que as de tecido. Mas, ainda assim, é preciso ter certeza de que uma garrafa não vai bater na outra.

Para aumentar a segurança, vale usar algumas medidas caseiras: embrulhar as garrafas em plástico filme, plástico bolha, em roupas de lã ou moletons e até em fraldas descartáveis de bebê. Dê preferência para o centro da mala ao arrumar as garrafas. O ideal é que elas não fiquem balançando dentro da bagagem.

Saiba como trazer garrafas de bebida na mala de viagem sem quebrar

Saiba como trazer garrafas de bebida na mala de viagem sem quebrar

Peça ajuda ao vendedor

Se quiser ainda mais segurança, avise o vendedor da loja de bebidas que pretende despachá-las na bagagem, já no momento da compra. Ele certamente oferecerá alguma embalagem capaz de absorver o impacto.

Guia de compras

 

Mala para transportar garrafas

Comporta até 12 garrafas de vinho, sendo que as divisórias são removíveis. É estruturada em alumínio, com tecnologia anti-impacto, que protege as garrafas e ameniza as oscilações de temperatura. Custa R$ 1.680* no site www.winefitstore.com.br

The Jet Bag

É uma embalagem revestida com material absorvente, desenvolvida para transportar vinhos, mas que também acomoda outras garrafas maiores. Custa a partir de US$ 19,99* (R$ 66) a embalagem com três unidades. A venda é feita pelo site www.thejetbag.com

Wine Skin

É um recorte de plástico bolha no formato de uma garrafa de vinho, com adesivo embaixo, para fechar a embalagem. Custa a partir de US$ 3,50* (R$ 12) e está à venda no site www.wineskin.net

Fontes consultadas: Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) e Henrique Mol, diretor executivo do site Encontre Sua Viagem.
* Preços consultados em junho de 2016 e convertidos para reais em 05/07/2016.

 

Saiba como trazer garrafas de bebida na mala de viagem sem quebrar

Saiba como trazer garrafas de bebida na mala de viagem sem quebrar

 

Fonte: Uol

O que todo iniciante em vinhos tem que saber

 

Nesta matéria entregamos dicas para aqueles que estão começando a se aproximar do mundo dos vinhos e não sabem por onde começar.

A lógica é muito simples: para quem está dando os primeiros passos neste fascinante mundo e está começando a se apaixonar por este nobre produto, a primeira – e óbvia – dica é partir do mais fácil para o mais complexo. Alguns vinhos são muito mais fáceis de entender e de degustar, devido a muitos fatores, mas principalmente por motivos que estão relacionados com a quantidade de elementos que um vinho tem para analisar.

Vinhos Varietais

Independente do que se trate, seja vinho branco ou tinto, temos sempre que começar com vinhos “varietais”, ou seja, que não foram estagiados em madeira. Se o vinho tiver passado por madeira, dê preferência ao que tenha estado por um período muito curto – e, de preferência, em barricas de madeiras já usadas antes.

Outro assunto importante é que estes vinhos têm que ser de uvas tradicionais. No caso dos vinhos brancos é recomendável começar com os feitos pelas uvas Sauvignon Blanc e Chardonnay. Estas uvas têm diferenciais entre si muito marcantes, que é o caso do primeiro exemplo. Uma excelente intensidade aromática e normalmente um perfil aromático muito fresco e cítrico (maçãs verdes, pêssego, frutos tropicais, etc.), e que vai depender do nível de madures inicial da uva.

Gosta de vinhos e não sabe como começar

Gosta de vinhos e não sabe como começar

Já os Chardonnays terão um aroma menos intenso e seu perfil aromático vai estar também relacionado com as frutas brancas – mas estas vão ter um caráter muito mais maduro. Normalmente os Sauvignon Blanc não têm estágio em madeira, já os Chardonnays quase sempre têm; por isso que frequentemente encontramos neles notas defumadas (como baunilha, canela, etc.).

Vinhos das uvas Sauvignons Blanc e Chardonnay

À boca os Sauvignons Blanc são geralmente de um frescor muito marcado, muito acentuado, e os Chardonnays em questão se destacam pelo volume e viscosidade que têm ao paladar. Essas duas uvas são muito interessantes para começar a aprender a degustar. Um detalhe importante é degustar ambos os vinhos juntos, para poder aprender e entender suas diferenças.

