Vinhos chilenos El Principal, Memorias e Calicanto segundo Robert Parker

 

Veja todas as pontuações de Robert Parker para a vinícola chilena El Principal, incluindo dos vinhos Memorias e Calicanto.

 

Tipo  Safra  Nome do Vinho Pontos  Consumo
Vinho Tinto 2008 El Principal Calicanto 86 Old
Vinho Tinto 2009 El Principal Calicanto 90 Mature
Vinho Tinto 2010 El Principal Calicanto 90 Mature
Vinho Tinto 2012 El Principal Calicanto 89 Mature
Vinho Tinto 2006 El Principal El Principal Andetelmo 87 Late
Vinho Tinto 2008 El Principal El Principal Andetelmo 90 Sem info
Vinho Tinto 2007 El Principal El Principal Andetelmo 88 Late
Vinho Tinto 2007 El Principal Memorias Red Blend 92 Early
Vinho Tinto 2006 El Principal Memorias Red Blend 86 Old
Vinho Tinto 2010 El Principal Memorias Red Blend 90+ Mature
Vinho Tinto 2008 El Principal Memorias Red Blend 89 Mature
Vinho Tinto 2006 El Principal Red Blend 92+ Early
Vinho Tinto 2010 El Principal Red Blend 92 Early
Vinhos chilenos El Principal, Memorias e Calicanto segundo Robert Parker

Vinhos chilenos El Principal, Memorias e Calicanto segundo Robert Parker

Happy hour com cerveja para cachorro nenhum botar defeito

Não é segredo que os italianos tenham uma queda por animais domésticos. Cães e gatos já receberam até herança com direito a testamento contestado judicialmente e briga em tribunal… mas isso é outro assunto. A última novidade é o happy hour canino com direito até a cerveja oferecido pelo CANbrige University, um canil de primeira, na cidade de Nápoles.

Além de biscoitos com nutrientes balanceados e brincadeiras lúdicas, a ‘cachorrada’ ainda pode degustar uma deliciosa cerveja fabricada pela Nat Pharma, Barks Beer. Adequada para todas as idades, inclusive filhotes, a bebida não contém álcool, conservantes, colorantes e lúpulo.

O drink é realizado somente malte de cevada, caldo de carne e verduras em pó, além de boswellia serrata, uma planta que ajuda a prevenir a deterioração da cartilagem e tecido das articulações. Tudo para que o cãozinho não volte embriagado para casa!

Happy hour com cerveja para cachorro nenhum botar defeito

Happy hour com cerveja para cachorro nenhum botar defeito

 

Fonte: Globo.com

Qual é a diferença entre Espumante, Champagne, Cava e Prosseco?

 

Todo o mundo já se perguntou alguma vez sobre a diferença entre Espumante, Champagne, Cava e Prosseco, não é?      

Mas a resposta é muito mais simples e lógica do que pode se imaginar. Se quisermos definir de uma forma direita, mais ao mesmo tempo correta, podemos dizer que todos eles são vinhos espumantes, ou seja, vinhos “intranquilos” (com borbulhas).

Então, porque tantos nomes diferentes?

Champagne

O que acontece é que cada país onde são produzidos este tipo de vinho, tem suas próprias regulamentações como por exemplo, os vinhos espumantes produzidos em Champagne (França), com as uvas que esta denominação e sua legislação exige,  com métodos específicos de produção, com os rendimentos máximos em hectolitros, nas regiões já delimitadas a séculos, etc… Só estes produtos vão ter o direito de se rotular com o nome desta prestigiosa região. Se não cumprir com todas destas exigências não poderão se chamar “Champagne”, mais vai continuar sendo um vinho espumante francês.

Cava:

Além do Champagne, tem outro espumante que é muito conhecido em Brasil, trata se do “Cava”, que segue várias das regulamentações do Champagne com algumas variantes lógicas, como são, por exemplo, as uvas (que não são as mesmas com as que se elabora o Champagne,) e o mais importante é sua origem, já que o CAVA é especifico e exclusivo da Espanha com a diferencia de que o CAVA não tem uma região específica demarcada, sendo produzido em diferentes regiões da Espanha, mais tendo um principal protagonismo na Cataluña que concentra o 85% da produção.

