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Os cinco segredos para que o vinho da sua adega não vire vinagre

Não há um apaixonado por vinho que não aprecie uma garrafa evoluída, complexa e com todas essas sutilezas que só o passar do tempo pode entregar. Mas não adianta nada guardar vinos, se você não levar em consideração estas cinco dicas

 O lugar ideal para armazenar seus vinhos deve obedecer a estas regras:

Uma adega de vinhos tem que ser escuro

Ninguém duvida que a luz pode comprometer a evolução de um vinho. Exposição a raios de ondas curtas e ultravioletas tendem a desestabilizar compostos orgânicos na bebida e iniciar reações químicas que resultarão em algo desagradável. Um dos motivos de as garrafas de vinhos serem âmbar é esse, pois elas bloqueiam até 90% dos raios luminosos. Garrafas verdes e claras, por sua vez, deixam passar 50% e 10%, respectivamente, da luz. E como esse tipo de vasilhame mais claro é muito usado para armazenar espumantes e vinhos brancos – que, por sinal, são os tipos m ais susceptíveis a sofrer danos relacionados à luz – fica claro que os vinhos precisam ser guardados em lugares escuros.

 Uma adega de vinhos tem que ter umidade

A umidade é um fator importante para não ressecar as rolhas. Com o tempo, se mantidas em ambientes secos, esses vedantes irão ressecar e talvez até rachar. É por isso, por exemplo, que não se aconselha guardar garrafas na geladeira por muito tempo, pois, apesar de ser um local escuro e de temperatura baixa, não há umidade. Rolhas ressecadas perderão a elasticidade e vão permitir mais espaços entre o ar e a bebida, levando à oxidação precoce. Estima-se que a umidade do ambiente deve ser entre 50 e 80% – 70% seria o ideal. Mais do que isso (e, especialmente, em lugares sem ventilação adequada), podem aparecer fungos que, entre outras coisas, irão estragar os rótulos.

Adega de vinhos

Adega de vinhos

 Uma adega de vinhos tem que ser livre de odores

Uma adega precisa ter boa ventilação para não desenvolver fungos e também para evitar maus odores. Com o tempo, compostos aromáticos desagradáveis podem interferir no vinho, portanto, evite tinta fresca ou produtos de limpeza com cheiros fortes.

Uma adega de vinhos tem que ter uma temperatura constante

Como visto nesta reportagem, temperaturas muito altas (acima de 20ºC) aceleram as reações químicas de forma preocupante, e temperaturas muito baixas (menos de 5ºC) fazem com que elas “hibernem” mais do que o desejado (lembrando ainda que, a -4ºC, boa parte dos vinhos congelam, o que não é desejável). Deve-se então mantê-los entre 11º e 15ºC, porém, mais importante que isso, sem grandes oscilações. Variações de mais de 2º ou 3ºC no ano podem ser prejudiciais.

 Uma adega de vinhos não tem que ter vivracões.

Vibrações constantes agitam as moléculas do vinho e impedem que elas se assentem. Em vinhos antigos, por exemplo, isso impedirá que as borras se assentem. No entanto, acredita-se ainda que a agitação acelere as reações e também interfira nos sabores e aromas.

 

Os espumantes que dão a maior ressaca, segundo a Proteste

A ingestão de dióxido de enxofre em excesso pode causar náuseas, dores de cabeça, problemas digestivos e cutâneos e até crises de asma

As festas de fim de ano estão chegando e, com elas, a vontade de brindar com familiares e amigos. Como muitas pessoas trabalham logo após o Natal e a virada de ano, estar plenamente recuperado das celebrações é fundamental para quem precisa de dias produtivos e sem desconforto pela frente.

Com o objetivo de ajudar o consumidor a escolher espumantes nessas datas, a Proteste realizou em novembro testes com 48 rótulos, avaliando o sabor, a qualidade e o preço dos produtos.

A pedido de EXAME.com, a entidade também listou aqueles que possuem maior e menor concentração de dióxido de enxofre, aditivo responsável tanto pela conservação da bebida, quando acrescido em doses moderadas, quanto pelo agravamento da chamada ressaca, quando adicionado em excesso.