Os vinhos tintos

No caso dos vinhos tintos, o mais recomendável para ter esta aproximação a este mundo é começar com uvas que tenham uma “dureza” menor, ou seja, que tenham taninos mais macios. As uvas que têm de maneira natural este tipo de taninos são os elaborados em base de Pinot Noir, Merlot e Carménère – prefira sempre estes vinhos da forma varietal.

Os vinhos suaves

O importante é se afastar dos vinhos “suaves” (que contenham açúcar) e sempre preferir vinhos “secos” (secos significa, literalmente, carente de açúcar residual).

A boa notícia é que estes tipos de vinhos são por muitos motivos os mais baratos que as vinícolas produzem. Isto se explica porque provém das parreiras com maior rendimento por hectare dentro de um vinhedo, e também porque são produzidos sem a necessidade de estagiar em barricas de madeira, o que encarece consideravelmente o custo do vinho.

 

Garrafas do vinho mais caro do mundo retiradas de leilão por suspeitas de falsificação

Seis lotes de garrafas vintage de Romanée-Conti foram retiradas de um leilão na Suíça por suspeitas de falsificação. Esta não é a primeira vez que a marca de vinho é falsificada.

Seis lotes de garrafas vintage de Romanée-Conti foram retiradas à última hora de um leilão em Genebra, na Suíça, por se desconfiar que fossem falsas. De acordo com o jornal britânico Independent, as suspeitas foram levantadas pelo enólogo e advogado norte-americano Don Cornwell, especialista em vinhos da região da Borgonha.

Num post publicado no site wineberserkers.com, Cornwell, considerado o pior pesadelo dos falsificadores de vinho, sugeriu que existiam “muitos lotes” no leilão que “ou eram contrafeitos ou altamente questionáveis”. Para sustentar a afirmação, o enólogo publicou várias fotografias de garrafas feitas com o tipo errado de vidro ou que tinham rótulos suspeitos.

Uma das garrafas, um Romanée-Conti de 1978 avaliado em 13 mil euros, tinha relevo. “Isso disse-me logo que era falsa porque nenhum dos vinhos de 1978 tinha vidro com relevo. O único vinho vintage que tinha vidro com relevo era o de 1974. Por isso, alguém pegou em garrafas de 1974 e tornou-as em Romanée-Conti de 1978″, escreveu o enólogo no wineberserkers.com.

 

Vinho Romanée-Conti

Vinho Romanée-Conti

Por esse motivo, a leiloeira Bagheera Wines decidiu retirar “cinco ou seis” dos lotes, levando os restantes a leilão como planeado. Apesar das suspeitas, foram vendidas 1.407 garrafas por 5,6 milhões de euros, um valor muito acima do estimado.

Apesar do sucesso do leilão, Michael Ganne, diretor da Bagheera Wines, admitiu ao Independent que era “urgente” verificar a autenticidade de todas as garrafas. Caso esta não se confirme, as vendas serão canceladas. “Levamos a proteção e o interesse dos nossos clientes muito a sério”, disse o diretor. “Tenho a certeza de que se irá provar que a grande maioria dos lotes é verdadeira. Se houver alguma incerteza, a venda será anulada.”

O Romanée-Conti, produzido na região de Côte de Nuits, no leste de França, é considerado um dos melhores (e mais caros) vinhos do mundo. Produzido exclusivamente com uvas pinot noir, são fabricadas apenas seis mil garrafas por ano. Uma garrafa antiga de Romanée-Conti pode custar vários milhões de euros. A marca é, por isso, uma das favoritas dos falsificadores de vinhos.

 

Vinho Romanée-Conti

Vinho Romanée-Conti

 

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Dona da Corona e dos vinhos Mondavi compra cervejaria artesanal

NOVA YORK – A Constellation Brands — fabricantes das cervejas Corona Extra e Modelo Especial, dos vinhos Robert Mondavi e da vodka Svedka — anunciou a compra da Ballast Point Brewing & Spirits por US$ 1 bilhão. O objetivo é adicionar uma linha de cervejas artesanais a seu portfólio.

