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Programação Vitoria ExpoVinhos 2017

PROGRAMAÇÃO

 

DIA 28/06

Abertura Oficial
18:00hs – Abertura Oficial
Curso – Auditorio
08:00 às 12:00hs –  Arena Camburi Eventos
Curso de Noções Básicas do Vinho – Célio Alzer
14:00 às 17:00hs – Arena Camburi Eventos
Curso Avançado do Vinho – Célio Alzer

Palestras 

18H AS 19H – AUDITORIO
Tema: “Biodinâmico”
Palestrante:  Alvaro Spinoza

19H30 AS 20H30 – AUDITORIO
Tema:  “Inovação e Diferenciação na Produção de Vinhos”
Palestrante: Duarte Leal da Costa – Ervideira

Funcionamento da Feira para Público– 18 às 23h

 

Programação Vitoria ExpoVinhos 2017

Programação Vitoria ExpoVinhos 2017

DIA 29/06

Curso – Auditorio
08:00 às 12:00hs –  Arena Camburi Eventos
Curso de Noções Básicas do Vinho – Célio Alzer
14:00 às 17:00hs – Arena Camburi Eventos
Curso Avançado do Vinho – Célio Alzer

Palestras 

18H AS 19H – AUDITORIO
Tema: “Espumantes Brasileiro”
Palestrante: Daniel Siqueira – Miolo

19H30 AS 20H30 – AUDITORIO
Tema: “Vinho do Porto Taylor’s”
Palestrante: Duda Zagari

Funcionamento da Feira para Público– 18 às 23h

Maiores informações: Aqui!

 

Aprenda a reconhecer as cegas os vinhos do novo Mundo

 

  No Novo Mundo, tomando como exemplo Mendoza (Argentina) e as regiões do vale central do Chile (Maipo, Cachapoal, Colchagua), o que se procura nestes lugares são regiões mais frescas, perto das influências do Oceano Pacífico.

No caso dos produtores do Chile em altas altitudes da Cordilheira Dos Andes; no caso dos argentinos, exceto estes vinhos que têm esta marcada influência fresca, todo o resto tem uma “marca” comum deixada pelas altas temperaturas, e essa marca é a madurez em todo sentido.

Como as temperaturas são muito altas e os raios de sol muito generosos, apesar de todos os cuidados que o viticultor tem para tentar ter graus de açúcar dentro do razoável (dependendo do estilo) estas bayas (uvas) concentram muito açúcar, o que se traduz depois no vinho em muito álcool. Logo, os vinhos do Novo Mundo são aromaticamente maduros, muitas vezes um pouco cansativos e pouco elegantes de tanta madurez.

Os aromas dominantes principalmente estão relacionados com as confeituras, marmeladas, figos secos, frutos compotados, etc. – estou falando de variedade de uvas tintas – e na boca são pesados, densos, e muitas vezes com falta de equilíbrio, frescor e excesso de álcool, por isso são carentes de elegância.

Não é muito fácil descobrir essas diferenças às cegas, até porque cada vez mais os produtores do Velho Mundo estão procurando micro regiões mais “quentes” (por exemplo: Langedoc, no caso da França) e também pelo aquecimento global, que tem feito com que regiões antes consideradas frias, agora já não sejam tanto.

Mas se tomarmos em consideração esta dica e aplicarmos na degustação, poderemos ver que esta regra se cumpre em pelo menos 80% dos casos, ou seja, vocês já teriam capacidade (seguindo esta regra) de acertar em degustações “às cegas”.

Acertar 80% dos vinhos degustados não está mal, este é só o começo. Em breve vocês terão dicas para conseguir os 20% que estão faltando, e se tornarão grandes degustadores… É só uma questão de tempo.

Degustaçâo as cegas

Degustaçâo as cegas

Entrevista EXCLUSIVA com Alejandro Hernández, o pai da enologia chilena

 

 Em conversa com o renomado enólogo e professor universitário Alejandro Hernández, Winechef questionou sobre qual é a sensação após cumprir bodas de ouro como Mestre de Enologia.

 

 “Sinto que cumpri bem minha missão”, diz Alejandro Hernández.

