Descubra qual é o melhor azeite extra virgem e quais têm indícios de fraude

 

Testamos 19 marcas de azeites extravirgens e constatamos que, 7 são virgens e 4 têm indícios de fraude contra o consumidor, já que pelos padrões da lei, não podem ser considerados azeites.

Se você costuma optar pelos azeites extravirgens por acreditar que eles sejam mais puros, saborosos e saudáveis, é melhor tomar cuidado, pois você pode estar sendo enganado.

Das marcas de azeites que testamos, boa parte dos que se dizem “extravirgens”, na verdade, não passa de “virgens” e alguns são até “lampantes”.

Verificamos se havia produtos adulterados, ou seja, comercializados fora das especificações estabelecidas por lei. E, também que preço e renome nem sempre são sinônimos de maior qualidade. O melhor do teste foi, de fato, o que custa mais caro entre os testados. Porém, nossa avaliação mostra que há outros produtos de boa qualidade que custam bem menos.

Fizemos a análise sensorial em laboratório reconhecido pelo Conselho Oleico Internacional (COI). Eles avaliaram a qualidade das amostras quanto ao aroma, à textura e ao sabor de acordo com parâmetros técnicos. Segundo a legislação, em azeites extravirgens não podem ser encontrados defeitos na análise sensorial.

Qual é o melhor azeite extra virgem ?

Qual é o melhor azeite extra virgem ?

Analisamos diversos parâmetros físico-químicos para detectar possíveis fraudes:

Presença de óleos refinados;

Adição de óleos obtidos por extração com solventes;

Adição e identificação de outros óleos e gorduras;

Adição de outras gorduras vegetais;

Na análise sensorial, apenas oito marcas tinham qualidade de azeite extravirgem de acordo com os especialistas. Entre as outras, sete alcançaram defeitos que, pela legislação, as caracterizavam como azeites virgens. São elas: 

Borges.

Carbonell.

Beirão.

Gallo.

La Espanhola.

Pramesa.

Serrata.

 

As quatro marcas com problemas de fraude foram também consideradas, pela análise sensorial, como azeites lampantes. São elas:

Tradição.

Quinta da Aldeia.

Figueira da Foz .

Vila Real.

 

Fonte: Proteste.org.br

“Cake Boss” estreia na Record em agosto

 

Dono de alguns dos reality shows mais vistos na TV paga, nos canais Discovery, o chef e “boleiro” Buddy Valastro, conhecido como Cake Boss, estreia seu programa na Record em agosto.

“The Cake Show”, nome do programa, vai integrar a nova linha de shows diária na Record, que irá ao ar todos os dias por volta das 22h30.

Ainda não está fechado em qual dia da semana o “The Cake Show” deve ficar (terças e quintas ainda estão vagas).

Na Record, o programa vai ser em português. De origem italiana, morador de New Jersey, EUA, Valastro já está tendo aulas.

A partir de agosto, as segundas-feiras da Record terão a recém-contratada Xuxa; às quartas continua o programa de Gugu, que vem registrando ótimo ibope. As sextas devem ficar para Sabrina Sato.

Há dúvidas se Marcos Mion será remanejado também para os dias úteis ou se o seu “Legendários” continua aos sábados, antecipado também para 22h30.

No ano passado, Buddy Valastro esteve no Brasil em evento promovido pelo Grupo Discovery e causou um verdadeiro nó no trânsito da cidade, em pleno domingo.

Cake Boss estreia na Record em agosto

Cake Boss estreia na Record em agosto

Consumir de vinho aumenta a qualidade do esperma

 

Estudos de cientistas poloneses constataram que homens que consomem vinho diariamente e de forma moderada tem esperma mais forte

O papel do estilo de vida a dotado pelas pessoas e sua influência na saúde reprodutiva humana é uma área de debate na literatura científica. Agora, um novo estudo publicado na última edição da Systems Biology in Reproductive Medicine promete suscitar ainda mais polêmica.

Uma equipe de pesquisadores do Nofer Institute of Occupational Medicine em Lodz, Polônia, descobriu que os homens que bebem vinho até três vezes por semana produziram um esperma mais forte do que os que não consumiam. Tal conclusão contradiz pesquisas recentes feitas no Reino Unido, que descobriram que determinadas escolhas de estilo de vida, como consumo de álcool e tabaco, não alteravam a saúde do esperma.

No estudo polonês, foi constatado que homens que consomem vinho diariamente e de forma moderada tem um esperma mais forte, com “caudas” mais poderosas. Ou seja, esses espermatozoides são potencialmente melhores nadadores, o que aumenta as chances de fertilização. Ainda de acordo com a pesquisa, ter mais momentos de lazer, consumir café fraco e usar cuecas samba-canção também melhoram o vigor reprodutivo do homem.

