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Receita: Vinho Quente

Ingredientes Vinho Quente

½ xícara de água fervente;
½ xícara de açúcar;
1 limão cortado em rodelas;
12 cravos-da-índia;
3 cascas de canela em casca;
1 ½ xícara de vinho tinto;
rodelas de limão para decorar.

 

Receita: Vinho Quente

Receita: Vinho Quente

 

Modo de preparo Vinho Quente
Calda Vinho Quente
1 Coloque água fervente em uma panela e misture o açúcar, o limão, o cravo-da-índia e a canela.
2 Deixe ferver, abaixe o fogo e cozinhe por mais 5 minutos. Com uma peneira, coe o líquido.
3 Misture com o vinho. Sirva quente, em copos altos, enfeitados com as rodelas de limão.

 

Rendimento:  2,2 litros
Tempo de preparo:  40 min.

 

 

 

Vinho William Fevre Antis Ultra Premium, 2006

País Chile
Propriedade da Vinícola 70 Hectares
Volume 750ml
Tipo Tinto
Safra 2006
Sub-Região Pirque
Uva 34% Carménère, 33% Cabernet Franc e 33% Cabernet Sauvignon
Teor Alcoólico 14,5%
Tipo de Uva Tinta Assemblage
Amadurecimento 100% deste vinho foi envelhecido por um período de 18 meses em barricas de carvalho francês sendo 100% novas.

 

Vinho William Fevre Antis Ultra Premium, 2006

Vinho William Fevre Antis Ultra Premium, 2006

 

Visual Vermelha rubi profunda com nuances alaranjados.
Olfativo No nariz proporciona um bouquet evoluído, e um perfume muito expressivo de cravo, alcaçuz, groselha preta e amora. Tem um perfil aromático de nível qualitativo extraordinário. É elegante, delicado, sedutor, e tudo está absolutamente integrado formando uma fragrância de muitas camadas aromáticas e um nível de complexidade ao nível dos melhores vinhos da América do Sul.
Gustativo Entra na boca com muita elegância e fineza, redondo, sedoso e macio, a textura é deliciosa e tem uma frescura e um equilíbrio do mais alto nível até hoje conhecido. As camadas avertidas no nariz agora estão na boca, camadas de fruta saborosa em um vinho feminino, sem aristas, quase perfeito, altamente recomendável.
Dica de Harmonização Confit de pato sobre batatas salteadas.
Mignon em crosta de vitelo e foie gras sobre molho de vinho do Porto com risoto de funghi porcini.
Filé mignon grelhado acompanhado de rosti de batatas e ratatouille de pimentão e cebola.
Carré de cordeiro com purê de menta sobre fundo de alecrim.
Filé de cervo com crosta de “pain de épices” e purê de castanha.
Ossobuco com abóbora assada.
Temperatura de Serviço 16°
Potencial de Guarda 15 anos
Nome da Vinícola William Fevre
Ano de Fundação da Vinícola 1992
Pontuação Winechef  

Vinho William Fevre Antis Ultra Premium, 2006 - 93 pontos Winechef

Vinho William Fevre Antis Ultra Premium, 2006 – 93 pontos Winechef

 

Vinho Casa Donoso Doña Lucía Premium, 2012

País Chile
Volume 750ml
Tipo Tinto
Safra 2008
Sub-Região Vale do Maule
Uva Cabernet Sauvignon 40%, Carménère 30%, Malbec, 20%, Cabernet Franc 10%.
Teor Alcoólico 13.50%
Tipo de Uva Tinta Assemblage
Amadurecimento 100%, por 12 meses em barricas francesas e americanas

 

Vinho Casa Donoso Doña Lucía Premium, 2012

Vinho Casa Donoso Doña Lucía Premium, 2012

 

Visual Coloração púrpura muito intensa e profunda.
Olfativo Aromas de muita personalidade, destacando-se eucaliptos, cassis, e mirtilo, complementados por notas de especiarias provenientes do envelhecimento em madeira, resultando em uma fragrância de grande nível de complexidade.
Gustativo É oleoso, denso e viscoso, com uma estrutura de taninos bem presentes que garantem uma longa vida pela frente. Excelente vinho, muito recomendável. Na boca é compacto e extraordinariamente sedutor, denso, com ótima estrutura de taninos firmes, aliados a um particular e intenso frescor natural, outorgado pelo seu magnifico terroir (velhas parreiras no Valle de Maule, no Sul do Chile). Muito persistente no fim de boca. Com potencial de mais de uma década na garrafa, e que certamente irá revelar muito mais complexidade. Recomendável decantar.
Dica de Harmonização Ragoût de rabada com cebolas crocantes.
Jarret de vitela.
Carré de cordeiro com risoto trufado.
Lombo em azeite, com purê de ervilhas e seus grãos salteados com chouriço.
Filé Mignon coberto por molho de amoras.
Ossobuco em molho de pomodoro e arroz.
Temperatura de Serviço 15 ºC
Potencial de Guarda 10 anos
Pontuação

