Posts

Os 50 melhores restaurantes da América Latina em 2016: confira a lista completa

Lista completa do ranking 50 Best latino-americano

Pela terceira vez consecutiva, o peruano Central é eleito o melhor restaurante da América Latina.

A lista dos 50 melhores restaurantes da região foi anunciada nesta segunda-feira (26), em uma cerimônia na Cidade do México.

O brasileiros estão bem representados no ranking. O D.O.M., de Alex Atala, é o mais bem colocado na lista: subiu do quarto para o terceiro lugar este ano. O Maní, de Helena Rizzo e Daniel Redondo, se manteve na oitava posição. Além deles, outros seis restaurantes nacionais estão na lista, sendo duas novidades: Tuju, de Ivan Ralston, e A Casa do Porco, de Jefferson Rueda.

 

Os 50 melhores restaurantes da América Latina em 2016: confira a lista completa

Os 50 melhores restaurantes da América Latina em 2016: confira a lista completa

 

LISTA COMPLETA
  1. Central, Lima (Peru)
  2. Maido, Lima (Peru)
  3. D.O.M., São Paulo (Brasil)
  4. Boragó, Santiago (Chile)
  5. Pujol, Cidade do México (México)
  6. Quintonil, Cidade do México (México)
  7. Astrid y Gastón, Lima (Peru)
  8. Maní, São Paulo (Brasil)
  9. Tegui, Buenos Aires (Argentina)
  10. Biko, Cidade do México (México)
  11. Sud 777, Cidade do México (México)
  12. La Mar, Lima (Peru)
  13. El Baqueano, Buenos Aires (Argentina)
  14. Gustu, La Paz (Bolívia)
  15. Amaranta, Toluca (México)
  16. Leo Cocina, Bogotá (Colômbia)
  17. Olympe, Rio de Janeiro (Brasil)
  18. Lasai, Rio de Janeiro (Brasil)
  19. Pangea, Monterrey (México)
  20. Ambrosia, Santiago (Chile)
  21. Don Julio, Buenos Aires (Argentina)
  22. 99 Restaurante, Santiago (Chile)
  23. Parador La Huella, José Ignacio (Uruguai)
  24. A Casa do Porco, São Paulo (Brasil)
  25. Roberta Sudbrack, Rio de Janeiro (Brasil)
  26. Aramburu, Buenos Aires (Argentina)
  27. Osso Carnicería y Salumeria, Lima (Peru)
  28. Mocotó, São Paulo (Brasil)
  29. Criterión, Bogotá (Colômbia)
  30. Rafael, Lima (Peru)
  31. Elena, Buenos Aires (Argentina)
  32. Alto, Caracas (Venezuela)
  33. La Cabrera, Buenos Aires (Argentina)
  34. Fiesta, Lima (Peru)
  35. Chila, Buenos Aires (Argentina)
  36. Maito, Cidade do Panamá (Panamá)
  37. Nicos, Cidade do México (México)
  38. Malabar, Lima (Peru)
  39. Corazon de Tierra,, Baja California (México)
  40. Harry Sasson, Bogotá
  41. Isolina, Lima (Peru)
  42. 1884, Mendoza (Argentina)
  43. Osaka, Santigo (Chile)
  44. Remanso do Bosque, Belém (Brasil)
  45. Tuju, São Paulo (Brasil)
  46. La Bourgogne, Punta del Leste (Uruguai)
  47. Tierra Colorada, Assunção (Paraguai)
  48. Dulce Patria, Cidade do México (México)
  49. Andres Carne de Res, Bogotá (Colômbia)
  50. Pura Tierra, Bueno Aires (Argentina)

 

Veja também:

 

 

‘Game of Thrones’ ganha linha de vinhos inspirada na série

‘The Wines of Westeros’ apresenta doze sabores que levam, cada um, o nome de uma casa ou grupo da série

Na série Game of Thrones, o vinho pode ser considerado um personagem do elenco, que causa reviravoltas e até mesmo assassinatos. Sendo assim, nada mais apropriado que uma coleção de vinhos inspirada no seriado para ser compartilhada pelos fãs – sem o risco de morte, claro.

Segundo o site da revista americana Entertainment Weekly, no ano que vem, antes da estreia da quinta temporada da série, será lançado o The Wines of Westeros, composto por doze sabores de vinhos, batizados com os nomes das casas ou facções dos reinos de Westeros.

