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Vinho e Saúde: Vinho pode prevenir Diabetes em mulheres com sobrepeso

 

Consumo de vinho pode ajudar na prevenção da diabetes e de outros problemas, dizem especialistas

Segundo cientistas franceses, o consumo moderado do vinho pode ajudar a prevenir a diabetes tipo 2 em mulheres com sobrepeso, além de outros transtornos físicos.

Uma pesquisa do Instituto da França de Pesquisas Médicas mostrou essa descoberta e foi além: Os envolvidos no projeto estudaram especificamente o efeito do consumo moderado de vinho nas mulheres e foi descoberto que quanto mais cedo elas começam tomar vinho menor é o risco de desenvolver a diabetes tipo 2.

O Dr. Guy Fagherazzi, autor principal do estudo, disse em entrevista ao Wine Spectator: “Nós achamos que o consumo moderado de vinho pode ser benéfico para todos os indivíduos, não só para aqueles que estão com sobrepeso”. No estudo foram analisadas 66.485 mulheres, as quais foram avaliadas sob vários aspectos, incluindo o consumo de vinho durante a vida inteira.

Entre todas as mulheres, o consumo de 0.5 a 1 taça de vinho por dia mostrou uma leve redução do fator diabetes. Porém, verificou-se que no caso de mulheres com sobrepeso o consumo de duas taças ou mais pode reduzir em proporções muito maiores o risco da diabetes tipo 2.

Os autores da pesquisa sugerem que a razão desse benefício decorre da presença dos antioxidantes do vinho, que também estão associados aos benefícios cardiovasculares da bebida. Outras pesquisas também mostraram que o vinho pode ser benéfico no trato da osteoporose, acne, perda auditiva e do câncer de ovário.

Vinho pode prevenir Diabetes em mulheres com sobrepeso

Vinho pode prevenir Diabetes em mulheres com sobrepeso

 

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Beber até uma garrafa de vinho por dia não faz mal, diz pesquisa

Especialista analisa décadas de estudos, mas conclusão é criticada por grupo que promove saúde: riscos superam benefícios

Em controverso estudo científico traz conclusões bem-vindas a quem gosta de beber todos os dias, em quantidades moderadas.

O especialista Kari Poikolainen, ex-integrante da Organização Mundial da Saúde (OMS), examinou décadas de pesquisas sobre o assunto para afirmar que a bebida alcoólica só causa prejuízos ao organismo se a pessoa consumir mais de uma garrafa de vinho por dia.

Atualmente, médicos recomendam que homens bebam até uma taça de vinho por dia. Mulheres, um pouco menos. Isto seria o equivalente a três ou quatro unidades alcoólicas.

Mas, em sua pesquisa, divulgada pelo site britânico “Daily Mail”, Poikolainen afirma que só a partir de 13 unidades alcoólicas (130 ml de álcool puro) diárias a nossa saúde começa a ser prejudicada.

Beber até uma garrafa de vinho por dia não faz mal, diz pesquisa

Beber até uma garrafa de vinho por dia não faz mal, diz pesquisa

Fonte: https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/beber-ate-uma-garrafa-de-vinho-por-dia-nao-faz-mal-diz-pesquisa-12259123

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Como deve ser um vinho de qualidade?

 

Sempre nos perguntamos quando um vinho é realmente bom.

Ou então, como é o vinho ideal? A resposta sempre está relacionada com o gosto pessoal de cada pessoa, é claro… Mas, na verdade, o gosto é algo que muda constantemente, na medida em que vamos nos aprofundando cada vez mais no tema – neste caso, o vinho.

Quando as pessoas começam a se interessar pelo mundo dos vinhos, geralmente são os vinhos mais simples os que são da preferência, e até muitas vezes os que têm algo de açúcar, ou os que têm aromas mais “adocicados” (a maioria das vezes aportados pela madeira), mas esse gosto pessoal começa a mudar na medida em que a pessoa começa a entender melhor sobre a degustação.

Em pouco tempo, os vinhos fáceis, adocicados, com muita madeira, etc., que num princípio pareciam ser vinhos bons, agora já não são mais do nosso agrado. Isso porque através do estudo, da prática e da degustação, as pessoas conseguem aguçar os sentidos e perceber aromas e sabores que antes não percebiam. Ai é o momento que as preferências e gostos começam também a mudar.]