Vinho Casa Donoso Doña Lucía Premium, 2012 - 92 pontos Winechef

Vinho Casa Donoso Doña Lucía Premium, 2012 – 92 pontos Winechef

Catástrofe nacional, incêndio atinge vinhedos centenários no Chile

De acordo com a associação Wines of Chile, já são 94 hectares de vinhedos afetados

O Chile vive um dos piores incêndios de sua história. De acordo com a associação Wines of Chile já são 94 hectares de vitis vinifera afetados (no total, são 141 mil em todo o Chile), pertencentes principalmente a  pequenos produtores em áreas próximas a colinas e florestas.

Vários dos vinhedos atingidos são formados por vinhas centenárias, o que torna as perdas irreparáveis. Em 20 de janeiro, a presidente Michelle Bachelet decretou estado de catástrofe e afirmou que este é o pior incêndio florestal vivido na história do país.

 

Veja as informações de grupos como a Rotas do Vinho de diferentes vales, Associações de Produtores, Movi, Vigno e do Wines of Chile sobre a situação das principais regiões vitivinícolas chilenas:

 

  • Casablanca: ainda em alerta em relação ao incêndio em Curacaví, mas sem vinícolas afetadas;
  • Maipo: 10 hectares de vinhedos foram queimados na área de Pirque, incêndios subsequentes não foram detectados;
  • Cachapoal: nenhum incidente ou alerta até o momento;
  • Colchagua: as áreas mais afetadas são as de Peralillo e Marchigue, onde há 7 hectares de vinhedos afetados;
  • Curicó: nenhum problema ou alerta relatado;
  • Maule: a área da Costa do Maule é a mais afetada. Até agora, foram identificados 75 hectares queimados, incluindo antigos vinhedos de Pais e Carignan. Esta investigação segue em processo, já que a área ainda está na contingência total;
  • Itata e Bío Bío: possibilidade de novos incêndios que podem afetar pequenos produtores, mas ainda não há informações oficiais.
Vinhedo queimado na região do Maule. FOTO Nicolas MartinezReuters

Vinhedo queimado na região do Maule. FOTO Nicolas Martinez – Reuters

 

Consumo de vinhos brasileiros cresce 15,85% em três anos

Projeto capacitou 2,6 mil profissionais, certificou pequenos negócios de 14 estados brasileiros e fortaleceu produtores locais

Os  vinhos brasileiros vêm conquistando cada vez mais espaço no mercado interno, sendo que nos últimos três anos as vendas tiveram um incremento de 15,85%.

Esses dados foram apresentados durante o evento Tour de Vinhos Brasileiros, realizado na sede do Sebrae Nacional, em Brasília, que celebrou as conquistas do Projeto de Valorização dos Vinhos Brasileiros. Essa parceria do Sebrae com o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), fomentou toda a cadeia do vinho no Brasil.

O resultado do projeto contabilizou números expressivos. Entre 2014 e 2016, período de vigência da parceria entre o Sebrae e o Ibravin, 312 produtores rurais e 97 vinícolas participaram do Programa Alimento Seguro-PAS Uva, uma ferramenta para melhoria de processos, de produtos e implantação de rastreabilidade.

Fazem parte do programa os módulos de  Boas Práticas Agrícolas, Boas Práticas de Elaboração e Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle. O PAS – Uva é fruto da parceria com a Embrapa Uva e Vinho, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/RS) e o Sebrae. A iniciativa implantou os módulos de Boas Práticas Agrícolas e Boas Práticas Enológicas na Serra Gaúcha, e em mais cinco estados do Brasil.

Consumo de vinhos brasileiros cresce 15,85% em três anos

Consumo de vinhos brasileiros cresce 15,85% em três anos

O gerente de Agronegócios do Sebrae, Augusto Togni, destacou que foi um ciclo de muito esforço e concentração na cadeia vitivinícola onde o Sebrae atuou na diversidade da produção, no aumento da produtividade e da qualidade dos produtos nacionais. “Os números traduzem o sucesso do programa e mostram que o olhar especial do Sebrae junto ao produtor rural foi bastante positivo. O aumento de 15,85% no consumo de vinho é bastante expressivo”, afirmou.