A pesquisa, contudo, mostrou que utilizar o telefone celular por mais de 10 anos pode prejudicar a saúde do esperma. “Os resultados sugerem que os fatores de estilo de vida podem, sim, afetar a qualidade do esperma”, afirmam os pesquisadores.

Consumo de vinho aumenta a qualidade do esperma

Consumo de vinho aumenta a qualidade do esperma

Austrália julga derramamento proposital de vinho

 

Produtor acusa enólogo de drenar criminosamente 25 mil litros de Chardonnay; o suposto sabotador é filho dos fundadores da adega

Trevor Jones, 57 anos, está enfrentando acusações de invasão criminosa e danos materiais na Wines Kellermeister, em Lyndoch, no sul da Austrália. Ele é acusado de abrir quatro torneiras de tanques de Chardonnay 2011.

O curioso é que a adega foi fundada em 1976 por Ralph e Val Jones, pais do suposto sabotador, e vendida para Mark Pearce em 2012. Trevor Jones chegou a trabalhar na Wines Kellermeister, mas deixou a adega dos pais em 2010 para iniciar a produtora de vinhos Trevor Jones Fine Wines, também em Lyndoch.

O atual dono da adega, Mark Peace, disse que teve sorte, pois os derramamentos não causaram grandes prejuízos. “Nenhum dos vinhos tinto ou Shiraz que fazem nossa fama foram impactados… Poderia ter sido muito pior”, disse o executivo. “Foram apenas alguns velhos Chardonnays vintage. Os tintos premium estão a salvo”. O julgamento deve acontecer em junho próximo, na Adelaide Magistrates Court.

Austrália julga derramamento proposital de vinho

Austrália julga derramamento proposital de vinho

Chile: A terra prometida da Malbec

 
Uma grande parte dos apaixonados por vinhos gostam da concentração e da majestosa potência e profundidade que os Malbec´s oferecem. E como não gostar?

Depois de algum tempo, ou talvez até alguns anos de experiência, quando nosso paladar começa a se aguçar, entendemos que os vinhos que mais nos entregam prazer são aqueles que têm de tudo: muita cor, que são ricos e complexos aromaticamente, e que na boca são concentrados e cheios de sabores e matizes.

Os Malbec’s têm essa graça. Produzem vinhos de muita complexidade, da cabeça aos pés, de grandes virtudes que deleitam nossos sentidos,  e o que é ainda mais importante: de altíssimos níveis de qualidade. Sem dúvida, a Argentina tem feito um trabalho extraordinário na última década com esta uva, não só do ponto de vista qualitativo, mas também pelo grande sucesso que tem conseguido ao posicionar esta uva entre as melhores do mundo.

De forma silenciosa, o Chile, há mais de duas décadas, tem trabalhado esta variedade com um sucesso notável, mas pela grande associação que existe entre uva/país, ou seja, Malbec/Argentina, os exemplares chilenos têm passado quase desapercebidos.

Se tentarmos comparar os Malbec’s destes dois países (os de bons níveis de qualidade), eles se diferenciam em termos generais no estilo. Enquanto os Malbec’s argentinos são extremamente maduros e densos, os chilenos têm um estilo mais fresco e elegante. Isto se explica de maneira simples, devido às condições climáticas diferenciadoras entre ambas as regiões produtoras. Mendonça é muito mais cálida que o Vale Central no Chile, isto explica por que as uvas “Malbec mendocinas” conseguem uma concentração de açúcar maior que as chilenas, o que, no final, se transforma em um potencial alcoólico maior.

Mas agora, pensando que os consumidores do mundo todo estão cada vez mais preferindo vinhos de estilos mais frutados, com menor graduação de álcool, parece que o Chile vai ter uma grande oportunidade – e não só com os Malbec’s, mas também com as outras uvas tintas.

No caso da Argentina, a resposta a esta demanda foi procurar altitude plantando novos vinhedos em áreas que antes não tinham sido exploradas, já que, como sabemos, a medida que subimos o pé de monte da Cordilheira dos Andes, o clima vai ficando mais fresco, obtendo uma maturação mais equilibrada, onde a acidez consegue ficar até o último momento (hora da colheita da uva), e isso significa que terá uma uva de maior qualidade e que, finalmente, irá resultar em vinhos menos alcoólicos, mais elegantes e frescos.