Os vinhos com aromas e sabores doces

É natural que as pessoas gostem de aromas e sabores doces, e não do amargo, por exemplo. Essa é a razão que motiva as vinícolas a trabalhar estilos de vinhos onde, dependendo do desenvolvimento e do gosto do mercado em questão (que tem a ver com a evolução deste), vai ser o proprietário, o departamento de marketing e o próprio enólogo que vão definir o estilo do vinho de acordo com esse tipo de consumidor, e irão utilizar todas as ferramentas que existem em uma bodega para elaborar um vinho que seja do gosto deste mercado.

Seguindo a lógica, os mercados mais desenvolvidos (como Inglaterra, por exemplo) optam por vinhos que não têm muita madeira, vinhos mais frescos, e que têm a expressão do terroir, etc.. Os mercados mais novos, que tem menor conhecimento (como China, por exemplo), garantem vendas e sucesso, além de começarem a elaborar e exportar vinhos mais “maquiados”, que sejam mais fáceis de entender e, portanto, de vender. Vinhos mais maduros, com a presença das notas de baunilha e especiarias doces provenientes da madeira de forma mais marcada, porque é isto o que o público que começa a consumir vinhos consegue – mais facilmente – distinguir e apreciar.

 

Von Siebenthal Toknar, 2010

Von Siebenthal Toknar, 2010

 

Sobre o Terroir:

Mas, como deve ser um vinho de qualidade? São muitas, mas muitas as condições, no entanto, irei me referir a uma que é, talvez, a mais importante e que está relacionada com a forma na qual o vinho (para ser considerado um vinho de qualidade) tem que ser. Ele tem que expressar seu terroir, sua origem, ou seja, só através dos seus aromas e seus sabores, ele deve nos dizer de onde vem, e essa característica não está atribuída a todos os vinhos, poucos são os que têm a capacidade de expressar, e isso deveria ser regra…

O enólogo da Universidade Católica de Chile, professor de enologia por mais de 40 anos da maioria dos enólogos chilenos mais conceituados na atualidade (Álvaro Espinoza da Antiyal ou o próprio Pablo Morandé foram alguns dos seus alunos), Alejandro Hernandez, em conversa com Winechef define para nós o conceito de Terroir:

“O terroir é em si uma noção que indica certa tipicidade e individualidade que gera um vinho com características determinadas e repetíveis. O último não é uma norma fixa, pois os fatores do solo, de certo modo, podem ser modificados e porque as condições do clima não são controladas.”

Terroir

 

Clima e solo

Como Don Alejandro define claramente, o conceito de terroir está ligado à tipicidade e individualidade de um vinho, resultado da junção de seu clima e do seu solo, entre vários outros fatores que interferem no resultado final. Tal como defini no começo da matéria, de maneira natural começamos com vinhos mais fáceis e simples, e logo passamos por várias etapas para, não em muito tempo de estrada, chegar a esta onde começamos a conseguir distinguir a origem do vinho.

Esta etapa é muito interessante, talvez seja a melhor, e aqui o vinho além de ser agradável, bom ou excelente, ele deve nos entregar informação do seu passado, da sua infância, do seu terroir, e aqui é onde realmente podemos saber e dimensionar a qualidade de um vinho. Sem terroir não há qualidade.

 

Hospital francês terá bar de vinhos para pacientes terminais

A ideia é que os pacientes terminais tenham diversão e entretenimento com parentes e amigos

Um bar de vinhos será aberto em setembro em um hospital da cidade de Clermont-Ferrand, no centro da França. Sua inauguração parte de uma ideia da Dra. Virginie Guastella, a qual visa melhorar a qualidade de vida dos pacientes terminais, promovendo uma melhor interação com suas famílias.

Para Guastella, os pacientes em estado terminal tem total direito de se divertir. Ela acredita que nada deve impedir que alguém desfrute de algo que os franceses tanto valorizam: um momento descontraído com a família e amigos na companhia de um bom vinho. 

O bar será abastecido por uma adega do próprio hospital, que disponibilizará vinhos, champanhes e uísques, todos doados por instituições locais. O hospital espera que ainda possa acrescentar à adega uma seleção de grand crus.

Hospital francês terá bar de vinhos para pacientes terminais

Hospital francês terá bar de vinhos para pacientes terminais

Fonte: Revista Adega.

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Consumo de vinho aumenta a qualidade do esperma

 

Estudos de cientistas poloneses constataram que homens que consomem vinho diariamente e de forma moderada tem esperma mais forte

O papel do estilo de vida a dotado pelas pessoas e sua influência na saúde reprodutiva humana é uma área de debate na literatura científica. Agora, um novo estudo publicado na última edição da Systems Biology in Reproductive Medicine promete suscitar ainda mais polêmica.