O sabor das bebidas está relacionado ao temperamento dos personagens das casas. “Os vinhos tintos são associados às casas com pessoas robustas e de personalidade forte”, diz Jane Burlop, assessora do projeto. “Os brancos, por outro lado, são para os personagens mais misteriosos e perceptivos”.

No site oficial da coleção, cada vinho tem uma explicação divertida relacionada ao nome. A família Stark, por exemplo, dá nome ao vinho suave Sauvignon Blanc. “O inverno está chegando. Pegue seus casacos de pele, chame seu lobo gigante e rejeite todos os convites para casamentos”, diz a descrição.

Já a casa The Targaryen é “dona” do vinho tinto Syrah. “Siga a mãe dos dragões entre as chamas e você será liberto das correntes. Servir com o coração cru de um cavalo. Terminar esta garrafa antes que seus dragões apareçam.” O valor das garrafas ainda não foram divulgados. Quem acessar o site, pode deixar seu e-mail para contato e selecionar qual vinho o interessa, para ser avisado da disponibilidade para compra assim que o produto estiver disponível.

‘Game of Thrones’ ganha linha de vinhos inspirada na série

‘Game of Thrones’ ganha linha de vinhos inspirada na série

 

Veja Também:

 

 

 

A uva Pinot Noir: Os vinhos mais elegantes do mundo

Os vinhos da uva Pinot Noir são fascinantes.  Mágicos e extremadamente delicados

A Pinot Noir é considerada a uva mais difícil de cultivar e de difícil adaptação, mas também é considerada como a uva que produz os vinhos mais elegantes do mundo, sem deixar de mencionar que desta uva provém os vinhos com borbulhas mais interessantes do mundo todo, os Champagnes.

Esta uva tem uma grande diferenciação com as outras tintas nobres: ela não pode ser misturada com outras uvas (exceto nos Champagnes) tintas, já que, como a sua maior virtude é sua sutileza, fazendo parte de um blend ficam ocultadas atrás da opulência e potência das outras uvas tintas.

Ela é considerada a uva “branca” dentro das tintas, e, deste ponto de vista, ela sempre está no extremo da macies e é o contraponto da uva Cabernet Sauvignon. Ao servi-la, ela se expressa melhor em baixas temperaturas; e quando se trata de Pinot Noir frutados, varietais (sem madeira) e simples, muitas vezes devem ser servidas à mesma temperatura que alguns vinhos brancos, ou seja, em torno dos 12°C – o que comparada com a Cabernet Sauvignon, que é servida na faixa dos 17°C ou 18°C, é uma diferença muito marcante.

A uva Pinot Noir Os vinhos mais elegantes do mundo

A uva Pinot Noir Os vinhos mais elegantes do mundo

O clima da uva Pinot Noir

Em termos climáticos, a Pinot Noir necessita, obrigatoriamente, de climas frios e secos, já que sua pele é muito fina e é altamente sensível às enfermidades provocadas pela umidade (como, por exemplo, a Botrytis Cinerea), razão pela qual tem sido muito difícil sua adaptação às outras regiões fora de seu berço, que é a maravilhosa Bourgogne.

Quando plantada em climas calorosos, seus vinhos são muito desequilibrados e falhos de acidez e seus aromas e sabores são extremamente maduros, lembrando a marmelada, o que, no caso desta uva, é considerado um fator negativo.

Uma característica importante da uva Pinot Noir é que ela tem uma mínima concentração de antocianinas (pigmento/cor) nas células da sua pele, portanto seus vinhos sempre têm um aspecto visual claro e algumas vezes quase rosado, o que por outro lado ajuda na sua característica e fama de produzir os vinhos mais sedosos e suaves do mundo – isto se deve aos seus taninos de textura muito aveludada, muito delicados.

Vinhos da bourgogne

Vinhos da bourgogne

A uva Pinot Noir fora da Bourgogne

Fora da Bourgogne, a Pinot Noir tem conseguido excelentes resultados nos Estados Unidos, onde Napa e Sonoma (em Califórnia) e Oregon são as regiões que mais se destacam. Em Nova Zelândia podem também se encontrar vinhos elaborados com uva Pinot Noir de altíssimo nível, principalmente os que provêm de Malborough, região vitivinícola localizada na parte norte da ilha do sul.

