Suíça desvenda mistério dos buracos em seus queijos

 

Após um século de estudos e pesquisas, o mistério dos buracos em certos queijos suíços, como Emmental e Appenzell, foi finalmente desvendado.

As autoridades científicas da Confederação Suíça, anunciaram nesta quinta-feira (28 de maio de 2015).

Os famosos “buracos” são causados por pequenas partículas de feno que caem no leite durante a ordenha das vacas, descobriram os pesquisadores do Agroscope, Instituto de Ciências dos Alimentos com sede em Berna, em conjunto com os cientistas da Empa (Laboratório Federal Suíço para Testes de Materiais e Investigação).

Estas partículas emitem gases durante a fermentação, que depois formam os buracos no queijo, explica o instituto em um comunicado.

Assim, o enigma dos buracos no queijo, que “fascina crianças e adultos”, foi finalmente solucionado, afirmou o Agroscope.

Os “buracos” tendem a desaparecer quando o leite é extraído com técnicas mais modernas, constataram os pesquisadores.

“É o desaparecimento da ordenha tradicional”, sob o úbere da vaca, e substituída por técnicas mais modernas e mais higiênicas, o que está causando o desaparecimento dos “buracos”, disse à AFP um porta-voz do Agroscope.

Segundo Agroscope, em 1917, o americano William Clark publicou um artigo de revisão detalhado sobre a formação de buracos no Emmental.

Neste artigo, Clark tentava explicar por meio dos conhecimentos da época o enigma da formação dos orifícios, defendendo a hipótese de que os furos se formavam através da ação do dióxido de carbono produzido pelas bactérias.

Suíça desvenda mistério dos buracos em seus queijos

Suíça desvenda mistério dos buracos em seus queijos

Controlar o número de buracos nos queijos

Os cientistas, que continuaram a questionar a origem desses buracos após Clark, descobriram que os queijos produzidos nos últimos 10-15 anos tinham menos buracos.

Os pesquisadores do Agroscope passaram a questionar a mudança dos métodos de ordenha e a redução de micropartículas de feno e bactérias no leite.

Para confirmar a sua hipótese, eles observaram a formação desses buracos por um período de 130 dias, durante o amadurecimento, empregando aparelhos de radiologia, tais como a tomografia computadorizada.

“A ordenha tradicional no celeiro com baldes abertos foi substituída nas últimas décadas por sistemas de ordenha fechados”, disse Agroscope, acrescentando que estas novas técnicas “também suprimiram completamente as micropartículas de feno no leite”.

Portanto “há dentro ‘germes de buracos’ no queijo”.

“É uma descoberta que foi feita completamente por acidente, como quaisquer grandes descobertas”, afirmou o porta-voz do Agroscope.

O queijeiro sabe agora que, variando a dose de micropartículas de feno, pode virtualmente controlar o número de orifícios desejados nas suas produções.

O queijo é um negócio sério na Suíça, onde a criação bovina é generalizada, favorecida pela paisagem montanhosa do país.

Em 2014, o consumo médio de queijo per capita anual na Suíça foi de 21,3 quilos. Os queijos suíços representaram dois terços deste consumo.

6 motivos (científicos) para beber cerveja

A cerveja pode ser muito benéfica para sua saúde, conforme indicam os estudos listados abaixo.

1: Diminui a incidência de doenças cardíacas

Há muitos estudos que ligam o consumo moderado de álcool com a diminuição de doenças do coração. Um deles, realizado pelo National Institute on Alcohol Abuse and Alcoholism (NIAAA), observou uma diminuição de 20% a 40% em doença arterial coronariana em pessoas que consomem níveis moderados de álcool. O consumo moderado de cerveja resulta em um aumento nos níveis de HDL, o colesterol bom, e uma redução nos níveis de LDL, o colesterol ruim.

2: Aumenta os níveis de vitamina B6

Outro estudo alemão indica que há aumento de 30% nos níveis de vitamina B6 em quem consome cerveja. Faz sentido, pois o lúpulo tem essa vitamina em sua composição. Ela ajuda a acalmar o sistema nervoso e melhorar a circulação.

3: Diminui incidência de pedras nos rins

Artigo publicado pela US National Library of MedicineNational Institutes of Health indica diminuição de 40% na incidência de pedras nos rins entre quem bebe cerveja.

6 motivos (científicos) para beber cerveja

6 motivos (científicos) para beber cerveja

 4: Contribui com a saúde da mulher

Segundo o American Journal of Clinical Nutrition, a cerveja ajuda a prevenir a diminuição da densidade óssea. Por causa do lúpulo, ela também é rica em flavonóides, que fazem uma reposição hormonal natural. A National Osteoporosis Risk analisou mais de 200 mil mulheres e a pesquisa indica que beber álcool moderadamente diminuiu a incidência de osteoporose.

 5: Ajuda a manter a mente saúdavel

A revista científica americana The New England Journal of Medicine indica que consumir álcool moderadamente diminui o risco de doenças do cérebro, especialmente em mulheres idosas. Outros estudos indicam que o álcool pode ajudar na memória, concentração e raciocínio.

 6: Diminui riscos de derrame cerebral

Estudos indicam também que há redução de até 50 % no risco de derrames cerebrais em quem bebe cerveja. O mais notável deles foi publicado na revista científica Journal of American Medical Association (JAMA) .