“Em pessoas sensíveis, a ingestão excessiva [do dióxido de enxofre] pode causar náuseas, dores de cabeça, problemas digestivos e cutâneos e até crises de asma”, explica Pryscilla Casagrande, engenheira de alimentos e coordenadora Técnica do Centro de Competência de Alimentação e Saúde.

Segundo ela, o excesso da substância também pode dar ao vinho “um odor picante e um gosto residual desagradável à boca”.

Vale lembrar que a legislação brasileira regulamenta que a concentração de dióxido de enxofre não deve ultrapassar 350 mg/L. Sendo assim, todos os rótulos avaliados pela Proteste cumprem e lei vigente.

Os espumantes que dão a maior ressaca, segundo a Proteste

Os espumantes que dão a maior ressaca, segundo a Proteste

Apesar disso, o valor é considerado extremamente alto pela entidade que, em sua avaliação, desclassifica produtos cujas concentrações do aditivo ultrapassam 200 mg/L. “Não são necessárias quantidades tão elevadas para obter o efeito desejado [de conservação]”, afirma Pryscilla.

Confira a seguir os espumantes recomendados pela Proteste, em ordem dos que possuem maiores chances de causar ressaca até aqueles que podem ser consumidos sem riscos de dor de cabeça e enjoos – desde que bebidos com moderação.

Do universo analisado pela entidade, 32 obtiveram nota muito boa [A], 11 receberam uma avaliação boa [B], quatro foram considerados aceitáveis [C] e apenas um rótulo foi considerado ruim [E].

 

Marca Tipo Dióxido de Enxofre Total (mg/L)
Monte Paschoal Virtus Vinho Branco Espumante Natural [E]
Conde de Foucauld Vinho Branco Espumante Natural Brut [C]
Pedregais Vinho Branco Espumante Natural Brut [C]
Marcus James Brut Vinho Branco Espumante Natural Brut [C]
Donelli Prosecco Vinho Espumante Branco Brut [C]
Sperone Vinho Espumante Branco Brut [B]
Lunar Perfetto Vinho Branco Espumante Natural Brut [B]
Nieto Senetiner Vinho Espumante Branco Brut [B]
Saint Germain Vinho Branco Espumante Natural Brut [B]
Salton Prosecco Vinho Branco Espumante Natural Brut [B]
Laurentia Vinho Branco Espumante Natural Brut [B]
Linda Donna Prosecco Vino Branco Espumante Brut Doc [B]
Marcus James (Demi-sec) Vinho Branco Espumante Natural Demi-Sec [B]
Chandon (Demi-sec) Espumante Natural Branco Demi-Sec [B]
Norton (Demi-sec) Vinho Branco Espumante Demi -Sec [B]
Veuve Du Vernay Vinho Espumante Branco Brut [B]
Cave Amadeu Vinho Branco Espumante Natural Brut [A]
Gran Legado Vinho Branco Espumante Natural Brut [A]
Angheben Vinho Branco Espumante Natural Brut [A]
Hórus Vinho Branco Espumante Natural Brut [A]
Pizzato Vinho Branco Espumante Natural [A]
Casa Perini Champenoise Vinho Branco Espumante Natural Brut [A]
Adolfo Lona Vinho Branco Espumante Natural Brut [A]
Club Des Sommeliers Vinho Branco Espumante Brut [A]
Salton Brut Vinho Branco Espumante Natural Brut [A]
Casa Perini Prosecco Vinho Branco Espumante Natural Brut [A]
Cave Geisse (Método tradicional) Vinho Branco Espumante Natural Brut [A]
Garibaldi Vinho Branco Espumante Natural Brut [A]
Aurora Prosecco Vinho Branco Espumante Natural Brut [A]
Miolo Espumante Natural Branco Brut [A]
Don Giovanni Vinho Espumante Natural Branco [A]
Freixenet Vinho Branco Espumante [A]
Valmarino Vinho Branco Espumante Natural Brut [A]
Dal Pizzol Vinho Branco Espumante Natural Brut [A]
Nero Vinho Branco Espumante Natural Brut [A]
Santa Carolina Vinho Espumante Brut Branco [A]
Mumm Vinho Branco Espumante Brut [A]
Almadén Espumante Natural Branco Brut [A]
Casa Valduga (Arte tradicional) Vinho Branco Espumante Natural Brut [A]
Don Arturo Vinho Branco Espumante Natural Brut [A]
Don Román Vinho Branco Espumante Brut [A]
Occhio Nero Vinho Branco Espumante Natural Brut [A]
Quinta Don Bonifácio Vinho Branco Espumante Natural Brut [A]
Casillero del diablo Vinho Branco Espumante Brut [A]
Codorníu Vinho Branco Espumante Brut [A]
Don Guerino Don Guerino Blanc de Blancs [A]
Trivento Vinho Branco Espumante Brut Nature Meio Seco [A]
Fausto Vinho Branco Espumante Natural Brut [A]