No caso da América do Sul, o Chile é o país que tem demostrado o maior avanço qualitativo com esta uva, e que tem ganhado grande destaque na última década. Isto principalmente devido à procura de climas mais frescos com influência marítima, o que favorece ao crescimento e à qualidade dos vinhos desta uva. Casablanca, localizada na metade do caminho entre Santiago e Valparaiso, é uma região já consagrada e com mais de uma dezena de produtores que têm tido muito sucesso com esta uva.

Já algo mais perto do oceano pacífico, na região de San António, se encontra alguns dos Pinot Noir de maior qualidade deste país, o que se diferencia por seu caráter extremamente fresco e mineral. A mais recente região localizada a 400 quilômetros ao norte de Santiago, o Vale de Limarí, está também se destacando como um lugar muito interessante para a produção de grandes Pinot Noir.

A Argentina mesmo já tem se destacado com vinhos elaborados com esta uva e, embora que Mendoza seja considerada sua região emblemática já consolidada no mundo e amplamente conhecida pela Malbec, não tenha um clima apropriado para a produção desta uva (que gosta do frio). Os resultados na região do Rio Negro, na Patagônia Argentina, também são muito alentadores.

A uva Pinot Noir no Brasil

No Brasil, os produtores e vinícolas locais também têm manifestado certo interesse por esta variedade, e embora que todos concordem, nas dificuldades e alto custo de investimento em investigações, os resultados obtidos até agora no Rio Grande do Sul e na Serra Catarinense sugerem um futuro promissor.

 

Veja Também:

 

 

Ex Melhor Sommelier do mundo surpreende com declarações sobre Chile e China

Foi durante sua passagem em grandes hotéis suíços que Paolo Basso, eleito o Melhor Sommelier do Mundo em 2013, ficou fascinado pelo mundo do vinho e decidiu expandir seu conhecimento em hotelaria com uma especialização no campo profissional do vinho. Focado neste objetivo, alcançou o diploma de Sommelier Profissional, emitido pela “Association Suisse Sommeliers Professionnels”. Além de sua experiência em hotéis, Paolo Basso, trabalhou por vários anos em restaurantes e na área de vinhos raros e colecionáveis, área onde ele se estabeleceu como especialista.

 

Ao longo de sua carreira, Paolo Basso conquistou diversos títulos, sendo eles:

1997 – Melhores Sommelier da Suíça;

2000 – O segundo melhor Sommelier do mundo;

2004 – O segundo melhor Sommelier da Europa;

2006 – O segundo melhor Sommelier da Europa;

2007 – O segundo melhor Sommelier do mundo;

2008 – O segundo melhor Sommelier da Europa

2010 – O segundo melhor Sommelier do mundo;

2013 – Melhor Sommelier do Mundo 2013.

Ex Melhor Sommelier do mundo surpreende com declarações sobre Chile e China. 2

Em entrevista ao jornal francês La Gruyere, Paolo Basso, expressou opiniões acerca de suas expectativas em relação ao mundo do vinho e seus progressos, que destacamos abaixo em dois conceitos:

Que países poderiam se impor no futuro no mercado mundial do Vinho?

Em termos de qualidade, o vinho chileno poderia tomar esse curso. Até agora o Chile tem se destacado pela produção de vinhos de uma boa relação de preço – qualidade, mas as coisas estão mudando. Os chilenos agora têm uma melhor compreensão dos solos e da terra e, além disso, este país têm a grande avantajem de não ter doenças nas videiras, como a “filoxera” e o “mildiu”. Podemos esperar ver a chegada de uma onda de grandes vinhos Chilenos. Depois temos os Chineses, que me surpreendem cada dia.

 

Você realmente acredita nos vinhos da China?

Sim. A China pode muito bem se impor no extremo inferior da pirâmide, onde estão os vinhos mais baratos. Durante os últimos 10 anos os chineses têm feito vinhos de uma qualidade razoável, mas em pequena escala. Os negócios em conjunto Itália-China, França-China e China-Austrália foram criados desta maneira. Dentro de cinco anos os chineses estarão prontos comercialmente. Eles já têm dominado não só a produção, e vão se ver obrigados a vender seu vinho fora do seu pais. Os Chineses não têm a cultura do vinho e pode ser impensável, para a minha geração, uma evolução deste mercado. Mas sim, acredito que isto chegará para os mais jovens consumidores de vinhos.