Leia abaixo essa mini-entrevista com Alejandro Hernández.

 Winechef.com.br:

Qual é seu sentimento depois de cumprir mais de 50 anos como professor de enologia da Universidade Católica de Chile?

Alejandro Hernández:

“Foi no final de novembro do ano de 2009 que completei 50 anos como professor de vitivinicultura e enologia da Universidade Católica do Chile. A faculdade, os enólogos, os alunos e o meio vitivinícola nacional celebraram isso em uma cerimônia muito amável, amistosa e generosa.

Curiosamente continuo lecionando até hoje, mas por escolha minha. Não sou mais o professor chefe. Hoje, Felipe de Solminhiac, que foi meu ajudante durante 34 anos, ocupa esse cargo e eu trabalho como seu professor ajudante. É assim que tem que ser.

O bom ensino consiste em uma equipe de professores, com diferentes formações e especializações distintas, e que entregue aos alunos o panorama completo de uma carreira – neste caso a enologia.

Eu criei o Departamento de Enologia em 1960. Com certeza tive mais de 2.000 alunos. Muitos deles são enólogos. No Chile, hoje, são 952 e a maioria é da Universidade Católica.

O que eu sinto, resumidamente: satisfação. Satisfação porque contribuímos na formação profissional e cultural do conhecimento do vinho e porque eles têm, hoje, uma fonte de trabalho que os permite viver fazendo o que gostam e normalmente em boas condições materiais e culturais. Sinto que cumpri bem minha missão e isso me traz alegria.”

Portal del Alto Alejandro Hernandez

Portal del Alto Alejandro Hernández

 

Espumante é vendido para financiar grupo anti-islâmico

 

O controverso espumante “72 Virgins” está sendo vendido para levantar fundos para uma organização anti-islâmica na Austrália

O espumante Hal & Al’s 72 Virgins está sendo vendido para financiar um grupo anti-islâmico chamado de Q Society, conhecido por ser o maior movimento anti-islâmico da Austrália. Fundado em 2010, o grupo alega que o Islã não é apenas uma religião, mas uma doutrina política, financeira, social e militar que possui ensinamentos que levam ao preconceito, à violência e às práticas antidemocráticas.

No rótulo do espumante brut está escrito ironicamente: “O consumo desse vinho australiano pode te privar do paraíso islâmico. Entretanto, os paraísos judeus e cristãos estão abertos como alternativas”. Vale lembrar que o islamismo não permite que seus seguidores bebam vinho e que, segundo a tradição, 72 virgens estarão à disposição dos homens quando chegarem ao paraíso. O grupo declarou que o rótulo não pretende ofender ninguém, é apenas um “começo de conversa”.

Sparkling wine 72 Virgins

Sparkling wine 72 Virgins

 

Em entrevista, Debbie Robinson, a presidente da Q Society declarou que as vendas do espumante estão em alta, “mesmo assim, não é algo a ser levado tão a sério”. Quando perguntada se o vinho poderia ofender alguém, ela declarou que não acha ofensivo, mas que as pessoas se ofendem por  qualquer coisa. A presidente da organização declarou também que sua ideologia não é racista, uma vez que o Islã não configura uma raça.

Os fundos levantados pelas vendas do vinho serão usados para trazer representantes do grupo de outros lugares do mundo para a Austrália. Segundo o grupo, o objetivo dessa prática é evitar uma possível “islamização” no país.  O vinho está sendo vendido por 72 dólares australianos, e foi descrito como “agradável de beber”, e que vem de “um renomado produtor no Barossa Valley”, cujo nome não foi divulgado.

Espumante 72 Virgins rotulo  e Conta Rótulo

 

Espumante 72 Virgins rotulo

Espumante 72 Virgins Rótulo

Espumante 72 Virgins Contra Rótulo

Espumante 72 Virgins Contra Rótulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cristais na rolha: Os diamantes do vinho. Sabe porquê?

Os diamantes do vinho: cristais de ácido tartárico na rolha. Isso é bom ou ruim?