ATENÇÃO: Os benefícios de saúde descritos acima estão relacionados ao consumo moderado de cerveja e álcool. A recomendação é de duas cervejas por dia para um homem e uma cerveja por dia para as mulheres.

6 motivos (científicos) para beber cerveja

6 motivos (científicos) para beber cerveja

 

Pasteurização à frio pode ser alternativa ao uso de dióxido de enxofre no vinho

 

Segundo pesquisadores, método de pasteurização à frio tornaria o composto desnecessário e não alteraria aromas e sabores do vinho

Com o tempo, o dióxido de enxofre (SO2) tornou-se o conservante predileto dos vitivinicultores, uma vez que a pasteurização ficou fora de questão por destruir os componentes do vinho e, consequentemente, alterado sua cor e sabor. No entanto, o SO2 não está livre de controvérsias, e alternativas vem sendo analisadas em projetos da União Europeia (UE).

Inadequadamente utilizado, o dióxido de enxofre pode causar alergias e asma. Por essa razão, a União Europeia exige que o SO2 seja listado no rótulo dos vinhos como ingrediente. Agora, porém, a UE está financiando um novo projeto que pode tornar o uso do dióxido de enxofre desnecessário.

A pasteurização à frio foi originalmente desenvolvida para preservar as características dos sucos de fruta, mas hoje, com apoio do Stuttgart’s Frauenhofer Institute, na Alemanha, está sendo testada no vinho.  O método envolve a dissolução de um gás inerte sobre pressão, que depois a pressão é bruscamente reduzida.

De acordo com a Dra. Ana Lucía Vásquez-Caicedo, os próximos planos são construir uma instalação móvel, que permitirá à técnica ser testada em caves. “Enzimas oxidantes indesejadas são desativadas, enquanto nem os ingredientes sensíveis à temperatura, nem a cor e o sabor serão alterados”, explicou ela.

Pasteurização à frio pode ser alternativa ao uso de dióxido de enxofre no vinho

Pasteurização à frio pode ser alternativa ao uso de dióxido de enxofre no vinho

 

Veja Também:

Homem morre despois de beber detergente no lugar de vinho

Domingo passado em um café em Benircarlo, localizado no leste da Espanha um homem morreu ao beber um copo de detergente no lugar de vinho branco, relatos da imprensa espanhola.

Andres Lorente pediu um copo de vinho branco e no lugar, foi servido detergente. No entanto ao invés de vinho branco, foi servido detergente incolor e inodoro, que foi armazenado dentro de uma garrafa de vinho vazia, e indevidamente levado à geladeira.

Lorente foi levado às pressas ao hospital, mas antes que pudesse ser levado de helicóptero para um centro especializado para o tratamento, faleceu devido as queimaduras internas na traqueia, garganta e no estômago.

A polícia espanhola prendeu o proprietário do café por suspeita de homicídio culposo e logo após foi liberado devido o pagamento da fiança. O bar foi fechado após o incidente.

 

Home more despois de beber detergente no lugar de vinho

Home more despois de beber detergente no lugar de vinho

 

Quer ser dono de uma vinícola?

 

Um em cada dez vitivinicultores dos Estados Unidos cogita vender suas terras

Segundo pesquisa, principal causa seria o “cansaço” e não problemas financeiros.

Centenas de propriedades vinícolas das regiões de Califórnia, Oregon e Washington podem entrar à venda, segundo pesquisa realizada pelo Silicon Valley Bank (SVB), e o motivo para a venda seria o cansaço.

Um em cada dez dos 646 proprietários ouvidos pela pesquisa disse estar considerando seriamente vender suas terras nos próximos cinco anos. Com base nesta resposta e de acordo com dados do Banco de Transições de Propriedade, estima-se que 500 das 4.989 vinícolas da Califórnia, Oregon e Washington podem entrar à venda.

O relatório feito pelo SVB constatou que quase um terço dos donos de vinícolas entrevistados venderiam suas terras se a oferta fosse alta o suficiente. Os analistas do SVB disseram que uma pesquisa anterior, realizada em 2008, mostrou que o motivo pelo qual os proprietários iriam vender suas terras seria a fadiga, mas do que qualquer problema financeiro. “Pegar um avião e ir para os principais mercados em blitz de vendas não era o que muitos produtores achavam que estariam fazendo”, disseram os analistas.

Quer ser dono de uma vinícola?

Quer ser dono de uma vinícola?

 

Veja também:

 

Vinho tinto pode ser um eficiente remédio contra o câncer de próstata

 

Pesquisadores da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, descobriram que um componente encontrado nas cascas de uva e no vinho tinto, o resveratrol, é um eficiente remédio contra o câncer de próstata.

A substância deixa as células do câncer mais suscetíveis à radiação do tratamento de radioterapia.

Nos estudos conduzidos pela instituição, a combinação entre resveratrol  e o tratamento terapêutico matou até 97% das células cancerígenas. Não existe previsão se o procedimento será aplicado em seres humanos.

 

Vinho tinto pode ser um eficiente remédio contra o câncer de próstata

Vinho tinto pode ser um eficiente remédio contra o câncer de próstata

 

Câncer de próstata no Brasil

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma).

Em valores absolutos, é o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando cerca de 10% do total de cânceres.

Sua taxa de incidência é cerca de seis vezes maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento.

Os dados são do INCA (Institito Nacional de Câncer).

 

Veja Também: