Posts

Entrevista com o herdeiro do Champagne Taittinger

 

Clovis Taittinger, filho do atual presidente do grupo do Champagne Taittinger esteve no Brasil e concedeu esta entrevista exclusiva.

Fundada em 1734 em Reims, a Champagne Taittinger é uma grande empresa, que ainda se mantém familiar. Como outras casas de Champagne, a Taittinger diversificou seu negócio em segmentos de luxo, como joias, perfumes, cristais, mas, principalmente, hotéis. Chegou a ser comprada em 2005 por um grupo hoteleiro americano (Starwood), mas em 2006 o controle foi restabelecido à família.

Os champagnes da casa primam pela leveza e elegância e seu top Comtes de Champagne é uma dos melhores entre todos os champagnes na categoria blanc de blancs (feito 100% com Chardonnay). Clovis Taittinger, quarta geração da família e filho do atual presidente do grupo, Pierre-Emmanuel Taittinger, esteve no Brasil e concedeu esta entrevista exclusiva.

Entrevista com Clovis Taittinger o herdeiro da Champagne mais famosa do mundo

Entrevista com Clovis Taittinger o herdeiro da Champagne mais famosa do mundo

Veja Rio: Quais seus planos agora em relação ao mercado brasileiro, qual a sua visão?

Clovis Taittinger:

Tenho muitas esperanças aqui. A economia cresce, os brasileiros estão cada vez mais interessados em Champagne e achamos que o Taittinger se adapta bem ao gosto daqui. O grande problema são os impostos. Achamos  que o mercado brasileiro evolui, mas bem mais lentamente do que poderia, devido aos impostos. Mas, como todo champonois, sou otimista.

Veja Rio:

Você acabou de mencionar o samba e que sua família se considera um pouco brasileira. Você sabe sambar? E depois de algumas taças de Taittinger?

Clovis Taittinger:

Sou péssimo dançarino. Depois de algumas taças de Taittinger, talvez, mas sem nenhum charme.

Veja Rio:

Existe no momento alguma tendência na indústria do Champagne?

Clovis Taittinger:

A situação atual é de um mercado muito competitivo e estável. Como tendência, vejo a consolidação dos principais nomes, marcas famosas e os melhores vinhos das grandes empresas. Este é um momento difícil para as pequenas e médias empresas.

Veja Rio:

Agora com um novo importador, a Interfood, vocês têm alguma estratégia específica para o mercado brasileiro?

Clovis Taittinger:

Nossa ambição é agradar e conquistar cada vez mais brasileiros, mas não temos nenhuma estratégia “sistêmica” de abordagem para o Brasil. Champagne pede uma abordagem mais pessoal, de “um para um”. Esta não é uma bebida de uma abordagem de mercado de massa.

Entrevista com Clovis Taittinger o herdeiro da Champagne mais famosa do mundo

Entrevista com Clovis Taittinger o herdeiro da Champagne mais famosa do mundo

Veja Rio: Você concorda que o Champagne é o melhor negócio dentro do negócio do vinho?

Clovis Taittinger:

Não é o pior, com certeza, mas talvez também não seja o melhor. O mercado do Champagne é muito competitivo, muito exigente, e nele você está sempre sendo observado e copiado. Por outro lado, como o Champagne representa prazer, felicidade e amor, eu me considero um entregador de felicidade e amor. Esta é minha missão. E, sim, este pode ser o mais sexy, feliz e borbulhante trabalho de todo o mundo!

Veja Rio:

Uma observação e uma curiosidade para os leitores. Estamos aqui conversando e noto que você pronuncia Taittinger como se fosse americano (taitinguer), em vez de usar a pronuncia francesa (tétanger). Força do hábito?

Clovis Taittinger:

Com certeza! Eu mesmo fico confuso. É quase uma dupla personalidade. Mas, no fundo, vale o que está dentro da garrafa.

Veja Rio:

Acabamos de provar seus champagnes, todos deliciosos, cheios de estilo, minerais e elegantes. Seria muito bom para o consumidor brasileiro se você pudesse comparar seus vinhos a personagens conhecidas por aqui.

Clovis Taittinger:

O Champagne Taittinger Brut Reserve:

Poderia ser um Fred Astaire – um champagne dançante, com energia duradoura, macio, leve e sutil na “pista de dança”.

O Champagne Taittinger Prestige Rosé:

Seria a Audrey Hepburn – encantadora, delicada e elegante.

