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Quais bebidas alcoólicas são menos calóricas?

Está de dieta? Escolha a melhor opção de drink para não pesar na balança

Se você está de dieta e se sente culpada toda vez que passa do ponto no happy hour, acredite, você não está sozinho. A bebida é sempre um grande problema em uma dieta, afinal, bebemos copo atrás de copo e a recompensa é ótima: nos sentimos alegres e sociáveis. Há, contudo, um porém: as calorias. Uma latinha de cerveja (350ml), por exemplo, tem em média 150 calorias. Quantas você toma em uma noite?

A quantidade de calorias de cada bebida, em geral, é proporcional ao teor alcoólico e a quantidade de carboidratos presente nela. É  interessante saber que cada grama de álcool possui 7kcal, gordura 9kcal, carboidrato e proteína 4kcal.

Visto que, a quantidade de álcool consumida, muitas das vezes é bem alta, o consumo energético acaba se tornando elevado, dificultando a perda de peso e sobrecarregando alguns órgãos como rins e fígado, principalmente. Portanto o seu consumo excessivo não é indicado.

 

Quais bebidas alcoólicas são menos calóricas?

Quais bebidas alcoólicas são menos calóricas?

 

Confira abaixo as calorias de algumas bebidas alcoólicas:

Porção de 100ml

Cerveja – 42kcal
Vinho tinto – 73kcal
Vinho branco – 78kcal
Gim- 226kcal
Vodca – 226kcal
Uísque – 226kcal

 

Congresso Mundial da vinha e o vinho começa este fim de semana no Bento Gonçalves

Decanter Magazine: “Brasil está no centro das atenções”

Referência mundial no setor, revista dedica matéria sobre o Sul vinícola

“2016  tem sido um ano notável no Brasil por razões esportivas, políticas e ambientais óbvias. Mas também será considerado um período histórico para os vinicultores nacionais. Esse é o prefácio de uma longa e elogiosa reportagem da edição de outubro da Decanter Magazine. A publicação britânica, uma das mais prestigiadas do segmento vinícola mundial, apresenta uma reportagem de quatro páginas sobre a produção brasileira de vinhos, não economizando em adjetivos positivos.

O ponto de partida da matéria é o desempenho dos rótulos verde-amarelos no Decanter World WineAward (DWWA) deste ano, no qual as vinícolas brasileiras arremataram três ouros, de um total de 25 condecorações. “Estou surpreso e embevecido pelo crescimento e magnitude do sucesso brasileiro no DWWA deste ano. Enquanto esse vasto e populoso país ainda procura por seus melhores terroirs e um estilo de vinho brasileiro particular, o progresso e o reconhecimento estão vindo consistentes e rapidamente”, declara Paul Medder, o autor da reportagem. Medder atuou por dois anos no Brasil como sommelier do restaurante Aprazível, no Rio de Janeiro, onde recebeu várias premiações pela carta de vinhos. “Um dos poucos restaurantes a apostar nos vinhos locais, em um país onde a maioria dos estabelecimentos ainda privilegia os importados”, observa ele.

 

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A matéria aborda o pioneirismo, a tradição e história da Serra Gaúcha (foto acima) e cita também a região da Serra do Sudeste e Campanha, no Rio Grande do Sul, como novos polos de produção, mais adequados à escala comercial.  A região dos Campos de Cima da Serra é descrita como propícia a vinhos de maior gama qualitativa. Também são citados exemplos do Planalto Catarinense e de São Paulo.  Entre as vocações brasileiras também são citadas o moscato e os moscatéis e os merlots – com frescor, terroso e elegante. Destaque para os espumantes e tintos de médio corpo – mais leves e mais próximos ao estilo europeu do que os demais vinhos de procedência da América do Sul.

Em 2013, quando retornava ao Reino Unido, a convite do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Medder participou de um roteiro para conhecer pessoalmente a produção vinícola brasileira. Em fevereiro, um grupo de três jornalistas da Decanter – entre eles o Master ofWine Peter Richards, responsável dentro da publicação pelos mercados do Chile e Brasil – esteve na Serra Gaúcha em uma ação feita em parceria pela instituição inglesa WSET (Wine & Spirit Education Trust), representada pela escola Enocultura, de São Paulo, e o Ibravin.

