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Ano novo dieta nova! Veja dicas para iniciar melhor o ano com uma boa alimentação

 

Ano novo, boa alimentação

As festas de Natal e Réveillon passaram, mas as calorias a mais que ingerimos nesse período permanecem, então nada melhor do que pensarmos em iniciar um ano novo com uma dieta leve e saborosa.

Em pleno verão frutos do mar combinam muito bem com o que queremos: pratos leves e deliciosos. Mas é importante tomarmos alguns cuidados na escolha, no armazenamento e no preparo.

O primeiro deles é nos certificarmos de que o produto que estamos adquirindo está realmente fresco. Algumas dicas nos ajudam bastante. Nesse caso, são elas:

  • Para o camarão, procure adquiri-los com casca e com cabeça, normalmente estão mais frescos nessa condição – pois com o tempo de gelo, como perdem a cabeça e escurecem a casca, são comercializados descascados;
  • Crustáceos devem ter um aspecto geral brilhante e úmido, com corpo em curvatura natural, rígida, artículos firmes e resistentes, carapaça bem aderente ao corpo; coloração própria à espécie, sem qualquer pigmentação estranha, olhos vivos e destacados, cheiro próprio e suave;
  • Quanto aos peixes, dê preferência por adquiri-los ainda inteiros, mas caso compre filetados ou em posta, procure observar se está com um tom amarelado nas extremidades. Esse sinal indica que já está armazenado há muito tempo e sem as suas melhores características.
Ano novo, dieta nova!

Ano novo, dieta nova!

  • Peixes:
    • Superfície do corpo limpa com relativo brilho metálico;
    • Olhos transparentes, brilhantes e salientes ocupando completamente as órbitas;
    • Guelras róseas ou vermelhas, úmidas e brilhantes, com odor natural, próprio e suave;
    • Escamas brilhantes, bem aderentes à pele e nadadeiras apresentando certa resistência aos movimentos provocados;
    • Carne firme, elástica, e de cor própria da espécie;
    • Os mariscos devem ser adquiridos de fornecedores com extrema credibilidade no mercado, pois sem dúvida é o que mais provoca danos a saúde devido a sua fragilidade. Deve-se observar se são produzidos em cativeiro ou de que região estão sendo retirados para se certificar de que estão foram colhidos em áreas não poluídas.
    Mariscos – Moluscos
    • Devem ser expostos à venda vivos, com valvas fechadas e com retenção de água incolor e límpida nas conchas;
    • Cheiro agradável e pronunciado;
    • Carne úmida e bem aderente à concha, de aspecto esponjoso, de cor cinzento-claros nas ostras e amareladas nos mexilhões.
    • Polvo e lula são comercializados congelados e frescos. O processo de congelamento do polvo facilita o seu cozimento, devido as suas fibras estarem mais macias, e, por sua vez, facilita o seu preparo.
    Polvo e Lula
    • Pele lisa e úmida;
    • Olhos vivos, salientes nas órbitas;
    • Carne consistente e elástica;
    • Ausência de qualquer pigmentação estranha à espécie;
    • Cheiro próprio.

    Após o preparo de pratos com frutos do mar, evite armazená-los para posterior reaquecimento, devido aos riscos de sobrevivência de microrganismos que causam doenças.

    A melhor forma de preparar peixes e frutos do mar é grelhar, assar e cozinhar no vapor. Dessa maneira você mantém suas propriedades nutricionais e seus benefícios para a saúde.

    Um erro comum é realizar um cozimento excessivo e perder a umidade natural e saborosa proporcionada pela gordura natural existente nos peixes. Por isso, procure preparar em temperaturas médias e por curto espaço de tempo.

    Ervas como manjericão, manjerona, coentro, louro e cebolinha, bem como especiarias como noz-moscada e cominho, combinam muito bem e dão aquele toque especial à sua receita.

    Compre produtos frescos e de qualidade, abuse dos temperos e da criatividade e comece o ano com novas receitas.

Fonte: Blog Vinhoemprosa

Todo sobre os vinhos de Barossa Valley na Australia

 

Barossa Valley, seus grandes vinhos Shiraz e muito mais

Ao contrário da maior parte das regiões vinícolas da grande ilha, Barossa Valley teve uma origem colonial germânica. A zona mais emblemática dos vinhos australianos privilegiou a casta proveniente do Irão. Nas últimas décadas, vários dos seus rótulos conquistaram o Mundo.