O Champagne Taittinger Comtes de Champagne:

Nossa “obra de arte” seria Coco Chanel – com design perfeito, pureza, elegância, um clássico.

O Champagne Taittinger Nocturne:

Seria a Paris Hilton – doce (com 17 gramas de açúcar) e sexy – relaxe e divirta- se! Para o fim de um dia estressante de trabalho recomendo uma descompromissada taça de Noturno, em uma boa companhia!

Veja Rio:

Boa sugestão, Champagne contra o estresse. Agora, gostaria de lhe pedir um presente. Conte-me algo que você nunca contou em nenhuma entrevista.

Clovis Taittinger:

Hummm…Vou contar um segredo: eu não sei sambar e adoraria que alguma garota brasileira me ensinasse, mas sou tímido demais para pedir.

 

Fonte: Veja Rio

 

Georges Duboeuf Moulin a Vent A.O.C, 2013

Moulin a Vent é uma das regiões mais importantes de Beaujolais.

Seus vinhos se destacam entre os outros Crus de Beaujolais (existem dez regiões consideradas Cru) pela grande capacidade de envelhecimento que eles têm.

Em termos gerais os vinhos de Beaujolais tem uma evolução muito rápida, devido que a uva Gamay, (que é a única que é permitida para elaborar os vinhos dessa região) tem uma pele muito fina, por tanto a concentração de polifenoles é mínima. Ou seja, a não ter uma grande concentração de taninos, os vinhos nascem macios e evolui muito rápido e a não ter uma grande concentração de antocianos, sua cor é muito clara.

Beaujolais ou Bourgogne

Generalizando, poderíamos dizer que os vinhos de Beaujolais são parentes dos vinhos da Bourgogne, (que são produzidos com a uva Pinot Noir). Com a grande diferencia do que na Bourgogne os Pinot Noir se elaborados a traves de uma fermentação alcoólica tradicional e no caso dos vinhos de Beaujolais a técnica utilizada para fermentar o vinho é diferente.

No Beaujolais os vinhos são produzidos na maioria das vezes através de uma técnica chamada “maceração carbônica”, que consiste em colocar os grãos de uva inteiros na cuba aonde começa a fermentação intracelular, ou seja, dentro da própria baia, o que dá como resultado os vinhos de uma frescura a acidez inusual, muito frutados, deliciosos e refrescantes.

 Georges Duboeuf Moulin a Vent A.O.C, 2013

Degustei esse vinho háuns dias atrás, e ele consegue exemplificar de excelente maneira o que estou explicando, no sentido do estilo bem definido que os vinhos dessa região possuem, mas no caso deste Georges Duboeuf, ele provém do melhor dos dez Crus que existem em Beaujolais, o Moulin a Vent.  Os vinhos desta região são se comparamos com os outros vinhos de Beaujolais- muito mais estruturados, muito mais complexos e conseguem evoluir por muitos anos, uma década ou mais inclusive, são vinhos bem interessantes, parecidos de certa maneira aos vinhos da Bourgogne, mas com um preço bem mais em conta, se compararmos com os vinhos da mesma qualidade.

Georges Duboeuf Moulin a Vent

Georges Duboeuf Moulin a Vent

Ficha Técnica  Georges Duboeuf Moulin a Vent A.O.C, 2013

 

Uva 100% Gamay
Teor Alcoólico 13.50%
Região Beaujolais
Amadurecimento 12 Meses em barricas
Visual Coloração clara de alta intensidade.
Olfativo Olfativamente é um vinho muito interessante, que já começa a mostrar alguns elementos produtos da evolução. Se sentem notas a framboesas, mas é uma framboesa que já começa a ficar confeitada, com notas a especiarias e alguns matizes florais. É um vinho complexo, que mostra os seus aromas em diferentes camadas, os que certamente vão continuar evoluindo e melhorando nos próximos anos. Em definitiva, um aroma muito grato e de grande tipicidade.
Gustativo Na boca é um vinho realmente delicioso, de corpo meio com uma fruta suculenta e nítida. Tem muita fruta e muita acidez, e profundo e seus sabores são muito intensos, resultando num vinho extraordinariamente longo, deixando seus sabores no paladar por longos segundos após terminado o analises gustativo. É um Gran Cru de Beaujolais sobressaliente, dos melhores produzidos neste peculiar terroir da Bourgogne, que vai continuar melhorando nos próximos 5 a 10 anos.
Dica de Harmonização Tempurá de camarão sobre arroz yakimeshi.
Linguado grelhado na brasa, servido com risoto de creme de queijo e cenoura.
Tilápia ao molho tailandês com legumes salteados na manteiga de camarão.
Suflé de caranguejo com molho de framboesas.
Corvina grelhada com um cremoso molho de gorgonzola e batatas baby salteadas.
Temperatura de Serviço 14 – 15 ºC
Potencial de Guarda 10 anos
Pontuação Winechef

