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Guia Michelin adquire 40% do respeitado guia de vinhos de Robert Parker

Anúncio foi feito nesta quinta (5/07); a publicação francesa que elege os melhores restaurantes do mundo e o respeitado guia de vinhos vão trabalhar em conjunto

A empresa francesa Michelin, que edita o famoso e respeitado Guia Michelin dedicado aos melhores restaurantes, anunciou nesta quarta (6/11) a aquisição de 40% do The Wine Advocate de Robert Parker, o guia de vinhos mais influente do mundo.

“Por muito tempo, os críticos dividiram vinho e comida em duas áreas de competência separadas, mas agora a melhor mistura de opiniões imparciais, independentes e inteligentes sobre vinho e comida se juntaram para o bem do vinho dos consumidores”, comemorou Robert Parker.

Desde 2016, as duas empresas trabalham lado ao lado em Cingapura e Hong Kong onde organizam jantares com cardápios elaborados por chefs estrelados e harmonizações escolhidas pelo time de especialistas de Robert Parker.

 

Guia Michelin adquire 40% do respeitado guia de vinhos de Robert Parker

Guia Michelin adquire 40% do respeitado guia de vinhos de Robert Parker

 

“As semelhanças entre os nossos valores, a integridade e o rigor de críticos no mundo do vinho e da comida são surpreendentes”, afirma Lisa Perrotti-Brown, editora chefe do The Wine Advocate.

Inicialmente, Michelin e The Wine Advocate vão se concentrar nos mercados asiáticos e norte-americanos, antes de partir para Europa e outras regiões do mundo.

Robert Parker fundou o seu guia em 1978 que ao longo dos anos  tornou-se uma verdadeira bíblia enológica graças às avaliações dos vinhos que recebem notas entre 50 e 100/100. Atualmente o site RobertParker.com conta com um rico arquivo que vai até 1992 com mais de 300 mil fichas de avaliação de rótulos do mundo inteiro.

Fonte:  Gazeta

Conheça o Cannawine, vinho feito à base de maconha

A bebida só é vendida na Califórnia, nos Estados Unidos, e promete “unir dois grande prazeres”, segundo o site oficial

Você pode não acreditar, mas um grupo de profissionais e amigos da Califórnia, nos Estados Unidos pesquisaram por dois anos uma forma mágica de unir a maconha e o vinho e, em 2015, conseguiram selar essa união com um produto que ganhou o nome de Cannawine.

Por enquanto, o vinho está disponível apenas para venda em lojas físicas na Califórnia e é comercializado para fins medicinais. No estado americano, há várias “farmácias” que vendem legalmente a maconha para estes mesmos fins.

“Combinamos novas sensações, criatividade, inovação e sabores reais”. É um produto ousado e pioneiro que combina o melhor da indústria de fabricação de vinho com a exuberância da cannabis.

 

Cannawine

Cannawine

 

Por esta razão, estamos orgulhosos de agradecer não só àqueles que têm colaborado para tornar este desafio possível, mas também àqueles que decidiram experimentar e confiar em nós”, diz um texto no site oficial do produto.

Para comprar o produto, é necessário desembolsar uma quantia bem pesada de US$ 120 (R$ 386) a US$ 400 (R$ 1288) por apenas meia garrafa.

“Vinho aromatizado com extrato de maconha, com 14,5% de teor de alcoólico, são usadas 50% uvas Garnacha e 50% de Cariñena, cada frasco contém 50 mg de extrato de maconha e cada garrafa tem 500 ml”, avisa o site oficial do produto.

 

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Chile: A terra prometida da Malbec

Uma grande parte dos apaixonados por vinhos gostam da concentração e da majestosa potência e profundidade que os Malbec´s oferecem. E como não gostar?

Depois de algum tempo, ou talvez até alguns anos de experiência, quando nosso paladar começa a se aguçar, entendemos que os vinhos que mais nos entregam prazer são aqueles que têm de tudo: muita cor, que são ricos e complexos aromaticamente, e que na boca são concentrados e cheios de sabores e matizes.

Os Malbec’s têm essa graça. Produzem vinhos de muita complexidade, da cabeça aos pés, de grandes virtudes que deleitam nossos sentidos,  e o que é ainda mais importante: de altíssimos níveis de qualidade. Sem dúvida, a Argentina tem feito um trabalho extraordinário na última década com esta uva, não só do ponto de vista qualitativo, mas também pelo grande sucesso que tem conseguido ao posicionar esta uva entre as melhores do mundo.