“O destaque dado pela Decanter é muito importante para posicionar o Brasil no mercado internacional como um país produtor de vinhos e espumantes de alta qualidade. Isso ajudará no nosso trabalho de promoção no Exterior realizado por meio de ações do Winesof Brasil”, comemora Diego Bertolini, gerente de promoção do Ibravin, referindo-se ao projeto realizado em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), no qual 30 vinícolas fazem parte.

 

Pesquisa confirma: uma cerveja ‘deixa as pessoas mais sociáveis’

Pesquisadores na Suíça confirmaram o que muita gente já desconfiava: beber um copo de cerveja pode deixar as pessoas mais sociáveis.

Os experimentos, feitos pelo hospital da Universidade da Basileia, envolveram 60 pessoas, com um número igual de homens e mulheres consumindo cerveja com álcool e sem álcool.

Depois, os participantes foram submetidos a uma série de testes, incluindo reconhecimento de feições, empatia e excitação sexual.

As pessoas que ingeriram bebida alcoólica demonstraram mais desejo de estar na companhia de outras pessoas, em um ambiente aberto, animado e de conversa. A diferença foi mais perceptível entre as mulheres e as pessoas naturalmente mais inibidas.

A cerveja também fez com que os participantes reconhecessem feições alegres mais facilmente e reforçou sua empatia emocional – particularmente entre as pessoas com baixos níveis iniciais de empatia.

Depois, os pesquisadores mostraram aos participantes imagens de conteúdo sexual explícito.

Os participantes que consumiram cerveja sem álcool classificaram essas imagens como menos agradáveis que fotos de conteúdo neutro. Já as pessoas que consumiram álcool consideraram as fotos como mais agradáveis.

A diferença foi mais marcante entre as mulheres, mas os pesquisadores não notaram necessariamente um maior nível de excitação sexual.

 

Pesquisa confirma: uma cerveja 'deixa as pessoas mais sociáveis'

Pesquisa confirma: uma cerveja ‘deixa as pessoas mais sociáveis’

 

Álcool e emoções

O coordenador da pesquisa, Matthias Liechti, disse que o estudo vem preencher uma lacuna nesse campo do conhecimento.

“Embora muita gente beba cerveja e conheça os seus efeitos por experiência própria, existem surpreendentemente poucos dados científicos sobre os efeitos (do álcool) no processamento de informações emocionais e sociais”, afirmou.

A pesquisa foi detalhada na publicação científica Psychopharmacology e apresentada na Conferência do Congresso Europeu de Neuropsicofarmacologia (ECNP), voltado para pesquisas sobre as doenças que afetam o cérebro.

Para o ex-diretor do comitê científico do ECNP Wim van den Brink, o estudo “confirma a sabedoria tradicional de que o álcool é um lubrificante das relações sociais, e que o uso moderado do álcool deixa a maioria das pessoas mais felizes, mais sociáveis e menos inibidas quando se trata de sexo”.

Para ele, “as diferenças entre os sexos nas conclusões podem ser explicadas ou pela diferença nas concentrações de álcool no sangue de homens e mulheres que ingeriram a mesma quantidade de bebida, diferenças em relação à tolerância devido ao uso anterior de álcool, ou fatores sócio-culturais”.

Van den Brink também apontou que “as emoções relacionadas ao álcool que aparecem nos estudos não são sempre consistentes com os comportamentos na realidade”.

 

Recomendação

O Ministério da Saúde considera como consumo abusivo a ingestão de quatro ou mais doses de álcool para mulheres (em única ocasião, nos últimos 30 dias) ou cinco ou mais doses para homens (em única ocasião, nos últimos 30 dias).

Uma dose corresponde a uma lata de cerveja, uma taça de vinho ou dose de destilado.

Essa referência corresponde à quantidade capaz de produzir concentração de álcool no sangue suficiente para causar alterações neuromotoras.

Porém, fatores como peso corporal, beber de estômago vazio e composição de gordura no corpo podem determinar como cada indivíduo reage às mesmas doses da substância.

