Fábrica de asfalto ameaça região vinícola francesa

Produtores de vinhos franceses encontram-se extremamente insatisfeitos com um projeto que prevê a construção de uma fábrica de asfalto na comuna de Saint-Cyr-les-Colons, entre a capital Paris e a cidade de Lyon.

Sem serem consultados, os responsáveis pelas vinícolas alegam que as moléculas de hidrocarbonetos resultantes da produção contaminariam as uvas, tanto pelo ar, quanto pela água presente no solo e utilizada na irrigação das videiras. O governo regional tem até o final de outubro para resolver o impasse.

A nova fábrica tem como finalidade produzir 500 toneladas de asfalto por hora nos próximos 25 anos, para ampliar a rodovia que passa pela região.

Apesar de o local ser estratégico, os produtores de vinhos disseram já ter identificado outros lugares igualmente bons para a instalação. “Há outros locais que eles poderiam ir, a uma distância segura das vinícolas e dos centros populacionais.

Se seguir assim como planejado, há um sério risco da poluição interferir no delicado cultivo das nossas uvas”, disse Julian Brocard, da Domaines Jean-Marc Brocard.

Fábrica de asfalto ameaça região vinícola francesa

Fábrica de asfalto ameaça região vinícola francesa

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Receita: Cordeiro caramelizado ao vinho tinto

 Ingredientes Cordeiro caramelizado ao vinho tinto

1 kg de carne de cordeiro (pernil, paleta, costela, lombo);
1/4 de xícara de azeite;
2 cebolas picadinhas;
3 colheres (sopa) de mel;
1 colher (chá) de tomilho seco;
1 ½ taça de vinho tinto seco;
1/4 de taça de aceto balsâmico;
5 dentes de alho picados;
1 l de caldo de cogumelos ou de frango;
Sal e pimenta-do-reino;

Receita: Cordeiro caramelizado ao vinho tinto

Receita: Cordeiro caramelizado ao vinho tinto

Modo de fazer Cordeiro caramelizado ao vinho tinto

1 Ligue a forno a 180°C.
2 Limpe a carne, caso seja necessário retirar o excesso de gordura ou membranas, e corte-a em pedaços grandes.
3 Numa frigideira, doure a carne no azeite. Em seguida, salgue, apimente e reserve-a.
4 Na mesma frigideira, coloque o mel e a cebola e cozinhe em fogo baixo por 8-10 minutos. Junte o alho, deixe mais uns 2 minutos e, então, adicione o tomilho e o vinho tinto. Deixe reduzir quase completamente, junte o aceto e deixe reduzir novamente até quase virar um xarope.
5 Adicione o caldo e deixe esquentar bem. Se a frigideira tiver cabo metálico e puder ir ao forno, coloque nela a carne reservada. Caso contrário, acomode a carne numa travessa refratária e banhe com o molho. Não é preciso cobrir com papel-alumínio. Cozinhe por cerca de 2 horas, regando a carne com o molho pelo menos umas quatro vezes e virando-a durante o processo.
6 No final do cozimento, o molho deverá estar caramelizado. Se não estiver, passe-o para uma panelinha e deixe reduzir mais. Deixe a carne repousar alguns minutos, corte-a e sirva regando com o molho. Fica bom com legumes ao azeite, cuscuz ou purê de batata.

 

Rendimento: 4 porções
Tempo de preparo:  15 min + 2 h 30 min de cozimento

Receita: Vinho Quente

Ingredientes Vinho Quente

½ xícara de água fervente;
½ xícara de açúcar;
1 limão cortado em rodelas;
12 cravos-da-índia;
3 cascas de canela em casca;
1 ½ xícara de vinho tinto;
rodelas de limão para decorar.

 

Receita: Vinho Quente

Receita: Vinho Quente

 

Modo de preparo Vinho Quente
Calda Vinho Quente
1 Coloque água fervente em uma panela e misture o açúcar, o limão, o cravo-da-índia e a canela.
2 Deixe ferver, abaixe o fogo e cozinhe por mais 5 minutos. Com uma peneira, coe o líquido.
3 Misture com o vinho. Sirva quente, em copos altos, enfeitados com as rodelas de limão.

 

Rendimento:  2,2 litros
Tempo de preparo:  40 min.