 

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Outro lado

Procurada por EXAME.com para comentar o resultado da pesquisa, a vinícola Basso criticou o teste realizado pela Proteste e afirmou que “o Espumante Monte Paschoal Virtus em questão está totalmente dentro dos padrões de composição exigidos pelo MAPA (Ministério da Agricultura)”.

A empresa ainda ressalta que a Portaria nº 229, de 25 de Outubro de 1988, especifica o limite máximo do Anidrido Sulfuroso no total de 350 mg/l, motivo pelo qual não seria razoável afirmar que “o produto apresentou uma concentração excessiva do aditivo”.

 

O que fazer com o restante da ceia de natal e ano novo?

Veja estas interessantes dicas de que fazer com o restante da ceia de natal e ano novo.

O natal e ano novo é um momento de festa, alegria, confraternização e de muita comida… Mas aí fica a dúvida do que fazer com tanta comida que ficou da ceia das festas de fim de ano.

Bom, de fato nem sempre é muito simples reaproveitar os quitutes e pratos que foram preparados para a grandes festas, e alguns cuidados são fundamentais para não sermos surpreendidos com uma contaminação alimentar.

Primeiro precisamos observar o tempo de exposição dos alimentos em temperatura ambiente. No caso de proteínas, como carnes e peixes assados, se esse tempo de exposição for superior a 06 horas com embalagem aberta o alimento deverá ser descartado.

É necessário armazenar e refrigerar de imediato o alimento logo após o término das comemorações.

Na montagem e decoração da ceia as frutas são indispensáveis e devem ser consumidas durante a festa, mas normalmente ficam para o dia seguinte. Aí a criatividade entra em cena para deixarmos perdê-las, elaborando saladas de frutas, smoothies, sucos, vitaminas… E aproveitar pra compensar a alta ingestão de calorias, afinal de contas, o réveillon está chegando!

As frutas secas como castanha de caju, nozes, amêndoas e frutas cristalizadas podem ser utilizadas no preparo de uma salada adicionando folhas verdes e queijos.

Ceia de Natal

Ceia de Natal

 

As carnes como Peru, Chester, Suínos e Peixes Assados podem ser utilizados no preparo de molhos para risotos e massas curtas e longas, inclusive lasanhas – uma boa dica é acrescentá-las ao molho bechamel, fica uma delícia!

As carnes ainda podem ser utilizadas no preparo de sanduíches super elaborados com os diversos queijos que sobraram da ceia. Com certeza o filme no fim de tarde vai ficar muito mais saboroso.

Já os Panetones podem ser grelhados e servidos como acompanhamento de sorvetes e ainda podem ser transformados em deliciosos chessecakes ou rabanadas.

Espero que com essas dicas você surpreenda a família e amigos evitando o desperdício e economizando nesse fim de ano.

 

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Sabe quando um vinho é “seco”?

 

O oposto a vinho seco não é “molhado”…

Esta é uma das palavras que mais usamos quando nos referimos aos vinhos, então pensei que seria uma boa ideia tentar explicar o que realmente isso significa, para você poder aprender o que é de fato um vinho seco.

A primeira coisa que devemos estar esclarecidos é de que o oposto a vinho seco não é “molhado” [risos], e, sim, doce.

Tudo depende do clima no qual o vinhedo está plantado. Assim, temos regiões mais cálidas, onde o sol tem maior luminosidade e a média de temperaturas de calor é maior. O resultado neste tipo de clima será de uma maior concentração de açúcar no grão de uva, o que logo após a fermentação se transformará em álcool. Então, a lógica é muito simples de se entender: climas mais cálidos significam vinhos com maior graduação alcoólica e, logicamente, climas mais frescos e frios produzem vinhos de teor alcoólico menor.

Depois que a uva alcança seu melhor grau de madures, ela será colhida, levada a bodega de vinificação e colocada em um recipiente, normalmente de aço, cimento e em alguns casos de madeira, e lá ele vai realizar a fermentação alcoólica (que consiste na transformação dos açúcares do mosto [suco de uva] em álcool). Quando as leveduras terminam de transformar todo o açúcar existente na uva, enfim teremos o vinho seco.

Sabe quando um vinho e “seco”

Sabe quando um vinho e “seco”

Em poucas palavras, seco significa “sem açúcar”. A verdade é que todos os vinhos tem uma pequena quantidade de açúcar, em torno de 2g por litro, devido que as leveduras nunca conseguem consumir a totalidade de açúcar, já que os próprios álcoois que elas transformaram a partir do açúcar do suco de uva as matam.

Os grandes vinhos de qualidade muita das vezes são secos, e quando não são, trata-se de vinhos de outras categorias, tais como Late Harvest, Amarone, Sauternes, Ice Wines, Espumantes e etc, mas essa é outra história e outros tipos de vinhos. Muitas vezes, graças ao bom trabalho do enólogo, os vinhos tem um aroma doce, muito intenso, mas isso é uma característica bem positiva e que expressa qualidade. Esses vinhos terão um perfil aromático frutado e levemente doce, mas na boca eles serão completamente secos.

No caso dos vinhos tintos existe uma grande confusão quando se fala dessa palavra (seco), já que muitas pessoas confundem quando os vinhos estão adstringentes no paladar, quando estão duros e ásperos, então usam a palavra seco para se referirem a esta sensação gustativa, mas está errado, já que seco, como acabamos de explicar, é uma palavra que define só os vinhos sem açúcar. Quando eles têm as características de adstringência, usa-se outro tipo de vocabulário, que veremos no próximo post.

Na hora de comprar uma garrafa de vinho a maneira para poder conferir se um vinho não é seco, é olhar o contrarrótulo já é obrigatório esse tipo de indicação com a frase “Vinho Meio Seco”.

 

Qual é a melhor taça para cada vinho?

Cada um com seus detalhes particulares. E tanta subjetividade merece uma atenção especial, afinal, a degustação de um bom vinho está em sentir seu aroma, observar sua cor e, por fim, saboreá-lo.

Um instrumento primordial é a taça. Tantas formas e tamanhos causam muitas dúvidas em quem aprecia o Néctar dos Deuses. A taça certa realça ainda mais as qualidades e características marcantes de cada tipo de vinho.

As primeiras dicas são: opte sempre pelas taças transparentes e, de preferência, de cristal. Por quê?

Parte do prazer em degustar um bom vinho também está em observar sua cor e tons – eles dizem muito sobre o vinho e sobre o que está por vir – por isso a importância da total transparência.

E o cristal permite que os aromas da bebida fiquem mais evidentes. Isso se dá pela presença e teor de chumbo (até 24%), metal utilizado em sua produção. O chumbo torna a espessura da taça mais fina, além de deixá-la delicada e com leveza. A porosidade do cristal também influencia, uma vez que as moléculas do vinho quebram-se no choque com a parede áspera da taça, liberando uma grande concentração de aromas – e tornando a degustação mais completa.

Qual é a melhor taça para cada vinho?

Qual é a melhor taça para cada vinho?

 

Tipos de taça

Existem quatro tipos básicos de taça de vinho.

Vinho tinto

Por precisar de espaço para que sejam percebidas melhor suas qualidades. Sendo assim, a taça é mais alta e com o bojo maior. E por essa característica – de precisa de espaço – é aconselhável que não se sirva muito, para que a bebida possa se aerar e abrir, desenvolvendo suas potencialidades.

Vinho branco

Um pouco menor do que a taça para tintos, para que o branco seja servido em uma menor quantidade e numa temperatura mais baixa. Sendo menor, o calor externo terá pouca influência na bebida. Essa taça também é indicada para vinhos rosés.

Vinho doce

Para que a bebida seja conduzida diretamente ao local certo da língua onde se sente o açúcar (a ponta da língua), é indicada uma taça mais baixa e com o bojo menor do que a para vinho branco. A quantidade servida também deve ser menor.

Vinho Espumante

Uma taça que mantenha as borbulhas da bebida por mais tempo, direcionando os aromas diretamente para o nariz. Nesse caso, aconselha-se a taça “flauta” ou “flute”.

 

A revista The Drinks Business escolhe os vinhedos mais extremos do mundo

 

Veja a segunda parte da lista elaborada pela revista The Drinks Business dos vinhedos mais extremos do mundo.

Les Amis de Farinet (Suíça): 

Propriedade do próprio Dalai Lama é o menor vinhedo do mundo já registrado. Composto por apenas três vinhas, nele são cultivadas variedades Pinot Noir e Chaselas, que juntas com uvas de outros vinhedos são capazes de produzir até mil garrafas, vendidas ao preço de US$ 35 mil em leilões beneficentes.

Les Amis de Farinet (Suíça)

Les Amis de Farinet (Suíça)

Sahara Vineyards (Egito): 

Localizado perto de Cairo, no Egito, a propriedade possui mais de 600 hectares, onde são produzidas 30 variedades de uvas diferentes. Diante das dificuldades provenientes das mudanças bruscas entre as temperaturas extremas do dia e da noite e da total falta de chuva, 30 toneladas de adubo são usadas para cada hectare como forma de dar às vinhas os nutrientes necessários para que tenham um crescimento saudável.

Viñedos Sahara Vineyards - Egito

Viñedos Sahara Vineyards – Egito

Domaine de Beudon (Suíça): 

A mil metros acima do nível do mar, o vinhedo suíço está agarrado a uma montanha rochosa. Só é possível acessá-lo através de uma trilha extremamente íngreme na montanha ou usando o teleférico particular da propriedade.

Domaine de Beudon (Suíça)

Domaine de Beudon (Suíça)

The Siam Winery (Tailândia):

Situadas no delta do Chao Phraya, as vinhas flutuantes são talvez as mais incomuns. Elas são plantadas em ilhas separadas por canais que impedem que as uvas sequem devido ao extremo calor.

The Siam Winery (Tailândia)

The Siam Winery (Tailândia)

Cooperativa da ilha do Fogo (Cabo Verde):

O terreno se compara com o da lua e é uma das regiões viticultoras mais surreais do mundo, localizada na base de um vulcão ativo, cuja última erupção foi em 1995.

Cooperativa da ilha do Fogo (Cabo Verde)

Cooperativa da ilha do Fogo (Cabo Verde)

Blaxta Vineyard, Flen (Suécia):

Com vinhedos situados no paralelo 59, onde cultivar uvas se torna praticamente inviável, faz com que essa região seja impressionante. Este talvez seja o vinhedo mais setentrional do mundo com apenas 3 hectares.

Blaxta Vineyard, Flen (Suécia)

Blaxta Vineyard, Flen (Suécia)

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Quando devemos decantar um vinho?

 

Todo o mundo já escutou alguma vez sobre isso, mas o que realmente significa?

Como já aprofundei em uma matéria anterior em relação ao fato de tirar a rolha para que o vinho respire (e deixamos claro naquela matéria que tirar a rolha não serve para nada), então, a primeira coisa que devemos entender é que não são todos os vinhos que devem ser decantados – já que muitos deles não se beneficiam com a decantação, mas ao contrário: em questão de minutos, a presença de oxigênio os deteriora aromaticamente.