O negócio deve ser finalizado este ano, informou a Constellation em nota na segunda-feira. A compra não afetará o lucro da Constellation no atual ano fiscal e vai acrescentar US$ 0,06 ao ganho de cada ação no ano seguinte, segundo a empresa.

A Constellation, que há muito se concentrava em vinhos e destilados, foi bem-sucedida com o negócio de cerveja desde a aquisição de direitos para a vendas das cervejas Corona e Modelo nos Estados Unidos, graças a um acordo de US$ 5,3 bilhões com a Anheuser-Busch InBev em 2013.

A Ballast Point, sediada em San Diego, iniciou suas atividades em 1996 e cresceu rapidamente conforme os americanos foram se interessando por cervejas artesanais. O volume de vendas da companhia deve dobrar este ano para quase 4 milhões de unidades, com a receita líquida alcançando a marca de US$ 115 milhões, de acordo com a Constellation.

Dona da Corona e dos vinhos Mondavi compra cervejaria artesanal

Dona da Corona e dos vinhos Mondavi compra cervejaria artesanal

A compra da Ballast Point é um “próximo passo natural, uma vez que a empresa tem um grande negócio de distribuição de cerveja e pode acrescentar mais marcas”, afirmou Tim Ramey, analista do Pivotal Research Group. Ele ressalta também que provavelmente esta não será a última vez que se vê um acordo no ramo de cervejas e que outros ocorrerão.

A aquisição ocorre num momento de consolidação dessa indústria, liderada para compra da SABMiller pela AB InBev por US$ 107 bilhões. Mas antes mesmo de a AB InBev formalizar o negócio na semana passada, as cervejarias já estavam de olho em produtores artesanais, por inteiro ou parcialmente, já que esse nicho é o que mais cresce nos Estados Unidos.

Desde 2011, a AB InBev comprou a Goose Island Brewing, de Chicago; a Blue Point Brewing, de Patchogue, Nova York; a 10 Barrel Brewing, de Bend, Oregon; a Elysian Brewing, de Seattle; e aVirtue Cider de Fennville, Michigan. Em setembro, a MillerCoors concordou com a aquisição da Saint Archer Brewing, de San Diego, enquanto a Heineken comprou 50% da Lagunitas Brewing, e a AB InBev disse que compraria a Golden Road Brewing, de Los Angeles.

— As artesanais são o motor de crescimento da indústria da cerveja — disse Julia Herz, porta-voz da Brewers Association, a associação americana de cervejarias.

De acordo com a associação, as cervejas artesanais cresceram 18% no ano passado. Foram produzidos 22 milhões de barris em 2014 frente a 8,5 milhões em 2008.

Ballast Point Brewing & Spirits

Ballast Point Brewing & Spirits

Fonte: Extra.Globo

Sangria de vinho branco

Ingredientes

 

500ml de vinho branco

50ml de licor de laranja

100ml de conhaque

75ml de refrigerante de limão

160g de laranja

120g de maçã verde

120g de maçã vermelha

Gelo em cubo a gosto

 

Sangria de vinho branco

Sangria de vinho branco

 

Modo de preparo

 

Descasque a laranja e reserve.

Corte as maçãs ao meio e depois em meia lua.

Coloque o vinho branco resfriado em uma jarra.

Adicione o conhaque e o refrigerante de limão.

Acrescente as frutas, o licor de laranja e mexa bem.

Por fim, coloque o gelo e sirva.

 

Jerez lança garrafa de 10.000 euros

São apenas 100 garrafas daquele que será o mais exclusivo Jerez, chamado Versos. O vinho foi lançado pelo produtor Barbadillo e tem mais de 125 anos. Muito mais não se sabe. A única coisa que se sabe é que foi oferecido, ainda em casco, no batizado de Manuel Barbadillo, em 1891 e dizia-se já na altura, que era “muito velho”.

A família manteve o casco, do qual foi bebendo e atestando com outros Jerez menos antigos. Manuel Barbadillo, com uma história famosa na empresa e na região, faleceu em 1986 e chegou a altura da família o homenagear com o Versos. A garrafa é de cristal (fabricada pela portuguesa Atlantis) e o preço aproximado de cada garrafa rondará os 10.000 euros.