Georges Duboeuf Moulin a Vent A.O.C, 2013 - Winechef 91 Pontos

Georges Duboeuf Moulin a Vent A.O.C, 2013- Winechef 91 Pontos

Ano de Fundação da Vinícola 1964
Enólogo Responsável Georges Duboeuf

 

 

O clima e o solo da Alsácia

A área de vinhedos da Alsácia é estreita e estende-se por 140 quilômetros entre as montanhas de Vosges e o rio Reno

Clima alsaciano

O clima na Alsácia é frio e continental. As montanhas de Vosges protegem a região dos ventos úmidos vindos do oeste. Os verões são quentes e os outonos ensolarados e secos. O índice pluviométrico é um dos mais baixos da França. Sob essas condições, as uvas atingem altos níveis de açúcar quando maduras. Muitos vinhedos – provavelmente os melhores – estão em encostas íngremes; as uvas das vinhas da planície entre as montanhas e o Reno, em geral, são usadas na produção de Crémant d’Alsace, o espumante característico do local.

O solo alsaciano

Fator realmente importante na Alsácia é a diversidade de tipos de solo. Na relativamente pequena área de vinhedos, há pelo menos 20 formações de terreno diferentes. Nas encostas, encontra-se granito, calcário, arenito, argila, composições argilo-calcárias e até mesmo solos vulcânicos; por outro lado, na planície, os solos são predominantemente aluviais, ou seja, formados por sedimentos transportados e depositados pelos cursos de água, constituídos, por exemplo, de argila e areia.

Essa complexidade geológica contribui para a grande variedade de estilos de vinhos. De modo geral, solos mais “pesados”, ricos em elementos argilosos ou argilo-calcários conferem ao vinho mais complexidade e corpo, enquanto que terrenos arenosos e calcários dão elegância e finesse. Elementos como quartzito, xisto e ardósia tendem a passar untuosidade, mineralidade, aromas de petróleo e “pedra de isqueiro” aos vinhos, especialmente aos feitos a partir de Riesling.

O clima e o solo da Alsácia

O clima e o solo da Alsácia

Estudo centenário aponta vinho como investimento melhor do que arte

Desde 1900, vinhos raros valorizaram 5,3% ao ano acima da inflação.

Vinhos de alta qualidade representam investimentos melhores que objetos de arte, selos e títulos do governo, aponta uma pesquisa feita pela Cambridge Judge Business School em conjunto com a Vanderbilt University e a HEC Paris. O estudo que remonta a 1900.

Os pesquisadores usaram preços de casas de leilões no Reino Unido e constaram que os vinhos de alta gama, como os Premier Cru Classé de Bordeaux, por exemplo, tiveram uma apreciação de 5,3% ao ano acima da inflação durante todo o período estudado. Esse valor é muito superior aos 2,4% dos objetos de arte e os 2,8% dos selos e também seria acima dos 5,2% de valorização do mercado de ações mundial se não fossem os custos de armazenagem, que baixam os ganhos para 4,1% ao ano.

Premier Cru Classé de Bordeaux

Premier Cru Classé de Bordeaux

Segundo os analistas, algo notável a respeito do vinho é que seu valor pode subir ao mesmo tempo em que a qualidade do líquido cai. Os grandes exemplares maduram bem durante décadas, mas, com o tempo, podem se transformar em vinagre e tornarem-se impróprios para beber. Mas, mesmo assim, seu preço tende a subir.

Para Elroy Dimson, um dos autores do estudo, os vinhos muito antigos se transformam em “vinagres muito charmosos” para os colecionadores. Dimson e seus colegas argumentam que o valor do vinho tem três componentes. O de consumo imediato, os dividendos potenciais na espera por amadurecer e seu valor como um item de colecionador. Isso dá origem a um ciclo de vida “estranho” como é o do vinho velho, em que o valor aumenta impulsionado por seu apelo para o consumidor até que ele atinja a maturidade, então estanca e, em seguida, sobe novamente para um patamar final, em que apesar de você não poder beber, a raridade da garrafa faz com que ela se valorize.