De forma silenciosa, o Chile, há mais de duas décadas, tem trabalhado esta variedade com um sucesso notável, mas pela grande associação que existe entre uva/país, ou seja, Malbec/Argentina, os exemplares chilenos têm passado quase desapercebidos.

Se tentarmos comparar os Malbec’s destes dois países (os de bons níveis de qualidade), eles se diferenciam em termos generais no estilo. Enquanto os Malbec’s argentinos são extremamente maduros e densos, os chilenos têm um estilo mais fresco e elegante. Isto se explica de maneira simples, devido às condições climáticas diferenciadoras entre ambas as regiões produtoras. Mendonça é muito mais cálida que o Vale Central no Chile, isto explica por que as uvas “Malbec mendocinas” conseguem uma concentração de açúcar maior que as chilenas, o que, no final, se transforma em um potencial alcoólico maior.

Mas agora, pensando que os consumidores do mundo todo estão cada vez mais preferindo vinhos de estilos mais frutados, com menor graduação de álcool, parece que o Chile vai ter uma grande oportunidade – e não só com os Malbec’s, mas também com as outras uvas tintas.

No caso da Argentina, a resposta a esta demanda foi procurar altitude plantando novos vinhedos em áreas que antes não tinham sido exploradas, já que, como sabemos, a medida que subimos o pé de monte da Cordilheira dos Andes, o clima vai ficando mais fresco, obtendo uma maturação mais equilibrada, onde a acidez consegue ficar até o último momento (hora da colheita da uva), e isso significa que terá uma uva de maior qualidade e que, finalmente, irá resultar em vinhos menos alcoólicos, mais elegantes e frescos.

No caso do Chile, os resultados dos vinhedos que estão influenciados pela costa do Pacífico são realmente interessantes, e o melhor exemplo disso é o extraordinário Malbec da vinícola Loma Larga, que consegue expressar de maneira clara esta ideia de vinhos tintos de climas frescos, onde, além da grande concentração e potência, se consegue sempre manter uma frescura, o que também está relacionado com o potencial de guarda destes vinhos. Até onde se conhece é excelente, podendo-se manter e melhorar por mais de uma década.

Quem alguma vez provou este vinho (e os outros tintos desta vinícola) sabe do que estou falando. E os que ainda não tiveram a possibilidade (e se gostam mesmo desta uva) deem-se a oportunidade, que tenho certeza que não vão se arrepender. Outro Malbec de Chile fantástico é o elaborado pela Perez Cruz, mas tenha cuidado porque no rótulo diz “Côt”, que é o nome original da uva, que é o utilizado ainda na sua terra natal Cahors.

Chile: A terra prometida da uva Malbec

Chile: A terra prometida da uva Malbec

 

Vinho William Fevre Antis Ultra Premium, 2006

País Chile
Propriedade da Vinícola 70 Hectares
Volume 750ml
Tipo Tinto
Safra 2006
Sub-Região Pirque
Uva 34% Carménère, 33% Cabernet Franc e 33% Cabernet Sauvignon
Teor Alcoólico 14,5%
Tipo de Uva Tinta Assemblage
Amadurecimento 100% deste vinho foi envelhecido por um período de 18 meses em barricas de carvalho francês sendo 100% novas.

 

Vinho William Fevre Antis Ultra Premium, 2006

Vinho William Fevre Antis Ultra Premium, 2006

 

Visual Vermelha rubi profunda com nuances alaranjados.
Olfativo No nariz proporciona um bouquet evoluído, e um perfume muito expressivo de cravo, alcaçuz, groselha preta e amora. Tem um perfil aromático de nível qualitativo extraordinário. É elegante, delicado, sedutor, e tudo está absolutamente integrado formando uma fragrância de muitas camadas aromáticas e um nível de complexidade ao nível dos melhores vinhos da América do Sul.
Gustativo Entra na boca com muita elegância e fineza, redondo, sedoso e macio, a textura é deliciosa e tem uma frescura e um equilíbrio do mais alto nível até hoje conhecido. As camadas avertidas no nariz agora estão na boca, camadas de fruta saborosa em um vinho feminino, sem aristas, quase perfeito, altamente recomendável.
Dica de Harmonização Confit de pato sobre batatas salteadas.
Mignon em crosta de vitelo e foie gras sobre molho de vinho do Porto com risoto de funghi porcini.
Filé mignon grelhado acompanhado de rosti de batatas e ratatouille de pimentão e cebola.
Carré de cordeiro com purê de menta sobre fundo de alecrim.
Filé de cervo com crosta de “pain de épices” e purê de castanha.
Ossobuco com abóbora assada.
Temperatura de Serviço 16°
Potencial de Guarda 15 anos
Nome da Vinícola William Fevre
Ano de Fundação da Vinícola 1992
Pontuação Winechef  

Vinho William Fevre Antis Ultra Premium, 2006 - 93 pontos Winechef

Vinho William Fevre Antis Ultra Premium, 2006 – 93 pontos Winechef

 

Papa Francisco ganha diploma de Sommelier

 

Na última semana, o papa Francisco ganhou uma designação honorário de sommelier.