Veja Também:

Finalmente um português vai colaborar com o guia de vinhos mais vendido do mundo!

André Ribeirinho, um dos fundadores da plataforma de vinhos Adegga, será o primeiro português a recomendar os vinhos nacionais no Hugh Johnson’s Pocket Wine Book, o guia de vinhos mais vendido do mundo (cerca de 12 milhões de cópias).

Anteriormente, a responsabilidade da seleção dos vinhos portugueses era da escritora e crítica de vinhos britânica Sara Ahmed, que continuará a trabalhar com Portugal, mas noutra vertente.

André Ribeirinho será a partir de agora o responsável pela seleção dos vinhos e produtores portugeses que entram no guia. Nas edições anteriores, Portugal entrava em conjunto com a Espanha, enquanto que agora terá uma secção exclusiva e um maior número de referências.

André Ribeirinho foi considerado, em 2010, a Personalidade do Ano na área do vinho pelo jornal Diário de Notícias ed Portugal, e participa regularmente no painel de jurados do Concurso Mundial de Bruxelas e é co-fundador da #winelover, comunidade com 21 000 membros.

 

Hugh Johnson's Pocket Wine Book

Hugh Johnson’s Pocket Wine Book

 

André Ribeirinho

Viña Marty Love Tinto, 2014

País Chile
Volume 750 ml
Tipo Tinto
Safra 2014
Uva 55% Cabernet Sauvingon, 25% Carménère e 25% Syrah
Teor Alcoólico 13,00%
Amadurecimento 6 meses em barricas de segundo uso
Viña Marty Love Tinto, 2014

Viña Marty Love Tinto, 2014

 

Visual Vermelho rubi com tons violáceos.
Olfativo A proposta desse vinho cativa pela sua pureza e forma na qual expressa seus aromas, em distintas camadas. Inicialmente as notas de framboesas se destacam, deixando suaves nuances balsâmicas tendo como coadjuvantes as especiarias, formando um nariz muito sedutor, maduro e muito moderno, com claras notas a eucapilpus, as que se intensificam com a oxidação do vinho na taça.
Gustativo Continua com um excelente nível também no paladar, com os elementos primários provenientes da uva sempre tendo o controle. Seus taninos, apesar da juventude, são de uma textura sedosa, integrados num corpo médio, que flui com agilidade. Um ótimo blend chileno, muito estilizado, que a pessar de sua simpleza resulta moderno e atrativo.
Dica de Harmonização Medalhão de mignon grelhado em molho de quatro queijo.

Codorna selvagem recheada ao molho de especiarias.

Galinha d’Angola ao forno, arroz basmati ao molho do assado e especiarias.

Carré de cabrito em crosta de ervas.

Ossobuco cozido lentamente em molho de pomodoro e arroz.

Filé grelhado ao molho Dijón sobre torta de baroa crocante.

Temperatura de Serviço 15ºC
Potencial de Guarda 5 anos
Região Vale Central
Pontuação Winechef Winechef 91 Pontos

 