De acordo com o representante do Ibravin, Diego Bertolini, a parceria com o Sebrae também possibilitou a realização de 12 edições do Circuito Brasileiro de Degustação e a participação de pequenas vinícolas em duas edições da Expovinis, considerada a maior feira de vinhos da América Latina.

Além disso, foram realizados 85 workshops e aplicadas mais de 15 mil horas de suporte pedagógico aos produtores rurais. “Ao todo, 1.329 pequenos negócios de 14 estados brasileiros foram qualificados e aumentaram a presença do vinho nacional na ponta“, afirma, ao ressaltar também a importância da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) em todo o processo.

 

Opinião de especialista
De acordo com o especialista em vinho Marcelo Copello, responsável pela publicação do Anuário Vinhos do Brasil, o vinho nacional está ganhando espaço no mercado. “O brasileiro não tem mais medo do produtor daqui”, disse. Segundo ele, isso se dá pelo grande investimento que os produtores fizeram ao longo dos últimos 30 anos em maquinário e conhecimento.

“Uma surpresa em cada taça”, assim o sommelier Maurício Roloff, descreve o vinho brasileiro moderno. Para, isso se deve ao fato da valorização do produtor rural, à importação de tecnologia e à abertura econômica. “O vinho brasileiro é moderado em álcool, uma tendência mundial, e valoriza o sabor frutado”. O custo-benefício é outro diferencial.

 

Vinho Cono Sur Bicicleta Gewürztraminer 2015

Um vinho branco diferente, de aroma e sabor únicos. Ideal para acompanhar a comida tradicional do Japão e da Tailândia.

País Chile
Volume 750 ml
Tipo Tinto
Safra 2014
Descrição Uma uva pouco comum dá origem a esse branco perfumado e extrovertido, dono de uma personalidade inconfundível.
Sub-Região Vale do Bio Bio
Uva 100% Gewürztraminer
Teor Alcoólico 13,50%
Tipos de Uva Branca Gewürztraminer
Vinho Cono Sur Bicicleta Gewürztraminer 2015

Vinho Cono Sur Bicicleta Gewürztraminer 2015

 

Visual Coloração palha, intensa e cristalina.
Olfativo Fascinante expressão floral, que mistura de maneira exuberante notas de jasmins e suaves tons cítricos que se multiplicam na medida em que o vinho começa a abrir na taça. Tem também alguns tons frutados que lembram principalmente pêssego e maçã verde, tudo em uma brilhante combinação.
Gustativo Surpreende no paladar com uma entrada de grande volume, sempre mantendo o seu estilo fresco e sedutor. As notas florais se percebem no paladar, acompanhadas por intensa acidez e distinta mineralidade, que resultam em um vinho de alta tipicidade, juvenil e dotado de muita qualidade e equilíbrio.
Dica de Harmonização Um vinho branco diferente, de aroma e sabor únicos. Ideal para acompanhar a comida tradicional do Japão e da Tailândia.
Temperatura de Serviço 7 ºC
Potencial de Guarda 3 anos
Pontuação Winechef

Vinho Cono Sur Bicicleta Gewürztraminer 2015 - 90 Pontos  Winechef

Vinho Cono Sur Bicicleta Gewürztraminer 2015 – 90 Pontos Winechef

 

Ultra-sons para reduzir o tempo de maturação nos tintos

Um projeto com investimento da União Europeia – Horizonte 2020 – vai tentar desenvolver um método de acelerar a maturação de vinhos tintos. A tecnologia do UltraWine (o seu nome) é nova e baseia-se na utilização de ultra-sons de alta potência (HPU, a sigla em inglês).

Na teoria, quando o mosto ou vinho está macerando, a aplicações destes ultra-sons provoca fenómenos de cavitação e a criação de pequenas bolhas que tendem a colidir entre si, implodindo e liberando energia.

Este fenómeno vai depois gerar o desgaste da pelicula das uvas, facilitando assim a liberação da cor e dos componentes fenólicos das uvas. Qual é a vantagem? Será possível, calculam os cientistas, reduzir para metade o tempo de maturação dos tintos.

Esta vantagem é especialmente importante nas adegas que têm que vinificar grandes quantidades de vinho tinto e que têm insuficiente capacidade de cubas de inox: assim liberam-se as cubas mais depressa para receberem nova carrada de uvas, algo extremamente importante no meio de qualquer vindima.