O diploma foi concedido durante a visita de Franco Maria Ricci, presidente da Associação Italiana de Somemeliers, e de uma delegação composta por 180 produtores de vinho, sommelier e críticos. “Eu bebo um pouco de vinho italiano e de outros países. Mas só um pouco”, disse o papa ao site Breitbart, que já disse em um evento no último ano que “sem vinho, não há festa. Imagine terminar um banquete só com chá!”.

Ricci teve a ideia de pedir uma reunião com o papa depois das inúmeros declarações de Francisco falando bem da bebida. “É uma honra e encorajamento para nosso trabalho”, disse ele. Na Bíblia, há 224 referências a vinho – talvez por isso, Francisco não seja o único papa a falar sobre a bebida. Seu antecessor, Bento XVI, também falava constantemente sobre vinho e mencionou a bebida em seu primeiro discurso como sumo-pontífice – ele disse “sou um simples e humilde trabalhador na vinícola do Senhor”.

 

Papa Francisco ganha diploma de Sommelier

Papa Francisco ganha diploma de Sommelier

 

Fonte: Estadão

Resultados Concurso Mundial de Bruxelas, edição Brasil, 2017

A cidade de Bento Gonçalves (RS) sediou entre os dias 4 e 7 de abril de 2017, a 15ª edição brasileira do CONCOURS MONDIAL DE BRUXELLES; o mais importante concurso de vinhos e destilados do mundo. A competição avaliou apenas amostras brasileiras, com o objetivo de revelar os melhores rótulos e projetá-los no mercado internacional. Alex Ordenes, editor de Winechef formou parte do jurado.

 

Veja os resultados da categoria “Vinhos”.

 

VINHOS QUE RECEBERAM MEDALHAS DE GRANDE OURO:

 

Aracuri Merlot Aliprandini e Meyer 2012

Aurora Reserva Merlot Vinícola Aurora 2016

Garibaldi Moscatel Espumante Cooperativa Vinícola Garibaldi

Milantino Gran Vino Milantino 2008

Miolo Millésime Brut Miolo Wine Group 2012

Moscatel Espumante Vinícola Panceri 2016

Quinta da Orada Corte Casa Marques Pereira 2012

Panceri Brut Sauvignon Blanc Vinícola Panceri 2016

Peruzzo Merlot 2012 Vinícola Peruzzo 2012

Raízes Sauvignon Blanc Casa Valduga 2014

Rio Sol Brut Branco Premium VitiVinícola Santa Maria

Salton Desejo Merlot Vinhos Salton 2011

San Michele Barone Vinícola San Michele 2015

San Michele Tridentum Vinícola San Michele 2014

Settimana in Cantina Merlot Vinícola Zanella 2013

Sfera Merlot Vinícola Arbugeri 2011

Torii Cabernet Sauvignon Vinícola Hiragami 2013

Victoria Geisse Extra Brut Vintage Gran Reserva Vinícola Geisse

Villa Europa Merlot VE Spa do Vinho/Harvest 2005

Wine Club Franco Italiano (corte) Vinícola Franco Italiano 2014

 

Resultados Concurso Mundial de Bruxelas, edição Brasil, 2017

Resultados Concurso Mundial de Bruxelas, edição Brasil, 2017

VINHOS QUE RECEBERAM MEDALHAS DE OURO:

 

Casa Pedrucci Brut Rosé Vinícola Pedrucci 2015

Casa Pedrucci Reserva Brut Vinícola Pedrucci 2014

Casa Venturini Chardonnay Reserva Casa Venturini 2016

Don Guerino Sinais Moscato Giallo Vinícola Don Guerino 2016

Don Guerino Sinais Riesling Vinícola Don Guerino 2016

Habitat Alta Gama Don Bonifácio Lote 2

Identidade Marselan Casa Valduga 2013

Imortali Vinícola Santa Augusta 2012

Rio Sol Brut Branco VitiVinícola Santa Maria

Rio Sol Gran Reserva Touriga Nacional Vitivinícola Santa Maria 2014

Rio Sol Premium VitiVinícola Santa Maria 2013

Salton Paradoxo Brut Vinhos Salton

San Michele Riserva Vinícola San Michele 2013

San Michele Maso Alto Vinícola San Michele 2014

Torii Merlot Vinícola Hiragami 2013

Villa Europa Merlot VE Spa do Vinho/Harvest 2008

Villa Europa Merlot VE Spa do Vinho/Harvest 2011

Villa Europa Merlot VE Spa do Vinho/Harvest 2012

Zanella Brut Vinícola Zanella

Zanella Merlot Vinícola Zanella 2012

 