Por isso, desde o início da Lei Seca no Brasil, por exemplo, é proibido beber qualquer quantidade de álcool e dirigir.

Alguns países também fazem recomendações para uso semanal e diário de álcool.

No Reino Unido, o conselho é que homens e mulheres limitem sua ingestão de bebidas alcóolicas a menos de dois copos de cerveja ou uma taça de vinho por dia. Essa recomendação leva em conta evidências ligando álcool a alguns tipos de câncer, como câncer de mama.

Alguns especialistas também alertam para os riscos de beber álcool todos os dias, ainda que moderadamente, e recomendam pelo menos dois dias por semana de hiato sem consumo nenhum.

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Fonte: UOL

Exportações de vinhos brasileiros crescem 33% em valor no semestre

Vendas para o Exterior também se ampliaram em volume e preço médio por litro

Com US$ 2,2 milhões exportados em vinhos e espumantes nos primeiros seis meses do ano, o setor vitivinícola brasileiro ampliou em 33,27% o desempenho registrado no mesmo período de 2015.

Em volume, as vendas para o Exterior cresceram 26% com a remessa de 835,5 mil litros. O setor também verificou uma melhora no valor médio por litro, passando de US$ 2,51 para US$ 2,65. Os dados foram apurados pelo Wines of Brasil, projeto realizado pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para promoção no mercado internacional.

Segundo o presidente do Ibravin, Dirceu Scottá, a visibilidade dada ao País por sediar as Olimpíadas contribuiu para fortalecer a imagem dos produtos brasileiros.

O presidente avalia ainda que, além da exposição em função dos jogos, o crédito do resultado obtido na primeira metade do ano se deve a uma soma de fatores, como o ajuste na estratégia de parceria comercial e ações promocionais no mercado norte americano, a retomada nas vendas no Reino Unido após o fim dos estoques acumulados no período pós-Copa do Mundo, e ao amadurecimento na atuação de mercados tradicionais, como o Paraguai, pelas vinícolas exportadoras.

“As vinícolas hoje estão com distribuidores mais alinhados ao perfil de produto brasileiro. Com isso, passaram a ter mais relevância dentro do portfólio que é trabalhado no Exterior”, complementa Scottá.

 

Exportações de vinhos brasileiros crescem 33% em valor no semestre

Exportações de vinhos brasileiros crescem 33% em valor no semestre

 

No primeiro semestre, os vinhos brasileiros foram exportados por 17 vinícolas para 28 países. Entre os mercados-alvo do Wines of Brasil, o destaque foi o Reino Unido, que praticamente triplicou o volume adquirido, passando de 29,7 mil litros para 83,3 mil litros. Nos Estados Unidos, o incremento foi de 23% em volume, saltando de 117,5 mil litros para 144,7 mil litros. Entretanto, em valor, as exportações cresceram 42%, atingindo US$ 444,6 mil. Scottá cita que uma ação promocional com a cadeia de restaurantes Seasons 52, por exemplo, abriu distribuição dos rótulos verde-amarelos em 42 estados americanos.

Para o próximo semestre, tendo em vista os negócios sinalizados pelas vinícolas exportadoras, a tendência é de que o desempenho se mantenha nesse patamar.

“O resultado das exportações ainda é pequeno, mas extremamente importante para a construção de parcerias mais sólidas no mercado internacional e para o posicionamento do Brasil como produtor mundial de vinhos de qualidade”, conclui Scottá.

Saiba mais

O Wines of Brasil é um projeto de promoção comercial dos vinhos, espumantes e suco de uva brasileiro no mercado internacional, realizado pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). O projeto conta atualmente com a participação de 30 vinícolas e tem como mercados-alvo os Estados Unidos, Reino Unido e China.