Uma equipe de pesquisadores do Nofer Institute of Occupational Medicine em Lodz, Polônia, descobriu que os homens que bebem vinho até três vezes por semana produziram um esperma mais forte do que os que não consumiam. Tal conclusão contradiz pesquisas recentes feitas no Reino Unido, que descobriram que determinadas escolhas de estilo de vida, como consumo de álcool e tabaco, não alteravam a saúde do esperma.

Consumir de vinho aumenta a qualidade do esperma

Consumir de vinho aumenta a qualidade do esperma

No estudo polonês, foi constatado que homens que consomem vinho diariamente e de forma moderada tem um esperma mais forte, com “caudas” mais poderosas. Ou seja, esses espermatozoides são potencialmente melhores nadadores, o que aumenta as chances de fertilização. Ainda de acordo com a pesquisa, ter mais momentos de lazer, consumir café fraco e usar cuecas samba-canção também melhoram o vigor reprodutivo do homem.

A pesquisa, contudo, mostrou que utilizar o telefone celular por mais de 10 anos pode prejudicar a saúde do esperma. “Os resultados sugerem que os fatores de estilo de vida podem, sim, afetar a qualidade do esperma”, afirmam os pesquisadores.

 

Vinho e cerveja têm mais em comum do que se pensa

 

Vistas atualmente como antagônicas, as duas bebidas surgiram de modo muito parecido e perfizeram trajetórias similares em diferentes culturas

Vinho e cerveja costumam ser vistos como bebidas opostas. Uma está ligada a calor, festas, bares e futebol enquanto outra combina mais com frio, jantares românticos e discussões intelectuais. O que poucos sabem é que, apesar de muito diferentes, elas possuem muitas coisas em comum.

A começar pela história, o vinho e a cerveja foram descobertos da mesma forma, ou seja, por processo de fermentação que ocorreu por acidente. O vinho, acredita-se, foi descoberto por volta do ano 8000 a.C., data dos primeiros registros de plantio de uva feito pelo homem.

Já a cerveja não possui um período definido de seu surgimento, no entanto, sabe-se que foi descoberta sem querer também, quando um recipiente de grãos (inicialmente para fazer pão) foi esquecido aberto e, quando choveu, os grãos germinaram e revelaram o processo de maltagem, que criou as condições necessárias para fabricação da cerveja.

Vinho e cerveja têm mais em comum do que se pensa

Vinho e cerveja têm mais em comum do que se pensa

No que diz respeito às lendas, as bebidas também convergem. No antigo Egito tanto o vinho como a cerveja eram considerados líquidos sagrados. Os faraós queimavam vinhedos para oferecê-los aos deuses, assim como os sacerdotes utilizavam a cerveja para realizar rituais sagrados. Por isso, apesar de parecerem muito diferentes na cultura atual, as duas bebidas tiveram origem e funções muito parecidas.

 

Papa Francisco ganha diploma de Sommelier

 

Na última semana, o papa Francisco ganhou uma designação honorário de sommelier.

O diploma foi concedido durante a visita de Franco Maria Ricci, presidente da Associação Italiana de Somemeliers, e de uma delegação composta por 180 produtores de vinho, sommelier e críticos. “Eu bebo um pouco de vinho italiano e de outros países. Mas só um pouco”, disse o papa ao site Breitbart, que já disse em um evento no último ano que “sem vinho, não há festa. Imagine terminar um banquete só com chá!”.

Ricci teve a ideia de pedir uma reunião com o papa depois das inúmeros declarações de Francisco falando bem da bebida. “É uma honra e encorajamento para nosso trabalho”, disse ele. Na Bíblia, há 224 referências a vinho – talvez por isso, Francisco não seja o único papa a falar sobre a bebida. Seu antecessor, Bento XVI, também falava constantemente sobre vinho e mencionou a bebida em seu primeiro discurso como sumo-pontífice – ele disse “sou um simples e humilde trabalhador na vinícola do Senhor”.

 

Papa Francisco ganha diploma de Sommelier

Papa Francisco ganha diploma de Sommelier

 

Fonte: Estadão

Estudo revelou que efeito bactericida do vinho pode ser benéfico à saúde bucal

As pesquisas odontológicas sempre sugeriram que o vinho, devido à sua acidez, pode corroer o esmalte dos dentes, prejudicando a saúde bucal. Contudo, um novo estudo mostra que o vinho tinto pode também combater doenças periodontais (infecto-inflamatórias que acometem a gengiva entre outros tecidos).

A pesquisa publicada no Journal of Agricultural and Food Chemistry afirma que o vinho tinto tem propriedades antimicrobianas.

