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Vinho Herdade Da Mingorra Uvas Castas Tinto, 2008

País Portugal
Volume 750ml
Tipo Tinto
Safra 2008
Uva 50% Alentejo (Aragonez, Alfrocheiro, Alicante Bouschet) e 50% Douro (Tinta Barroca, Tinta Roriz)
Teor Alcoólico 14%
Tipo de Uva Tinta Assemblage
Amadurecimento 18 meses de estágio em madeira de carvalho francês.

 

Vinho Herdade Da Mingorra Uvas Castas Tinto, 2008

 

Visual Rubi concentrado tendendo ao granada.
Olfativo Impressiona pela potência aromática, com os aromas tostados e torrados, entregues pela guarda em madeira, absolutamente marcados, o que outorga uma sensação doce e com abundância de especiarias. Há muito chocolate amargo, cravo, café, e suaves notas de couro, produto da aparição de aromas terciários já provenientes da evolução. As notas de cerejas maduras e ameixas secas da uva começam a aparecer em diferentes camadas, em um vinho de um alto nível qualitativo e de excelente complexidade no nariz.
Gustativo Mantém um excelente nível também no paladar, é extremamente concentrado, denso, intenso e profundo, com a madeira mais uma vez bem presente. Com generosa fruta madura que consegue entregar equilíbrio a um vinho de características muito interessantes. Um vinho robusto, suculento, de muito corpo, altamente recomendável.
Dica de Harmonização Medalhão de mignon grelhado em molho de quatro queijos, pimenta e vinho branco, gratinado e servido sobre crepes de champignon.
Risoto de carne seca com cassis e shitake.
Codorna selvagem recheada ao molho de especiarias.
Galinha d’Angola ao forno, arroz basmati ao molho do assado e especiarias.
Ensopado de faisão com polenta branca trufada.
Temperatura de Serviço 17°
Potencial de Guarda 15 anos
Nome da Vinícola Herdade Da Mingorra
Enólogo Responsável Henrique Uva
Pontuação WineChef

Vinho Herdade Da Mingorra Uvas Castas Tinto, 2008

Vinho Herdade Da Mingorra Uvas Castas Tinto, 2008 – 93 pontos WineChef

 

Cruzeiro é a 1ª equipe do mundo com Clube de Vinho para a torcida

O Cruzeiro anunciou nesta quinta-feira uma iniciativa inédita entre os clubes de futebol e que vai mexer com a Nação Azul. O Tetracampeão Brasileiro lançou o “Clube do Vinho Cruzeiro”, em que o torcedor estrelado poderá adquirir vinhos da melhor qualidade com preços especiais, além de receber os produtos no conforto de sua casa. A ação é uma parceria com a Casa Rio Verde/VinhoSite.

Na plataforma, o cruzeirense terá à disposição os melhores vinhos comercializados pela Casa Rio Verde, uma das mais tradicionais empresas do ramo no Brasil. Para fazer parte do Clube, o torcedor pagará uma assinatura mensal no valor de R$ 119,80. Aqueles que são Sócios do Futebol terão um desconto de 5% no momento da adesão, na compra de vinhos e kits avulsos no “Clube do Vinho Cruzeiro” e nas lojas físicas da Casa Rio Verde.

Feliz com a novidade, o Diretor Comercial da Raposa, Robson Pires, afirmou que o Clube do Vinho do Cruzeiro está nos mesmos moldes dos principais clubes do tipo existentes na internet.

Cruzeiro é a 1ª equipe do mundo com Clube de Vinho para a torcida

Cruzeiro é a 1ª equipe do mundo com Clube de Vinho para a torcida

“É um clube de relacionamento destinado aos cruzeirenses que gostam de vinho. A pessoa fará a adesão pela internet ou nas lojas da Casa Rio Verde, irá pagar uma mensalidade e receberá todo mês vinhos selecionados pelo clube. O torcedor do Cruzeiro terá condições e promoções especiais para aquisição. Ele estará consumindo bons produtos, além de prestigiar o time do coração”, declarou.

Mas as novidades não param por ai. O dirigente adiantou que o Cruzeiro terá um vinho oficial licenciado, que será comercializado no Clube do Vinho, nas lojas oficiais e na Casa Rio Verde. Pires disse que era um desejo antigo do Maior de Minas em ter o produto.

“Sempre tivemos interesse em fazer o licenciamento de um vinho, já que é um produto que se identifica com as origens italianas do Cruzeiro. Será um bom produto, com preço convidativo e que poderá ser encontrado no mercado em geral”, finalizou.