Algumas vezes acontece que ao examinarmos a parte da rolha que fica em contato direto com o líquido, notamos a presença de cristais, o mesmo fenômeno observado no fundo das taças. Como devo interpretar este achado: descartar o vinho, rejeitá-lo e devolver para o estabelecimento onde adquirimos? Nada disso. Se não houver defeitos aparentes no vinho, a presença dos cristais não é sinal de deterioração, muito pelo contrário. Eles são conhecidos pelo termo de “diamantes do vinhoEsses “diamantes” são os cristais de ácido tartárico, formados pela precipitação de dois elementos presentes nas uvas tanto brancas quanto tintas: o ácido tartárico e o potássio.

Na presença de baixa temperatura, esses elementos reagem entre si, dando origem aos cristais de bitartarato de potássio, que precipitam no fundo das garrafas. Estes cristais são naturais, não prejudicam o vinho e, para muitos apreciadores de vinhos de qualidade, sua presença é bem vinda e interpretada como “diamantes”, uma indicação de que as uvas permaneceram por um tempo prolongado nas videiras antes de serem colhidas, desenvolvendo, portanto, mais personalidade e tipicidade. Além disso, é uma indicação de que o vinho não foi submetido ao processo de estabilização pelo frio, que, por sua vez, não somente precipitaria os cristais antes do engarrafamento, mas removeria substâncias coloidais, muitas delas responsáveis pela tipicidade da uva utilizada na sua produção.

Os europeus consideram a presença dos cristais de ácido tartárico como um sinal de qualidade. Já os produtores americanos e seus consumidores se sentem incomodados por sua presença. Fico feliz quando sou presenteado com estes “diamantes”, tanto nas rolhas quanto no fundo da minha taça. Como ritual, levo-os à boca e deixo os dissolver lentamente, uma experiência muito interessante.

Cristais de ácido tartárico nas rolhas de vinhos

Cristais de ácido tartárico nas rolhas de vinhos

Veja também:

 

 

 

Vinho Nederburg Manor House Syrah, 2009

País África do Sul
Volume 750ml
Tipo Tinto
Safra 2009
Uva 100% Shiraz
Teor Alcoólico 14,5
Tipo de Uva Tinta Syrah
Amadurecimento 12 a 14 meses em barricas de carvalho
Vinho Nederburg Manor House Syrah, 2009

Vinho Nederburg Manor House Syrah, 2009

 

Visual Vermelho Rubi com tons alaranjados
Olfativo Apresenta claras siais da evolução, muito complexos, especiarias, confeituras e algo de casis, e tabasco, sendo a grande parte desses aromas resultados da evolução do vinho na garrafa. Seus laque olfativo e de altíssima qualidade, e o bouquet tem uma grande fineza.
Gustativo Um alto nível também no paladar. Enche a boca de sabores, tem muita força e muito volumem e os taninos já estão absolutamente sedosos. É um vinho que possivelmente vai continuar melhorando na garrafa, mas que já está delicioso e harmônico, cativante e sedutor. Consegue misturar o estilo generoso e maduro dos vinhos do novo mundo, mas com uma pisca de sobriedade e elegância, lembrando também aos bons vinhos do Velo Mundo.
Dica de Harmonização Pernil de cordeiro com molho de hortelã e batata-doce.
Cabrito assado no forno ao molho de groselhas negras
Tournedos com cogumelos gratinados.
Temperatura de Serviço 16 graus
Potencial de Guarda 7 anos
Nome da Vinícola Nederburg
Enólogo Responsável Wilhelm Pienaar
Pontuação Winechef

Vinho Nederburg Manor House Syrah, 2009 - 91 pontos Winechef

Vinho Nederburg Manor House Syrah, 2009 – 91 pontos Winechef

 

Vinho Calzadilla Opta, 2007

Opta é tinto espanhol delicioso, que consegue encantar com seu estilo frutado e direito

País Espanha
Propriedade da Vinícola 26 Hectares
Volume 750ml
Tipo Tinto
Safra 2007
Uva 70% Tempranillo, 20% Garnacha e 10% Syrah
Teor Alcoólico 13,5%
Tipo de Uva Tinta Assemblage, Tempranillo
Amadurecimento 12 meses, 50% em barrica americana e 50% em francesa
Vinho Calzadilla Opta, 2007

