Procon encontra alimentos vencidos em sete restaurantes famosos de SP

Fundação fiscalizou 23 restaurantes entre 8 e 13 de junho na capital

Entre os produtos vencidos estão: temperos, farinha, creme de cacau, chocolate, feijão, chá, peixe, carne e ovos.

A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado de São Paulo (Procon-SP) encontrou alimentos com prazo de validade vencido em sete dos 23 restaurantes famosos que foram fiscalizados na capital entre os dias 8 e 13 de junho.

Entre os produtos vencidos estão: temperos, gelatina, polvo, molho de tomate, farinha de milho, fermento, creme de cacau, chocolate, feijão, chá, peixe, carne, ovos e doce.

De acordo com o Procon, seis dos restaurantes visitados também apresentaram irregularidades por não manterem afixado na entrada o cardápio com a relação de preços.

As empresas irregulares responderão a processo administrativo, podendo ser multadas. Todos os restaurantes vistoriados continuam funcionando normalmente. Os alimentos vencidos tiveram as embalagens fotografadas e, caso sejam utilizados pelos estabelecimentos, os responsáveis responderão queixa-crime.

Fiscais do Procon encontraram comida vencida em sete restaurantes famosos de São Paulo (Foto DivulgaçãoProcon-SP)

Fiscais do Procon encontraram comida vencida em sete restaurantes famosos de São Paulo (Foto DivulgaçãoProcon-SP)

 

Produtos vencidos

Confira abaixo quais são os sete restaurantes que mantinham na cozinha produtos vencidos para preparo de pratos:

 

Amadeus: temperos, gelatina, saladinha de polvo, molho de tomate

Eataly: 12,8Kg de massas, 4Kg de farinha de milho, fermento em pó, 130Kg de creme de cacau e 40Kg de chocolate

Fogo de Chão Moema: feijão, tempero, chá preto, lombo de bacalhau, peixe

Jardim de Napoli: massas e molho de tomate de fabricação própria

Outback Moema: costelas temperadas, tortillas de milho

Paris 6: 5kg de linguiça

Pizzaria Dona Firmina: ovos de codorna e suspiro

 

Sem preço

Veja quais são os seis restaurantes que não informavam o preço dos pratos na entrada:

Coco Bambu

D.O.M.

Emiliano

Jardim de Napoli

Pizzaria Dona Firmina

Pizzaria Quintal do Bráz

Procon encontra alimentos vencidos em sete restaurantes famosos de SP

Procon encontra alimentos vencidos em sete restaurantes famosos de SP

Defesa

Em nota, o Fogo de Chão alegou que quase todos os itens vencidos “não são de uso no cardápio e sim amostras recebidas de fornecedores diversos que estavam segregadas para descarte, procedimento este que já foi realizado”. A exceção é o tempero em pó, que é utilizado e estava fora da validade havia 4 dias. “A ação corretiva no procedimento de checagem de validade já foi tomada e o produto foi descartado”, completou.

O Jardim de Napoli, por sua vez, disse que a visita do Procon ocorreu em um momento de troca de turno da equipe e que os produtos seriam separados para descarte. O gerente do restaurante, Adolfo Scardovelli, ressaltou que os itens citados são de fabricação própria e não estavam estragados. “Casa está aberta para quem quiser conhecer a cozinha e o armazenamento dos ingredientes”, completou por telefone.

Já o Outback disse, por nota, que prestará os devidos esclarecimentos ao Procon-SP sobre os dois produtos vencidos encontrados em um de seus restaurantes. A rede fez questão de reforçar que tem “compromisso com a segurança alimentar e a higiene de seus produtos em suas operações”.

A pizzaria Dona Firmina alegou, também em nota, que os produtos fora de validade encontrados não seriam preparados para os clientes. “Eles tinham sido deixados por um representante que queria apresentar o seu produto e, ainda dentro do prazo de validade, foram doados aos funcionários, que esqueceram de levar para casa”, explicou.

O restaurante D.O.M, do chefe Alex Atala, que não tinha a relação de preço afixada na entrada, falou em “falha pontual”. “O nosso cardápio sempre esteve disponível para os clientes, desde a abertura da casa. Mas, por uma falha pontual, não estava na porta do restaurante. A questão já está sendo solucionada”, disse, por nota.

A pizzaria Quintal do Bráz afirmou que “corrigiu prontamente” o problema da falta dos preços do cardápio na entrada e que “não houve nenhum impacto para os clientes”.