Concurs Mondial de Bruxelles 2017 - 15º Edição Brasil

Concurs Mondial de Bruxelles 2017 – 15º Edição Brasil

 

VINHOS QUE RECEBERAM MEDALHAS DE PRATA:

 

Aracuri Pinot Noir Aliprandini e Meyer 2016

Brandina Assemblage Marco Antonio Carbonari 2013

Casa Pedrucci Reserva Nature Vinícola Pedrucci 2014

Cave Amadeu Rosé Brut Vinícola Geisse

Milantino Reserva Cabernet Sauvignon Milantino 2012

Quinta Don Bonifácio Brut Rosé Don Bonifácio

Rio Sol Syrah VitiVinícola Santa Maria 2015

Rio Sol Gran Reserva Alicante Bouschet VitiVinícola Santa Maria 2014

RioBravo Brut Vinícola Mioranza 2016

Salton Classic Malbec Vinhos Salton 2015

San Michele Brut 18 Meses Vinícola San Michele 2015

Torii Cabernet Sauvignon Vinícola Hiragami 2008

 

Concurs Mondial de Bruxelles 2017 – 15º Edição Brasil

A cidade de Bento Gonçalves (RS) sediará entre os dias 4 e 7 de abril de 2017, a 15ª edição brasileira do CONCOURS MONDIAL DE BRUXELLES; o mais importante concurso de vinhos e destilados do mundo. A competição avaliará apenas amostras brasileiras, com o objetivo de revelar os melhores rótulos e projetá-los no mercado internacional.

As degustações são sempre às cegas e realizadas por um júri renomado, composto por jornalistas brasileiros e estrangeiros que têm a intenção de promover o vinho nacional e a cachaça. As degustações e avaliações acontecerão em sessões fechadas a partir de 04/04 e a divulgação dos resultados será feita no dia 07/04.

Segundo Baudouin Havaux, presidente da Vinopres – empresa belga que organiza o evento – houve um aumento médio de 30% nas vendas dos vinhos e cachaças premiados em edições anteriores.

Os produtores – de pequeno ou grande porte – interessados em ter seus vinhos avaliados, deverão se inscrever pelo e-mail: concurso@marketpress.com.br e enviar 6 garrafas de vinhos ou 3 garrafas de destilados – de cada uma das amostras – até o dia 20 de março, para a organizadora do Concurso no Brasil.
Endereço: Avenida São Camilo, 412-12, Granja Viana, Cotia, São Paulo.

Concurs Mondial de Bruxelles 2017 - 15º Edição Brasil

Concurs Mondial de Bruxelles 2017 – 15º Edição Brasil

SERVIÇO – 15º CONCURSO MUNDIAL DE BRUXELAS – EDIÇÃO BRASIL

Data: 04 a 07 de abril de 2017

Local: Condomínio Vitivinícola Spa do Vinho – Bento Gonçalves – RS
Facebook: facebook.com/concursomundialdebruxelas

 

ATENDIMENTO IMPRENSA

Cássio Vilela
Tels: +55 (11) 2878-0111 ou 96786-7867
E‐mailcassio@promonde.com.br

15º CMB-BRASIL é organizado pela empresa belga VINOPRES.

Concurs Mondial de Bruxelles 2017 - 15º Edição Brasil

Concurs Mondial de Bruxelles 2017 – 15º Edição Brasil

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Vinho com mais de 1.600 anos intriga a ciência

Ninguém ainda provou da bebida mais antiga de que se tem notícia!

Quando, em 1867, pesquisadores deram início às escavações na cidade alemã de Speyer, não suspeitavam que, além dos restos do nobre romano que procuravam, encontrariam no local várias garrafas de vinho produzidas entres os anos 325 e 359. 

Embora a maioria das garrafas encontradas tenha sido destruída com o passar do tempo, uma delas sobreviveu, e seu conteúdo continua intrigando os cientistas até hoje.