Com o tempo, os preços dos vinhos também aumentam com o crescimento da riqueza. Quanto mais as pessoas podem pagar pelos vinhos de qualidade, mais o custo sobe. Portanto, o vinho tem uma correlação com os mercados de ações.

Cru Classé de Bordeaux

Cru Classé de Bordeaux

Vinho Château Haut Gravet A.O.C Saint Émilion, 2008

País França
Propriedade da Vinícola 10 Hectares
Volume 750ml
Tipo Tinto
Safra 2008
Sub-Região Cru Classé de Saint Émilion
Uva 70% Merlot, 20% Cabernet Franc e 10% Cabernet Sauvignon.
Teor Alcoólico 13%
Tipo de Uva Tinta Assemblage
Amadurecimento 20 meses em barrica de carvalho francês de primeiro uso.
Vinho Château Haut Gravet A.O.C Saint Émilion, 2008

Vinho Château Haut Gravet A.O.C Saint Émilion, 2008

 

Visual Vermelho rubi intenso, com bordas alaranjadas.
Olfativo Tem toda a sutileza dos vinhos de Saint Emilion. Este Grand Cru resume toda a elegância e fineza que este único terroir pode entregar. Muito complexo na forma de mostrar seus aromas, tudo em equilíbrio, com tons a cedro, a couro, a caixa de charutos e uma fruta madura, produto de uma safra excelente para este produtor, assim como também para a maioria dos Château’s nesta região.
Gustativo Sempre mantendo a fineza, mostra taninos de deliciosa textura macia em um corpo suave e balanceado. A acidez está perfeitamente equilibrada em um vinho feminino, sensual e sedutor, que já pode ser desfrutado em plenitude. Muito recomendável.
Dica de Harmonização Ravióli de queijo fontina, parmesão e trufa negra fresca.
Tortelli de batata e cebola caramelizada, trufas negras e lascas de parmesão.
Côte de boeuf é servido com o melhor molho bernaise.
Magret de canard ao molho de jabuticaba e purê de batata com tomilho.
Faisão assado ao forno com trufas negras.
Escalope de lagosta com creme de cassis e perfume de trufas brancas à Perigord.
Temperatura de Serviço 17°
Potencial de Guarda 12 anos
Nome da Vinícola Château Haut Gravet
Enólogo Responsável Michel Rolland
Pontuação Winechef

Vinho Château Haut Gravet A.O.C Saint Émilion, 2008 - 92 pontos Winechef

Vinho Château Haut Gravet A.O.C Saint Émilion, 2008 – 92 pontos Winechef

 

Viña Una Hectárea Balance 2008

Balance da vinícola Una Hectárea é um tinto a base de Cabernet Sauvignon, com um leve aporte de Cabernet Franc e uma pisca de Syrah.

As uvas que deram vida a este vinho provem de vinhedos localizados no pé de monte da Cordilheira dos Andes, no no Alto Maipo, mais especificamente de Chada. Muito perto desse vilarejo, estão vários dos melhores terroirs dessa região, destacando entra as mais importantes as vinícolas Perez Cruz, Santa Rita, Antiyal, entra outras.

Balance pertencesse a mesma vinícola que produz o já prestigiosos e afamados Una Hectárea Amir, Una Hectárea Sultan e Una Hectárea Puro Instinto.

O responsável pela elaboração desses vinhos foi o enólogo chileno Felipe Garcia, quem tem na sua autoria junto com a sua esposa Constanza Scwhaderer alguns outros grande tintos chilenos, também de reconhecimento mundial, tais como: Garcia Scwhaderer Facundo, Garcia Scwhaderer Marina, Garcia Scwhaderer Sofia e um Carignan que teve a máxima pontuação de todos os existentes nesse pais para o crítico Robert Parker.

Viña Una Hectárea Balance 2008. Um autêntico vinho de Autor chileno

Viña Una Hectárea Balance 2008.

