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Globo Repórter mostra como o amor pelo vinho mudou a vida de pessoas

Nesta sexta-feira (18), o Globo Repórter viaja pelo Brasil e conta como muita gente faz para produzir vinhos finos nas regiões mais inusitadas do país.

Até onde um sonho pode nos levar? O Globo Repórter mostra como a paixão pelo vinho deu um novo rumo à vida de muitos produtores brasileiros.

O médico que deixou a cidade grande com a família para produzir vinhos na serra dos pirineus, em Goiás, não se arrepende.

O jovem que está transformando o cenário da Chapada Diamantina com a plantação de uvas. E quer mudar a vida de quem mora na região.

Saem os bois e entram as uvas. Na Serra da Mantiqueira, o fazendeiro paulista  trocou o gado pela  produção de vinhos finos.

 

Globo Repórter mostra como o amor pelo vinho mudou a vida de pessoas

Globo Repórter mostra como o amor pelo vinho mudou a vida de pessoas

 

O mineiro que foi à França para descobrir um segredo: como produzir vinhos finos nas regiões mais inusitadas do Brasil ?

Esquece a caipirinha: nas barcas do São Francisco, os passeios agora são regados a espumante produzido na própria região.

Um jovem da cidade produz, sozinho, seis mil garrafas por ano, dentro da garagem de casa.

Vinhos com o rótulo do instituto do coração? Calma, é só para quem participa de uma  nova pesquisa sobre benefícios da bebida para a saúde.

Além dos orgânicos, na hora de plantar as uvas, produtores levam em conta até as fases da lua.

É a agricultura biodinâmica.

Vinhos sinceros: você sabe o que é isso?

E a vinícola onde as bebidas descansam ouvindo a música de Tom Jobim.

Sexta (18), no Globo Repórter.

Fonte: O Globo

Os vinhos portugueses que vão deixar os brasileiros de ‘beicinho’

A revista Exame recorreu aos dados da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) e elegeu aqueles que são os 15 vinhos portugueses que não podem faltar na adega dos brasileiros.

Segundo a jornalista da revista Daniela Barbosa, há muito mais vinho em Portugal além do vinho do Porto.

Da lista, são os tintos os dominantes, mas há que dar destaque a seis vinhos brancos e um rosé.

Os vinhos portugueses que vão deixar os brasileiros de ‘beicinho’

Os vinhos portugueses que vão deixar os brasileiros de ‘beicinho’

1 – Coteis Grande Escolha (2011)
2 – Santa Vitória Grande Reserva (2012)
3 – Herdade do Peso Colheita (2012)
4 – Adega de Borba Premium (2011)
5 – Ciconia (2014)
6 – Escultor (2010)
7 – Invisível (2014)
8 – Alento (2014)
9 – Conventual Reserva Branco (2013)
10 – Esporão (2013)
11 – J de José de Sousa (2011)
12 – Cartuxa (2013)
13 – Cortes de Cima Syrah (2012)
14 – Herdade do Gamito (2009)
15 – Margarida (2011)

 

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Ultra-sons para reduzir o tempo de maturação nos tintos

Um projeto com investimento da União Europeia – Horizonte 2020 – vai tentar desenvolver um método de acelerar a maturação de vinhos tintos. A tecnologia do UltraWine (o seu nome) é nova e baseia-se na utilização de ultra-sons de alta potência (HPU, a sigla em inglês).

Na teoria, quando o mosto ou vinho está macerando, a aplicações destes ultra-sons provoca fenómenos de cavitação e a criação de pequenas bolhas que tendem a colidir entre si, implodindo e liberando energia.

Este fenómeno vai depois gerar o desgaste da pelicula das uvas, facilitando assim a liberação da cor e dos componentes fenólicos das uvas. Qual é a vantagem? Será possível, calculam os cientistas, reduzir para metade o tempo de maturação dos tintos.

Esta vantagem é especialmente importante nas adegas que têm que vinificar grandes quantidades de vinho tinto e que têm insuficiente capacidade de cubas de inox: assim liberam-se as cubas mais depressa para receberem nova carrada de uvas, algo extremamente importante no meio de qualquer vindima.