Exportações de vinhos brasileiros crescem 33% em valor no semestre

Exportações de vinhos brasileiros crescem 33% em valor no semestre

Exportação de vinhos brasileiros:

Período: janeiro a junho 2015/2016

                                                2015               2016                Crescimento %

Em volume (litros)         662.496           835.513                   26,11%

Em valor (US$/FOB)  1.660.524,00      2.213.043,00          33,27%

Preço médio (US$/litro)   2,51                 2,65                        5,58%

Total de países                         27                    28

 

Exportações de vinhos brasileiros crescem 33% em valor no semestre

Exportações de vinhos brasileiros crescem 33% em valor no semestre

 

Ranking dos países compradores em 2016:

                        Volume           Valor US$        US$/L

1º Paraguai               331.303           510.717,00        1,54

2º Estados Unidos   144.751           444.673,00         3,07

3º Reino Unido         83.306             335.416,00         4,03

4º Colômbia              111.590           278.976,00         2,50

5º China                     19.062             89.235,00           4,68

6º Finlândia              15.139             76.951,00            5,08

7º Alemanha             13.355             65.688,00            4,92

8º Canadá                  10.292             56.813,00            5,52

9º Japão                     18.224             55.791,00            3,06

10º Bolívia                 12.338             39.676,00             3,22

 

Fonte: Instituto Brasileiro do  Vinho

Júri de conhecedores elegeu a melhor Pilsen do Brasil

Em degustação às cegas, um júri de conhecedores elegeu a melhor Pilsen do Brasil, entre marcas que são facilmente encontráveis

Quando o assunto é cerveja, as discussões são das mais acaloradas. Todo apreciador tem sua marca favorita e a defende com quase o mesmo fervor e entusiasmo de um torcedor de futebol. Cerveja no Brasil é coisa séria. Foi pensando nisso que, tivemos a ousadia de promover uma grande degustação do tipo mais popular consumido no país, as Pilsen, e eleger as melhores em qualidade.

Para que tudo ocorresse da melhor maneira possível, adotamos alguns critérios. Primeiro, pesquisamos quais eram as marcas mais facilmente encontradas nos supermercados. Feita a seleção, fomos às compras. Respeitando os prazos de validade de cada marca, adquirimos todas as amostras a ser degustadas e, por meio de sorteio definimos a ordem em que seriam apresentadas aos jurados. Apenas duas pessoas de nossa equipe, que, claro, não participaram da prova, sabiam a ordem das garrafas. Foram 21 marcas, que demandaram cerca de 2 horas de degustação.

A grande campeã para nosso júri foi a Heineken, que recebeu as notas mais altas. Vale lembrar que, antes de ser feita a média das avaliações dos jurados, eliminamos o maior e o menor valor aferido a cada marca. Na sequência, até o sexto lugar, temos cervejas que se destacaram e que formam um grupo separado das demais amostras degustadas. Pela ordem, são elas: Eisenbahn Pilsen, Kirin Ichiban, Therezópolis Gold, Saint Bier e Way. Todas apresentaram, além de notas altas, comentários positivos dos degustadores. As demais amostras, como tiveram notas praticamente iguais, com diferenças de décimos, formaram grupos (leia o quadro).

O estilo cervejas Pilsen

As cervejas do tipo Pilsen são as mais consumidas em todo o mundo. Relativamente jovens na história da cerveja no mundo – que conta com relatos de sua existência desde aproximadamente 6000 a.C. –, o estilo surgiu em 1842 na cidade de Pilsen, na República Checa, e rapidamente caiu no gosto do consumidor. Alguns fatores justificam esse sucesso. Até então as cervejas eram mais escuras, turvas e mais complexas. As Pilsen surgem como uma opção mais leve, fácil de beber e com uma bela cor dourada e brilhante.

O Brasil segue a tendência mundial de mercado, tendo-a como a cerveja mais consumida. Porém, especialistas alertam que o que o consumidor bebe como Pilsen no país, na verdade, é uma variação do estilo, diferente do que os guias técnicos mostram e de como a cerveja é oferecida em países tradicionais. As principais diferenças estão no amargor, bem mais baixo nas versões nacionais, e no uso de cereais não maltados, como milho e arroz, em sua fórmula, ao contrário das tradicionais, que usam apenas malte de cevada. Conservantes e estabilizantes também aparecem em algumas versões, o que não acontece nas que seguem a receita original.

O ponto mais polêmico é a temperatura de serviço. No Brasil, a regra do “estupidamente gelada” é levada à risca. Sabe-se que, apesar do clima tropical, essa é uma estratégia apresentada pela indústria para mascarar eventuais defeitos ou até mesmo atributos negativos no sabor, já que o frio inibe a ação de nossas papilas gustativas. Além disso, a maioria das marcas nacionais, como mostrou nossa degustação, são bastante similares entre si.

Umas das questões que mais influenciam na qualidade da cerveja Pilsen servida no copo é seu frescor. Quanto mais perto da data de fabricação, melhor tende a ser a cerveja. Isso porque o estilo é bastante frágil a variações de temperatura, trepidações, luz, entre outros fatores. Portanto, em geral, quanto mais jovens, melhor.

Para nosso tira-teima, as cervejas foram adquiridas na forma que estão disponíveis para o consumidor comum, direto das gôndolas. Todas as amostras compradas estavam dentro da data de validade apontada pelo fabricante, e nenhuma delas com menos de um mês da data final.

Confira a classificação:

 

A melhor cerveja Pilsen do Brasil

 

A melhor cerveja Pilsen do Brasil

A melhor cerveja Pilsen do Brasil

 

A melhor cerveja Pilsen do Brasil: Ótimas e muito boas

 

A melhor cerveja Pilsen do Brasil: Ótimas e muito boas

A melhor cerveja Pilsen do Brasil: Ótimas e muito boas

 

A melhor cerveja Pilsen do Brasil: Boas

 

A melhor cerveja Pilsen do Brasil: Boas

A melhor cerveja Pilsen do Brasil: Boas

 

A melhor cerveja Pilsen do Brasil: Precisam melhorar

 

A melhor cerveja Pilsen do Brasil: Presicam melhorar

A melhor cerveja Pilsen do Brasil: Presicam melhorar

Fonte: Prazeres da Mesa

 

Pinto Bandeira: a primeira Denominação de Origem para espumantes do Novo Mundo

A região vinícola do Rio Grande do Sul pode se tornar a primeira região fora da Europa com a certificação de D.O. de espumantes

Uma espécie de Champagne brasileira está por nascer. Até 2018, Pinto Bandeira, no Rio Grande do Sul, pode ser a única região do Novo Mundo a ter uma certificação de Denominação de Origem para espumantes. Na prática, isso significa um selo de qualidade que diz que a bebida é feita a partir de uma cartilha, como acontece na França.

A D.O. Pinto Bandeira produzirá espumantes pelo método tradicional, com pelo menos 18 meses de maturação, a partir de três cepas – Chardonnay, Pinot Noir e Riesling Itálico – cultivadas em espaldeira (plantio vertical). As normas também determinam o limite máximo de quilos de uvas produzidos por hectare plantado e o máximo de rendimento de vinho por quilo de uva. “Sabemos que teremos de fazer um trabalho intenso para explicar ao público como é importante ter um vinho de uma D.O., porque no Brasil não entende-se muito bem o que elas representam, é tudo muito novo”, diz o presidente da Associação dos Produtores de Pinto Bandeira, Daniel Panizzi.

 

Pinto Bandeira a primeira Denominação de Origem para espumantes do Novo Mundo

Pinto Bandeira a primeira Denominação de Origem para espumantes do Novo Mundo

 

Hoje, o Brasil tem cinco regiões vinícolas com indicação geográfica, certificação concedida pelo INPI e criada para conferir reputação, valor e identidade a um produto. São quatro com a indicação de procedência (IP), que demarca a origem das uvas e da produção, todas no Rio Grande do Sul: Altos Montes, Monte Belo, Pinto Bandeira e Farroupilha, a mais recente da lista. Apenas o Vale dos Vinhedos tem Denominação de Origem no Brasil, o que dá padrões até para a identidade visual de seus vinhos. As regiões da Campanha Gaúcha e do Vale do São Francisco (BA e PE) estão com processos em andamento para conseguir a IP.

Em Pinto Bandeira, são quatro as vinícolas que comandam a campanha pela D.O., Don Giovanni, Aurora, Valmarino e Cave Geisse. E a indicação deve ser restritiva, quem quiser entrar, terá de se adaptar. “Isso promoverá um grau de especialização em determinadas variedades e trará a valorização da qualidade. Prevemos mudanças importantes na forma da produção da região”, diz o diretor da Cave Geisse e envolvido no projeto, Daniel Geisse.

Fonte: Estadão

 

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Cerveja brasileira tem 45% de milho no lugar da cevada, aponta estudo

Entre uma loura gelada e outra, consumidores não sabem que, com o aval da legislação brasileira, a cerveja fabricada pelas grandes indústrias contém 45% de milho em vez de cevada. Por tradição, a bebida é feita com água, malte (produzido com a cevada) e lúpulo, mas os rótulos de grandes marcas trazem o misterioso ingrediente “cereais não maltados” em sua fórmula.

Análises feitas desde 2008 pelo Centro de Energia Nuclear na Agricultura, da Universidade de São Paulo (USP), mostram que o uso do milho é de, em média, 45%, bem próximo do limite máximo estipulado pela legislação de, 50%.

— Sempre detectamos milho nas análises. Isso porque o milho chega a ser 30% mais barato do que a cevada. O problema é que o rótulo não é mais claro, e a legislação permite — diz o coordenador da pesquisa, professor Luiz Antônio Martinelli.

Ele prefere não fazer juízo de valor sobre a qualidade, mas critica a forma como as cervejarias omitem que têm milho ou arroz nas bebidas. Esse último cereal não consegue ser detectado nas análises feitas pela USP que, segundo Martinelli, segue a metodologia usada em todo o mundo.

Cerveja brasileira tem 45% de milho no lugar da cevada, aponta estudo

Cerveja brasileira tem 45% de milho no lugar da cevada, aponta estudo

Em busca de mais sabor, o administrador Eduardo Lopes, de 34 anos, abandonou as cervejas com milho.

— Comecei a conhecer as cervejas e a entender melhor em 2010, e não aguento mais beber cerveja com milho. Quando faço churrasco, compramos a Heineken, que é puro malte, e fica uns R$ 30 mais caro — conta.

A Ambev, dona de Antarctica, Brahma, Bohemia, Caracu, Stella Artois e Skol, preferiu não comentar o estudo. A Heineken Brasil, de rótulos como Kaiser, Xingu, Sol e Bavaria, explica que a utilização de cereais não maltados varia por produto.

— Estes cereais contribuem de maneira muito positiva nas características de leveza e na refrescância das cervejas — justifica o consultor de Tecnologia da empresa, Francisco Braz Iguti, completando que a Heineken produzida no Brasil é puro malte, e segue a mesma fórmula da estrangeira.

Cerveja brasileira tem 45% de milho no lugar da cevada, aponta estudo

Cerveja brasileira tem 45% de milho no lugar da cevada, aponta estudo

Bebedores de cerveja desconhecem formulação

O garçom João Batista, de 33 anos, não sabia que as cervejas brasileiras têm milho, mas não pretende mudar de produto.

— Isso é algo que nunca procurei saber, e não sou de tomar cervejas importadas — afirmou, ao saborear uma cerveja nacional.

Assim como João, o aposentado José Francisco, de 65 anos, não sabia da presença do milho na cerveja, alegando que não dá para distinguir o sabor:

— Não me sinto enganado, e vou continuar bebendo a minha Antarctica.

Para acabar com a falta de informação, a coordenadora da Proteste — Associação de Consumidores, Maria Inês Dolci, alerta que a composição das cervejas deveria ser mais clara nos rótulos.

— A embalagem deveria informar quanto de milho e de cevada há para que o consumidor decida o que vai comprar — acredita.

O Ministério da Agricultura, responsável pela legislação do setor, fez uma consulta pública, em janeiro, para definir os padrões de identidade e qualidade de cerveja, mas, na prática ainda não há previsão de mudanças.

Os sommeliers de cerveja fazem coro para as alterações.

—Todas as cervejas estão de acordo com o limite máximo permitido e, portanto, se existe algo a ser debatido é este limite. A maioria absoluta dos consumidores nem sabe o que é puro malte — explica o sommelier José Raimundo Padilha.