 

Tipo Tinto
Safra 2008
Volume 750ml
Pontuação Winechef 

Viña Una Hectárea Balance 2008 - 91 pontos Winechef

Viña Una Hectárea Balance 2008 – 91 pontos Winechef

País Chile
Região Maipo Alto
Sub-Região Chada
Uva 90% Cabernet Sauvignon, 8% Cabernet Franc e 2% Syrah
Teor Alcoólico 14,8%
Tipo de Uva Tinta Cabernet Sauvignon
Amadurecimento 14 meses em barrica de 1° uso, (toneleria taransaud)
Visual Coloração vermelho rubi profundo com bordas alaranjadas.
Olfativo No nariz é intenso, muito sedutor e com uma boa dose de complexidade, desenvolvendo aromas que lembram frutas vermelhas como groselha, framboesa, cereja vermelha, mas com notas florais misturadas com cassis – tudo remarcado em um fundo fresco que lembram zimbro e eucalipto e já começando e entregar aromas terciários produto da evolução do vinho na garrafa.
Gustativo É oleosamente “texturizado” no palato, com doçura extraordinária e glicerina, devido a uma perfeita madures de taninos, os que se advertem suaves e delicados. Um final de boca viscoso, em várias camadas de sabores. É um Cabernet (Sauvignon e Franc) com grandes qualidades, muita tipicidade e uma excelente relação custo/benefício.
Dica de Harmonização Pernas de coelho ao vinho.
Côte de boeuf grillé.
Javali ao molho de frutas vermelhas e purê de batatas.
Cordeiro em crosta de cogumelos selvagens.
Lombo de porco desossado envolto na sua própria gordura.
Pato assado com molho de ameixa.
Massas com molhos condimentados e queijos maduros.
Escalopes de pato grelhados.
Lombo em crosta de azeitona.
Costelinhas de porco fritas.
Tipo de Comida Carnes vermelhas e carnes de caça maior
Importador  Terramatter Impotadora
Temperatura de Serviço 16º
Potencial de Guarda 8 anos desde sua colheita
Nome da Vinícola Una Hectárea
Ano de Fundação da Vinícola 2008
Produções Limitadas Vinhos de Autor
Enólogo Responsável Felipe Garcia
Proprietário Marcio Moualla

 

O vinho de Lula

O negócio de leilão de vinhos raros e caros, os chamados vinhos “blue chip”, está cada vez mais forte.

Só a Sotheby’s, considerada a maior no segmento, vendeu US$ 57,9 milhões (cerca de R$ 138 milhões) em leilões no ano passado.

Segundo o ranking da Sotheby’s de 2013, o Domaine de la Romanée-Conti — aquele que o Lula tomou para comemorar a vitória em 2002 — ficou no topo da lista dos dez mais vendidos, seguido de Lafite e Petrus.

Uma garrafa de 1,5 litro de Romanée-Conti, de 2009, pode chegar a R$ 89 mil numa loja de vinhos no Rio.

E mais…

O mais lance mais alto do ano foi de 167 mil dólares num lote de Château Petrus à Pomerol, de 1961, no leilão em Londres.

O vinho de Lula

O vinho de Lula

Garrafas de ouro ganham destaque na indústria do vinho

A vinícola Rollan de By, em Médoc, lançou uma coleção de cinco vinhos com garrafas gravadas a ouro

A vinícola Rollan de By, em Médoc na região de Bordeaux, lançou sua mais nova coleção de vinhos com garrafas gravadas a ouro, seguindo o exemplo de dois outros Châteaus na região, o Mouton Rothschild e o Angélus.

A coleção, chamada de Or, conta com safras de 2010 e busca mostrar as variedades do “terroir” dentro da região e, além disso, traz cinco vinhos diferentes: o Rolan de By, o Tour Seran, o Greysac, o Haul Condissons e o La Rose de By.

O ouro está gravado no vidro preto das garrafas, e cada um dos cinco desenhos se inspira no próprio nome do vinho. A vinícola quer que os vinhos sejam objetos colecionáveis.

O Pauillac da Mouton Rothschild começou a tendência das garrafas de ouro em 2002, depois veio o Château Angélus lançando o seu grand vin no começo do ano. Cada um dos vinhos da coleção Or está sendo vendido por €199 (R$ 800).

Garrafas de ouro ganham destaque na indústria do vinho

Garrafas de ouro ganham destaque na indústria do vinho

 

 

Os 10 vinhos mais caros do mundo

Vinhos da Borgonha dominam a lista, mas Romanée-Conti não é o primeiro

Um dos mais populares sites de busca de vinho nos Estados Unidos, Winesearcher.com revelou uma lista com os 10 vinhos mais caros por ele catalogado. A lista foi feita baseada apenas em garrafas de 750 ml e na média de preço delas em cada lugar registrado, sem distinção de safra ou de preços em leilões, também retirando da equação valores extremos (muito altos e muito baixos).