Ao mesmo tempo que os recém-chegados alemães aumentavam de número na Austrália até se tornarem no maior grupo forasteiro com exceção dos ingleses e irlandeses, o principal vale vinícola do território recebia o baptismo do seu primeiro General Surveyor, o Coronel William Light. A intenção original foi dar-lhe o nome da região Andaluz em que o militar tinha participado numa batalha famosa das Guerras Peninsulares de 1811. E a ideia quase se concretizou na perfeição mas deu-se um erro processual. Em vez de Barrossa, é registado Barossa. Assim ficou para sempre.

George Fife Angas, um empreendedor mercante abastado e filantropo, foi também o fundador da colónia pioneira. Angas acedeu ao pedido de um líder luterano dissidente e acolheu um grupo de agricultores e mercadores que tinha fugido da perseguição religiosa ditada pelo rei prussiano Frederico Guilherme II.

Os recém-chegados depressa perceberam que o clima quase Mediterrânico da zona era ideal para o cultivo de diversas frutas, em especial, uvas. Meio século depois, dezenas de adegas produziam já grandes quantidades de “portos”, “sherries”, moscatéis e “tokays”, que a política de Preferência Imperial da Grã-Bretanha tornou populares do outro lado do Mundo.

Em 1929, 25% do vinho australiano provinha de Barossa Valley. Entretanto, a Grande Depressão e a 2a Guerra Mundial anularam a procura. O encerrar do conflito não desvaneceu na totalidade um clima de desconfiança entre os residentes anglófonos e os descendentes de sangue germânico. Foi necessário tempo. Tempo e a realização do primeiro festival de Vintage.

 

Barossa Valley

Barossa Valley

Barossa Valley: A modernização.

Restabelecida a harmonia, passou a haver lugar para a modernização. Colin Gramp chega de Napa Valley onde assimilou novas técnicas de cultivo e produção vinícola. Em 1947, criou o primeiro vinho tinto seco de mesa, desde 1860, um Reserva Especial Claret, em que predominava Shiraz, combinado com algum Cabernet Sauvignon. O autor tornou-se no mentor reconhecido do novo vinho de Barossa.

Uma aposta genuína e concorrencial na inovação e a meteorologia estival vigorosa foram responsáveis pelo enorme desenvolvimento de diversas sub-regiões vinícolas que se seguiu: Gomersal, Williamstown, Lyndoch, Rowland Flat, Barossa Foothills, Vine Vale, Éden Valley, High Eden, Light Pass, Northern Barossa Valley, Greenock, Seppeltsfield e Marananga, em vários casos, tiveram origem nas povoações/paróquias pioneiras da colónia. Anos depois da sua afirmação, a estas, sobrepôs-se o título bem mais abrangente e notório de “Barossa Valley”.

Das cerca de 60 adegas situadas na proximidade umas das outras, destacam-se, pela celebridade que conquistaram, Penfolds Grange, Barossa Shiraz, a Éden Valley Riesling, Two Hands, a Rockfords, Jackob’s Creek, Bethany, Yalumba, Barossa Valley Estate Black.

Degustação Vinhos Chilenos

Barossa Valley: Atmosfera Quase Mediterrânica

O clima da região é, por excelência, continental. No entanto, a abundância de vales e colinas com encostas generosas especialmente visíveis do topo de Mengler Hill, favorece uma série de mesoclimas com temperaturas que oscilam entre o muito quente sobre o solo dos vales a gradualmente mais frescas nas altitudes elevadas das vertentes e nas secções Norte.

Malgrado a fama de região quente, o clima de Barossa Valley é comparável ao da zona semi-litoral rival de Margaret River, na Austrália Ocidental, se bem que com uma variação diurna de temperaturas mais abrangente.

De Outubro a Abril, decorre a época de desenvolvimento das vinhas que recebem cerca de 1710 graus-dia de aquecimento com temperaturas médias no mês crucial de amadurecimento – Janeiro – na ordem dos 21.4ºC. A pluviosidade média, durante o período vegetativo, fica-se pelos 160 mm, e a humidade relativa pelos 39%. De acordo, apesar dos regulamentos criados para controlar o número de furos e a quantidade de água extraída dos lençóis freáticos, a irrigação é frequente, com exceção para as vinhas mais antigas na zona a Oeste do vale que se podem dar ao luxo de a dispensar.

