Chilean Premium Wines tem nova data para Belo Horizonte


Minas Gerais – Tasting Tour

Master Class guiada por Alex Ordenes, único Sommelier Conseil da América Latina

 

Data: 20/02/18 (terça-feira)

Lugar: Restaurante Ah! Bon

Endereço: R. Fernandes Tourinho, 801 – Lourdes, Belo Horizonte – MG, 30112-000

Horário: 15:30 horas (em ponto)

Inclui: Degustação de 8 dos melhores vinhos Premium Chilenos

Confirmar no telefone/WhatsApp: 31/ 9 8977 8990 ou e-mail:  alex@winechef.com.br

 

Chilean Premium Wines tem nova data para Belo Horizonte

Chilean Premium Wines tem nova data para Belo Horizonte

 

Relação dos vinhos que farão parte da degustação:

 

Chocalan Sauvignon Blanc, 2014

Preço Referência:  R$ 120,00

 

Ventolera Sauvignon Blanc, 2016 (94 pontos Descorchados, 94 James Suckling)

Preço Referência: R$ 220,00

 

Loma Larga Quinteto, 2014

Preço Referência:  R$ 120,00

 

Ventolera Pinot Noir Claro de Luna, 2015 (93 pontos James Suckling)

Preço Referência: R$ 390,00

 

Loma Larga Syrah, 2012 (93 pontos Descorchados)

Preço Referência:  R$ 220,00

 

Chocalan Alexia, 2013 (93 pontos Wine & Spirits e 94 Tasting.com)

Preço Referência:  R$ 400,00

 

Gandolini Wines Las 3 Marías, 2012 (95 pontos Descorchados)

Preço Referência: R$ 590,00

 

Von Siebenthal Toknar, 2010 (94 pontos Robert Parker safra 2007 )

Preço Referência: R$ 650,00

 

Consumo de vinho ajudar a reduzir perda de visão

 

 Segundo pesquisa norte-americana, consumo moderado pode reduzir risco de deficiência visual em longo prazo

Uma pesquisa da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, sugere que o consumo moderado de vinho pode reduzir o risco de deficiência visual em longo prazo. Liderados pelo Dr. Ronald Klein, do Departamento de Oftalmologia do Wisconsin e Ciências Visuais, os pesquisadores analisaram, por 20 anos, os olhos de 6 mil pessoas com leve deficiência visual entre 43 e 84 anos e fizeram uma relação com seus hábitos de vida.

Na fase inicial do estudo, os participantes fizeram uma medição da sensibilidade de cada olho, orientada pela quantidade de letras e números não identificados pelos voluntários. Percebe-se que, durante um período de 20 anos, essas pessoas costumaram perder, em média, a capacidade de ler 6,6 letras (segundo o critério adotado pelos pesquisadores).

Ao comparar os estilos de vida, porém, houve diferenças e o consumo de álcool pareceu diminuir o prejuízo à visão. Apesar de apenas 11% dos abstêmios terem apresentando deficiência ao longo do tempo, o número entre os que consumiam pequenas quantidades de álcool ocasionalmente foi bem menor, com 4,8%, assim como para o consumidores regulares, com 3,6%.

Mais interessante ainda foi quando a pesquisa focou no vinho. O estudo mostrou que a deficiência afetou 7,8% daqueles que não consomem a bebida, apenas 4% dos que a bebem ocasionalmente, e 2,7% dos que degustam regularmente.

O estilo de vida também influencia nas chances de se contrair uma deficiência visual. Por exemplo, aqueles que eram fisicamente ativos tinham menos chance de desenvolver uma complicação visual, ao passo que os fumantes tiveram mais facilidade em contraí-la. “Estilos de vida como fumar, beber e praticar exercícios físicos estão diretamente associados com o desenvolvimento de doenças visuais em longo prazo”, afirmou Klein.

É certo que fazer exercícios regularmente, não fumar e ter uma dieta equilibrada resultam em uma melhor saúde ocular. Mas quanto ao consumo de vinho, ainda são necessárias mais pesquisas para averiguar se sua ingestão, por si só, já é suficiente para reduzir as chances de perda da visão.

vinho pode ajudar a reduzir perda de visão

Vinho pode ajudar a reduzir perda de visão

 

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Mitos sobre a acidez e qualidade do óleo de Oliva

 

Neste post da Winechef, você vai tirar todas sua dúvida sobre a azeite de oliva.