Embalado em uma garrafa de vidro grossa e fechada hermeticamente com uma camada de cera, o vinho de Speyer teria sido elaborado com uma mistura de ervas e grandes quantidades de azeite de oliva.

Vinho com mais de 1.600 anos intriga a ciência

Vinho com mais de 1.600 anos intriga a ciência

Alguns especialistas acreditam que ainda está conservada em sua composição uma porção de álcool etílico, enquanto outros especulam que grande parte do etanol se perdeu durante os quase 1.500 anos que esteve debaixo da terra. 

Atualmente, o elixir milenar está conservado no museu de Speyer. O recipiente nunca foi aberto, por medo de que a exposição ao ar exterior arruinasse seu conteúdo valioso.

 

Veja também:

 

 

Dez mitos do vinho desmentidos por Jancis Robinson

No novo livro da crítica inglesa Jancis Robinson, uma das mais celebradas do mundo, o enxuto e divertido The 24-Hour Wine Expert, uma lista de 10 mitos do mundo do vinho é desmentida.

 

  1. Quanto mais cara a garrafa, melhor será o vinho dentro dela.
    O melhor custo benefício, segundo a crítica, está entre 10 e 30 libras — o que, considerando câmbio e impostos pode ser considerado R$ 80 e R$ 300. Abaixo disso, há pouca oferta. Acima, é arriscado pagar apenas pelo status.
    2. Quanto mais pesada a garrafa, melhor o vinho.
    Por alguma razão, produtores espanhóis e sul-americanos gostam de usar garrafas superpesadas. Jancis lembra, no entanto, que, além da prática não significar nada, ela é pouco sustentável.
    3. Vinhos do Velho Mundo sempre serão melhores que os do Novo Mundo.
    Há coisa boa e coisa ruim nos quatro cantos do planeta.
    4. Beba tintos com carnes e brancos com peixes.
    Mais importante é levar corpo do vinho e peso da comida em consideração.
    5. Vinhos realmente bons tem uma entrada no fundo da garrafa.
    O declive no fundo da garrafa está lá por razões de marketing
    6. Os tintos são mais “fortes” que os brancos.
    Muitos tintos hoje tem apenas 12% de álcool.
    7. Os vinhos melhoram com a idade.
    Rosés e brancos simples são sempre melhores nos dois primeiros anos de vida.
    8. Você vai receber uma pequena prova do vinho que pediu no restaurante para ver se gosta.
    Não, não espere que isso aconteça.
    9. Vinhos doces e rosados são para mulheres.
    Por-fa!!!
    10. Todos os vinhos melhoram ao serem aerados.
    Vinhos muito antigos podem “morrer” se passarem a um decanter, passar por uma oxidação fulminante.
Dez mitos do vinho desmentidos por Jancis Robinson

Dez mitos do vinho desmentidos por Jancis Robinson

 

Fonte: Paladar Stadão

Vinho Camino Real Reserva Carménère 2013

País Chile
Volume 750ml
Tipo Tinto
Safra 2013
Sub-Região D.O Cachapoal
Uva 100% Carménère
Teor Alcoólico 13%
Tipo de Uva Tinta Carménère
Amadurecimento 12 meses em barricas de carvalho francês.

vinho-camino-real-reserva-carmenere-2013-2

 

Visual Rubi intenso com bordas violáceas.
Olfativo Tem um aroma envolvente e sedutor, de correta madures, sublinhado por notas de frutas negras maduras e figo seco formando uma combinação muito interessante. Com a oxigenação, o vinho revela licor de cassis, chocolate, especiarias doces e café, aumentando a diversidade e complexidade, sempre mostrando uma grande tipicidade desta esplendida uva emblemática desse país.
Gustativo Encanta pelo seu estilo fresco e sedutor, com uma excelente integração de todos seus componentes. Seus taninos estão perfeitamente maduros e a sua maior virtude é sua acidez, muito fresca, muito intensa, que aporta no balanço geral, alongando a persistência gustativa. Um excelente Carménère chileno.
Dica de Harmonização Ravióli de queijo brie com escalope de foie gras
Carpaccio de polvo temperado com azeite.
Medalhões de avestruz ao molho de pimenta verde.
Ravioli recheado com carne de porco e sálvia.
Massa s em geral.
Temperatura de Serviço 16 ºC
Potencial de Guarda 8 anos
Nome da Vinícola Camino Real
Puntuação WineChef

Vinho Camino Real Reserva Carménère 2013 - 92 pontos Winechef

Vinho Camino Real Reserva Carménère 2013 – 92 pontos Winechef