 

 

 

Vinho William Fevre Antis Ultra Premium, 2006

País Chile
Propriedade da Vinícola 70 Hectares
Volume 750ml
Tipo Tinto
Safra 2006
Sub-Região Pirque
Uva 34% Carménère, 33% Cabernet Franc e 33% Cabernet Sauvignon
Teor Alcoólico 14,5%
Tipo de Uva Tinta Assemblage
Amadurecimento 100% deste vinho foi envelhecido por um período de 18 meses em barricas de carvalho francês sendo 100% novas.

 

Vinho William Fevre Antis Ultra Premium, 2006

Vinho William Fevre Antis Ultra Premium, 2006

 

Visual Vermelha rubi profunda com nuances alaranjados.
Olfativo No nariz proporciona um bouquet evoluído, e um perfume muito expressivo de cravo, alcaçuz, groselha preta e amora. Tem um perfil aromático de nível qualitativo extraordinário. É elegante, delicado, sedutor, e tudo está absolutamente integrado formando uma fragrância de muitas camadas aromáticas e um nível de complexidade ao nível dos melhores vinhos da América do Sul.
Gustativo Entra na boca com muita elegância e fineza, redondo, sedoso e macio, a textura é deliciosa e tem uma frescura e um equilíbrio do mais alto nível até hoje conhecido. As camadas avertidas no nariz agora estão na boca, camadas de fruta saborosa em um vinho feminino, sem aristas, quase perfeito, altamente recomendável.
Dica de Harmonização Confit de pato sobre batatas salteadas.
Mignon em crosta de vitelo e foie gras sobre molho de vinho do Porto com risoto de funghi porcini.
Filé mignon grelhado acompanhado de rosti de batatas e ratatouille de pimentão e cebola.
Carré de cordeiro com purê de menta sobre fundo de alecrim.
Filé de cervo com crosta de “pain de épices” e purê de castanha.
Ossobuco com abóbora assada.
Temperatura de Serviço 16°
Potencial de Guarda 15 anos
Nome da Vinícola William Fevre
Ano de Fundação da Vinícola 1992
Pontuação Winechef  

Vinho William Fevre Antis Ultra Premium, 2006 - 93 pontos Winechef

Vinho William Fevre Antis Ultra Premium, 2006 – 93 pontos Winechef

 

Aprenda a reconhecer as cegas os vinhos do novo Mundo

 

  No Novo Mundo, tomando como exemplo Mendoza (Argentina) e as regiões do vale central do Chile (Maipo, Cachapoal, Colchagua), o que se procura nestes lugares são regiões mais frescas, perto das influências do Oceano Pacífico.

No caso dos produtores do Chile em altas altitudes da Cordilheira Dos Andes; no caso dos argentinos, exceto estes vinhos que têm esta marcada influência fresca, todo o resto tem uma “marca” comum deixada pelas altas temperaturas, e essa marca é a madurez em todo sentido.

Como as temperaturas são muito altas e os raios de sol muito generosos, apesar de todos os cuidados que o viticultor tem para tentar ter graus de açúcar dentro do razoável (dependendo do estilo) estas bayas (uvas) concentram muito açúcar, o que se traduz depois no vinho em muito álcool. Logo, os vinhos do Novo Mundo são aromaticamente maduros, muitas vezes um pouco cansativos e pouco elegantes de tanta madurez.

Os aromas dominantes principalmente estão relacionados com as confeituras, marmeladas, figos secos, frutos compotados, etc. – estou falando de variedade de uvas tintas – e na boca são pesados, densos, e muitas vezes com falta de equilíbrio, frescor e excesso de álcool, por isso são carentes de elegância.

Não é muito fácil descobrir essas diferenças às cegas, até porque cada vez mais os produtores do Velho Mundo estão procurando micro regiões mais “quentes” (por exemplo: Langedoc, no caso da França) e também pelo aquecimento global, que tem feito com que regiões antes consideradas frias, agora já não sejam tanto.

Mas se tomarmos em consideração esta dica e aplicarmos na degustação, poderemos ver que esta regra se cumpre em pelo menos 80% dos casos, ou seja, vocês já teriam capacidade (seguindo esta regra) de acertar em degustações “às cegas”.

Acertar 80% dos vinhos degustados não está mal, este é só o começo. Em breve vocês terão dicas para conseguir os 20% que estão faltando, e se tornarão grandes degustadores… É só uma questão de tempo.