Prosecco

Também segue a mesma lógica, ou seja também é um vinho espumante, mas é de origem Italiano e pode ser produzido exclusivamente nas  vilas de Valdobbiadene e Conegliano, no Veneto.

Mais em estes momentos tão perto do ano novo não importa qual seja o nome do espumante. O que temos que saber é que não existe outra bebida no mundo que tenha a magia que os vinhos espumantes oferecerem, é e será sem nenhuma dúvida o vinho ideal para acompanhar a alegria e as comemorações e não pode faltar uma taça na mão para dar a boas vindas à este ano 2015 que está chegando, e esperamos que traga muitas alegrias.

Espumante, Champagne, Cava e Prosseco

Espumante, Champagne, Cava e Prosseco

Mitos sobre a acidez e qualidade do óleo de Oliva

 

Neste post da Winechef, você vai tirar todas sua dúvida sobre a azeite de oliva.

Para se conhecer a qualidade de um azeite de oliva extra virgem em geral são aplicados alguns critérios, que se definem por parâmetros químicos.

O primeiro é seu grau de acidez, que não se refere ao sentido que a palavra ácido possui normalmente. Em termos químicos, acidez se refere à proporção de ácidos graxos livres em relação ao ácido oleico presente no azeite, sendo esta expressa em graus (não podendo ser superior a 2% no óleo destinado ao consumo humano). Esta proporção de ácidos livres diante do ácido oleico é a consequência do mal estado dos frutos, mal tratamento ou ainda da má conservação, não tendo absolutamente nada a ver com seu sabor.

O azeite extravirgem, por exemplo, deve ter, no máximo, 0,8% de acidez livre em relação ao total de ácido oleico segundo as normas internacionais. E, por poder apresentar variação dentro deste limite, isso também não significa que um azeite com 0,1% será melhor do que um com 0,8%.

O mito da acidez dos azeites

O mito da acidez dos azeites

O segundo parâmetro qualitativo nos óleos de oliva é o índice de peróxidos, que determinam a oxidação inicial do azeite e a deterioração que podem ter sofrido os antioxidantes, os polifenóis, por exemplo. Já o terceiro, trata-se da absorção de ultravioleta, que deve ser inferior a 0,25%, e é utilizado para detectar os componentes anormais do azeite. Esses três parâmetros não possuem relação direta com a intensidade de sabor, e um azeite de oliva extravirgem de baixa acidez não é um azeite de pouco sabor.

Além disso, vale lembrar que a cor do óleo não serve de referência para a sua qualidade. Ser mais amarelo, ou mais esverdeado, ou mais brilhante, não significa que há problemas, mas que talvez as azeitonas colhidas estejam mais verdes ou mais maduras. Esse fator é tão irrelevante que, nas degustações à cegas, os copos são opacos, para que o avaliador não se deixe levar por este aspecto “estético”.

E é por isso que, além das análises químicas, também é realizada a análise sensorial, a qual já estamos ficando mais familiarizados, pois é a parte que mais gostamos, a degustação. Esta nos permite identificar, a partir de nossos sentidos, as características organolépticas do óleo, que nascem com ele, no campo, no seu terroir. Então, degustemos!

Continuação de: O mito da acidez dos azeites 1ra parte.

Lançada taça que não derrama vinho

 

Uma empresa de design de São Francisco criou uma taça de vinho à prova de respingos e derramamento

Depois de quatro anos de pesquisas, a Superduperstudio, uma empresa de design de São Francisco, na Califórnia, anunciou ter criado uma taça de vinho à prova de respingos e derramamentos.

O projeto, chamado de Saturn, conta com uma extremidade curva acima de uma base menor em relação ao corpo do recipiente.

Em entrevista, um representante da empresa comentou a invenção: “Essas taças representam a nossa reinvenção da técnica italiana de produzir vidros, da qual nós nos apropriamos para prevenir manchas, respingos e derramamentos indesejados.