Globo Repórter mostra como o amor pelo vinho mudou a vida de pessoas

Nesta sexta-feira (18), o Globo Repórter viaja pelo Brasil e conta como muita gente faz para produzir vinhos finos nas regiões mais inusitadas do país.

Até onde um sonho pode nos levar? O Globo Repórter mostra como a paixão pelo vinho deu um novo rumo à vida de muitos produtores brasileiros.

O médico que deixou a cidade grande com a família para produzir vinhos na serra dos pirineus, em Goiás, não se arrepende.

O jovem que está transformando o cenário da Chapada Diamantina com a plantação de uvas. E quer mudar a vida de quem mora na região.

Saem os bois e entram as uvas. Na Serra da Mantiqueira, o fazendeiro paulista  trocou o gado pela  produção de vinhos finos.

 

Globo Repórter mostra como o amor pelo vinho mudou a vida de pessoas

Globo Repórter mostra como o amor pelo vinho mudou a vida de pessoas

 

O mineiro que foi à França para descobrir um segredo: como produzir vinhos finos nas regiões mais inusitadas do Brasil ?

Esquece a caipirinha: nas barcas do São Francisco, os passeios agora são regados a espumante produzido na própria região.

Um jovem da cidade produz, sozinho, seis mil garrafas por ano, dentro da garagem de casa.

Vinhos com o rótulo do instituto do coração? Calma, é só para quem participa de uma  nova pesquisa sobre benefícios da bebida para a saúde.

Além dos orgânicos, na hora de plantar as uvas, produtores levam em conta até as fases da lua.

É a agricultura biodinâmica.

Vinhos sinceros: você sabe o que é isso?

E a vinícola onde as bebidas descansam ouvindo a música de Tom Jobim.

Sexta (18), no Globo Repórter.

Fonte: O Globo

Os vinhos portugueses que vão deixar os brasileiros de ‘beicinho’

A revista Exame recorreu aos dados da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) e elegeu aqueles que são os 15 vinhos portugueses que não podem faltar na adega dos brasileiros.

Segundo a jornalista da revista Daniela Barbosa, há muito mais vinho em Portugal além do vinho do Porto.

Da lista, são os tintos os dominantes, mas há que dar destaque a seis vinhos brancos e um rosé.

Os vinhos portugueses que vão deixar os brasileiros de ‘beicinho’

Os vinhos portugueses que vão deixar os brasileiros de ‘beicinho’

1 – Coteis Grande Escolha (2011)
2 – Santa Vitória Grande Reserva (2012)
3 – Herdade do Peso Colheita (2012)
4 – Adega de Borba Premium (2011)
5 – Ciconia (2014)
6 – Escultor (2010)
7 – Invisível (2014)
8 – Alento (2014)
9 – Conventual Reserva Branco (2013)
10 – Esporão (2013)
11 – J de José de Sousa (2011)
12 – Cartuxa (2013)
13 – Cortes de Cima Syrah (2012)
14 – Herdade do Gamito (2009)
15 – Margarida (2011)

 

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Ultra-sons para reduzir o tempo de maturação nos tintos

Um projeto com investimento da União Europeia – Horizonte 2020 – vai tentar desenvolver um método de acelerar a maturação de vinhos tintos. A tecnologia do UltraWine (o seu nome) é nova e baseia-se na utilização de ultra-sons de alta potência (HPU, a sigla em inglês).

Na teoria, quando o mosto ou vinho está macerando, a aplicações destes ultra-sons provoca fenómenos de cavitação e a criação de pequenas bolhas que tendem a colidir entre si, implodindo e liberando energia.

Este fenómeno vai depois gerar o desgaste da pelicula das uvas, facilitando assim a liberação da cor e dos componentes fenólicos das uvas. Qual é a vantagem? Será possível, calculam os cientistas, reduzir para metade o tempo de maturação dos tintos.

Esta vantagem é especialmente importante nas adegas que têm que vinificar grandes quantidades de vinho tinto e que têm insuficiente capacidade de cubas de inox: assim liberam-se as cubas mais depressa para receberem nova carrada de uvas, algo extremamente importante no meio de qualquer vindima.

Ultra-sons para reduzir o tempo de maturação nos tintos

Ultra-sons para reduzir o tempo de maturação nos tintos

Por outro lado, este método irá tratar as uvas por um processo mecânico – ao invés do normal, que é térmico. Como os normais tratamentos térmicos podem trazer consigo aromas e sabores próprios, o método de ultra-sons poderá respeitar melhor os aromas varietais nos vinhos.

A maior parte da investigação está neste momento a cargo do departamento de Agro-química e Tecnologia de Alimentos da Universidade de Murcia (UMU), embora a promotora do projecto seja a empresa Agrovin, especializada na fabricação e distribuição de produtos enológicos.