Todos os demais restaurantes citados foram procurados pelo G1, mas não haviam se posicionado até a última atualização desta reportagem.

 

Fonte: Globo

 

Vivino: a rede social que virou loja de vinhos

Um dos mais populares aplicativos de vinho do mundo, Heini Zachariassen – Criador do app Vivino planeja ampliar sua atuação no Brasil ao lançar e-commerce

Você já usou o Vivino? Aquele aplicativo que lê o rótulo do vinho, avalia a bebida e mostra seu preço em lojas próximas? Pois agora, além de conseguir essas informações, você poderá comprar o vinho em questão pelo aplicativo. Até o fim do ano, o Vivino terá um e-commerce no Brasil.

Seu fundador e CEO, Heini Zachariassen, fez do País uma de suas prioridades desde que os brasileiros se tornaram o segunda maior nacionalidade da rede social que abastece o site com resenhas de rótulos. Com 2 milhões de usuários, o País só fica atrás dos EUA. “Estamos em negociação com varejistas e importadores, mas já entendemos que nada é muito fácil no Brasil”, diz. Entre as principais dificuldades, cita as “enormes” taxas e a difícil logística.

Um dos mais populares apps de vinho, o Vivino foi criado em 2010 com o objetivo de ser uma “luz” para aqueles que se sentem perdidos diante de uma prateleira de supermercado. Essa era a experiência de Zachariassen, que, segundo conta, até hoje não é especialista.

Heini Zachariassen - Criador do app Vivino

Heini Zachariassen – Criador do app Vivino

O app é sucesso, mas tem muitos críticos, entre eles os que dizem que as informações reunidas são tão básicas que ajudam pouco, e os que acham que é apenas uma plataforma para novos ricos mostrarem seu poder de compra. O CEO rebate: “O Vivino é feito para bebedores ‘normais’. Mas, para os iniciantes, valem ouro.”

O app começou a vender vinhos fora do Brasil há dois anos e o e-commerce já funciona em sete países e deverá aportar por aqui com as vendas nos próximos meses.

 

ADEGA CHEIA

Os números da Vivino:

10 milhões de rótulos estão catalogados no Vivino hoje. Por dia, 300 mil rótulos são escaneados em todo o mundo.

20 milhões de usuários estão cadastrados no aplicativo, que recebe um novo cadastro a cada dois segundos.

A origem dos aromas dos vinhos: começando a entendê-los

 

O vinhos estão repletos de aromas, mas de onde eles vêm?

Existe um mistério muito grande em torno dos aromas do vinho. De fato, é uma pergunta que, com certeza, vocês já se fizeram algumas vezes. Como é possível um vinho ter aromas de frutas, de especiarias, de minerais…?

Este tema também foi o que despertou, há mais de duas décadas, minha enorme paixão por este mundo dos vinhos. A primeira vez que senti aromas absolutamente reconhecíveis num vinho (eucaliptos, baunilha e amêndoa) fiquei alucinado, e desde aquele dia estou em uma interminável procura por descobrir o porquê destes aromas, entender os motivos deles estarem no vinho e, o mais importante, poder saber sua origem e sua forma de evoluir na garrafa.

A propósito, o fato do vinho ter aromas da natureza já lhe converte em uma bebida única, mas que estes aromas estejam em constante evolução transforma o tema em uma coisa misteriosa, que nos faz pensar e refletir, mais uma vez, e termina transformando-se em um hobbie, uma verdadeira paixão.

A origem dos aromas dos vinhos

A origem dos aromas dos vinhos

 

O vinho nasce, cresce e morre!

O vinho tem um tempo certo de vida, e, metaforicamente, pode ser considerado um ser humano: nasce, cresce, tem sua adolescência, sua fase adulta, a velhice e logo morre.  Então, nesta metáfora, onde uma garrafa pode se comparar com uma pessoa, a vida do vinho acontece da mesma forma que acontece as nossas. Cada garrafa tem uma vida única e diferente, portanto não existe uma pessoa igual à outra, da mesma maneira não existe uma garrafa igual à outra.

A evolução constante de uma garrafa significa que ela está em constante evolução, e vai sempre mudando – em todos os aspectos e pontos de vista: visual, físico e químico. É através dos micro-poros da rolha que o vinho vai estar em constante evolução e que ele vai conseguir se comunicar com o oxigênio, que será o responsável pela evolução. Assim, essa oxigenação vai permitir que este vinho possa passar por todas as etapas já mencionadas (desde o nascimento até a morte).

