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Vinho Tamaya Winemaker Selection Syrah, 2007

A vinícola Tamaya fica situada no Vale do Limarí, a 400 quilômetros ao norte de Santiago do Chile e a 20 quilômetros do Oceano Pacífico.

Aqui apresentamos em detalhe uns dos vinhos mais destacados desse produtor:

País Chile
Propriedade da Vinícola 210 Hectares
Volume 750ml
Tipo Tinto
Safra 2007
Uva 100% Syrah
Teor Alcoólico 13%
Tipo de Uva Tinta Syrah

 

Tamaya Winemaker Selection Syrah, 2007

Tamaya Winemaker Selection Syrah, 2007

 

Visual Linda coloração romã concentrada.
Olfativo Apresenta um aroma complexo e perfumado, em que as frutas negras, alcaçuz e framboesas se fundem aos tons de chocolate, cedro e ervas aromáticas, flores silvestres e suaves notas a couro e menta, tudo em uma sublime combinação, com muita diversidade aromática e notória complexidade.
Gustativo Impressiona na boca pela estrutura tânica bem integrada, muito saboroso, concentrado e mineral. Tem um nível de qualidade sobressaliente e está no nível dos melhores Syrah do Valle de Limarí, e – por que não dizer – entre os melhores do Chile.
Dica de Harmonização Paleta de cordeiro com ratatouille de frutas vermelhas
Lombo suíno assado com cogumelos silvestres
Magret de pato ao molho de ameixas e licor de cassis
Carnes de caça ao molho de trufas
Coq au vin, servida com legumes confitados
Temperatura de Serviço 16º
Enólogo Responsável José Pablo Martin / Rodolphe Bourdeau
Nome da Vinícola Tamaya
Pontuação Winechef

Vinho Tamaya Winemaker Selection Syrah, 2007 - 92 pontos Winechef

Vinho Tamaya Winemaker Selection Syrah, 2007 – 92 pontos Winechef

 

Diabéticos podem tomar vinho?

Pesquisa indica que uma taça não eleva o açúcar no sangue e ainda protege o coração

Apesar do status de bebida do bem, o vinho sempre foi contraindicado a pessoas com diabete. “É que o álcool é associado à elevação da glicemia”, conta o médico Walter Minicucci, presidente do Departamento de Diabetes da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Mas, segundo o especialista, isso não procede. “A cerveja faz a glicose subir. O vinho não”, afirma. Recentemente, um estudo israelense com 194 voluntários confirmou que tomar uma taça por dia é seguro para diabéticos com a doença bem controlada.

Aliás, quando repetido por dois anos, o hábito resultou em benefícios para o coração, como o aumento do bom colesterol, principalmente entre quem tomou vinho tinto. Ainda que considere essencial a realização de mais pesquisas para confirmar esse efeito, Minicucci não vê empecilhos em liberar um pouco da bebida. “Desde que o diabético tenha outros hábitos saudáveis”, pondera.

 

Diabéticos podem tomar vinho

Diabéticos podem tomar vinho

Se não bebe…

…não há motivo para começar. Embora tenha suas virtudes, o vinho (em doses moderadas) seria indicado para aquelas pessoas que já têm o hábito de ingerir a bebida. “Do contrário, compensa mais incentivar a boa dieta, o abandono do cigarro, caminhadas, e por aí vai”, argumenta Minicucci.

 

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Música estimula mudança de sabor do vinho

Vinhos podem mudar suas características de acordo com a música tocada.

Pesquisa do professor Charles Spence, da Universidade de Oxford, concluiu que as características do vinho são modificadas de acordo com a música do ambiente.

Após diversos estudos, Charles Spence pôde notar que alguns ritmos musicais faz com que pessoas sejam remetidas a diferentes sabores (doce, salgado, ácido ou amargo) quando provam vinho ouvindo determinada música.

Segundo o autor da pesquisa, notas de piano costumam estar associadas a aromas de damasco, frutas vermelhas e baunilha, já estilos mais pesados de rock (metal, por exemplo) remetem a aromas almiscarados. O autor também analisou instrumentos de sopro e concluiu que estes remetem à acidez.