O clima de Barossa Valley

O clima quente de Barossa Valley garante às uvas uma maturação fácil com altos níveis de açúcar e baixos níveis acídicos. O grau alcoólico elevado obriga com frequência os vinicultores a recorrer a práticas equilibradoras como a osmose inversa e o acrescento de água ao mosto.

Tornou-se habitual os produtores da região limitarem o tempo de maceração por forma a encurtarem o período em que o vinho permanece em contato com as cascas. Outro recurso adoptado é maturação do vinho em tonéis de carvalho americano – mais do que o francês – mesmo antes de a fermentação ter terminado.

Por vezes, são necessários taninos suplementares e, quando tudo corre bem, a maceração encurtada dá origem a vinhos suaves e aveludados na boca. Também lhes empresta as notas de anis e aroma de coco ou notas de chocolate e especiarias característicos de Barossa mas igualmente da Austrália.

 

Continua…

Os 5 Sauvignon Blanc “Great Values” do Chile segundo revista inglesa Decanter

 
Na edição de outubro da revista inglesa Decanter e também no site de internet apareceu uma lista com os 5 vinhos com a melhor relação preço qualidade abaixo das f13.

4 dos vinhos da lista foram elaborados com uvas do vale de Casablanca e um com uvas do vale de leyda.

Entre os especialistas que degustaram os vinhos estão Christelle Guibert, diretor de degustação da revista Decanter, o jornalista chileno Patricio Tapia, o brasileiro Dirceu Vianna Jr (MW), Peter Richards MW e Jane Parkinson.

 

os 5 vinhos Sauvignon Blanc ganhadores:

 

Cono Sur, 20 Barrels Sauvignon Blanc, Casablanca, Chile 2013. 90 pontos

Ventolera, Litoral Sauvignon Blanc, Leyda, Chile 2013. 90 pontos

Domaines Barons de Rothschild (Lafite), Los Vascos Sauvignon Blanc, Casablanca, Chile 2014. 90 pontos.

Cono Sur, Reserva Especial Sauvignon Blanc, Casablanca, Chile 2014. 89 pontos.

Quintay, Sauvignon Blanc Grand Reserve, Casablanca, Chile 2014. 86 pontos.

 

5 Grandes vinhos Sauvignon Blanc do Chile segundo revista inglesa Decanter

5 Grandes vinhos Sauvignon Blanc do Chile segundo revista inglesa Decanter

 

Fonte: Decanter

Jancis Robinson escreve sobre uma segunda revolução dos vinhos chilenos

A crítica de vinhos britânica Jancis Robinson, escreveu sobre sua recente visita ao Chile na sua habitual coluna no jornal Financial Times, destacando a nova geração de pequenos produtores quem tem colocado seus olhos em vales como o Maule e Itata e revalorizado cepas antes despreciadas, como é o caso das uvas Carignan, Cinsault e País.

Na sua matéria titulada “The New Chile”, ela ressalta especialmente o trabalho que estão desenvolvendo as agrupações MOVI e VIGNO como motores de uma segunda revolução vinícola.

Jancis Robinson

Jancis Robinson

Nessa mesma matéria, Jancis Robinson recomenda os seguintes vinhos:

 

Aristos, Duque d’A Chardonnay e Cabernet Sauvignon 2010, Cachapoal

 

Bodegas RE, RE Nace Carignan de las Tinajas 2011, Maule

 

Concha y Toro, Marqués de Casa Concha Old Vines Dry Farmed País / Cinsault, Maule

 

De Martino Muscat Viejas Tinajas 2013, Itata

 

García & Schwaderer, Bravado Red Blend 2013 y Mourvèdre Piedra Lisa 2013, Itata

 

Gillmore, Vigno Carignan 2011, Maule

 

Koyle, Don Cande Muscat 2014, Itata

 

Pandolfi Price, Los Patricios Chardonnay 2012, Itata

 

Tabalí, Roca Madre 2013, Limarí

 

Miguel Torres, Vigno Cordillera Carignan 2012, Maule

 

Undurraga, TH País / Cinsault 2014, Maule

 

Fonte: Revista Vitivinis – Chile

 

As pontuações de Robert Parker para TODAS AS SAFRAS do vinho chileno Almaviva

 

Desde a primeira safra (1996) do vinho ícone chileno Almaviva até a última safra 2011.