No caso do Chile, os resultados dos vinhedos que estão influenciados pela costa do Pacífico são realmente interessantes, e o melhor exemplo disso é o extraordinário Malbec da vinícola Loma Larga, que consegue expressar de maneira clara esta ideia de vinhos tintos de climas frescos, onde, além da grande concentração e potência, se consegue sempre manter uma frescura, o que também está relacionado com o potencial de guarda destes vinhos. Até onde se conhece é excelente, podendo-se manter e melhorar por mais de uma década.

Quem alguma vez provou este vinho (e os outros tintos desta vinícola) sabe do que estou falando. E os que ainda não tiveram a possibilidade (e se gostam mesmo desta uva) deem-se a oportunidade, que tenho certeza que não vão se arrepender. Outro Malbec de Chile fantástico é o elaborado pela Perez Cruz, mas tenha cuidado porque no rótulo diz “Côt”, que é o nome original da uva, que é o utilizado ainda na sua terra natal Cahors.

Chile: A terra prometida da uva Malbec

Chile: A terra prometida da uva Malbec

Vinhos mais intensos ganham adeptos

 

Levantamento de site especializado no comércio eletrônico mostra que maior teor alcoólico e sabor forte conquistaram consumidores nos últimos sete anos

Uma pesquisa feita pelo site de compras de vinhos “Wine Retailer” indica que o paladar de seus consumidores mudou nos últimos sete anos. As descobertas do levantamento foram baseadas nos compradores da distribuidora “Naked Wines”, que tiveram seus gostos analisados a partir de 2007.

O diretor da distribuidora, Eamon Fitzgerald, diz que as pessoas atualmente preferem vinhos com sabor mais intenso, com maior teor alcoólico, comparando-se com o gosto de décadas atrás.

Ray’O Connor, também diretor da Naked Wines, acredita que o impacto da viticultura e da produção de vinhos modernos podem ter contribuído para o resultado, sobretudo diante da elevação das taxas de açúcar na produção e o consequente aumento do teor alcoólico da bebida. “O aumento moderado de temperatura média em algumas regiões também pode ter contribuído para essa mudança, já que pede um sabor mais intenso, utilizando frutas mais maduras, que é exatamente o que as pessoas estão buscando”.

Vinhos mais intensos ganham adeptos

Vinhos mais intensos ganham adeptos

Vinícolas da União Europeia podem expandir sua produção

 

UE autoriza seus membros a aumentar áreas vitícolas até 1 % ao ano a partir de 2016

A União Europeia (UE) vem perdendo participação no mercado mundial dos vinhos, apesar do aumento contínuo do volume de suas exportações desde 2008. Um estudo sobre o estado do setor vinícola, que acaba de ser publicado pela Comissão Europeia, mostrou que a UE continuará aumentando suas exportações enquanto a demanda europeia diminuirá.

O comissário de agricultura e desenvolvimento da UE, Phil Hogan, criou o sistema de 1% de crescimento, que, segundo ele, “promoverá flexibilidade para que o setor de vinhos europeus expanda gradualmente a produção, acompanhando a demanda global”. Hogan pondera, no entanto, que membros terão uma série de regras para cumprir. “Para evitar eventuais riscos sociais e ambientais nas áreas de produção de vinho específicas”.

Essas regras permitem aos países que fazem parte da UE aplicar limites de plantio específicos a nível regional. Desde 2008, membros como França, Itália, Espanha e Portugal só recebem autorização para plantar vinhas novas se deixam de cultivar suas uvas em uma área equivalente ao terreno expandido, mantendo sempre as mesmas medidas do campo de produção. Essa regra será desfeita quando o novo sistema for introduzido em janeiro de 2016.

Vinícolas da União Europeia podem expandir sua produção

Vinícolas da União Europeia podem expandir sua produção

Vinho Feteasca Neagra, um tesouro desconhecido da Romênia

 

O vinho Feteasca Neagra da Rômenia é fantástico

Todos nós sabemos que no Brasil os vinhos que tem maior sucesso entre os consumidores são os chilenos e argentinos, e isto é fácil de entender. São países muito próximos desde diferentes pontos de vista. Além disso, o estilo maduro e moderno e a inegável relação de preço e qualidade que os vinhos desses países oferecem são os segredos do sucesso e da preferência dos brasileiros.

Mas chega uma hora que queremos experimentar o diferente, algo para sair da “rotina”, e é ai que aparecem os vinhos europeus.

Porém o objetivo desta matéria não é falar sobre os vinhos do Velho Mundo (França, Itália, Espanha, ect..), e sim compartilhar com vocês um vinho de uma origem tão diferente quanto interessante. É um vinho da Romênia, sei que há muito poucos vinhos deste país no Brasil, então imagino que a grande maioria dos brasileiros não conhece um vinho dessa uva.