Outro destaque foi notar que vinhos degustados às cegas, sob influência de estilos musicais variados, foram descritos como rótulos diferentes.

 

Música estimula mudança de sabor do vinho

Música estimula mudança de sabor do vinho

 

Fonte: Revista Adega

Da rolha de cortiça à cápsula roscada

Nos anos 30 do século XVII Kenelm Digby inventa a garrafa de vidro. Cinquenta anos depois, uma segunda revolução, com o desenvolvimento da rolha de cortiça.

As primeiras rolhas de cortiça eram cónicas e em 1680 D. Pérignon deu-lhes o lugar das rolhas de madeira no gargalo de uma garrafa com vinho espumante. Em 1830 surgem os equipamentos capazes de introduzir rolhas cilíndricas nos gargalos das garrafas e 60 anos depois são fabricados os primeiros aglomerados de cortiça. Em 1903 inventam-se as rolhas de duas peças, com a parte inferior de cortiça natural e a superior com aglomerado. Nos nossos dias, produzem-se rolhas de cortiça de diferentes tipos e dimensões – de cortiça natural, de aglomerado, mistas, cilíndricas, cónicas, para champanhe, de inserção manual, ‘twin top’, etc.

O nascimento da cápsula de rosca (screwcap) é bem mais recente. Em 1959, a companhia francesa La Bouchage Mécanique introduz o Stelcap-vin depois da Stelcap ter provado eficiência com espirituosos e licores. Em 1970, a Australian Consolidated Industries adquiriu os direitos de fabricação e a Stelcap foi rebaptizada por Stelvin. No entanto, o receio do fracasso junto dos preconceitos do consumidor manteve este ‘screwcap’ em ‘stand-by’ até começarem os problemas com a rolha de cortiça natural. A partir de 2000, o uso deste vedante começou a crescer exponencialmente e em 2004 calcula-se que cerca de 200 milhões de garrafas de vinho australiano foram seladas com cápsula roscada. O movimento contagiou a Nova Zelândia que forma em 2001 a New Zealand Screwcap Initiative. Nessa data, 1% dos vinhos neozelandeses usavam cápsula roscada. Em 2004 era já 70%.

Da rolha de cortiça à cápsula roscada

Da rolha de cortiça à cápsula roscada

 

 

Analise olfativa do vinho

 

 No mundo dos vinhos não existe outra coisa que seja mais importante do que isto.

Ter um bom nariz. Mas isto não tem nada a ver com a parte estética, nem também com o tamanho deste órgão do sistema respiratório, mas, sim, com a capacidade de poder sentir, identificar e expressar os aromas que os vinhos entregam.

Para aqueles que estão começando, a boa notícia é que o olfato (aplicado à degustação) é um sentido que todos podem educar, da mesma maneira que educamos os outros sentidos, como, por exemplo, a vista para as artes como a pintura ou quando educamos o ouvido para aprender idiomas ou para a música.

O olfato é, sem dúvidas, o sentido mais importante, até mais importante que o paladar. Ele é muito mais exato e preciso, e consegue distinguir milhares de aromas diferentes. A primeira coisa que precisamos entender é que nossa capacidade e qualidade gustativa estarão sempre ligadas à nossa análise olfativa. Portanto, quanto melhor é nossa análise olfativa, melhor será nossa degustação, e, consequentemente, melhor conseguiremos apreciar os aromas que os vinhos exalam e tirar o melhor de cada garrafa.

Do contrário, não adianta comprar garrafas caras, vinhos de boa qualidade, ou até mesmo deixá-lo vinhos evoluir na garrafa durante anos para desenvolver aromas mais complexos, já que, se não temos a capacidade de perceber os aromas, identificá-los, classificá-los e desfrutá-los do jeito certo, nada do anterior teria sentido.

Aromas frutados nos vinhos

Aromas frutados nos vinhos

Então, por onde começar?