O vinho Almaviva não precisa muita apresentação…

Quem alguma vez teve a oportunidade de degustar esse vinho, sabe que estamos falando de uns dos grandes vinho da Amarica Latina e sem exagero, uns dos vinhos que pode ser comparado com os melhores do mundo, e também não é exagero dizer que e o vinho chileno mais desejado dos vinhos chilenos no Brasil.

Apresentamos uma relação com todas as safras que tem sido até hoje pontuadas pelo crítico mais influente do mundo, Robert Parker. Esta publicação inclui a pontuação do Almaviva 2011, lançado no marcado recentemente.

Neste ranking abaixo os vinhos estão ordenados por pontuações, desde a nota mais alta até a nota mais baixa:

 

 Robert Parker  –  e notas para o Vinho Chileno Almaviva

 

Safra
Ranking
Pontuação
2003
Vinho Almaviva
95
2005
Vinho Almaviva
94
2007
Vinho Almaviva
93+
2002
Vinho Almaviva
93
2004
Vinho Almaviva
93
2011
Vinho Almaviva
93
2010
Vinho Almaviva
92
2001
Vinho Almaviva
92
1996
Vinho Almaviva
92
2006
Vinho Almaviva
92
2009
Vinho Almaviva
91
1997
Vinho Almaviva
91
1999
Vinho Almaviva
90
2008
Vinho Almaviva
90

 

Robert Parker  e rankings dos vinhos chilenos Almaviva

Robert Parker e rankings dos vinhos chilenos Almaviva

Neste ranking abaixo os vinhos estão ordenados por safra, desde a última safra pontuada (2011) até a primeira safra  (1996)

 Robert Parker  –  e notas para Vinho Chileno Almaviva

Tipo de Vinho
Nome
Safra
Pontuação
Vinho Tinto
Almaviva
2011
93
Vinho Tinto
Almaviva
2010
92
Vinho Tinto
Almaviva
2009
91
Vinho Tinto
Almaviva
2008
90
Vinho Tinto
Almaviva
2007
93+
Vinho Tinto
Almaviva
2006
92
Vinho Tinto
Almaviva
2005
94
Vinho Tinto
Almaviva
2004
93
Vinho Tinto
Almaviva
2003
95
Vinho Tinto
Almaviva
2002
93
Vinho Tinto
Almaviva
2001
92
Vinho Tinto
Almaviva
1999
90
Vinho Tinto
Almaviva
1997
91
Vinho Tinto
Almaviva
1996
92

 

 

 

Semelhanças entre o vinho e o ser humano

 

O vinho e sua magia, nasce e morre.

Sim, o vinho é mágico. Foi isso o que pensei há qmais de 20 anos atrás quando percebi que uma taça de vinho tinha aromas de eucaliptos e amêndoas… Fiquei quase em “choque”! Tão impressionado que continuei por várias horas pensando como isso podia ser possível.

Logicamente, a primeira coisa que imaginei naquele preciso momento que senti esses aromas na taça de vinho, foi que as pessoas, alguém, na hora de fazer o vinho colocou estes ingredientes, o talvez tenha sido um acidente… Não sabia o que tinha acontecido. Mas agora tenho certeza de uma coisa: a experiência daquele dia iria a mudar minha vida, e desde então me dedico a tentar entender e interpretar a história que uma taça de vinhos quer me contar.

Hoje, depois de muitas taças de vinhos ter passado pelas minhas mãos, e milhares de aromas terem entrado na minha memória olfativa, consigo entender a diferença. E se o anterior (que os vinhos tenham aromas e outros elementos da natureza) é uma coisa também mágica, imaginem agora o que vou lhes afirmar.

Cada vinho tem vida própria. Sim, é verdade. Estes fatos, e muitos outros que são quase incríveis e outras várias que vou aprendendo a cada novo dia, em cada gole, em cada taça degustada, é a motivação suficiente para me manter encantado já por quase duas décadas e ainda ter o mesmo interesse que no primeiro dia – e que renova constantemente a minha intensa paixão pela degustação.

É fascinante também poder sentir e vivenciar como um vinho consegue expressar sua terra, sua origem, ou seja, só através dos sentidos temos a capacidade de descobrir a procedência de uma garrafa de vinho e saber onde este vinho nasceu. Parece algo difícil de aprender, mas garanto que não é. Acontece o inverso: existem muitos vinhos – bons vinhos – onde muitas vezes esta expressão de terroir é uma coisa muito evidente, fácil de descobrir.