Para este estudo, os pesquisadores das universidades de Madrid e Zurique usaram um modelo de biofilme com uma colônia de microorganismos que se assemelham aos da placa dentária humana. A isso, eles acrescentaram cinco espécies de bactérias que podem causar doenças. Uma vez que os polifenóis são conhecidos por combater bactérias, os cientistas aplicaram vinho tinto, vinho tinto sem álcool, vinho tinto com extrato de semente de uva, água e uma solução de etanol a 12%.

Os resultados revelaram o vinho tinto com adição de extrato de semente de uva como o agente antibacteriano mais eficaz, pois combate três das cinco espécies de bactérias. O vinho tinto, com ou sem álcool, mostrou-se eficaz contra duas das estirpes.

Os dentes são especialmente suscetíveis a bactérias. Uma vez que um microorganismo se fixa em um dente, produz altos níveis de ácido que, ao longo do tempo, desmineralizam os dentes e podem levar a doenças. Para combater isso, os cientistas vêm procurando uma aplicação antimicrobiana eficaz com o mínimo de efeitos secundários possíveis. Basta lembrar que alguns remédios existentes podem mascarar alguns sabores.

Fonte imagem: Google.

Fonte imagem: Google.

 

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Conheça o vinho para cachorros e gatos

Agora você pode encher a cara com seu melhor amigo

Você teve um dia de cão, chega em casa e abre uma garrafa de vinho. Ah, o alívio de sentar no sofá com uma taça na mão e relaxar. Se você tem cachorro, nesse momento de bem-estar tão genuíno é provável que ele esteja ao seu lado. Mas, ao contrário do que acontece no bar em que você bebe com seus amigos, ali você não compartilha a bebida com seu melhor amigo.

Agora, esse momento tem tudo para mudar: o conforto continua, a diferença é que seu cachorro bebe também. Uma empresa americana do Colorado, chamada Apollo Peak, especializada em comidas e bebidas orgânicas para cães e gatos desenvolveu um vinho para pets.

Ok, vinho não é o termo exato, porque a fórmula não contém álcool (não tente fazer isso em casa, álcool não faz nada bem à saúde dos animais). As bebidas são feitas com hortelã ou camomila para reproduzir o efeito relaxante de estar levemente bêbado e suco de beterraba para imitar a cor da uva.

Conheça o vinho para cachorros e gatos

Conheça o vinho para cachorros e gatos

Na versão felina, o ingrediente secreto é catnip, uma erva aromática e medicinal que atrai os gatos e provoca uma sensação semelhante à maconha em seres humanos.

Os nomes dos rótulos são dignos de vinícola das Montanhas Rochosas: os vinhos para cães foram batizados de ZinFanTail e CharDOGNay e as garrafas para gatos são Pinot Meow, CATbernet MosCATo.

Pelo preço também se supõe que o vinho tenha repousado em barris de carvalho por safras e safras: uma garrafa de 354 ml de CharDOGNay sai por cerca de R$60.

Se a ideia de beber com seu melhor amigo é atrativa, o preço logo alerta que na hora da saideira não vai ter ninguém para rachar a conta – quem paga é você.

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Beber vinho deixa o casamento mais feliz

Conselho dos bons: se o casamento anda mal, invente umas noitadas de vinho com o parceiro. Casais que bebem pelo menos uma garrafa da bebida por semana são mais felizes do que os abstêmios. A dica é de uma pesquisa da Universidade de Otago, na Nova Zelândia.

Os pesquisadores perguntaram a 1,5 mil casais sobre consumo de álcool e felicidade no relacionamento. As mulheres que bebiam pelo menos um dia na semana com os maridos tinham 4 vezes mais chances de mostrar satisfação com o casamento, em comparação com quem não bebia. Entre os homens, a chance de ser feliz era 3 vezes superior a de quem nunca tomava vinho com o parceiro.

Mas não dá para exagerar na dose. Os casais mais felizes bebiam moderadamente – 91% se disseram muito satisfeitos com a vida a dois. O grupo mais infeliz, claro, era aquele composto por um beberrão e outro abstêmio – só em 46% dos casos a vida era satisfatória. Já entre os casais que nunca bebiam nada, 69% das pessoas eram felizes.

Os pesquisadores ainda não sabem justificar a relação entre vinho e felicidade. Mas dá para imaginar, né? Sem não houver exagero, você vai criar um momento a mais de prazer com o parceiro. Não tem como dar errado…

 

Beber vinho deixa o casamento mais feliz

Beber vinho deixa o casamento mais feliz