O nosso principal objetivo vai ser poder armazenar no nosso cérebro (na nossa memória olfativa) a maior quantidade de aromas possível, mas não basta deixá-los guardados. Precisamos tê-los sempre “à mão”, ou seja, deve ficar muito clara a informação olfativa, de maneira que toda vez que a gente se exponha a este aroma de novo, seremos capazes de reconhecê-los.

A dica é tentar extrair ao máximo os aromas que estão no nosso dia-a-dia, já que só desta maneira vamos realmente melhorar nosso “nariz”, e melhorar a nossa degustação.

A intensidade aromática:

Uma garrafa de vinho, para ser considerada de qualidade, deve ter aromas intensos, mas com a condição que estes sejam agradáveis. Para poder saber sobre a qualidade dos aromas é muito simples – já que está naturalmente relacionada às sensações que são agradáveis e às que não são. Por exemplo, as notas de flores e de frutas são consideradas aromas muito agradáveis nos vinhos, e elas realmente são também muito agradáveis na nossa vida cotidiana.

Mas os aromas de “esgoto”, podre, vinagre e muitos outros que são para nós absolutamente desagradáveis, quando aparecem nos vinhos (que de fato aparecem muitas vezes) são considerados, como podem imaginar, também desagradáveis.

E aí não importa se o vinho tem uma alta intensidade, já que o que estará entregando será algo ruim. Portanto, o que importa primeiro é a qualidade do aromas por sobre a intensidade aromática.

 

Como é o envelhecimento de vinhos espanhóis?

 

Vinhos: Joven, Crianza, Reserva ou Gran Reserva, entenda a diferencia entre cada uns deles.

Além de tratar das regiões produtoras, a legislação vitivinícola espanhola também normatiza as categorias dos vinhos do país, tomando-se em conta seu envelhecimento. São elas:

Vinho Jóven:

Vinhos engarrafados e colocados no mercado um ano após a sua safra, podendo ou não ter passado por madeira.

Vinho Crianza:

Para tintos, o vinho deve ter envelhecido por, pelo menos, 24 meses, sendo que deve passar seis em carvalho. Para brancos e rosados, o período mínimo de envelhecimento é de 18 meses e não há disposições quanto ao uso de madeira.

Vinho Reserva:

Normalmente os Reserva são vinhos selecionados dentre os melhores lotes das melhores safras. No caso dos tintos, o período mínimo de envelhecimento é de 36 meses, sendo 12 deles em barris e o restante em garrafa. Para brancos e rosados, o vinho deve envelhecer por 18 meses, sendo seis deles em madeira e os demais em garrafa.

Vinho Gran Reserva:

Vinhos produzidos apenas em safras excepcionais. Os tintos Gran Reserva envelhecem por, no mínimo, 60 meses, sendo 18 deles em madeira e o restante em garrafa. Para brancos e rosados, os períodos são de 48 meses de envelhecimento, sendo seis deles em carvalho.

Como é o envelhecimento de vinhos espanhóis

Como é o envelhecimento de vinhos espanhóis

 

Jack Daniel’s lança café gourmet com sabor de whisky

Bebida promete harmonizar duas paixões: café e whisky

Que tal harmonizar cafe com um bom whisky? A tradicional marca acaba de lançar o Jack Daniel’s Gourmet Coffee, um café gourmet que contêm sabor de whisky em sua composição.

A bebida não tem graduação alcoólica, afirma a fabricante.

Em alguns lugares, o café é vendido num kit que vem com uma caneca personalizada da fabricante.

A novidade por enquanto não chegou no Brasil, mas já é possível encontrar o produto no site da Amazon.

Jack Daniel's lança café gourmet com sabor de whisky

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Mulheres que bebem vinho tem uma vida sexual mais ativa

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Vocabulário do vinho

 

Você sabe o que significa “vinho cansado”?

Conheça algumas importantes palavras usadas no vocabulário do vinho.

Cana-de-açúcar: Planta que proporciona o mais apreciado dos açúcares, quando se trata de preparar os licores de expedição dos grandes vinhos espumosos. Por vezes, emprega-se para chaptalizar os vinhos sem álcool nas colheitas fracas dos países de clima frio (embora, neste último caso, se costume recorrer à beterraba mais barata).