Essa identidade e sentido de “lugar” estão firmemente relacionados com a qualidade dos vinhos. Ou seja, os vinhos que consideramos realmente bons, não são apenas por serem agradáveis e gostosos, mas também porque têm a virtude de conseguir plasmar em seus aromas e sabores a expressão de lugar, do seu terroir.

Como um claro exemplo da minha convicção a respeito deste tema, posso citar os vinhos brancos elaborados com a uva Sauvignon Blanc em climas frescos com influência da costa oceânica do Chile (Casablanca, Leyda, Colchagua Costa, San Antônio, entre outros).

Todos estes vinhos (falando sempre de vinhos de qualidade) têm uma característica que reflete o lugar de onde vieram. A dúvida costuma ser “De qual destes diferentes lugares eles podem vir?”. A dica é: as notas de frutos cítricos podem estar em todos eles (os vinhos), mas quando se há maior proximidade com o Oceano Pacífico, que influencia diretamente no clima do lugar tornando-o mais frio, estes vinhos serão de uma acidez mais intensa, com maior frescor.

Saiba porque você é como uma garrafa de vinho

Saiba porque você é como uma garrafa de vinho

Também no caso do selo que um vinho pode ter de seu terroir, mas dessa vez fazendo referência aos tipos de solo, e mantendo-nos na linha dos vinhos brancos feitos com uvas Sauvignon Blanc, existe um fato muito claro, conhecido e comprovado: nas análises sensoriais (degustação), poder sentir no paladar as intensas notas minerais que os solos calcários de Limarí entregam a seus vinhos é outra prova da magia do vinho que consegue expressar seu lugar de origem. Tal como se fossem seres vivos, indivíduos com corpo e alma, e que só de olhar para eles já saberemos sua origem. Só de prestar atenção em seus rasgos físicos, em sua linguagem, saberemos se são europeus, africanos, ou americanos. O mesmo acontece com os vinhos tintos, só que essa diferença pode ser vista também com o olhar, além de todos nossos outros sentidos.

Agora, só para complementar os exemplos anteriormente expostos, que nos demonstram que os vinhos são algo diferente – não só uma bebida alcoólica, mas sim (metaforicamente falando) uma pessoa que tem vida própria – ou seja, logo após a gestação (o sumo, dentro da uva), ele nasce, se convertendo em vinho, e vai estar toda a sua vida em constante evolução, passando pelas mesmas etapas que nós, seres humanos, passamos.

Nascemos, crescemos e aprendemos sobre a vida, logo viramos adolescentes, adultos, idosos, até completarmos o nosso ciclo. E é isso mesmo que acontece com uma garrafa de vinho: a vida de cada uma delas é diferente, a evolução é individual e independente (mesmo se falarmos de uma caixa com 12 garrafas, onde cada uma, depois do passar dos anos, vai ter um comportamento próprio de acordo com a evolução de cada um na garrafa).

São muitas as razões pelas quais o vinho é algo único, e para poder entender de uma forma correta temos que analisar tudo de maneira adequada; pode ser até de maneira simples, mas de jeito nenhum de maneira superficial.

Continuarei falando deles nas próximas matérias, mas por enquanto só posso lhes assegurar que dentro de uma garrafa de vinho temos magia, e isso só depende da nossa curiosidade para poder aprender a como entender o que cada garrafa está tentando nos dizer, e não sabemos escutar.

 

 

Emirates investe 500 milhões de dólares na compra de vinhos

 

A companhia aérea Emirates anunciou que, na última década, gastou US$ 500 milhões no seu programa de vinhos

A companhia aérea Emirates anunciou que, na última década, gastou cerca de 500 milhões de dólares em vinhos para o serviço de bordo de sua frota. Segundo a empresa, todos os vinhos comprados foram armazenados numa adega de sua propriedade, localizada na região da Borgonha, na França.

Em entrevista, Tim Clark, presidente da companhia, comentou o fato: “Para nós, o vinho é uma experiência. Nossos passageiros querem tomar vinho abordo como se tivessem jantando em um restaurante fino. Não é só branco, tinto ou rose. Eles estão interessados da onde as uvas vêm, a safra, o legado da vinícola e assim por diante. Por isso, há dez anos resolvemos escolher nossos próprios vinhos para serem servidos abordo”.