A também sommelier Andrea Calmon lembra que é preciso prestar atenção quando a garrafa diz que a cerveja contém carboidratos, outro indicativo da presença de cereais como o milho.

Para ser considerada premium, uma cerveja deve conter a quantidade máxima de 25% de cereais não maltados — completa Andrea.

Na escolha entre milho e cevada, os nutricionistas dizem que ambos trazem benefícios. A sensação de estar empapuçado estaria relacionada ao processo de fermentação.

— Quanto mais baixa a fermentação, menor será esse efeito. A cevada é extremamente nutritiva, rica em fibras e vitaminas do Complexo B — afirma a nutricionista Mariana Taranto.

 

Cerveja brasileira tem 45% de milho no lugar da cevada, aponta estudo

Cerveja brasileira tem 45% de milho no lugar da cevada, aponta estudo

Fonte: Extra Globo

Empresa oferece vaga para viajar e beber cerveja com bolsa de R$ 48 mil

Ser pago para viajar, comer e beber cerveja.

Se esse é o seu emprego dos sonhos, ele existe e está com inscrições abertas. A World of Beer está recrutando três estagiários para visitar cervejarias do Estados Unidos e do exterior, degustar todos os tipos de cervejas e escrever sobre a aventura em um blog. Tudo isso com uma bolsa-auxílio de 12 mil dólares, cerca de R$ 48 mil, segundo o site “Thrillist”. Além disso, há alimentação e hospedagem incluídos.

A vaga dos sonhos é oferecida pela World of Beer, uma cadeia de bares especializado em cerveja artesanal com sede na Flórida, nos Estados Unidos. As inscrições podem ser feitas por americanos e pessoas de todo o mundo que tenham autorização para trabalhar no país. O prazo vai até dia 26 de março, e para concorrer a vaga há três passos: inscrição no site (aqui); gravação de um vídeo dizendo porque você é a pessoa certa para o trabalho e, ainda, a divulgação do vídeo nas redes sociais.

 

Empresa oferece vaga para viajar e beber cerveja com bolsa de R$ 48 mil

Empresa oferece vaga para viajar e beber cerveja com bolsa de R$ 48 mil

Basicamente, é um estágio para cuidar de mídias sociais com direito a cerveja. “Quer gastar o seu verão viajando pelo país, bebendo cerveja, visitando fabricantes de cerveja e mergulhando na cultura da cerveja? Estamos recrutando três estagiários para pegar a estrada neste verão e procurar a melhor cerveja artesanal e comida que o mundo tem para oferecer. Vamos enviá-lo ao redor do mundo para capturar as melhores histórias de cerveja e documentá-los pelos blogs, vídeo, tirar fotos, Facebook, Tweet, Vines, Periscope ou outra coisa que você acha que seria fantástico para ajudar a contar o conto”, diz a descrição da vaga.

A empresa fará entrevistas com os interessados nos Estados Unidos. Os três estagiários serão contratados em abril, e o trabalho será realizado durante o Verão norte-americano.
Fonte: Globo

 

Primeira fonte pública de cerveja da Europa é aprovada na Eslovênia

Primeira fonte pública de cerveja da Europa é aprovada na Eslovênia

Novidade será instalada em uma pequena vila de um município a 60km da capital do país, Ljubliana

Zalec, na Eslovênia, é a cidade que vai abrigar a primeira fonte pública de cerveja da Europa, segundo informa o Jornal de Notícias, de Portugal.

O município fica a 60km da capital do país, Ljubljana. A construção, discutida desde 2013 e aprovada neste mês, custará 350 mil euros – metade pago pelos cofres públicos, metade por doações particulares.

Apesar de ser uma fonte “pública”, três rodadas de cerveja em uma caneca personalizada devem custar em volta de 7 euros.

Por ser um local com vários campos de lúpulo, planta usada como ingrediente na produção de cerveja, Zalec se tornou uma escolha óbvia para a construção da fonte.

A obra ainda não tem um momento previsto para ser iniciada.

 

Primeira fonte pública de cerveja da Europa é aprovada na Eslovênia

Primeira fonte pública de cerveja da Europa é aprovada na Eslovênia

 

Fonte: Diario de Pernanbuco