Ultra-sons para reduzir o tempo de maturação nos tintos

Ultra-sons para reduzir o tempo de maturação nos tintos

Por outro lado, este método irá tratar as uvas por um processo mecânico – ao invés do normal, que é térmico. Como os normais tratamentos térmicos podem trazer consigo aromas e sabores próprios, o método de ultra-sons poderá respeitar melhor os aromas varietais nos vinhos.

A maior parte da investigação está neste momento a cargo do departamento de Agro-química e Tecnologia de Alimentos da Universidade de Murcia (UMU), embora a promotora do projecto seja a empresa Agrovin, especializada na fabricação e distribuição de produtos enológicos.

 

Fonte: Revista de Vinhos de Protugal

Veja Também:

 

Vidigal Dão D.O.C 2013

País Portugal
Volume 750ml
Tipo Tinto
Safra 2013
Sub-Região Dão D.O.C.
Uva 40% Touriga Nacional, 40% Jaen e 20% Alfocheiro
Teor Alcoólico 13%
Tipo de Uva Tinta Assemblage
Vidigal Dão D.O.C 2013

Vidigal Dão D.O.C 2013

 

Visual Linda cor vermelha cereja intensa
Olfativo Com estilo frutado ao extremo, este blend surpreende com uma inegável qualidade aromática, com aromas de muita riqueza e intensidade. Tem notas a frutos vermelhos silvestres que abundam e que com a oxigenação do vinho na taça vão se multiplicando, onde destacam-se e se percebem com maior nitidez a notas a cassis e cerejas vermelhas.
Gustativo Delicioso no seu ataque no paladar. Continua na mesma línea do mostrado no nariz. Muita fruta vermelha e um equilíbrio excelente são suas principais virtudes. Acidez vibrante e intensa que levanta a fruta e taninos que apesar de sua juventude estão completamente evoluídos provocando um paladar fresco, jovial.
Dica de Harmonização Medalhão de mignon ao molho funghi com polenta cremosa.
Churrasco de domingo
Bife chorizo ao molho madeira com batatas salteadas.
Pato assado com ameixas.
Costela bovina no bafo.
Temperatura de Serviço 16 ºC
Potencial de Guarda 6 anos
Pontuação Winechef

Vidigal Dão D.O.C 2013 - 91 pontos Winechef

Vidigal Dão D.O.C 2013 – 91 pontos Winechef

 

Aprenda quando decantar um vinho

Decantar é o ato de despejar vinho da garrafa em outro recipiente, normalmente de vidro, chamado decanter.

A finalidade básica de se decantar um vinho é unicamente separar o líquido de depósitos concentrados no fundo da garrafa, sedimentos naturais formados durante seu processo de envelhecimento em garrafa.

O uso do decanter para servir o vinho tem seu charme, mas a verdade é que a maioria dos vinhos não precisa ser decantada. Como regra geral, Portos Vintage e tintos feitos para serem guardados por anos, especialmente os que levem cepas de coloração mais profunda e os mais tânicos – como, por exemplo, aqueles à base de Cabernet Sauvignon, Merlot, Syrah, Nebbiolo e Sangiovese – são os que necessitam de decantação. Brancos antigos que tenham depósitos também ficam mais atraentes e brilhantes se decantados.

O que vai determinar se um vinho precisa ser decantado é a simples avaliação da existência de sedimentos no fundo da garrafa, que pode ser feita colocando-a contra a luz ou sob uma vela.

 

Aprenda quando decantar um vinho

Aprenda quando decantar um vinho

 

Uma questão recorrente é quanto tempo antes do consumo se deve decantar o vinho. Não existe uma regra para isso, mas um bom parâmetro é considerar que quanto mais jovem, menos importa o tempo em que ele descansa no decanter, enquanto que para vinhos antigos o ideal é decantá-los o mais próximo da hora de beber possível. Isso porque, via de regra, eles são mais sensíveis à ação do oxigênio, podendo perder sua vivacidade se permanecerem muito tempo em contato com o ar (a área de exposição do líquido com a atmosfera é bem maior no decanter do que na garrafa). Por isso, para vinhos antigos, costuma-se recomendar o double-decanting, ou seja, que a garrafa original seja enxaguada com água, para remoção dos depósitos, e o vinho seja cuidadosamente devolvido para essa garrafa e arrolhado até ser servido.