Nestas etapas, os aromas estarão sempre mudando, e no caso dos vinhos que tem uma vida “predeterminada” mais curta, os câmbios serão muito perceptíveis em um período de tempo muito curto. Ou seja, em um mês os aromas de um vinho podem mudar significativamente.

Centenas de vezes as pessoas têm me feito a seguinte pergunta: quando uma garrafa  já está pronta para beber? E, realmente, esta é uma pergunta que não tem uma resposta certa. Temos parâmetros e sabemos que existem algumas uvas (Sauvignon Blanc, por exemplo) que têm um potencial de envelhecimento menor, e sua curva de vida é muito mais rápida, mas são tantas as exceções e exemplos de vinhos elaborados por esta uva que conseguem viver e chegar a seu apogeu em vários anos e até décadas, que se faz impossível “adivinhar” quando o vinho estará pronto para beber.

A origem dos aromas dos vinhos

A origem dos aromas dos vinhos

O problema é a desinformação:

Claro, sabemos que todos os apaixonados por vinho gostam de guardar seus rótulos favoritos na sua adega, mas muitas vezes estão guardando vinhos que já estão estragados, que já passaram toda a curva de vida e que já estão “mortos”. Por outro lado, as pessoas que sabem quais vinhos guardar podem ter muitos benefícios, já que os vinhos que verdadeiramente tem potencial de guarda, quando chegam no seu melhor ponto da curva de evolução podem entregar aromas e sabores únicos, que são impossíveis de se encontrar em vinhos jovens. Mas para isso o mais importante é escolher para guardar na nossa adega vinhos que realmente vão melhorar… E não vinhos que vão piorar.

 

Descubra qual é o melhor azeite extra virgem e quais têm indícios de fraude

 

Testamos 19 marcas de azeites extravirgens e constatamos que, 7 são virgens e 4 têm indícios de fraude contra o consumidor, já que pelos padrões da lei, não podem ser considerados azeites.

Se você costuma optar pelos azeites extravirgens por acreditar que eles sejam mais puros, saborosos e saudáveis, é melhor tomar cuidado, pois você pode estar sendo enganado.

Das marcas de azeites que testamos, boa parte dos que se dizem “extravirgens”, na verdade, não passa de “virgens” e alguns são até “lampantes”.

Verificamos se havia produtos adulterados, ou seja, comercializados fora das especificações estabelecidas por lei. E, também que preço e renome nem sempre são sinônimos de maior qualidade. O melhor do teste foi, de fato, o que custa mais caro entre os testados. Porém, nossa avaliação mostra que há outros produtos de boa qualidade que custam bem menos.

Fizemos a análise sensorial em laboratório reconhecido pelo Conselho Oleico Internacional (COI). Eles avaliaram a qualidade das amostras quanto ao aroma, à textura e ao sabor de acordo com parâmetros técnicos. Segundo a legislação, em azeites extravirgens não podem ser encontrados defeitos na análise sensorial.

Qual é o melhor azeite extra virgem ?

Qual é o melhor azeite extra virgem ?

Analisamos diversos parâmetros físico-químicos para detectar possíveis fraudes:

Presença de óleos refinados;

Adição de óleos obtidos por extração com solventes;

Adição e identificação de outros óleos e gorduras;

Adição de outras gorduras vegetais;

Na análise sensorial, apenas oito marcas tinham qualidade de azeite extravirgem de acordo com os especialistas. Entre as outras, sete alcançaram defeitos que, pela legislação, as caracterizavam como azeites VIRGENS. São elas: 

Borges.

Carbonell.

Beirão.

Gallo.

La Espanhola.

Pramesa.

Serrata.

 

As quatro marcas com problemas de FRAUDE foram também consideradas, pela análise sensorial, como azeites lampantes. São elas:

Tradição.

Quinta da Aldeia.

Figueira da Foz .

Vila Real.

 

Fonte: Proteste.org.br

Conheça o Cannawine, vinho feito à base de maconha

A bebida só é vendida na Califórnia, nos Estados Unidos, e promete “unir dois grande prazeres”, segundo o site oficial

Você pode não acreditar, mas um grupo de profissionais e amigos da Califórnia, nos Estados Unidos pesquisaram por dois anos uma forma mágica de unir a maconha e o vinho e, em 2015, conseguiram selar essa união com um produto que ganhou o nome de Cannawine.