Ultra-sons para reduzir o tempo de maturação nos tintos

Ultra-sons para reduzir o tempo de maturação nos tintos

Por outro lado, este método irá tratar as uvas por um processo mecânico – ao invés do normal, que é térmico. Como os normais tratamentos térmicos podem trazer consigo aromas e sabores próprios, o método de ultra-sons poderá respeitar melhor os aromas varietais nos vinhos.

A maior parte da investigação está neste momento a cargo do departamento de Agro-química e Tecnologia de Alimentos da Universidade de Murcia (UMU), embora a promotora do projecto seja a empresa Agrovin, especializada na fabricação e distribuição de produtos enológicos.

 

Fonte: Revista de Vinhos de Protugal

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Os segredos na degustação de vinhos

Primeiro, é preciso tomar cuidado com o lugar onde será realizada a degustação. Tem que ser um lugar agradável e tranquilo, de preferência com cores claras nas paredes, porque é preciso analisar a cor do vinho – e uma toalha branca na mesa também ajuda nesse quesito.

Além do lugar, é preciso que você também esteja tranquilo, sem pressa ou stress, e com a maior disposição e disponibilidade possíveis.

Nos minutos que antecedem a degustação, é aconselhado que se evite tomar café, usar perfumes mais fortes, porque estes aromas podem atrapalhar na hora de tentar descobrir as sutilezas que fazem a diferença entre um vinho e outro.

O que falta checar é a nossa ferramenta de trabalho, e esta é a nossa companheira mais importante neste momento: refiro-me a taça na qual vamos degustar o nosso vinho. O que acontece é que muitas vezes cremos que o vinho está com “um cheiro ruim” e achamos que a garrafa está com algum “problema”, ou que a rolha está estragada. Na verdade, a grande maioria das vezes o que realmente acontece é que o erro não está no vinho, e sim na taça que o colocamos.

Pegue a taça vazia e coloque a borda perto do nariz (uns 2 centímetros). Se a taça não tem aromas de nada, significa que está tudo certo, mas a maioria das vezes isso não vai acontecer, e a taça estará, sim, com aromas estranhos, muitas vezes de cloro, detergentes e principalmente ao pano que foi usado para poli-la. Este pano, depois de um tempo úmido, deixa a taça com um mau cheiro que lembra a coisas “guardadas” há muito tempo, e que não é um aroma muito agradável.

Para sair do problema de maneira rápida, o que temos que fazer é trocar a taça. Mesmo que esteja num restaurante, peça para o garçom trocá-la; se é na casa de amigos, coloque um pouco de água na taça, enxágüe e pronto. Só não esqueça checar, mais uma vez, se a taça está realmente sem cheiro nenhum.

Por último, abra a garrafa e coloque o vinho na taça para, enfim, degustar. Mas aí está o outro problema… Não conhecemos as técnicas de degustação, mas parece algo simples. O que significa que o vinho tenha essa cor? Isso é bom ou ruim? E o sabor do vinho, quando tem muita acidez, é uma coisa boa ou ruim?

Todas essas perguntas têm uma resposta. Felizmente é possível e até fácil aprende-las, mas para aprender a poder degustar corretamente (e poder tirar o máximo proveito de sua garrafa de vinho), vai ser necessário explicar tudo com a profundidade que o tema precisa e merece.

Os segredos na degustação de vinhos

Os segredos na degustação de vinhos

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De que serve ter um termômetro?

Você sabe a qual temperatura se deve servir seu vinho favorito?

De fato, grande parte da literatura sobre este tema eu acredito que esteja errada, já que elas dividem os vinhos por castas, quando, na verdade isso não serve de nada (já que uma mesma casta pode dar vinhos muito diferentes e a temperatura correta de serviço também vai se diferentes para cada um deles).

Só para citar um exemplo, nas tabelas comumente se indica que os Chardonnay’s deveriam ser servidos a 8 graus, mas o detalhe muito importante é que esta variedade de uva produz desde vinhos varietais (sem madeira), que quando são simples e estão jovens deveriam na realidade ser servidos em torno dos 6 graus, mas quando se trata de um Chardonnay que teve uma longa guarda em madeira, que é denso e estruturado e muitas vezes podem (e devem) ser servidos a temperaturas de 5 graus acima do exemplo que dei. Ou seja, em torno dos 10 graus.