Para se conhecer a qualidade de um azeite de oliva extra virgem em geral são aplicados alguns critérios, que se definem por parâmetros químicos.

O primeiro é seu grau de acidez, que não se refere ao sentido que a palavra ácido possui normalmente. Em termos químicos, acidez se refere à proporção de ácidos graxos livres em relação ao ácido oleico presente no azeite, sendo esta expressa em graus (não podendo ser superior a 2% no óleo destinado ao consumo humano). Esta proporção de ácidos livres diante do ácido oleico é a consequência do mal estado dos frutos, mal tratamento ou ainda da má conservação, não tendo absolutamente nada a ver com seu sabor.

O azeite extravirgem, por exemplo, deve ter, no máximo, 0,8% de acidez livre em relação ao total de ácido oleico segundo as normas internacionais. E, por poder apresentar variação dentro deste limite, isso também não significa que um azeite com 0,1% será melhor do que um com 0,8%.

O mito da acidez dos azeites

O mito da acidez dos azeites

O segundo parâmetro qualitativo nos óleos de oliva é o índice de peróxidos, que determinam a oxidação inicial do azeite e a deterioração que podem ter sofrido os antioxidantes, os polifenóis, por exemplo. Já o terceiro, trata-se da absorção de ultravioleta, que deve ser inferior a 0,25%, e é utilizado para detectar os componentes anormais do azeite. Esses três parâmetros não possuem relação direta com a intensidade de sabor, e um azeite de oliva extravirgem de baixa acidez não é um azeite de pouco sabor.

Além disso, vale lembrar que a cor do óleo não serve de referência para a sua qualidade. Ser mais amarelo, ou mais esverdeado, ou mais brilhante, não significa que há problemas, mas que talvez as azeitonas colhidas estejam mais verdes ou mais maduras. Esse fator é tão irrelevante que, nas degustações à cegas, os copos são opacos, para que o avaliador não se deixe levar por este aspecto “estético”.

E é por isso que, além das análises químicas, também é realizada a análise sensorial, a qual já estamos ficando mais familiarizados, pois é a parte que mais gostamos, a degustação. Esta nos permite identificar, a partir de nossos sentidos, as características organolépticas do óleo, que nascem com ele, no campo, no seu terroir. Então, degustemos!

Continuação de: O mito da acidez dos azeites 1ra parte.

Chilean Premium Wines – Minas Gerais – Tasting Tour

Degustação em Belo Horizonte

 

Master Class guiada por Alex Ordenes, único Sommelier Conseil da América Latina

 

 Data: 08/02/18 (quinta-feira)

Lugar: Pizzaria 68 – Lourdes

Endereço:  R. Felipe dos Santos, 68 – Lourdes, Belo Horizonte – MG, 30180-160

Horário: 20:00 horas (em ponto)

Inclui: Degustação de 8 dos melhores vinhos Premium Chilenos + jantar.

Preço: R$ 360,00 (Sócios Vinocracia.com.br R$ 180,00)

Reservas: 31/ 9 8977 8990 – alex@winechef.com.br

Vagas limitadas a 14 participantes

 

Chilean Premium Wines - Minas Gerais - Tasting Tour

Chilean Premium Wines – Minas Gerais – Tasting Tour

 

Vinhos que serão degustados:

 

Ventolera Sauvignon Blanc, 2016 (94 pontos Descorchados, 94 James Suckling)

Preço Referência: R$ 220,00

 

Ventolera Pinot Noir Claro de Luna, 2015 (93 pontos James Suckling)

Preço Referência: R$ 390,00

 

Loma Larga Cabernet Franc, 2014 (93 pontos Descorchados)

Preço Referência:  R$ 220,00

 

Loma Larga Syrah, 2012 (93 pontos Descorchados)

Preço Referência:  R$ 220,00

 

Chocalan Vitrum Blend, 2013 (93 pontos James Suckling)

Preço Referência:  R$ 250,00

 

Chocalan Alexia, 2013 (93 pontos Wine & Spirits e 94 Tasting.com)

Preço Referência:  R$ 400,00

 

Von Siebenthal Toknar, 2010 (94 pontos Robert Parker safra 2007 )

Preço Referência: R$ 650,00

 

Gandolini Wines Las 3 Marías, 2012 (95 pontos Descorchados)

Preço Referência: R$ 590,00

 

Tirar a rolha antes para deixar o vinho respirar: Mito, Esnobismo o Necessidade?