 

Fonte: Revista de Vinhos de Protugal

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Os segredos na degustação de vinhos

Primeiro, é preciso tomar cuidado com o lugar onde será realizada a degustação. Tem que ser um lugar agradável e tranquilo, de preferência com cores claras nas paredes, porque é preciso analisar a cor do vinho – e uma toalha branca na mesa também ajuda nesse quesito.

Além do lugar, é preciso que você também esteja tranquilo, sem pressa ou stress, e com a maior disposição e disponibilidade possíveis.

Nos minutos que antecedem a degustação, é aconselhado que se evite tomar café, usar perfumes mais fortes, porque estes aromas podem atrapalhar na hora de tentar descobrir as sutilezas que fazem a diferença entre um vinho e outro.

O que falta checar é a nossa ferramenta de trabalho, e esta é a nossa companheira mais importante neste momento: refiro-me a taça na qual vamos degustar o nosso vinho. O que acontece é que muitas vezes cremos que o vinho está com “um cheiro ruim” e achamos que a garrafa está com algum “problema”, ou que a rolha está estragada. Na verdade, a grande maioria das vezes o que realmente acontece é que o erro não está no vinho, e sim na taça que o colocamos.

Pegue a taça vazia e coloque a borda perto do nariz (uns 2 centímetros). Se a taça não tem aromas de nada, significa que está tudo certo, mas a maioria das vezes isso não vai acontecer, e a taça estará, sim, com aromas estranhos, muitas vezes de cloro, detergentes e principalmente ao pano que foi usado para poli-la. Este pano, depois de um tempo úmido, deixa a taça com um mau cheiro que lembra a coisas “guardadas” há muito tempo, e que não é um aroma muito agradável.

Para sair do problema de maneira rápida, o que temos que fazer é trocar a taça. Mesmo que esteja num restaurante, peça para o garçom trocá-la; se é na casa de amigos, coloque um pouco de água na taça, enxágüe e pronto. Só não esqueça checar, mais uma vez, se a taça está realmente sem cheiro nenhum.

Por último, abra a garrafa e coloque o vinho na taça para, enfim, degustar. Mas aí está o outro problema… Não conhecemos as técnicas de degustação, mas parece algo simples. O que significa que o vinho tenha essa cor? Isso é bom ou ruim? E o sabor do vinho, quando tem muita acidez, é uma coisa boa ou ruim?

Todas essas perguntas têm uma resposta. Felizmente é possível e até fácil aprende-las, mas para aprender a poder degustar corretamente (e poder tirar o máximo proveito de sua garrafa de vinho), vai ser necessário explicar tudo com a profundidade que o tema precisa e merece.

Os segredos na degustação de vinhos

Os segredos na degustação de vinhos

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De que serve ter um termômetro?

Você sabe a qual temperatura se deve servir seu vinho favorito?

De fato, grande parte da literatura sobre este tema eu acredito que esteja errada, já que elas dividem os vinhos por castas, quando, na verdade isso não serve de nada (já que uma mesma casta pode dar vinhos muito diferentes e a temperatura correta de serviço também vai se diferentes para cada um deles).

Só para citar um exemplo, nas tabelas comumente se indica que os Chardonnay’s deveriam ser servidos a 8 graus, mas o detalhe muito importante é que esta variedade de uva produz desde vinhos varietais (sem madeira), que quando são simples e estão jovens deveriam na realidade ser servidos em torno dos 6 graus, mas quando se trata de um Chardonnay que teve uma longa guarda em madeira, que é denso e estruturado e muitas vezes podem (e devem) ser servidos a temperaturas de 5 graus acima do exemplo que dei. Ou seja, em torno dos 10 graus.

Assim como este exemplo anterior, existem outras dezenas, mas o que deve ficar muito claro é que um grau a mais ou um grau a menos vai fazer muita diferença na hora de servir um vinho, e cometer um erro de 2 ou 3 graus de temperatura poderia estragar absolutamente as qualidades de sua garrafa de vinho e sua degustação.

Fique atento! E para lhe auxiliar, observe a imagem abaixo:

 

De que serve ter um termômetro?

De que serve ter um termômetro?

 

 

Este vinho azul é a sensação do verão europeu

Vinho Tinto, branco, rosé e agora azul.

Sim, isso mesmo que você leu. Sucesso na Europa, um vinho batizado de GIK e da cor azul tem despertado a atenção daqueles que apreciam a bebida.

Produzido na Espanha a partir da combinação de uvas vermelhas e brancas, o GIK não tem nenhuma denominação de origem, ou seja, é feito a partir de uvas colhidas em diferentes vinhedos da Espanha e da França.