Emirates investe 500 milhões de dólares na compra de vinhos

Emirates investe 500 milhões de dólares na compra de vinhos

 

Clark completou: “Nós preferimos comprar o melhor vinho em lotes menores e oferecer aos nossos passageiros o melhor das safras, mesmo que isso traga mais trabalho em relação à logística operacional, às mudanças de cardápio e ao treinamento da tripulação de bordo”.

O serviço de vinhos finos dentro dos aviões só está disponível para passageiros de primeira classe ou classe executiva, que encontram nas cartas vinhos como Dom Pérignon 2004, August Kessler’s 2013 Lorchhauser Seligmacher Riesling, 2004 Léoville Las Cases, entre outros.

 

Os melhores Cabernet Sauvignon do Ano, segundo Descorchados 2015

 
Veja a lista de vinhos dos primeiros 13 colocados na categoria de uva Cabernet Sauvignon na última versão de Guia de Vinhos Descorchados, do periodista chileno Patricio Tapia.

Cono Sur Silencio Cabernet Sauvignon 2010. Vale do Maipo / 96 pontos
Santa Rita Casa Real Cabernet Sauvignon 2011. Vale do Alto Maipo / 96 pontos
Aquitania Lazuli Cabernet Sauvignon 2006. Vale do Maipo – Macul / 95 pontos
Calcu Futa Cabernet Sauvignon 2010. Vale de Colchagua / 95 pontos
Calcu Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2012. Colchagua Andes / 94 pontos
Cono Sur 20 Barrels Cabernet Sauvignon 2011. Vale do Maipo Alto- Pirque / 94 pontos
Miguel Torres Manso de Velasco Cabernet Sauvignon 2010 – Vale de Cúrico / 94 pontos
Santa Carolina Piedras Pizarras Cabernet Sauvignon 2013 – Alto Cahcapoal / 94 pontos
Santa Carolina Luis Pereira Cabernet Sauvignon 2012 – Alto Maipo / 94 pontos
Santa Rita Cerro 93 Cabernet Sauvignon 2013 – Alto Maipo / 94 pontos
Tres Palacios Cholqui Cabernet Sauvignon 2012 – Vale do Maipo / 94 pontos
Viñedos Chadwick Cabernet Sauvignon 2012 – Alto Maipo / 94 pontos

 

Cono Sur Silencio Cabernet Sauvignon 2010. Vale do Maipo / 96 pontos - entre os melhores Cabernet Sauvignon do Ano, segundo Descorchados 2015

Cono Sur Silencio Cabernet Sauvignon 2010. Vale do Maipo / 96 pontos – entre os melhores Cabernet Sauvignon do Ano, segundo Descorchados 2015

Uma imperdível receita de Alex Atala

 

Assista este breve e interessante vídeo do chef brasileiro Alex Atala, com esta deliciosa receita.

Ele nos mostra passo a passo e conta todos os seus secretos. Você vai sem dúvida surpreender seus convidados na ceia de ano novo.

Chef Alex Atala

Chef Alex Atala

Fonte: Youtube

 

Guia Descorchados 2015 no Brasil

 

Com um evento de lançamento a Guia Descorchados 2015 reunirá produtores da Argentina, Brasil, Chile e Uruguai em evento no Brasil.

O lançamento do maior guia de vinhos da América Latina já tem data para ocorrer no Brasil. No dia 23 de março, o Descorchados 2015 será lançado com uma degustação guiada promovida pelo autor, Patrício Tapia – um dos maiores críticos de vinho do mundo – e a Inner Editora.

A degustação ocorrerá das 17h às 22h no Restaurante Praça São Lourenço, em São Paulo, e contará com a presença de mais de 55 vinícolas, uma mescla entre produtores consagrados e artesanais.  Formando um time de primeira para a degustação.

Novidades do Guia Descorchados 2015

Aliás, entre as novidades do Guia Descorchados 2015 está á inclusão dos espumantes brasileiros, com mapas de suas regiões e ampla avaliação de seus produtores, assim como já ocorre na Argentina e no Chile todos os anos.

No evento de lançamento, jornalistas e profissionais do setor terão a oportunidade de provar alguns dos vinhos vencedores nas diversas categorias do ranking final do Descorchados.

Guia Descorchados 2015 no Brasil

Guia Descorchados 2015 no Brasil

 

Fonte: Revista Adega.