Quatro anos de pesquisas culminaram no Saturn, que é surpreendentemente leve e agradável de usar”. Segundo o representante, se a taça for derrubada ela cairá sobre a ampla borda curva e assim, não haverá respingos ou derramamentos.

O Saturn é moldado à mão antes de ser colocado em uma forma. Depois disso, é colocado em baixa temperatura para ser fortalecido. A taça, que tem capacidade para 175 ml, ainda não teve o preço revelado pelos fabricantes. Confira o vídeo para ver como ela funciona:

Lançada taça à prova de derramamento de vinho

Lançada taça à prova de derramamento de vinho

Lista completa Latin Americas’s 50 Best Restaurants 2015

Um restaurante chileno e dois brasileiros entre os 50 melhores da américa latina.

A lista foi divulgada esta terça feira dia 23 de setembro na cidade de Mexico.

Pelo segundo ano consecutivo o restaurante peruano Central, lidera o ranking, seguido pelo chileno Borago que inclusive superou ao DO.O.M, do renomado chef Alex Atala, que teve que se conformar com a 4ta posição.

Latin Americas's 50 Best Restaurants 2015

Latin Americas’s 50 Best Restaurants 2015

 

Veja a lista completa:

No.1

CENTRAL. Lima, Peru

 

No.2

BORAGÓ. Santiago, Chile

 

No.3

ASTRID Y GASTÓN. Lima, Peru

 

No.4

D.O.M. São Paulo, Brazil

 

No.5

MAIDO. Lima, Peru

 

No.6

QUINTONIL. Mexico City, Mexico

 

No.7

TEGUI. Buenos Aires, Argentina

 

No.8

MANÍ. São Paulo, Brazil

 

No.9

PUJOL. Mexico City, Mexico

 

No.10

BIKO. Mexico City, Mexico

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No.11

PARADOR LA HUELLA. José Ignacio, Uruguay

 

No.12

LA MAR. Lima, Peru

 

No.13

PANGEA. Monterrey, Mexico

 

No.14

ROBERTA SUDBRACK. Rio de Janeiro, Brazil

 

No.15

EL BAQUEANO. Buenos Aires, Argentina

 

No.16

LASAI. Rio de Janeiro, Brazil

 

No.17

GUSTU. La Paz, Bolivia

 

No.18

CRITERIÓN. Bogotá, Colombia

 

No.19

LA CABRERA. Buenos Aires, Argentina

 

No.20

MALABAR. Lima, Peru

 

No.21

CHILA. Buenos Aires, Argentina

 

No.22

AMARANTA. Toluca, Mexico

 

No.23

OLYMPE. Rio de Janeiro, Brazil

 

No.24

HARRY SASSON. Bogotá, Colombia

 

No.25

OSAKA. Santiago, Chile

 

No.26

EPICE. São Paulo, Brazil

 

No.27

SUD 777. Mexico City, Mexico

 

No.28

ARAMBURU. Buenos Aires, Argentina

 

No.29

ALTO. Caracas, Venezuela

 

No.30

EL CIELO. Bogotá, Colombia

 

No.31

FIESTA. Lima, Peru

 

No.32

AMBROSÍA. Santiago, Chile

 

No.33

RESTAURANTE LEO. Bogotá, Colombia

 

No.34

OSSO CARNICERÍA Y SALUMERIA. Lima, Peru

 

No.35

MOCOTÓ. São Paulo, Brazil

 

No.36

LA PICANTERÍA. Lima, Peru

 

No.37

ELENA. Buenos Aires, Argentina

 

No.38

REMANSO DO BOSQUE. Belém, Brazil

 

No.39

OVIEDO. Buenos Aires, Argentina

 

No.40

LA BOURGOGNE. Punta del Este, Uruguay

 

No.41

MAXIMO BISTROT. Mexico City, Mexico

 

No.42

ANDRÉS CARNE DE RES. Chia, Colombia

 

No.43

RESTÓ. Buenos Aires, Argentina

 

No.44

ROSETTA. Mexico City, Mexico

 

No.45

DON JULIO. Buenos Aires, Argentina

 

No.46

99 Santiago, Chile

 

No.47

NICOS. Mexico City, Mexico

 

No.48

TARQUINO. Buenos Aires, Argentina

 

No.49

DULCE PATRIA. Mexico City, Mexico

 

No.50

RAFAEL. Lima, Peru

Vinho e Saúde: Vinho pode prevenir Diabetes em mulheres com sobrepeso

 

Consumo de vinho pode ajudar na prevenção da diabetes e de outros problemas, dizem especialistas

Segundo cientistas franceses, o consumo moderado do vinho pode ajudar a prevenir a diabetes tipo 2 em mulheres com sobrepeso, além de outros transtornos físicos.

Uma pesquisa do Instituto da França de Pesquisas Médicas mostrou essa descoberta e foi além: Os envolvidos no projeto estudaram especificamente o efeito do consumo moderado de vinho nas mulheres e foi descoberto que quanto mais cedo elas começam tomar vinho menor é o risco de desenvolver a diabetes tipo 2.

O Dr. Guy Fagherazzi, autor principal do estudo, disse em entrevista ao Wine Spectator: “Nós achamos que o consumo moderado de vinho pode ser benéfico para todos os indivíduos, não só para aqueles que estão com sobrepeso”. No estudo foram analisadas 66.485 mulheres, as quais foram avaliadas sob vários aspectos, incluindo o consumo de vinho durante a vida inteira.

Entre todas as mulheres, o consumo de 0.5 a 1 taça de vinho por dia mostrou uma leve redução do fator diabetes. Porém, verificou-se que no caso de mulheres com sobrepeso o consumo de duas taças ou mais pode reduzir em proporções muito maiores o risco da diabetes tipo 2.

Os autores da pesquisa sugerem que a razão desse benefício decorre da presença dos antioxidantes do vinho, que também estão associados aos benefícios cardiovasculares da bebida. Outras pesquisas também mostraram que o vinho pode ser benéfico no trato da osteoporose, acne, perda auditiva e do câncer de ovário.

Vinho pode prevenir Diabetes em mulheres com sobrepeso

Vinho pode prevenir Diabetes em mulheres com sobrepeso

Rolhas para vinho alternativas: Sintéticas, rosca (screwcap), Vino-Lok, Zork, e Pro-Cork

 

Rolhas sintéticas, cápsula de rosca (screwcap), rolha de vidro, Zork….qual é a melhor?

Rolhas sintéticas

A tecnologia moderna ainda não conseguiu criar um substituto sintético para a rolha de cortiça natural. Existem inúmeras rolhas deste tipo no mercado mas múltiplos estudos aconselham apenas o seu uso em vinho de consumo rápido (um, dois anos máximo). Esta rolha não veda totalmente a garrafa e permite importantes trocas de oxigénio com o vinho engarrafado (0.01 cc por dia e por rolha enquanto que esse índice na cápsula de rosca e em boas rolhas de cortiça é inferior a 0.001 cc por dia e por rolha) levando à sua oxidação precoce. Entre as várias marcas sobressaem a Nomacork, Neocork e Nukorc. São baratas, visualmente atraentes e podem ser usadas nas linhas de engarrafamento convencionais.

Tampa rosca ou screwcap

A cápsula de rosca tem sido o vedante mais popular na guerra contra a rolha de cortiça natural. São uniformes, muito fáceis de abrir e vários estudos comprovam que é o vedante que mantém os níveis mais elevados de SO2 livre (antioxidante). Tem a vantagem de evitar oxidações e a desvantagem de promover reduções com inerentes aromas desagradáveis. No entanto, a imagem que têm junto do consumidor (europeu principalmente) desprestigia o vinho que usa a cápsula de rosca, é um vinho barato de todos os dias, é um vinho com pouco estatuto, enquanto a rolha mantém as preferências de estética, ambientalista, para não esquecer o ritual do abrir da garrafa com o saca-rolhas.