Os vinhos espumantes, brancos e rosés não são decantados quase nunca. Existem casos de vinhos brancos que, em algumas raras exceções, são decantados (só os grandes e mais complexos vinhos brancos, ou seja, os brancos top’s a nível mundial que conseguem ter uma vida longa e que precisam de oxigenação para entregar todas as suas virtudes).

Os aromas destes vinhos são muito frágeis, e normalmente basta tirar a rolha que estes se mostram com uma perfeita intensidade e exuberância. Neste caso, o melhor é abrir a garrafa e colocar o vinho imediatamente na taça, já que é durante os primeiros minutos que os aromas deste estilo de vinhos vão se expressar com maior qualidade. Então, se decantarmos um vinho deste tipo, só vai fazer com que estes aromas desapareçam com o oxigênio que entrarão no decanter, e quando o vinho chegar à taça já não vai ter ficado mais nada.

Agora falando dos vinhos tintos, a maioria deles também não precisa decantação, seguindo a mesma lógica explicada anteriormente. Eles perdem muito com a decantação. Todos os vinhos varietais (sem estágio em madeira) e os vinhos simples (mesmo que sejam tintos) devem ser colocados direito na taça.

Quando temos vinhos que possuem uma concentração de “polifenóis” de maior contração (cor, aromas e sabor), estes precisam do oxigênio para se manifestar com maior claridade e qualidade, e é neste caso que é preciso decantar, isto é, independente da uva, e o que vai importar vai ser o vinho, a concentração e a qualidade que ele tenha. 

Quando devemos decantar um vinho?

Quando devemos decantar um vinho?

Omelhor é usar a seguinte lógica: vinhos simples para consumo rápido não devem ser decantados e vinhos de melhor qualidade, mais concentrados, que tiveram guarda em madeira, devem ser decantados.

Esta ação de decantação parece não ter importância, mas na verdade tem sim. Um vinho de muita qualidade servido sem decantar é um grande desperdício – lembre-se que é o oxigênio que produz o efeito da liberação das partículas aromáticas, então, o decanter deve ter uma “boca” suficientemente grande para que possa existir um intercâmbio entre o oxigênio e o líquido. Logo, não adianta colocar o vinho em um decanter e encher até o topo e não deixar que o líquido tenha contato com o oxigênio.

Por último, vai depender da concentração do vinho o tempo que vai ser necessário decantar; vinhos mais concentrados vão necessitar mais tempo. O que você pode fazer é deixá-los sempre no decanter entre 20 e 30 minutos antes de beber, isso também dá valor ao vinho, porque ele vai melhorar não só sensorialmente, mas também “psicologicamente”, no sentido que as pessoas sempre associam vinhos decantados a vinhos de qualidades.

E o fato de ter que esperar que o vinho termine de se oxigenar no decanter dá uma sensação de expectativa muito positiva… É como esperar que o pão saia do forno na padaria, ou seja, parece que o pão é sempre melhor quando está fresquinho… E o vinho também é sempre melhor quando é decantado.

Receita fácil de Salmão com molho de alcaparras

 

Para a noite especial, que tal preparar esta receita de Salmão com molho de alcaparras. É fácil e rápida de fazer…

Ingredientes

  • 200 g de filé de salmão
  • 1 dente de alho amassado
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • 1 colher (sopa) de alcaparras
  • 1 colher (sobremesa) de cebolinha picadinha
  • 1 colher (sobremesa) de salsa picadinha
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 colher (sopa) de suco de limão

Modo de preparo

  • Tempere o filé de salmão com sal, pimenta e alho e deixe tomar gosto.
  • Grelhe em frigideira com um fio de azeite ou asse envolto em papel alumínio em forno pré aquecido por 15 minutos.

Molho

  • Pique as alcaparras e misture com a cebolinha, a salsinha e o suco de limão.