Assim como este exemplo anterior, existem outras dezenas, mas o que deve ficar muito claro é que um grau a mais ou um grau a menos vai fazer muita diferença na hora de servir um vinho, e cometer um erro de 2 ou 3 graus de temperatura poderia estragar absolutamente as qualidades de sua garrafa de vinho e sua degustação.

Fique atento! E para lhe auxiliar, observe a imagem abaixo:

 

De que serve ter um termômetro?

De que serve ter um termômetro?

 

 

Este vinho azul é a sensação do verão europeu

Vinho Tinto, branco, rosé e agora azul.

Sim, isso mesmo que você leu. Sucesso na Europa, um vinho batizado de GIK e da cor azul tem despertado a atenção daqueles que apreciam a bebida.

Produzido na Espanha a partir da combinação de uvas vermelhas e brancas, o GIK não tem nenhuma denominação de origem, ou seja, é feito a partir de uvas colhidas em diferentes vinhedos da Espanha e da França.

Já a cor azul obviamente não vem da união dessas uvas. Na verdade, a coloração se dá por meio da mistura de dois pigmentos orgânicos: o índigo e a antocianina.

Mas por que o vinho é azul?

A escolha da cor, de acordo com seus idealizadores, tem um apelo mais poético e está relacionada com a ideia de criar um produto totalmente inovador, divertido e com espírito jovem.

“Quando começamos a trabalhar neste projeto, nos deparamos com um livro chamado a “Estratégia do Oceano Azul”. O livro explica por meio de analogias que existem oceanos vermelhos cheios de predadores que massacram suas presas, mas existem também oceanos da cor azul, ou seja, sem concorrência – onde os pequenos peixes podem nadar livremente”, afirma o site do produto.

 

Este vinho azul é a sensação do verão europeu

Este vinho azul é a sensação do verão europeu

 

O GIK por ser azul e mais adocicado realmente não compete com os tradicionais vinhos europeus. A bebida demorou mais de dois anos para ser desenvolvida antes de ser lançada no mercado e contou com a parceria da University of the Basque Country and Food Tech.

A bebida segue todas as normas de qualidade da União Europeia, não leva açúcar na sua composição, é vegana e possui teor alcoólico de 11,5%.

 

Vinho azul

Vinho azul

 

 

Fonte: Exame

Vinho Vidigal Licoroso 1982 Edition Casa do Cónego

País Portugal
Volume 375ml
Tipo Licoroso
Uva 100% Fernão Pires
Teor Alcoólico 17%
Tipo de Uva Tinta Fernão Pires
Amadurecimento 20 anos em cubas de madeira
Vinho Vidigal Licoroso 1982 Edition Casa do Cónego

Vinho Vidigal Licoroso 1982 Edition Casa do Cónego

 

Visual Amarelo alaranjado extremamente viscoso.
Olfativo Cativa no aroma com notas de frutas secas, casca de laranjas e flores brancas, todo em uma combinação extraordinária. Após alguns minutos, podemos a se perceber os aromas que começam ainda maior complexidade. Impressiona por sua riqueza olfativa, é sedutor, com notas de figos secos macerados em álcool, especiarias exóticas, todo maravilhosamente integrado.
Gustativo Na boca também tem um nível de qualidade fenomenal. Seu corpo é oleoso e viscoso, com uma intensidade de sabor extrema e com uma impressionante suavidade. O açúcar que está presente neste licor, entrega uma textura delicada, mas sempre harmonizada com cada uns dos outros componentes. É um vinho diferente, delicioso, recomendável para todos aqueles que gostam deste tipo especial de vinho.
Dica de Harmonização foie gras
Queijo Roquefort
Bajativo
Crumble de maçã com gelado de baunilha.
Creme Brulée
Temperatura de Serviço 18ºC
Potencial de Guarda 30 anos
Pontuação Winechef 93 Pontos

 

Como é o envelhecimento de vinhos espanhóis?