Este lançamento trouxe alguma onda de esperança na região de Jerez, já que vinhos deste preço ajudam a levantar a notoriedade e prestígio de uma região. Recorde-se que o vinho de Jerez tem sofrido vários reveses na última década, baixando substancialmente as vendas em todos os grandes mercados de exportação (Reino Unido, Holanda, Alemanha, EUA).

O único segmento que se ‘salvou’ foi o dos topos de gama, cujas vendas chegaram mesmo a crescer. Mas este segmento, já se calcula, é o mais pequeno, em termos de volume total.

 

Jerez Versos1891

Jerez Versos 1891

 

Ás incríveis similaridades que tem uma PARREIRA com uma MÃE

Dia das mães: uma homenagem da natureza para elas

Há uma METÁFORA, muito linda, que relaciona as mães com o vinho. No caso da parreira (e no caso a mãe) ela nasce, cresce e vive só com um objetivo: cuidar e alimentar seus filhos (os cachos de uva). Para abrigar seus filhos do sol ela utiliza suas folhas (para proteger do excesso de insolação) – o que é um claro gesto maternal de proteção e abrigo de mãe para filho, já que, se os grãos de uva forem expostos aos raios do sol direito, sem o abrigo das folhas, eles ficarão queimados e morrerão antes mesmo de poder chegar à plenitude da maturação.

Por isso é que, nas parreiras, é sempre necessário deixar parte de suas folhas (ou, dependendo da quantidade de insolação do lugar, até todas elas) para proteger o cacho de uva do excesso de exposição aos raios do sol.

No caso da alimentação dos cachos de uva, esta é também fornecida pela mãe (pela parreira). Através das raízes, a parreira faz um enorme esforço para procurar todos os nutrientes que existem no solo e que são imprescindíveis para que um cacho de uva consiga se desenvolver e crescer.

 

Ás incríveis similaridades que tem – metaforicamente falando – uma PARREIRA com uma MÃE

Ás incríveis similaridades que tem – metaforicamente falando – uma PARREIRA com uma MÃE

 

Assim, a parreira, com o passar dos anos, vai desenvolvendo raízes cada vez mais longas e quando já estiver em plenitude (mais ou menos aos 30 anos) terá raízes de aproximadamente 5 metros – assim, a alimentação dos cachos é melhor e a qualidade das uvas também irá melhorar, o que resultará em vinhos de maior qualidade.

Nesta metáfora, a mãe (parreira) deve ter uma quantidade exata de filhos (de cachos) que ela consiga alimentar; ou seja, normalmente são deixados apenas uns 4 cachos por cada planta, para que ela tenha a capacidade de poder alimentar corretamente a cada um de seus filhos… Se uma parreira tiver demasiados cachos, ela não será capaz de alimentar todos eles da forma correta, e aí muitos dos cachos (filhos) terão problemas de crescimento, de madures, e vão morrer antes de chegar à colheita – e, consequentemente, nunca irão produzir vinhos.

Ás incríveis similaridades que tem – metaforicamente falando – uma PARREIRA com uma MÃE

Ás incríveis similaridades que tem – metaforicamente falando – uma PARREIRA com uma MÃE

 

No que se refere à água, é a mesma metáfora. Através das raízes, a mãe busca água para seus filhos, que é fundamental para o desenvolvimento e sanidade dos cachos. Sem água, o cacho morre rapidamente; e se a agua está muito profunda no solo (a muitos metros de profundidade), a parreira vai desenvolver raízes ainda mais longas até conseguir chegar nestas fontes de água para poder acabar com a sede dos seus filhos e permitir que eles possam sobreviver.

Até que a parreira já atinge idade suficiente para não ter mais filhos (uvas), mas seu legado fica (inclusive as garrafas do vinho feito por suas uvas). E através das próprias sementes de seus frutos, nascerá uma nova planta, uma nova vida, e, assim como ela, irá perdurar por muitos anos dando continuidade à missão de sua (parreira) mãe.

Às mães, que dedicam suas vidas os filhos e à família, parabéns por seu dia!