Degustaçâo as cegas

Degustaçâo as cegas

Pesquisadores desenvolvem ‘língua eletrônica’ para degustação de vinhos

Aparelho promete ser capaz de prever a percepção de sabores por parte dos sommeliers

Pesquisadores do Instituto de Indústrias do Futuro da University of South Australia desenvolveram um aparelho capaz de identificar as características químicas, a idade e até o tipo de barril em que o vinho foi envelhecido. Batizada de “língua eletrônica”, a nova tecnologia promete prever também os sabores percebidos pelos sommeliers.

Dispondo desse diferencial, espera-se que o dispositivo possa detectar em escala industrial a qualidade das bebidas, antes de serem colocadas à venda.

“Você não pode ter uma pessoa provando cem vinhos por dia, por isso o sensor será muito útil nessa tarefa”, comentou o pesquisador responsável pela inovação, Doutor Xavier Ceto Alseda.

Pesquisadores desenvolvem ‘língua eletrônica’ para degustação de vinhos

Pesquisadores desenvolvem ‘língua eletrônica’ para degustação de vinhos

Fabricado com eletrodos de ouro, platina e carbono, o dispositivo mede os sinais eletroquímicos de açúcar, fenóis e outros componentes do vinho para criar uma “impressão digital” para cada bebida.

O serviço já foi testado com 52 rótulos espanhóis da região de Catalunha, que serviram de base para os parâmetros do sensor.

 

Vinhos do Douro e do Porto em Belo Horizonte

Os Vinhos do Douro e do Porto voltam a apresentar-se como protagonistas numa grande prova no Brasil, desta vez em Belo Horizonte. Três dezenas de produtores marcam presença no evento exclusivo, promovido pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP).

É na mais antiga região demarcada de vinhos do mundo que se produzem rótulos verdadeiramente impressionantes. Mais de duas centenas estarão na grande prova promovida pelo IVDP, e que se realiza no Hilton Garden Inn, Belo Horizonte, a 6 de junho.

Formadores de opinião, compradores, imprensa e consumidores terão a imperdível oportunidade de conhecer as referências já icónicas e os mais recentes lançamentos.

No evento, a representar este conjunto fascinante de rótulos, estarão três dezenas de emblemáticos produtores: Casa Ferreirinha e Sandeman, Churchill´s Port, Crochet, Croft, Duorum, Fonseca, Graham´s, Lavradores de Feitoria, Poças Júnior, Poeira, Porto Ferreira, Quinta da Pacheca, Quinta das Apegadas, Quinta das Tecedeiras, Quinta de Curvos, Quinta de La Rosa, Quinta do Crasto, Quinta do Noval, Quinta do Passadouro, Quinta do Portal, Quinta Dona Leonor, Quinta dos Murças, Quinta Nova, Real Companhia Velha, Taylor´s, Vallado, Vicente Faria Vinhos, Vista Alegre e Wine & Soul.

Vinhos do Douro e do Porto em Belo Horizonte

Vinhos do Douro e do Porto em Belo Horizonte

Compradores e imprensa poderão participar na prova das 15h às 17h. Já das 17h às 20h, a prova dirige-se aos consumidores. O cadastro para confirmação de presença é obrigatório e está disponível no endereço http://cadastro.portodourointernationaltasting.com

Da programação do evento constam ainda provas comentadas conduzidas por conceituados especialistas, reservadas a convidados.

O Brasil constitui-se como um mercado muito estratégico para os Vinhos do Douro e do Porto, sendo um dos principais mercados recetores. Estas iniciativas inserem-se no Plano de Comunicação e Marketing anual que o IVDP está a promover no país.

No calendário de ações promocionais organizadas pelo IVDP neste mercado constarão também ações de formação em SENACs e ABSs, bem como jantares de harmonização para jornalistas e formadores de opinião. As grandes degustações e restantes iniciativas têm produção da Essência do Vinho Brasil.

Fonte: Revista de Vinhos de Portugal

Entrevista EXCLUSIVA com Alejandro Hernández, o pai da enologia chilena

 

 Em conversa com o renomado enólogo e professor universitário Alejandro Hernández, Winechef questionou sobre qual é a sensação após cumprir bodas de ouro como Mestre de Enologia.

 

 “Sinto que cumpri bem minha missão”, diz Alejandro Hernández.

Leia abaixo essa mini-entrevista com Alejandro Hernández.

 Winechef.com.br:

Qual é seu sentimento depois de cumprir mais de 50 anos como professor de enologia da Universidade Católica de Chile?