 

Vinhos: Joven, Crianza, Reserva ou Gran Reserva, entenda a diferencia entre cada uns deles.

Além de tratar das regiões produtoras, a legislação vitivinícola espanhola também normatiza as categorias dos vinhos do país, tomando-se em conta seu envelhecimento. São elas:

Vinho Jóven:

Vinhos engarrafados e colocados no mercado um ano após a sua safra, podendo ou não ter passado por madeira.

Vinho Crianza:

Para tintos, o vinho deve ter envelhecido por, pelo menos, 24 meses, sendo que deve passar seis em carvalho. Para brancos e rosados, o período mínimo de envelhecimento é de 18 meses e não há disposições quanto ao uso de madeira.

Vinho Reserva:

Normalmente os Reserva são vinhos selecionados dentre os melhores lotes das melhores safras. No caso dos tintos, o período mínimo de envelhecimento é de 36 meses, sendo 12 deles em barris e o restante em garrafa. Para brancos e rosados, o vinho deve envelhecer por 18 meses, sendo seis deles em madeira e os demais em garrafa.

Vinho Gran Reserva:

Vinhos produzidos apenas em safras excepcionais. Os tintos Gran Reserva envelhecem por, no mínimo, 60 meses, sendo 18 deles em madeira e o restante em garrafa. Para brancos e rosados, os períodos são de 48 meses de envelhecimento, sendo seis deles em carvalho.

Como é o envelhecimento de vinhos espanhóis

Como é o envelhecimento de vinhos espanhóis

 

Chile ultrapassa França como principal exportador de vinhos para o Japão

Rótulos dos sul-americanos superaram os dos europeus pela primeira vez

 

Enquanto os vinhos chilenos mantiveram sua progressão na ilha do sol nascente, um dos países europeus com mais tradição no assunto assistiu ao seu declive. Em 2015, a exportação do Chile para o Japão saltou 18,1% e a da França caiu 2,8%.

Em números absolutos, os dois caminharam para lados opostos em cerca de 51 milhões de litros, segundo dados do Ministério das Finanças divulgados pelo jornal The Japan Times.

Desde 2007 as importações de vinho chileno subiam em média 20% ao ano. A crescente é uma das consequências de um acordo econômico que vêm reduzindo as tarifas de importação de forma gradativa. Até 2019, as tarifas de vinhos chilenos devem ser totalmente zeradas.

De acordo com a mesma matéria, uma garrafa de 75cl de vinho chileno custava, no ano passado, cerca de 602 ienes. Um preço 40% menor que um francês, que girava em torno dos 1029 ienes.

Em 2005, o Chile era o quinto maior importador de vinhos do Japão, chegando ao segundo lugar oito anos depois, quando ultrapassou a Itália. Agora, é a primeira vez que a importação chilena ultrapassa a francesa e assume a liderança.

Um acordo de livre comércio entre Japão e Austrália também fará com que as tarifas de vinhos australianos sejam zeradas dentro de sete anos. Um compromisso parecido entre o país e a União Europeia está atualmente em discussão – o que certamente poderá acirrar esta corrida.

 

Chile ultrapassa França como principal exportador de vinhos para o Japão

Chile ultrapassa França como principal exportador de vinhos para o Japão

Fonte: Revista Adega.

Glasgow sediará corrida de 10km que dará vinho em vez de água aos atletas

Geralmente, durante corridas de rua, são oferecidos água e isotônicos aos atletas. Mas os participantes de uma prova de 10 quilômetros em Glasgow (Escócia) receberão vinho – sim, vinho! – durante a corrida.

O nome do evento não deixa dúvida: Wineathlon.

A prova só ocorrerá em 24 de setembro, mas centenas de corredores já se inscreveram. A prova é descrita como um “misto de corrida e diversão” e está aberta apenas a maiores de 18 anos.

A cada três quilômetros haverá uma bancada com garrafas de vinho para os atletas se abastecerem.

De acordo com o site do evento, os vinhos vêm de várias regiões do mundo.

 

Glasgow sediará corrida de 10km que dará vinho em vez de água aos atletas

Glasgow sediará corrida de 10km que dará vinho em vez de água aos atletas

 

 

Wineatlhon

Wineatlhon