Continua…

Erros imperdoáveis na arte de beber vinho. 2da parte

 

Confira a segunda parte da materia sobre os erros mais comuns, que os apreciadores de vinhos cometem:

 

Erro nº 7: Só tomo vinho com as refeições

Você chega em casa do trabalho, exausto, e abre uma cerveja gelada… Pode ter algo melhor? Talvez não, mas o vinho pode cumprir a mesma missão de cura em pé de igualdade. “Chamo isso de momentos do vinho”, diz Alicia Estrada. “Há um vinho que você toma enquanto está preparando a refeição, e outro que pode tomar quando chega em casa do trabalho, cansado, mal-humorado… Os franceses chamam de ‘vinhos que alteram’: fazem você passar de um estado anímico a outro. Levam a um estado de relaxamento e preparam para aproveitar o final do dia com o seu parceiro ou sua família.

Erro nº 8: Tenho todos os acessórios que existem!

Ótimo. Essas caixas que parecem cheias de instrumentos cirúrgicos são muito bonitas, o típico presente de Natal quando seu círculo percebe seu gosto crescente por vinhos. Mas nem todo o conteúdo é estritamente necessário. “Isso é como começar um esporte: não sei se o importante é andar de bicicleta ou comprar todos os equipamentos”, compara Alicia Estrada. “Pessoalmente, há duas coisas básicas: um bom saca-rolhas e um decanter para os vinhos amadurecidos. Depois disso… um termômetro? Pode fazer parte da magia do vinho, mas não é essencial.”

 

Erros imperdoáveis na arte de beber vinho

Erros imperdoáveis na arte de beber vinho

 

Erro nº 9: Os climatizadores de vinho são inúteis e não servem para nada

Bem, se você realmente quer se tornar um conhecedor sério e começar a comprar garrafas de certa qualidade, esses condicionadores de temperatura, também chamados de vinotecas — com capacidade a partir de seis garrafas — podem ser um grande presente para incluir na carta ao Papai Noel. “São bons, porque são câmaras que mantêm uma temperatura e umidade constantes, e as garrafas ficam muito bem conservadas”, diz Guillermo Cruz. “Por exemplo, na minha casa, tenho duas delas grandes, de 140 garrafas, e é como guardo o vinho. Mas um climatizador de seis garrafas também é bom: se o consumo não é muito grande, lá você tem suas seis garrafinhas que estão bem conservadas e bem guardadas.”

 

Erro nº 10: Se a rolha quebrar, a empurro para dentro da garrafa

Além de antiestético, uma rolha em pedaços nadando no vinho o condena a ter uma infinidade de incômodas partículas. “É preciso tentar retirá-la não importa como”, alerta Alicia Estrada. “Em vinhos muito velhos, é possível que a rolha tenha se degradado com o tempo. Também pode indicar que o vinho está estragado. Se cair na garrafa corremos o risco de que ela se desfaça dentro… E depois teremos de servi-lo com um coador para retirar essas partículas. Se não queremos levar o coador à mesa, pois não é de bom tom, é necessário decantar a bebida com ele antes”.

 

Se a rolha quebrar, a empurro para dentro da garrafa?

Se a rolha quebrar, a empurro para dentro da garrafa?

 

Erro nº 11: Só bebo vinho tinto (ou branco), independentemente da refeição

Existem devotos do tinto que não gostam da leveza do branco; existem também aqueles que não bebem outra coisa a não ser um branco bem fresco (muito apreciado pelo público feminino). Combinar uma refeição com o melhor vinho (conhecido como harmonização) não só é algo que nossas papilas gustativas agradecem, como melhora a comida e o vinho. “Basicamente, os brancos sempre ficam melhor com peixes, mariscos e entradas mais leves porque não têm tanino, são mais ácidos, mais frescos, mais fáceis de beber…; e os tintos se adaptam muito bem às carnes porque uma harmonização que sempre funciona é a de tanino com proteína. Aqui nunca falhamos. É uma norma provavelmente bem geral, mas sempre funciona”, diz Guillermo Cruz.

 

 Erro nº 12: O tinto, sempre à temperatura ambiente

É um mandamento que não deve ser seguido à risca: o tempo não é o mesmo em agosto e em janeiro. Guillermo Cruz, o premiado sommelier do Mugaritz, opina que “para saborear mais o vinho, 15 graus é a temperatura perfeita. Equilibra esse pouco a mais de álcool que alguns vinhos possuem, dissimula um pouco especialmente na primeira taça, e ele já é colocado a 18 graus na taça. Mas se for servido a 18 graus ou a temperatura ambiente, que costuma ser de 20 ou mais, imagine como essa taça ficará”.

 

O tinto, sempre à temperatura ambiente?

O tinto, sempre à temperatura ambiente?