Os melhores vinhos brancos chilenos do ano segundo Descorchados 2016

97 pts. ERRÁZURIZ LAS PIZARRAS CHARDONNAY 2014 ACONCAGUA COSTA
97 pts. CASA SILVA LAGO RANCO S. BLANC 2014 SUR
96 pts. CASA MARIN CIPRESES S. BLANC 2014 SAN ANTONIO
96 pts. CONCHA Y TORO TERRUNYO S. BLANC 2015 CASABLANCA
96 pts. DE MARTINO SINGLE VINEYARD PARCELA 5 S. BLANC 2014 CASABLANCA
96 pts. KALFUSUMPAI S. BLANC 2015 NORTE
96 pts. TABALÍ TALINAY S. BLANC 2015 LIMARI
95 pts. BODEGAS RE EN RE DO 2015 CASABLANCA
95 pts. BODEGAS RE CHARDONNOIR 2014 CASABLANCA
95 pts. DE MARTINO VIEJAS TINAJAS MOSCATEL 2014 ITATA
95 pts. AQUITANIA SOL DE SOL CHARDONNAY 2012 SUR
95 pts. MAYCAS DEL LIMARÍ QUEBRADA SECA CHARDONNAY 2014 LIMARÍ
95 pts. TARA TARA WHITE WINE 1 CHARDONNAY 2014 NORTE
95 pts. AQUITANIA SOL DE SOL S. BLANC 2015 SUR
95 pts. CONO SUR 20 BARRELS S. BLANC 2015 CASABLANCA
95 pts. MATETIC EQ COASTAL S. BLANC 2015 CASABLANCA
95 pts. SANTA RITA FLORESTA S. BLANC 2015 LEYDA
95 pts. UNDURRAGA TH S. BLANC LO ABARCA S. BLANC 2014 SAN ANTONIO
94 pts. WILLIAM FÈVRE CHILE ESPINO GRAN CUVÈE CHARDONNAY 2014 PIRQUE
94 pts. ERRÁZURIZ THE WHITE BLEND 2015 ACONCAGUA
94 pts. SIERRAS DE BELLAVISTA RIESLING 2015 ALTO COLCHAGUA
94 pts. CASAS DEL BOSQUE P. PRODUCCIONES S. BLANC 2015 CASABLANCA
94 pts. LABERINTO CENIZAS DE LABERINTO S. BLANC 2015 MAULE
94 pts. LEYDA LOT 4 SAUV BLANC S. BLANC 2015 LEYDA
94 pts. QUINTAY WINES EXPERIENCE S. BLANC 2015 CASABLANCA
94 pts. TABALÍ RESERVA ESPECIAL S. BLANC 2015 LIMARI
94 pts. VENTOLERA S. BLANC 2015 LEYDA
94 pts. VERAMONTE RITUAL S. BLANC 2015 CASABLANCA

 

Veja os Os melhores vinhos Tintos do ano segundo Descorchados 2016

Os melhores vinhos brancos do ano segundo Descorchados 2016

Os melhores vinhos brancos do ano segundo Descorchados 2016

 

Ano novo dieta nova! Veja dicas para iniciar melhor o ano com uma boa alimentação

 

Ano novo, boa alimentação

As festas de Natal e Réveillon passaram, mas as calorias a mais que ingerimos nesse período permanecem, então nada melhor do que pensarmos em iniciar um ano novo com uma dieta leve e saborosa.

Em pleno verão frutos do mar combinam muito bem com o que queremos: pratos leves e deliciosos. Mas é importante tomarmos alguns cuidados na escolha, no armazenamento e no preparo.

O primeiro deles é nos certificarmos de que o produto que estamos adquirindo está realmente fresco. Algumas dicas nos ajudam bastante. Nesse caso, são elas:

  • Para o camarão, procure adquiri-los com casca e com cabeça, normalmente estão mais frescos nessa condição – pois com o tempo de gelo, como perdem a cabeça e escurecem a casca, são comercializados descascados;
  • Crustáceos devem ter um aspecto geral brilhante e úmido, com corpo em curvatura natural, rígida, artículos firmes e resistentes, carapaça bem aderente ao corpo; coloração própria à espécie, sem qualquer pigmentação estranha, olhos vivos e destacados, cheiro próprio e suave;
  • Quanto aos peixes, dê preferência por adquiri-los ainda inteiros, mas caso compre filetados ou em posta, procure observar se está com um tom amarelado nas extremidades. Esse sinal indica que já está armazenado há muito tempo e sem as suas melhores características.
Ano novo, dieta nova!

Ano novo, dieta nova!

  • Peixes:
    • Superfície do corpo limpa com relativo brilho metálico;
    • Olhos transparentes, brilhantes e salientes ocupando completamente as órbitas;
    • Guelras róseas ou vermelhas, úmidas e brilhantes, com odor natural, próprio e suave;
    • Escamas brilhantes, bem aderentes à pele e nadadeiras apresentando certa resistência aos movimentos provocados;
    • Carne firme, elástica, e de cor própria da espécie;
    • Os mariscos devem ser adquiridos de fornecedores com extrema credibilidade no mercado, pois sem dúvida é o que mais provoca danos a saúde devido a sua fragilidade. Deve-se observar se são produzidos em cativeiro ou de que região estão sendo retirados para se certificar de que estão foram colhidos em áreas não poluídas.
    Mariscos – Moluscos
    • Devem ser expostos à venda vivos, com valvas fechadas e com retenção de água incolor e límpida nas conchas;
    • Cheiro agradável e pronunciado;
    • Carne úmida e bem aderente à concha, de aspecto esponjoso, de cor cinzento-claros nas ostras e amareladas nos mexilhões.
    • Polvo e lula são comercializados congelados e frescos. O processo de congelamento do polvo facilita o seu cozimento, devido as suas fibras estarem mais macias, e, por sua vez, facilita o seu preparo.
    Polvo e Lula
    • Pele lisa e úmida;
    • Olhos vivos, salientes nas órbitas;
    • Carne consistente e elástica;
    • Ausência de qualquer pigmentação estranha à espécie;
    • Cheiro próprio.