Cápsula de rosca ou screwcap para vinhos

Cápsula de rosca ou screwcap para vinhos

Vino-lok

O vedante de vidro Vino-lok, usado por muitos produtores de vinho alemão e austríaco, é outra alternativa a ter em conta. É inerte, neutra, muito eficaz como vedante, é reciclável e esteticamente perfeita, apenas uma desvantagem – o preço que por enquanto se mantém elevado.

Zork

A rolha australiana Zork é outra alternativa interessante para vinhos de consumo rápido, atraente, fácil de utilizar e pode também ter futuro.

Pro-Cork

Por último, a Pro-Cork que usa cortiça natural isolada por uma membrana de 5 camadas em cada extremidade que não permite contato do vinho com a rolha e assegurando a impermeabilidade. Esta é uma alternativa que junta cortiça com sintéticos de um modo eficiente.

Continua…

Fender cria amplificador para rock e blues feito de barris de uísque

O uísque faz parte da mitologia da música, especialmente em gêneros como o rock e o blues. Nada mais justo do que as referências à bebida atinjam os palcos. A Fender levou a ideia em frente com uma edição limitada de amplificadores, produzidos a partir da madeira de barris de maturação de uísque.

“80 Proff” Blues Junior terá apenas 100 unidades produzidas, e, tal como um bom bourbon (ou single malt, já que a empresa não divulgou qual destilaria participa do projeto), cada amplificador terá detalhes únicos: os gabinetes serão feitos manualmente a partir de diferentes barris de carvalho.

Com alça feita em couro e controles em bronze, além do logotipo da Fender esculpido diretamente na madeira, o amplificador valvulado conta com um alto falante de 12 polegadas e 15 watts de potência. Cada unidade do “80 Proff” Blues Junior será vendida por  US$ 2 mil, a partir de julho.

Fender cria amplificador para rock e blues feito de barris de uísque

Fender cria amplificador para rock e blues feito de barris de uísque

Como saber quando guardar ou beber uma garrafa de vinho?

 

Todos gostamos de guardar vinhos, mais será que eles estão melhorando o já estragaram…

A enorme maioria dos vinhos produzidos atualmente pode e deve ser bebida em um prazo de até três anos. A enologia moderna evoluiu de modo a permitir que vinhos jovens não sejam mais “imbebíveis”. Antigamente guardavam-se os vinhos jovens que tinham muito tanino e “amarravam” a boca com sua adstringência.

Os Bordeaux levavam 20 anos para “amaciar” os taninos. Técnicas como microoxigenação e uso de barricas, entre outras, aceleram este processo. Mas isto não quer dizer que alguns não melhorem muito se você aguardar mais uns anos. Algumas pessoas – e eu me incluo neste rol –  preferem vinhos mais evoluídos. Mesmo aqueles de que não se espera muito surpreendem. Para evoluir bem, um vinho precisa ter uma quantidade interessante de um dos seguintes componentes conservantes: álcool, açúcar, taninos ou acidez (exemplo: o Vinho do Porto, que tem mais açúcar e álcool do que um vinho tranquilo).

Um vinho seco, seja branco ou tinto, jovem, leve, macio, sem muita acidez ou tanino, não vai ter estrutura para evoluir com os anos. Por outro lado um vinho jovem com muito tanino, álcool e acidez não é necessariamente desequilibrado. É muito tudo! É um exagero ao paladar. Para que o vinho possa realmente ganhar com a guarda e o passar do tempo, vai depender muito do armazenamento e da conservação. Importante saber que na maioria das vezes os brancos secos são menos longevos do que os tintos.

Se o vinho estiver bem armazenado, protegido da luz, do excesso de calor e das mudanças bruscas de temperatura, abra quando der vontade.

Dica: para saber se o precioso líquido passou do ponto, o principal sinal é a quantidade de líquido no recipiente. Ponha a garrafa contra a luz e observe o nível do vinho. Se estiver abaixo do “ombro” da garrafa, houve vazamento ou evaporação. Este contato com o ar é fatal. Leva à oxidação e o vinho perde o brilho, o vigor. Serve para cozinhar e olhe lá. Mas prove antes para ter certeza.

Como saber quando guardar ou beber uma garrafa de vinho

Como saber quando guardar ou beber uma garrafa de vinhoarmaznar