O resultado mostra a força da Borgonha, que angariou oito das 10 primeiras posições. Aliás, no top 50, os borgonheses somam 37 vinhos. A disparidade entre tintos e brancos contudo é menor, com os tintos liderando na margem de seis para quatro. E para quem acha que Romanée-Conti certamente estaria no topo da lista, uma surpresa.

 Veja a lista Os 10 vinhos mais caros do mundo, segundo Winesearcher.com

 

Os 10 vinhos mais caros do mundo

Os 10 vinhos mais caros do mundo

 

10- Henri Jayer Vosne-Romanee

Preço médio: US$ 4.089 – máximo: US$ 9.611

9- Domaine Leroy Musigny Grand Cru

Preço médio: US$ 4.490 – máximo: US$ 33.621

8- Domaine Georges & Christophe Roumier Musigny Grand Cru

Preço médio: US$ 4.594 – máximo: US$ 15.972

7- Domaine de la Romanée-Conti Montrachet Grand Cru

Preço médio: US$ 4.682 – máximo: US$ 13.697

6- Joh. Jos. Prüm Riesling Wehlener Sonnenuhr Trockenbeerenauslese

Preço médio: $5,308 – máximo: US$11,537

5- Domaine Leflaive Montrachet Grand Cru

Preço médio: US$ 5.770 – máximo: US$ 11.476

4- Henri Jayer Cros Parantoux, Vosne-Romanée Premier Cru

Preço médio: US$ 6.376 – máximo: US$ 19.515

3- Egon Müller-Scharzhof Scharzhofberger Riesling Trockenbeerenauslese

Preço médio: US$ 6.478 – máximo: US$ 14.041

2- Domaine de la Romanée-Conti, Romaneée-Conti Grand Cru

Preço médio: US$ 12.738 – máximo: US$ 54.394

1- Henri Jayer Richebourg Grand Cru

Preço médio: US$ 16.325 – máximo: US$ 26.443

 

Veja esta degustaçao de vinhos de Winechef que inclui vinhos similares:

Degustação Grandes Terroirs da França

 

Vinho Casas Del Bosque Cabernet Sauvignon Gran Reserva, 2013

País Chile
Volume 750ml
Tipo Tinto
Safra 2013
Uva 100% Cabernet Sauvignon
Teor Alcoólico 14%
Região Vale do Maipo
Amadurecimento 14 Meses em Barricas de Carvalho Frances
Vinho Casas Del Bosque Cabernet Sauvignon Gran Reserva, 2013

Vinho Casas Del Bosque Cabernet Sauvignon Gran Reserva, 2013

 

Visual Violácea intensa muito profunda
Olfativo É muito intenso, começando a mostrar as caraterísticas entregues pela guarda em madeiras de roble. Há claras notas a cedro, regaliz, baunilha e outros tons cálidos e defumados também provenientes da madeira, mas, com uma fruta de fundo igualmente intensa, lembrando muito os bons vinhos do Maipo Alto. É um nariz extremamente complexo que está começando a entregar seus elementos e que certamente continuará melhorando na garrafa por muitos anos ou talvez por décadas.
Gustativo Na boca tem toda a força de um Cabernet Sauvignon. Com uma estrutura de taninos muito compactos, ainda bastante firmes e sólidos, que vão precisar alguns anos para se amaciar e permitir que o vinho consiga atingir seu melhor momento. É um vinho que tem muita força, concentrado, fresco e com uma importante quantidade de elementos aportados pela madeira. Poderíamos desfrutar dele hoje, porque já e maravilhoso e delicioso, mas podemos guardar porque tem matéria prima para aguentar muitos anos.
Dica de Harmonização Carré de cordeiro em crosta de azeitona.
Vitela braseada ao molho de vinho tinto com purê de mandioquinha.
Civet de veado com ervas aromáticas e tomate maduro.
Costela de javali com risoto de funghi.
Temperatura de Serviço 16ºC
Potencial de Guarda 12 anos
Nome da Vinícola Casas Del Bosque
Pontuação

Vinho Casas Del Bosque Cabernet Sauvignon Gran Reserva, 2013 - 93 pontos Winechef

Vinho Casas Del Bosque Cabernet Sauvignon Gran Reserva, 2013 – 93 pontos Winechef