Cândi: Açúcar purificada e cristalizada que se utiliza em zonas frias e de más colheitas para chaptalizar os mostos insuficientemente açucarados e obter um ou dois graus mais de álcool.

Canela: Aroma a especiarias de certos vinhos muito ricos, sobretudo brancos estagiados em madeira ou certos tintos generosos e gordos. A sua origem natural corresponde ao aldeído cinâmico formado durante o estágio.

Cannaiolo: Uma das variedades tintas cultivadas na Toscana (Itália) que entram na composição do Chianti.

Cannonadu ou Cannonao: Na Sardenha, nome local da variedade tinta Grenache (também chamada Cannono).

Cañocazo: Variedade branca, muito doce, que foi muito cultivada no Jerez para misturar com Pedro Ximenez e Palomino. Hoje, não se cultiva na Andaluzia, porque é propensa ao “corrimiento” (doença das videiras – má fecundação), mas encontra-se na Austrália.

Cansado: Diz-se de um vinho que surge na garrafa sem vigor, sem aromas, e sabores perdidos por excesso de estágio sem engarrafamento.

Canteiro: Processo natural de envelhecimento do vinho Madeira. O canteiro são as traves existentes na cave onde possam as barricas de Madeira.

Capitoso: Vinho com elevado grau alcoólico.

Caprílico: Odor dado pelos ésteres de ácidos gordos (que dão, principalmente, aromas pesados).

Conheça o vocabulário do vinho

Conheça o vocabulário do vinho

Cápsula: Peça de plástico ou de metais autorizados, em forma de capuz, que serve para proteger a cortiça e o gargalo, vestindo a garrafa. Ao proceder-se ao desenrolhamento deve cortar-se a cápsula por debaixo do aro do gargalo, para que não entre em contato com o vinho.

Cápsula-coroa: Rolha metálica que se utiliza para fechar provisoriamente as garrafas de vinhos espumosos que fermentam na garrafa, durante a formação de gás carbónico.

Carácter: Conjunto de qualidades que dão personalidade própria ao vinho e permitem distingui-lo de outros.

Caramelizado: Vinho com sabor e aroma a caramelo.

Carbonated wine: Vinho espumoso de qualidade inferior, gaseificado industrialmente.

Carbonato de cálcio: Sal neutro do ácido carbónico que, em zonas frias ou em colheitas ácidas, se utiliza para desacidificar mostos e vinhos.

Carbónico, gás ou dióxido de carbono: Substância que diluída no vinho produz um ligeiro pico na língua e dá, especialmente aos vinhos novos, frescura, nervo e vivacidade.

Carignan: Variedade tinta do vinhedo mediterrânico que dá vinhos aveludados, com ligeiro tanino, ricos em álcool natural. Na Europa não é uma uva especialmente apreciada, mas costuma utilizar-se como complemento da Grenache. Na Rioja, chama-se Mazuelo. Na última década tem conseguido excepcionais vinhos no extremo sul do Chile.

Carménère: Variedade de cepa tinta, muito utilizada em Bordéus antes da filoxera. É uma cepa de qualidade hoje emblemática no Chile, que dá vinhos amplos e coloridos, com menos taninos que os de Cabernet.

 

O que fazer com o restante da ceia de natal e ano novo?

 

Veja estas interessantes dicas de que fazer com o restante da ceia de natal e ano novo.

O natal e ano novo é um momento de festa, alegria, confraternização e de muita comida… Mas aí fica a dúvida do que fazer com tanta comida que ficou da ceia das festas de fim de ano.

Bom, de fato nem sempre é muito simples reaproveitar os quitutes e pratos que foram preparados para a grandes festas, e alguns cuidados são fundamentais para não sermos surpreendidos com uma contaminação alimentar.

Primeiro precisamos observar o tempo de exposição dos alimentos em temperatura ambiente. No caso de proteínas, como carnes e peixes assados, se esse tempo de exposição for superior a 06 horas com embalagem aberta o alimento deverá ser descartado.