Por enquanto, o vinho está disponível apenas para venda em lojas físicas na Califórnia e é comercializado para fins medicinais. No estado americano, há várias “farmácias” que vendem legalmente a maconha para estes mesmos fins.

“Combinamos novas sensações, criatividade, inovação e sabores reais”. É um produto ousado e pioneiro que combina o melhor da indústria de fabricação de vinho com a exuberância da cannabis.

 

Cannawine

Cannawine

 

Por esta razão, estamos orgulhosos de agradecer não só àqueles que têm colaborado para tornar este desafio possível, mas também àqueles que decidiram experimentar e confiar em nós”, diz um texto no site oficial do produto.

Para comprar o produto, é necessário desembolsar uma quantia bem pesada de US$ 120 (R$ 386) a US$ 400 (R$ 1288) por apenas meia garrafa.

“Vinho aromatizado com extrato de maconha, com 14,5% de teor de alcoólico, são usadas 50% uvas Garnacha e 50% de Cariñena, cada frasco contém 50 mg de extrato de maconha e cada garrafa tem 500 ml”, avisa o site oficial do produto.

 

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Nova “camisinha” de vinho promete prolongar a vida de bebida

A criação dispensa que seu vinho tenha de ficar inclinado para baixo na geladeira ou na adega

Pra você que veio aqui pensando que ia encontrar uma camisinha com sabor de vinho, se enganou! Apesar de ser uma ótima ideia, a empresa Wine Condom criou um preservativo de borracha que substitui a rolha depois que você abriu seu vinho.

A novidade, que vem em uma embalagem bem parecida com as traidicionais camisinhas, é feita de borracha e tem apenas disponível na cor preta. Segundo a fabricante, ela ainda dispensa que a garrafa seja guardada em uma posição inclinada na geladeira, já que o vinho não precisará umedecer a rolha.

Camisinha de Vinho

Camisinha de Vinho

As camisinhas de vinho podem já estão sendo vendidas pela web e custam US$ 15,70, o equivalente a R$ 50.

Ah, só mais uma coisa: os fabricantes não recomendam que o produto seja usado em garrafas de champanhe ou prosecco, já que essas bebidas são gaseificadas e isso produziria uma bolha de ar no bico da garrafa.

 

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8 destinos pouco conhecidos, mas ideais para turistas que amam vinho

Vinícolas únicas, em locais diferentes e com rótulos locais estão entre eles.

França, Espanha, Portugal, Itália e Chile são países conhecidos pela variedade e qualidade dos vinhos que produzem. Por esses motivos e outros, eles são destinos de viagem mais recomendados para os amantes da bebida. Entretanto, além desses, existem também países e cidades menos conhecidos turisticamente, mas que têm produções de vinho cada vez mais aprimoradas e relevantes no mercado.  Pensando em quem deseja planejar uma viagem para a “rota do vinho”, mas quer fugir do clichê e já conhecido.

 

Maui, Havaí

De acordo com o site, o Havaí se mostrou mais do que um destino paradisíaco para quem deseja relaxar na praia nos últimos 50 anos: deste então, ele tem apresentado uma produção de vinhos relevante para o mercado. Uma das vinícolas do país está localizada a 600 metros do mar e tem rótulos tradicionais de diversos tipos de vinho.

Taiti, Polinésia Francesa

A ilha conta com uma vinícola plantada sob seus corais. No total, são mais de seis acres de plantação para a produção de vinhos dos diversos rótulos – que contam, inclusive, com notas de frutas tropicais, como manga, papaia e lichia.

Ziway, Etiópia

Nos últimos anos, a indústria de vinhos do país tem produzidos rótulos famosos de merlots e chardonnays – inclusive, uma famosa vinícola francesa produziu, no ano passado, mais de um milhão de garrafas do rótulo Rift Valley somente com uvas plantadas na região do Ziway.

 

Rift Valley Wines

Rift Valley Wines

Monte Etna, Sicília – Itália

Embora a produção italiana de vinhos esteja concentrada ao redor da região da Toscana, na região do Monte Etna é onde alguns dos rótulos mais famosos do país são produzidos. Por ter uma plantação próxima ao vulcão de mais de 3 mil metros da Sicília, os vinhos produzidos na região têm sabor diferente e quase único.

Malibu, Califórnia – Estados Unidos

Além de praias famosas, a região de Malibu conta com inúmeras vinícolas a sua costa – que podem ser surpreendentes para o padrão de vinhos norte – americanos.