Vinho Calzadilla Opta, 2007

 

Visual Vermelho rubi intenso alaranjado.
Olfativo Este vinho representa o lado mais juvenil dos vinhos espanhóis, embora que as uvas sejam típicas, normalmente usadas na maioria dos vinhos desse país, especialmente nas principais regiões produtoras. O Opta, que é o vinho de entrada (o mais simples) dessa bodega, consegue encantar com seu estilo frutado e direito, com um perfil marcado pelos aromas aportados pelo Garnacha (grenache) e Syrah, com o seu lado mais floral e fresco, mas sempre apoiado na austeridade e intensidade da Tempranillo e as notas a cassis e amoras que ele aporta no conjunto. Tem no fundo do aroma sutis notas defumadas, a café e tabaco, que se abrem em várias camadas de aromas e se revelam só depois de vários minutos que o vinho está na taça.
Gustativo É mais uma vez a fruta que tem o maior protagonismo neste vinho, liderando a fase gustativa e deixando os sabores aportados pela guarda em madeira em um segundo plano. Respeito a sua concentração, ela é de alto nível, de muito corpo, com taninos doces e maduros, mas ainda bastante jovens. Irá precisar de alguns anos para revelar todo o seu poder. Um vinho de grande nível, lembra (um pouco) os bons vinhos do norte do vale do Rhône, na França (Hermitage ou Crôzes Hermitage).
Dica de Harmonização Coq Au Vin acompanhado de batatas assadas.
Filé de cordeiro em presunto ibérico sobre cozido de lentilhas.
Carne de boi cozida com cebolas e vinho tinto.
Carré de cordeiro em crosta de especiarias.
Ensopado ossobuco a parmegiana com gnocchi.
Filé mignon recheado com tomate seco e manjericão ao molho de gorgonzola.
Temperatura de Serviço 16°
Potencial de Guarda 12 anos
Nome da Vinícola Calzadilla
Ano de Fundação da Vinícola 1992
Pontuação

Vinho Calzadilla Opta, 2007 - 91 pontos Winechef

Vinho Calzadilla Opta, 2007 – 91 pontos Winechef

Enólogo Responsável Alfonso Torrestes/Paula Úribe

 

Mariana Ximenes inaugura restaurante com presença de famosos no Rio

Atriz de ‘Haja Coração’ recebeu amigos na noite desta quinta-feira, 29, no shopping Village Mall, na Barra da Tijuca, Zona Sul da cidade.

Mariana Ximenes, além de estar no elenco de “Haja Coração” e da série “Supermax“, ambas da Globo, também está dedicando seu tempo para um novo empreendimento.

Em parceria com a chef Morena Leite, e com Adriana Drigo e Daniela de Luca, a atriz inaugurou na noite desta quinta-feira, 29, um novo restaurante no Rio de Janeiro. O Capim Santo fica localizado no shopping Village Mall, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade.

Para comemorar a inauguração, ela recebeu amigos famosos, entre eles Malvino Salvador, com quem atua na novela “Haja Coração”.Thaíssa Carvalho, Adriana Bombom, Jorge Pontual, Nando Rodrigues, Jessika AlvesCássia Kis Magro e Márcio Kieling, entre outros, também fizeram questão de prestigiar o evento.

 

Mariana Ximenes inaugura restaurante com presença de famosos no Rio

Mariana Ximenes inaugura restaurante com presença de famosos no Rio

 

Veja Também:

 

 

 

De que serve ter um termômetro?

Você sabe a qual temperatura se deve servir seu vinho favorito?

De fato, grande parte da literatura sobre este tema eu acredito que esteja errada, já que elas dividem os vinhos por castas, quando, na verdade isso não serve de nada (já que uma mesma casta pode dar vinhos muito diferentes e a temperatura correta de serviço também vai se diferentes para cada um deles).