Procurei informação sobre a uva Feteasca Neagara, e não encontrei quase nada na internet, mas o pouco que encontrei deu para entender que se trata de uma uva pre-filoxerica, autóctone da Romênia, que está alcançando níveis interessantes de muita qualidade. Na Romênia ela acostuma ser vinificada como vinho seco, meio seco e até doce.

Deixo abaixo uma dica deste vinho que chegou esses dias na Buywine. Ele é tão delicioso quanto diferente:

Feteasca Neagra Private Reserve 2013

Feteasca Neagra Private Reserve 2013

 Ficha Técnica vinho Feteasca Neagra Private Reserva 2013. Bulgaria.

Tipo Tinto
Safra 2013
Volume 750ml
Pontuação Winechef

Winechef 92 Pontos

Winechef 92 Pontos

País Roménia
Uva 100% Feteasca Neagra
Teor Alcoólico 13%
Tipo de Uva Tinta Feteasca Neagra
Visual Impressionante cor cereja, com tons violáceos que evidenciam juventude.
Olfativo A fruta se mostra sem timidez, num estilo exuberante e generoso, começando com intensas notas frutais, que lembram baias silvestres, tipo groselhas e casis, as que logo dão passo as suaves notas a especiarias exóticas, canela, baunilha e cedro, aportadas pela guarda em madeira. É um nariz muito agradável e particularmente diferente, que com a oxigenação do vinho na taça só vá ficando cada vez encantador e mais sedutor.
Gustativo Na boca é ainda mais surpreendente, entrando no paladar com uma doçura de fruta fascinante e uma acidez vibrante e viva, que refresca e entrega a mineralidade num vinho de taninos já maduros, de um corpo delicadamente texturizado e com essa caraterística de frescura que encanta, que refresca e aprofunda a sensação de prazer. Ele é tão especial que é impossível não beber a garrafa toda, em resumo é um vinho extraordinário, diferente, pronto para beber, obrigatório para aqueles que gostam de descobrir novos horizontes sensoriais. Altamente recomendável.
Dica de Harmonização Carpaccio de vitela.
Tagliatelli de ervas com medalhão de mignon ao molho de Gorgonzola.
Gnocchi de batata doce ao molho pomodoro.
Medalhão de filé mignon e capeletti aos quatro queijos.
Lombo assado com alho e alecrim, com batata recheada com cream cheese philadephia.
Medalhão de mignon, em crosta de ervas aromáticas ao molho de vinho tinto.
Temperatura de Serviço 17º C
Potencial de Guarda 10 anos
Nome da Vinícola Cramele Halewood Wines Feteasca Neagra Private Reserve
País de Origem Roménia
Região Dealurile Munteniei

Onde comprar: www.buywine.com.br

 

CEO da Taylor’s Port abandona a tentativa de record no Everest após terremoto no Nepal

 

O time que incluía o chefe da Taylor’s Port, Adrian Bridge e o chef Sat Brains abandonou a tentativa de hospedar o maior jantar no Monte Everest após o devastador terremoto no Nepal.

O time, que está seguro agora, estava na área quando o terremoto começou no sábado, desencadeando avalanches no Everest o que matou mais de 18 pessoas na montanha em si, e suspeita da morte de mais de 3000 no total na tarde de 27 de abril.

Brains, que é chef e proprietário de dois restaurantes “Michelin-star” em Nottingam, tinha sido planejado para preparar o jantar, mas ele já havia saído da expedição devido estar sofrendo de problemas com a altitude elevada. Bridge, CEO do The Fladgate Partnership, dono e casas Port incluindo a de Taylor, Fonseca e Craft, tuitou neste sábado: “Só para deixar todos cientes, eu estou bem no Everest, mais notícias em breve.”. De acordo com o site da expedição, o time tinha saído da base quando o terremoto os atingiu, mas ninguém saiu ferido.

O líder Neil Laughton postou: “Tendo em vista o desenrolar dos trágicos eventos em Kathmandu e no Monte Everest, nós decidimos abandonar nossa tentativa de recorde de Jantar mais alto do mundo e nós estamos retornando para a base.”, “Nossos pensamentos e orações estão com todos os afetados por esse desastre, e nós iremos continuar à levantar fundos para a ação de caridade do Nepal.

O Time tinha planejado bater o recorde mundial por realizar um jantar à .7100m de altura, com Brains criando, preparando e cozinhado a comida.

 CEO da Taylor's Port abandona a tentativa de record no Everest após terremoto no Nepal


CEO da Taylor’s Port abandona a tentativa de record no Everest após terremoto no Nepal