    Após o preparo de pratos com frutos do mar, evite armazená-los para posterior reaquecimento, devido aos riscos de sobrevivência de microrganismos que causam doenças.

    A melhor forma de preparar peixes e frutos do mar é grelhar, assar e cozinhar no vapor. Dessa maneira você mantém suas propriedades nutricionais e seus benefícios para a saúde.

    Um erro comum é realizar um cozimento excessivo e perder a umidade natural e saborosa proporcionada pela gordura natural existente nos peixes. Por isso, procure preparar em temperaturas médias e por curto espaço de tempo.

    Ervas como manjericão, manjerona, coentro, louro e cebolinha, bem como especiarias como noz-moscada e cominho, combinam muito bem e dão aquele toque especial à sua receita.

    Compre produtos frescos e de qualidade, abuse dos temperos e da criatividade e comece o ano com novas receitas.

Fonte: Blog Vinhoemprosa

Todo sobre os vinhos de Barossa Valley na Australia

 

Barossa Valley, seus grandes vinhos Shiraz e muito mais

Ao contrário da maior parte das regiões vinícolas da grande ilha, Barossa Valley teve uma origem colonial germânica. A zona mais emblemática dos vinhos australianos privilegiou a casta proveniente do Irão. Nas últimas décadas, vários dos seus rótulos conquistaram o Mundo.

Ao mesmo tempo que os recém-chegados alemães aumentavam de número na Austrália até se tornarem no maior grupo forasteiro com exceção dos ingleses e irlandeses, o principal vale vinícola do território recebia o baptismo do seu primeiro General Surveyor, o Coronel William Light. A intenção original foi dar-lhe o nome da região Andaluz em que o militar tinha participado numa batalha famosa das Guerras Peninsulares de 1811. E a ideia quase se concretizou na perfeição mas deu-se um erro processual. Em vez de Barrossa, é registado Barossa. Assim ficou para sempre.

George Fife Angas, um empreendedor mercante abastado e filantropo, foi também o fundador da colónia pioneira. Angas acedeu ao pedido de um líder luterano dissidente e acolheu um grupo de agricultores e mercadores que tinha fugido da perseguição religiosa ditada pelo rei prussiano Frederico Guilherme II.

Os recém-chegados depressa perceberam que o clima quase Mediterrânico da zona era ideal para o cultivo de diversas frutas, em especial, uvas. Meio século depois, dezenas de adegas produziam já grandes quantidades de “portos”, “sherries”, moscatéis e “tokays”, que a política de Preferência Imperial da Grã-Bretanha tornou populares do outro lado do Mundo.

Em 1929, 25% do vinho australiano provinha de Barossa Valley. Entretanto, a Grande Depressão e a 2a Guerra Mundial anularam a procura. O encerrar do conflito não desvaneceu na totalidade um clima de desconfiança entre os residentes anglófonos e os descendentes de sangue germânico. Foi necessário tempo. Tempo e a realização do primeiro festival de Vintage.

 

Barossa Valley

Barossa Valley

Barossa Valley: A modernização.

Restabelecida a harmonia, passou a haver lugar para a modernização. Colin Gramp chega de Napa Valley onde assimilou novas técnicas de cultivo e produção vinícola. Em 1947, criou o primeiro vinho tinto seco de mesa, desde 1860, um Reserva Especial Claret, em que predominava Shiraz, combinado com algum Cabernet Sauvignon. O autor tornou-se no mentor reconhecido do novo vinho de Barossa.