 

Você é dessas pessoas que costumam tirar a rolha para que o vinho respire?

Você tem o costume de fazer isso e pensa que se não fizer vai “estragar sua garrafa de vinho”?

Este fato, de tirar a rolha da garrafa do vinho para que ele respire é uma das coisas mais “curiosas” que giram em torno deste assunto. Todo mundo faz isso. Nos restaurantes, muitos clientes que pedem um vinho solicitam de imediato tirar a rolha, “para que o vinho possa respirar”,  como se fosse algo obrigatório, que não se pode deixar de fazer e que tem uma importância relevante para que o vinho possa se expressar em plenitude.

O que mais me chama a atenção é que muitos profissionais que trabalham com vinho, sommeliers, garçons e etc., também gostam de fazer isto.

O que se acredita com o fato de tirar a rolha da garrafa um tempo antes de servir na taça é que o vinho vai melhorar, ou seja, vai “abrir” porque vai ficar alguns minutos em contato com o oxigênio – e assim vai quebrar as moléculas aromáticas e o vinho vai exprimir seus aromas de uma maneira melhor.

Tira a rolha antes para deixar o vinho respirar Mito, Esnobismo o Necessidade?

Tira a rolha antes para deixar o vinho respirar Mito, Esnobismo o Necessidade?

 

A oxigenação do vinho

A ideia é ótima, e, de fato, existem vinhos que ganham consideravelmente com a oxigenação dos aromas. O único problema é que esta oxigenação não existe só tirando a rolha do vinho. Acaba sendo um ato sem sentido, devido que, como a garrafa está cheia de vinho, a interação entre o oxigênio e o líquido não existe. Portanto, também não existe a oxigenação. Ou seja: uma perda de tempo.

Se você quer realmente oxigenar o vinho, o mais simples é abrir a garrafa e colocar o vinho em uma taça. Quanto maior for o contato da superfície do líquido com o oxigênio (e isso está relacionado com o tamanho da taça), mais rápido vai ser a oxigenação.

Mas cuidado. Não são todos os vinhos que ganham com a oxigenação e isso pode, inclusive, acontecer até o contrário, já que muitos deles perdem os aromas de maneira rápida. Portanto, o melhor é colocar o vinho na taça e beber imediatamente.

Existem ainda muitos detalhes em relação a este tema, mas vamos falar deles com mais profundidade nas matérias posteriores. Por enquanto, espero que pelo menos uma coisa fique clara: tirar a rolha da garrafa do vinho minutos antes de beber não adianta de nada…

 

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Beber até uma garrafa de vinho por dia não faz mal, diz pesquisa

Especialista analisa décadas de estudos, mas conclusão é criticada por grupo que promove saúde: riscos superam benefícios

Em controverso estudo científico traz conclusões bem-vindas a quem gosta de beber todos os dias, em quantidades moderadas.

O especialista Kari Poikolainen, ex-integrante da Organização Mundial da Saúde (OMS), examinou décadas de pesquisas sobre o assunto para afirmar que a bebida alcoólica só causa prejuízos ao organismo se a pessoa consumir mais de uma garrafa de vinho por dia.

Atualmente, médicos recomendam que homens bebam até uma taça de vinho por dia. Mulheres, um pouco menos. Isto seria o equivalente a três ou quatro unidades alcoólicas.

Mas, em sua pesquisa, divulgada pelo site britânico “Daily Mail”, Poikolainen afirma que só a partir de 13 unidades alcoólicas (130 ml de álcool puro) diárias a nossa saúde começa a ser prejudicada.

Beber até uma garrafa de vinho por dia não faz mal, diz pesquisa

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Fonte: https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/beber-ate-uma-garrafa-de-vinho-por-dia-nao-faz-mal-diz-pesquisa-12259123

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