Só para citar um exemplo, nas tabelas comumente se indica que os Chardonnay’s deveriam ser servidos a 8 graus, mas o detalhe muito importante é que esta variedade de uva produz desde vinhos varietais (sem madeira), que quando são simples e estão jovens deveriam na realidade ser servidos em torno dos 6 graus, mas quando se trata de um Chardonnay que teve uma longa guarda em madeira, que é denso e estruturado e muitas vezes podem (e devem) ser servidos a temperaturas de 5 graus acima do exemplo que dei. Ou seja, em torno dos 10 graus.

Assim como este exemplo anterior, existem outras dezenas, mas o que deve ficar muito claro é que um grau a mais ou um grau a menos vai fazer muita diferença na hora de servir um vinho, e cometer um erro de 2 ou 3 graus de temperatura poderia estragar absolutamente as qualidades de sua garrafa de vinho e sua degustação.

Fique atento! E para lhe auxiliar, observe a imagem abaixo:

 

De que serve ter um termômetro?

De que serve ter um termômetro?

 

 

O que todo iniciante em vinhos tem que saber

 

Nesta matéria entregamos dicas para aqueles que estão começando a se aproximar do mundo dos vinhos e não sabem por onde começar.

A lógica é muito simples: para quem está dando os primeiros passos neste fascinante mundo e está começando a se apaixonar por este nobre produto, a primeira – e óbvia – dica é partir do mais fácil para o mais complexo. Alguns vinhos são muito mais fáceis de entender e de degustar, devido a muitos fatores, mas principalmente por motivos que estão relacionados com a quantidade de elementos que um vinho tem para analisar.

Vinhos Varietais

Independente do que se trate, seja vinho branco ou tinto, temos sempre que começar com vinhos “varietais”, ou seja, que não foram estagiados em madeira. Se o vinho tiver passado por madeira, dê preferência ao que tenha estado por um período muito curto – e, de preferência, em barricas de madeiras já usadas antes.

Outro assunto importante é que estes vinhos têm que ser de uvas tradicionais. No caso dos vinhos brancos é recomendável começar com os feitos pelas uvas Sauvignon Blanc e Chardonnay. Estas uvas têm diferenciais entre si muito marcantes, que é o caso do primeiro exemplo. Uma excelente intensidade aromática e normalmente um perfil aromático muito fresco e cítrico (maçãs verdes, pêssego, frutos tropicais, etc.), e que vai depender do nível de madures inicial da uva.

Gosta de vinhos e não sabe como começar

Gosta de vinhos e não sabe como começar

Já os Chardonnays terão um aroma menos intenso e seu perfil aromático vai estar também relacionado com as frutas brancas – mas estas vão ter um caráter muito mais maduro. Normalmente os Sauvignon Blanc não têm estágio em madeira, já os Chardonnays quase sempre têm; por isso que frequentemente encontramos neles notas defumadas (como baunilha, canela, etc.).

Vinhos das uvas Sauvignons Blanc e Chardonnay

À boca os Sauvignons Blanc são geralmente de um frescor muito marcado, muito acentuado, e os Chardonnays em questão se destacam pelo volume e viscosidade que têm ao paladar. Essas duas uvas são muito interessantes para começar a aprender a degustar. Um detalhe importante é degustar ambos os vinhos juntos, para poder aprender e entender suas diferenças.

Os vinhos tintos

No caso dos vinhos tintos, o mais recomendável para ter esta aproximação a este mundo é começar com uvas que tenham uma “dureza” menor, ou seja, que tenham taninos mais macios. As uvas que têm de maneira natural este tipo de taninos são os elaborados em base de Pinot Noir, Merlot e Carménère – prefira sempre estes vinhos da forma varietal.

Os vinhos suaves

O importante é se afastar dos vinhos “suaves” (que contenham açúcar) e sempre preferir vinhos “secos” (secos significa, literalmente, carente de açúcar residual).

A boa notícia é que estes tipos de vinhos são por muitos motivos os mais baratos que as vinícolas produzem. Isto se explica porque provém das parreiras com maior rendimento por hectare dentro de um vinhedo, e também porque são produzidos sem a necessidade de estagiar em barricas de madeira, o que encarece consideravelmente o custo do vinho.