Lanzarote, Espanha

Também uma região vulcânica, tal como a do Monte Etna, a ilha não tem terra fértil, mas, surpreendentemente, conseguiu criar uma vinícola nas crateras vulcânicas. A primeira vinícola da ilha, Bodegas El Grifo, produz rótulos desde 1775.

Bangkok, Tailândia

A produção de vinho em si não é feita na Tailândia, mas na capital você encontrará vinícolas famosas no país e que têm rótulos diferenciados – por exemplo, com toque mais apimentado ou defumado.

Telemark, Noruega

Originalmente, o clima da região é inóspito para a criação de uvas, mas as recentes mudanças climáticas permitiram que a região se tornasse um polo na produção de vinhos.

 

Receita: Risoto de Quinoa com Salmão

Quinoto: prato é um risoto que troca o arroz pela quinoa

Já ouviu falar em quinoto? O prato é uma versão do bom e velho risoto, que, no lugar do arroz, leva a quinoa. Saudável e delicioso, o quinoto combina com peixes como o salmão.

 

Quinoto de Los Incas

Rendimento: 1 porção

Tempo de preparo: 12 a 15 minutos

 

Ingredientes:

500 ml de caldo de legumes

100 g de quinoa

1 cebola branca

30 ml azeite de oliva extra virgem

10 g de manteiga

100 g de cogumelo Paris fresco

2 folhas de radicchio

50 ml de creme de leite

50 g de queijo parmesão Grana Padano

30 ml de vinho branco

200 g de salmão

Sal

Pimenta do reino fresca

Receita: Risoto de Quinoa com Salmão

Receita: Risoto de Quinoa com Salmão

 

Modo de preparo:

Aqueça o caldo de legumes em uma panela. Quando levantar fervura adicione a quinoa, um pouco de sal e deixe cozinhar por 8 minutos. Retire o ingrediente da panela e reserve em um recipiente em banho maria com água e gelo. Essa técnica irá interromper o cozimento da quinoa.

Esquente uma frigideira, coloque o azeite e a manteiga. Corte a cebola em juliana (em tirinhas). Cozinhe a cebola em fogo muito baixo até caramelizar.  Na sequência adicione os cogumelos Paris cortados em 4 partes. Com os cogumelos cozidos, acrescente as folhas de radicchio cortadas em chiffonade (bem fininho). Agregue o vinho branco e uma pitada de sal. Acrescente a quinoa e o creme de leite, misture todos os ingredientes e deixe reduzir. Para finalizar, acrescente o queijo parmesão ralado e misture até derreter. Deixe repousar por 2 minutos.

Enquanto o quinoto repousa, aqueça o azeite de oliva e manteiga em outra frigideira. Coloque a posta de salmão temperado com sal e pimenta e sele os dois lados do peixe deixando ele ao ponto. Absorva o excesso de gordura com papel toalha.

Para servir, coloque o quinoto ao centro do prato e o filé ao lado. Finalize com pimenta do reino fresca salpicada.

 

Produtor natural do RS tem todos os vinhos apreendidos

Denúncia contra garagista Eduardo Zenker levou à busca e apreensão na quarta-feira; mundo do vinho protesta

O mundo do vinho passou esta quinta-feira (8) em polvorosa, em apoio a um garagista. O produtor de vinhos naturais gaúcho Eduardo Zenker teve toda a sua produção do ano e sua reserva técnica (safras antigas que ficam para análise e degustação) apreendidas pela Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul na quarta-feira (7), em Garibaldi (RS). De acordo com o termo de inspeção da secretaria, os vinhos e outros materiais como garrafas, etiquetas e maquinários foram apreendidos por terem sido encontradas irregularidades sanitárias.

A Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul afirmou que a clandestinidade foi o maior problema do produtor gaúcho. Dentro das condições em que operava, fazer vinho na garagem de casa com uvas compradas de amigos, Zenker poderia apenas produzir para consumo próprio. Para comercializá-los, precisaria de um registro no Ministério da Agricultura.

Zenker é o que o mundo do vinho categoriza como “garagista”, um pequeno produtor que elabora vinhos com mínima intervenção enológica na garagem de casa. Desta forma, não usa muito dos produtos enológicos (leveduras adicionadas, químicos, etc.), tampouco tem grandes estruturas como as vinícolas grandes. Em vez de tanques de aço inoxidável, usa pipas de polipropileno.

Eduardo Zenker

Eduardo Zenker

Embora pareça algo muito brasileiro, a prática é comum em países célebres pelo vinho, como a França, que tem em Jean-Luc Thunevin um de seus principais nomes.