Alejandro Hernández:

“Foi no final de novembro do ano de 2009 que completei 50 anos como professor de vitivinicultura e enologia da Universidade Católica do Chile. A faculdade, os enólogos, os alunos e o meio vitivinícola nacional celebraram isso em uma cerimônia muito amável, amistosa e generosa.

Curiosamente continuo lecionando até hoje, mas por escolha minha. Não sou mais o professor chefe. Hoje, Felipe de Solminhiac, que foi meu ajudante durante 34 anos, ocupa esse cargo e eu trabalho como seu professor ajudante. É assim que tem que ser.

O bom ensino consiste em uma equipe de professores, com diferentes formações e especializações distintas, e que entregue aos alunos o panorama completo de uma carreira – neste caso a enologia.

Eu criei o Departamento de Enologia em 1960. Com certeza tive mais de 2.000 alunos. Muitos deles são enólogos. No Chile, hoje, são 952 e a maioria é da Universidade Católica.

O que eu sinto, resumidamente: satisfação. Satisfação porque contribuímos na formação profissional e cultural do conhecimento do vinho e porque eles têm, hoje, uma fonte de trabalho que os permite viver fazendo o que gostam e normalmente em boas condições materiais e culturais. Sinto que cumpri bem minha missão e isso me traz alegria.”

Portal del Alto Alejandro Hernandez

Portal del Alto Alejandro Hernández

 

Receita fácil de Salmão com molho de alcaparras

 

Para a noite especial, que tal preparar esta receita de Salmão com molho de alcaparras. É fácil e rápida de fazer…

Ingredientes

  • 200 g de filé de salmão
  • 1 dente de alho amassado
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • 1 colher (sopa) de alcaparras
  • 1 colher (sobremesa) de cebolinha picadinha
  • 1 colher (sobremesa) de salsa picadinha
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 colher (sopa) de suco de limão

Modo de preparo

  • Tempere o filé de salmão com sal, pimenta e alho e deixe tomar gosto.
  • Grelhe em frigideira com um fio de azeite ou asse envolto em papel alumínio em forno pré aquecido por 15 minutos.

Molho

  • Pique as alcaparras e misture com a cebolinha, a salsinha e o suco de limão.

Montagem

  • Transfira o salmão para o prato, e derrame delicadamente o molho sobre o
    filé grelhado.
  • Sirva com arroz integral e seleta de legumes, ou com arroz branco e brócolis.

 

Rendimento: 1 porção

 

Tempo de preparo: 20 minutos

Salmão com molho de alcaparras

Salmão com molho de alcaparras

Empresa inventa decanter operado por celular que melhora o sabor do vinho

 

O decanter operado por celular melhora o sabor do vinho usando ondas sonoras

O decanter chamado de “Sonic” é capaz de desenvolver os aromas e sabores do vinho a partir de ondas sonoras e pode ser controlado por meio de um aplicativo de smartphone (Sonic Decanter App). Foi inventado por Charles Leonhardt, que usou uma tecnologia patenteada capaz de alterar a composição molecular e química do vinho, reduzindo os níveis de dióxido sulfúrico. Durante o processo da decantação, muitos dos gases dissolvidos na bebida são liberados criando novas ligações químicas similares àquelas formadas no processo de envelhecimento do vinho.

Decanter Sonic

O CEO Michael Coyne da Dionysus Technology Concepts, distribuidora do produto, afirma que o aparelho simplifica o “tedioso processo” de esperar os vinhos tintos se desenvolverem dentro das garrafas. “O Decanter Sonic faz todo vinho ficar melhor, adicionando sabor, aroma e acabamento nunca atingido em um tempo tão curto de decantação”, declarou Coyne. Ele ainda completou: “Ao mesmo tempo, criamos também uma ferramenta que melhora o sabor dos vinhos brancos”.

O decanter já foi testado por alguns especialistas da área, que registraram boas críticas ao produto. Segundo um deles, o aparelho torna o vinho mais macio e saboroso, além de eliminar gostos muito ácidos. Para fazê-lo funcionar basta adicionar água, colocar o vinho, escolher as opções “tinto” ou “branco” no painel e esperar 15 minutos.

Segundo os criadores, o aparelho funciona com garrafas fechadas e ainda pode revigorar garrafas abertas há alguns dias. O decanter vai ser lançado daqui um mês nos Estados Unidos e vai custar cerca de US$ 199 (R$ 500).

Empresa inventa decanter operado por celular

Empresa inventa decanter operado por celular