Montagem

  • Transfira o salmão para o prato, e derrame delicadamente o molho sobre o
    filé grelhado.
  • Sirva com arroz integral e seleta de legumes, ou com arroz branco e brócolis.

 

Rendimento: 1 porção

 

Tempo de preparo: 20 minutos

Salmão com molho de alcaparras

Salmão com molho de alcaparras

Espumante é vendido para financiar grupo anti-islâmico

 

O controverso espumante “72 Virgins” está sendo vendido para levantar fundos para uma organização anti-islâmica na Austrália

O espumante Hal & Al’s 72 Virgins está sendo vendido para financiar um grupo anti-islâmico chamado de Q Society, conhecido por ser o maior movimento anti-islâmico da Austrália. Fundado em 2010, o grupo alega que o Islã não é apenas uma religião, mas uma doutrina política, financeira, social e militar que possui ensinamentos que levam ao preconceito, à violência e às práticas antidemocráticas.

No rótulo do espumante brut está escrito ironicamente: “O consumo desse vinho australiano pode te privar do paraíso islâmico. Entretanto, os paraísos judeus e cristãos estão abertos como alternativas”. Vale lembrar que o islamismo não permite que seus seguidores bebam vinho e que, segundo a tradição, 72 virgens estarão à disposição dos homens quando chegarem ao paraíso. O grupo declarou que o rótulo não pretende ofender ninguém, é apenas um “começo de conversa”.

Sparkling wine 72 Virgins

Sparkling wine 72 Virgins

 

Em entrevista, Debbie Robinson, a presidente da Q Society declarou que as vendas do espumante estão em alta, “mesmo assim, não é algo a ser levado tão a sério”. Quando perguntada se o vinho poderia ofender alguém, ela declarou que não acha ofensivo, mas que as pessoas se ofendem por  qualquer coisa. A presidente da organização declarou também que sua ideologia não é racista, uma vez que o Islã não configura uma raça.

Os fundos levantados pelas vendas do vinho serão usados para trazer representantes do grupo de outros lugares do mundo para a Austrália. Segundo o grupo, o objetivo dessa prática é evitar uma possível “islamização” no país.  O vinho está sendo vendido por 72 dólares australianos, e foi descrito como “agradável de beber”, e que vem de “um renomado produtor no Barossa Valley”, cujo nome não foi divulgado.

Espumante 72 Virgins rotulo  e Conta Rótulo

 

Espumante 72 Virgins rotulo

Espumante 72 Virgins Rótulo

Espumante 72 Virgins Contra Rótulo

Espumante 72 Virgins Contra Rótulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Borbulhas medicinais: Espumantes é a nova arma para melhorar a memória

 

Depois do vinho tinto ganhar recomendações médicas de consumo moderado pelos seus poderes antioxidantes, agora existe uma desculpa científica também para o champanhe nosso de cada dia.

Uma pesquisa de uma universidade britânica provou que os compostos de polifenol dos tintos também são encontrados nas uvas vermelhas de alguns espumantes, melhorando a memória espacial e a gravar novas memórias, mesmo com o avançar da idade.

Os pesquisadores da Reading University usaram ratos para provar que esses polifenóis retardariam a perda de proteína associada ao envelhecimento – e à perda gradual de memória.

O teste foi o seguinte: metade dos animais ingeriu a bebida com o jantar e a outra metade, não. Depois, os animais foram colocados em um labirinto em busca de comida e, cinco minutos após serem retirados de lá, foram novamente colocados no mesmo labirinto para ver quem lembrava o caminho melhor. O resultado? 70% dos bebedores de champanhe acharam a trilha, contra apenas 50% dos ratos abstêmios.

Depois de seis semanas consumindo os espumantes no jantar, os animais mostraram um aumento de 200% nas proteínas que ajudam a retenção de memória.

Mas atenção: para adicioná-lo à sua rotina de cuidados, é necessário que o champanhe ou espumante tenha uvas vermelhas em sua composição, categoria chamada de blanc de noir (em oposição ao blac de blanc feito apenas com uvas claras). Um brinde à novidade!

 

Vinhos Espumantes

Vinhos Espumantes