É necessário armazenar e refrigerar de imediato o alimento logo após o término das comemorações.

Na montagem e decoração da ceia as frutas são indispensáveis e devem ser consumidas durante a festa, mas normalmente ficam para o dia seguinte. Aí a criatividade entra em cena para deixarmos perdê-las, elaborando saladas de frutas, smoothies, sucos, vitaminas… E aproveitar pra compensar a alta ingestão de calorias, afinal de contas, o réveillon está chegando!

As frutas secas como castanha de caju, nozes, amêndoas e frutas cristalizadas podem ser utilizadas no preparo de uma salada adicionando folhas verdes e queijos.

 

O que fazer com o restante da ceia de natal e ano novo?

O que fazer com o restante da ceia de natal e ano novo?

As carnes como Peru, Chester, Suínos e Peixes Assados podem ser utilizados no preparo de molhos para risotos e massas curtas e longas, inclusive lasanhas – uma boa dica é acrescentá-las ao molho bechamel, fica uma delícia!

As carnes ainda podem ser utilizadas no preparo de sanduíches super elaborados com os diversos queijos que sobraram da ceia. Com certeza o filme no fim de tarde vai ficar muito mais saboroso.

Já os Panetones podem ser grelhados e servidos como acompanhamento de sorvetes e ainda podem ser transformados em deliciosos chessecakes ou rabanadas.

Espero que com essas dicas você surpreenda a família e amigos evitando o desperdício e economizando nesse fim de ano.

 

Feliz 2015!!!

 

Por Alessandro Eller

 

Aprenda como harmonizar vinhos brancos

 

Que vinho acompanha um ceviche de robalo?

A gastronomia é um mundo fascinante, cheio de detalhes, de cores, de aromas e sabores. Cada prato tem vida própria e representa o estilo do autor, da pessoa que o elaborou. Sentar frente a um prato visualmente agradável, bem decorado, colorido, com agradáveis aromas e bom sabor é uns dos maiores prazeres de um grande número de pessoas no mundo.

Estas pessoas que adoram a gastronomia são as mesmas que adoram também o vinho.  Já tiveram a oportunidade de provar um prato gostoso, de qualidade, delicioso, mas sem a companhia de uma taça de vinho? Dá a impressão que algo está faltando. Acho que é a magia da cumplicidade entre dois produtos que se complementam sublimemente.

Sobre a harmonização em si, felizmente existe em forma natural e espontânea uma relação sensorial que faz com que o vinho harmonize com a comida, e a probabilidade de que esta seja totalmente inexistente é muito baixa.

Para conseguir ter sucesso na hora de harmonizar um prato com uma garrafa de vinho é só usar a lógica e o senso comum em relação a cada um dos detalhes. Cores, aromas e sabores, tanto do prato como também do vinho com o qual queremos que nos acompanhe.

Aprenda como harmonizar vinhos brancos

Aprenda como harmonizar vinhos brancos

Vinhos e Frutos do mar

Por exemplo: vamos comer um fruto do mar, o qual logicamente sempre tem que ser o mais fresco possível, tipo um peixe branco (ex.: robalo). O preparo será com ele cru (ceviche), onde coloquemos só limão para acrescentar ao sabor e ao frescor.

Neste caso, o correto é procurar um vinho que tenha as mesmas caraterísticas do prato, ou seja, se estamos falando de um produto do mar que tem que ser consumido o mais fresco possível também teremos que procurar um vinho que deva ser bebido o mais jovem possível.

Como este prato (ceviche) vai ter um sabor predominantemente levemente cítrico, por causa do limão, temos que procurar vinhos que tenham estas mesmas características. Então, o vinho correto vai ser um branco, o mais jovem possível, que tenha uma marcada acidez e que não tenha passado por madeira.

Serão muitas opções para harmonizar de maneira correta, independente da variedade da uva. Pode ser um Sauvingon Blanc, um Chenin Blanc, até um Torrontés, mas o importante é que tenha as caraterísticas destacadas anteriormente.

Ceviche de Robalo Winechef

Ceviche de Robalo Winechef