Já a cor azul obviamente não vem da união dessas uvas. Na verdade, a coloração se dá por meio da mistura de dois pigmentos orgânicos: o índigo e a antocianina.

Mas por que o vinho é azul?

A escolha da cor, de acordo com seus idealizadores, tem um apelo mais poético e está relacionada com a ideia de criar um produto totalmente inovador, divertido e com espírito jovem.

“Quando começamos a trabalhar neste projeto, nos deparamos com um livro chamado a “Estratégia do Oceano Azul”. O livro explica por meio de analogias que existem oceanos vermelhos cheios de predadores que massacram suas presas, mas existem também oceanos da cor azul, ou seja, sem concorrência – onde os pequenos peixes podem nadar livremente”, afirma o site do produto.

 

Este vinho azul é a sensação do verão europeu

Este vinho azul é a sensação do verão europeu

 

O GIK por ser azul e mais adocicado realmente não compete com os tradicionais vinhos europeus. A bebida demorou mais de dois anos para ser desenvolvida antes de ser lançada no mercado e contou com a parceria da University of the Basque Country and Food Tech.

A bebida segue todas as normas de qualidade da União Europeia, não leva açúcar na sua composição, é vegana e possui teor alcoólico de 11,5%.

 

Vinho azul

Vinho azul

 

 

Fonte: Exame

Vinho Vidigal Licoroso 1982 Edition Casa do Cónego

País Portugal
Volume 375ml
Tipo Licoroso
Uva 100% Fernão Pires
Teor Alcoólico 17%
Tipo de Uva Tinta Fernão Pires
Amadurecimento 20 anos em cubas de madeira
Vinho Vidigal Licoroso 1982 Edition Casa do Cónego

Vinho Vidigal Licoroso 1982 Edition Casa do Cónego

 

Visual Amarelo alaranjado extremamente viscoso.
Olfativo Cativa no aroma com notas de frutas secas, casca de laranjas e flores brancas, todo em uma combinação extraordinária. Após alguns minutos, podemos a se perceber os aromas que começam ainda maior complexidade. Impressiona por sua riqueza olfativa, é sedutor, com notas de figos secos macerados em álcool, especiarias exóticas, todo maravilhosamente integrado.
Gustativo Na boca também tem um nível de qualidade fenomenal. Seu corpo é oleoso e viscoso, com uma intensidade de sabor extrema e com uma impressionante suavidade. O açúcar que está presente neste licor, entrega uma textura delicada, mas sempre harmonizada com cada uns dos outros componentes. É um vinho diferente, delicioso, recomendável para todos aqueles que gostam deste tipo especial de vinho.
Dica de Harmonização foie gras
Queijo Roquefort
Bajativo
Crumble de maçã com gelado de baunilha.
Creme Brulée
Temperatura de Serviço 18ºC
Potencial de Guarda 30 anos
Pontuação

Vinho Vidigal Licoroso 1982 Edition Casa do Cónego - 93 pontos Winechef

Vinho Vidigal Licoroso 1982 Edition Casa do Cónego – 93 pontos Winechef

 

Como é o envelhecimento de vinhos espanhóis?

 

Vinhos: Joven, Crianza, Reserva ou Gran Reserva, entenda a diferencia entre cada uns deles.

Além de tratar das regiões produtoras, a legislação vitivinícola espanhola também normatiza as categorias dos vinhos do país, tomando-se em conta seu envelhecimento. São elas:

Vinho Jóven:

Vinhos engarrafados e colocados no mercado um ano após a sua safra, podendo ou não ter passado por madeira.

Vinho Crianza:

Para tintos, o vinho deve ter envelhecido por, pelo menos, 24 meses, sendo que deve passar seis em carvalho. Para brancos e rosados, o período mínimo de envelhecimento é de 18 meses e não há disposições quanto ao uso de madeira.

Vinho Reserva:

Normalmente os Reserva são vinhos selecionados dentre os melhores lotes das melhores safras. No caso dos tintos, o período mínimo de envelhecimento é de 36 meses, sendo 12 deles em barris e o restante em garrafa. Para brancos e rosados, o vinho deve envelhecer por 18 meses, sendo seis deles em madeira e os demais em garrafa.

Vinho Gran Reserva:

Vinhos produzidos apenas em safras excepcionais. Os tintos Gran Reserva envelhecem por, no mínimo, 60 meses, sendo 18 deles em madeira e o restante em garrafa. Para brancos e rosados, os períodos são de 48 meses de envelhecimento, sendo seis deles em carvalho.

Como é o envelhecimento de vinhos espanhóis

Como é o envelhecimento de vinhos espanhóis