 

 

Graham’s 90: um brinde muito especial à Rainha Isabel II

Para celebrar os 90 anos da Rainha Isabell II de Inglaterra, a Graham’s acaba de lançar uma edição limitada de 500 garrafas, numeradas à mão, do Vinho do Porto Graham’s 90. Trata-se de um lote único de vinhos do Porto muito velhos (1912, 1924 e 1935) que envelheceram nas Caves da Graham’s desde princípios do século XX.

A família Symington, proprietária da Graham’s, efetuou uma meticulosa seleção nas suas caves para chegar a este Graham’s 90. E Johnny Symington, um dos administradores da empresa, explica porquê: “O Vinho do Porto há séculos que faz parte dos momentos de celebração de um sem-número de instituições britânicas, particularmente nos momentos de brindar em banquetes reais e de Estado, e noutras comemorações históricas.

Nessa perspectiva, pareceu-nos apropriado marcar este momento importante. Sabíamos que teríamos de criar algo de muito especial para homenagear os 90 anos de Sua Majestade e o seu longo reinado. Julgamos que o conseguimos com este Graham’s 90, o qual nos foi possível engarrafar por autorização especial do Instituto dos Vinhos do Porto e Douro.”

Este Porto excepcional e magnificamente apresentado será disponibilizado no Reino Unido em parceria exclusiva com a Berry Brothers & Rudd, fornecedor oficial do Palácio de Buckingham, a partir do dia 30 de Março de 2016.

Um número muito restrito de garrafas será destinado a Portugal. O Graham’s 90 não será repetido depois de vendidas estas 500 garrafas, dada a extrema raridade de vinhos deste género nas caves da família.

Graham’s 90: um brinde muito especial à Rainha Isabel II

Graham’s 90: um brinde muito especial à Rainha Isabel II

 

Os vinhos brancos

Os vinhos brancos muitas vezes são elaborados com uvas de cor branca, mas pode haver exceções, eles também podem ser elaborados com castas de cor escura. Isso devido ao suco de uva que é incoloro, por tanto é possível elaborar vinhos brancos com uvas escuras, mas é impossível elaborar vinhos tintos com uvas brancas, já que as antocianas, (pigmentos que aportam à cor) estão na pele da uva tinta.

As uvas para elaborar vinhos brancos

Existe uma grande quantidade de uvas que elaboram vinhos brancos, e cada um dos países se especializam em algum tipo delas, por exemplo, a Nova Zelândia e reconhecida pelos Sauvignon Blanc, já na Argentina pela Torrontés, Bourgogne, na França pela Chardonnay, e assim por diante. Além das três mencionadas, existem outras dez que são bem conhecidas mundialmente, tais como: Viogner, Riesling, Semillon, Gewrztraminer, Pinot Blanc, Roussanne, Marsanne, ect…

Os vinhos brancos

Os vinhos brancos

 

Como são elaborados os vinhos brancos

Cada uva tem sua própria caraterística em termos aromáticos e acidez, sendo este último um parâmetro muito importante, a maioria dos vinhos brancos são fermentados de forma diferente aos vinhos tintos. A fermentação é sem a presença da pele (as cascas), já que as mesmas poderiam entregar demasiados componentes herbáceos, sendo que essa caraterística sensorial é considerada um elemento que diminui a qualidade e a fineza do aroma, além de ser responsável do amargor. Claro que existem várias exceções, onde os vinhos brancos fermentam e até permanecem em contato com as cascas, esse é o caso de grande parte dos Chardonnay da Bourgogne e também de vinhos elaborados por essa uva em outras partes do mundo.

 

Temperaturas de serviço dos vinhos brancos

Normalmente os vinhos brancos se degustam a temperaturas frias, mas pode variar consideravelmente e depende unicamente do tipo de vinho em questão.

Por exemplo, os vinhos brancos mais simples, sem madeira e mais jovens, se recomenda beber a uma temperatura bem baixa, entre os 6º a 7º. Já no outro extremo, quando trata de um vinho branco de grande nível qualitativo, que foi estagiado em madeira, ou que já está evoluído, vai ser necessário degustá-lo a uma temperatura muito maior, entre os 12º a 13º. Dessa forma será possível apreciar todas as sutilezas e complexidades desse tipo de vinho.