Uma aposta genuína e concorrencial na inovação e a meteorologia estival vigorosa foram responsáveis pelo enorme desenvolvimento de diversas sub-regiões vinícolas que se seguiu: Gomersal, Williamstown, Lyndoch, Rowland Flat, Barossa Foothills, Vine Vale, Éden Valley, High Eden, Light Pass, Northern Barossa Valley, Greenock, Seppeltsfield e Marananga, em vários casos, tiveram origem nas povoações/paróquias pioneiras da colónia. Anos depois da sua afirmação, a estas, sobrepôs-se o título bem mais abrangente e notório de “Barossa Valley”.

Das cerca de 60 adegas situadas na proximidade umas das outras, destacam-se, pela celebridade que conquistaram, Penfolds Grange, Barossa Shiraz, a Éden Valley Riesling, Two Hands, a Rockfords, Jackob’s Creek, Bethany, Yalumba, Barossa Valley Estate Black.

Degustação Vinhos Chilenos

Barossa Valley: Atmosfera Quase Mediterrânica

O clima da região é, por excelência, continental. No entanto, a abundância de vales e colinas com encostas generosas especialmente visíveis do topo de Mengler Hill, favorece uma série de mesoclimas com temperaturas que oscilam entre o muito quente sobre o solo dos vales a gradualmente mais frescas nas altitudes elevadas das vertentes e nas secções Norte.

Malgrado a fama de região quente, o clima de Barossa Valley é comparável ao da zona semi-litoral rival de Margaret River, na Austrália Ocidental, se bem que com uma variação diurna de temperaturas mais abrangente.

De Outubro a Abril, decorre a época de desenvolvimento das vinhas que recebem cerca de 1710 graus-dia de aquecimento com temperaturas médias no mês crucial de amadurecimento – Janeiro – na ordem dos 21.4ºC. A pluviosidade média, durante o período vegetativo, fica-se pelos 160 mm, e a humidade relativa pelos 39%. De acordo, apesar dos regulamentos criados para controlar o número de furos e a quantidade de água extraída dos lençóis freáticos, a irrigação é frequente, com exceção para as vinhas mais antigas na zona a Oeste do vale que se podem dar ao luxo de a dispensar.

O clima de Barossa Valley

O clima quente de Barossa Valley garante às uvas uma maturação fácil com altos níveis de açúcar e baixos níveis acídicos. O grau alcoólico elevado obriga com frequência os vinicultores a recorrer a práticas equilibradoras como a osmose inversa e o acrescento de água ao mosto.

Tornou-se habitual os produtores da região limitarem o tempo de maceração por forma a encurtarem o período em que o vinho permanece em contato com as cascas. Outro recurso adoptado é maturação do vinho em tonéis de carvalho americano – mais do que o francês – mesmo antes de a fermentação ter terminado.

Por vezes, são necessários taninos suplementares e, quando tudo corre bem, a maceração encurtada dá origem a vinhos suaves e aveludados na boca. Também lhes empresta as notas de anis e aroma de coco ou notas de chocolate e especiarias característicos de Barossa mas igualmente da Austrália.

 

Continua…

Os 5 Sauvignon Blanc “Great Values” do Chile segundo revista inglesa Decanter

 
Na edição de outubro da revista inglesa Decanter e também no site de internet apareceu uma lista com os 5 vinhos com a melhor relação preço qualidade abaixo das f13.

4 dos vinhos da lista foram elaborados com uvas do vale de Casablanca e um com uvas do vale de leyda.

Entre os especialistas que degustaram os vinhos estão Christelle Guibert, diretor de degustação da revista Decanter, o jornalista chileno Patricio Tapia, o brasileiro Dirceu Vianna Jr (MW), Peter Richards MW e Jane Parkinson.

 

os 5 vinhos Sauvignon Blanc ganhadores:

 

Cono Sur, 20 Barrels Sauvignon Blanc, Casablanca, Chile 2013. 90 pontos

Ventolera, Litoral Sauvignon Blanc, Leyda, Chile 2013. 90 pontos

Domaines Barons de Rothschild (Lafite), Los Vascos Sauvignon Blanc, Casablanca, Chile 2014. 90 pontos.

Cono Sur, Reserva Especial Sauvignon Blanc, Casablanca, Chile 2014. 89 pontos.

Quintay, Sauvignon Blanc Grand Reserve, Casablanca, Chile 2014. 86 pontos.

 

5 Grandes vinhos Sauvignon Blanc do Chile segundo revista inglesa Decanter

5 Grandes vinhos Sauvignon Blanc do Chile segundo revista inglesa Decanter

 

Fonte: Decanter