Em entrevista ao blog, Eduardo Zenker se disse “chocado” por ter os vinhos “bloqueados”. Ele é o fiel depositário da sua produção, o que significa que ele está de posse de todas as garrafas, mas não pode fazer nada com elas, apenas guardá-las. E tem 20 dias para apresentar sua defesa. “Como levaram vinhos para análise, eu corro risco de ser penalizado criminalmente. Muito complicada a situação”, afirma. O garagista não tem ideia de quantas garrafas foram apreendidas. “Era tudo o que eu tinha, tem estoque técnico, vinhos de 2008”, diz.

Zenker diz que já tinha informações que havia denúncias sobre ele. “Depois que apareci em um programa de rede nacional, muita gente disse que brios ficaram feridos”, afirma. Ele se referia a um Globo Repórter.

Produtor desde 1999, Eduardo Zenker começou a fazer vinhos da maneira tradicional, até que uma “crise de identidade” o abateu. “Eu não estava feliz ao inocular leveduras importadas da França, da Itália, que não refletiam o meu terreno, o meu quintal. Abri mão de todos os produtos enológicos para realmente expressar a serra gaúcha, o que representa o solo”, afirma.

Com 1,2 hectare de terra onde planta Chardonnay e Pinot Noir, Zenker fez a transição da agricultura tradicional para a orgânica em 2014 por conta própria. Problemas com geadas e pragas, no entanto, o tornaram o cultivo problemático e há três safras ele compra uvas de amigos. Sua produção anual gira em torno de 4 mil a 5 mil litros. “Eu vivo do vinho e da agricultura”, diz.

Produtor natural do RS tem todos os vinhos apreendidos

Produtor natural do RS tem todos os vinhos apreendidos

Um complicador deste caso é que Eduardo Zenker atua na informalidade. Sua mulher, estudante de biologia, se forma no ano que vem e seria a responsável técnica dos vinhos. Por enquanto, ele não tem empresa ou empregados. “Eu reconheço o esforço deles [vinícolas formais], de ter empresa, gerar renda e trabalho. O meu sonho é chegar lá, fomentar a economia local, a comunidade, mas hoje é muito difícil pra mim. Eu estou começando pelas beiradas como um pigmeu”, afirma.

De acordo com o documento da secretaria gaúcha, ele foi orientado a se enquadrar legalmente como produtor da agricultura familiar (produtor de vinho colonial), que tem parâmetros como produção de 20 mil litros com 70% das uvas de produção própria.

Embora desconhecido de muitos, Zenker tem apoiadores fieis em São Paulo, que tem se mobilizado com auxílio jurídico e até financeiro. Uma reunião será realizada na noite desta quinta-feira na Enoteca Saint-Vin Saint para discutir o caso. Um dos temores do grupo é que outros produtores de vinho natural sofram o mesmo problema que Zenker. Eles estão discutindo um modelo para regularizar a situação destes garagistas, como ocorre na Borgonha, por exemplo.

 

Fonte: Estadão

Resultados dos vinhos que venceram o Top Ten, da Expovinis 2017

O concurso Top Ten elege, em prova às cegas, os melhores vinhos presentes na Expovinis 2017, em dez categorias. Jurados especializados provam às cegas os vinhos inscritos pelas empresas participantes do evento.

Confira os campeões Top Ten, da Expovinis 2017:

 

Espumante brasileiro Peterlongo Elegance, na Peterlongo

Espumante importado Gramona La Cuvée Reserva Brut 2012, na Casa Flora e no Porto a Porto

Branco brasileiro Don Guerino Sinais Sauuvignon Blanc 2007, na Don Guerino

Branco importado Clearview Chardonnay Reserve 2014, na Premium

Rosado Chiaretto 2015, na Galeria dos Vinhos

Tinto brasileiro Syrah Speciale 2015, na Casa Veronese

Tinto Novo Mundo Carvalho Vino km 0, na Mundial

Tinto Velho Mundo Península Ibérica – Manzwine Pomar do Espírito Santo Reserva, na All Wine e Lusitanos Brands

Tinto Velho Mundo Itália, França, entre outros – Château Fleur Cardinale Grand Cru Classé 2007, na Casa Flora

Fortificados e doces Porto Messias 10 anos, na Casa Flora e na Porto a Porto

 

Resultados dos vinhos que venceram o Top Ten, da Expovinis 2017

Resultados dos vinhos que venceram o Top Ten, da Expovinis 2017

 

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