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Degustação de vinhos: Os segredos do análise visual

 

Na degustação de vinhos só a traves da vista, podemos descobrir mais do que você imagina.

Os aromas dentro do que se refere à analise sensorial e em relação ao prazer que os vinhos entregam é um dos fatores mais importantes (ou talvez o mais importante). Isso explica que quando um degustador tem uma boa percepção sensorial e habilidade na degustação, falamos que ele tem um “bom nariz”.

Mas antes de submeter o vinho à analise olfativa, temos outro sentido que vai nos ajudar e que não podemos deixar de lado: a visão, já que alguns elementos precisamos observar antes de continuar com as outras análises. A vista vai nos permitir principalmente avaliar e analisar dois pontos:

 A Saúde do vinho:

A aparência do vinho que podermos avaliar através de uma análise visual nos indicará se o vinho está (ou não) saudável. Portanto a primeira coisa que devemos fazer é prestar atenção em seu aspecto. Precisamos avaliar se ele tem algum elemento em suspensão  (que gera a turbidez e que em algum dos casos nos alerta sobre alguma enfermidade no vinho).

Precisamos ter muito cuidado nesta parte da análise, já que tenho observado que muitas vezes os consumidores pouco experientes ficam muito assustados na hora de degustar e fazer a análise visual do vinho ao perceber certos resíduos ou sedimentos no fundo da garrafa – ou até mesmo na taça. Costumam considerar isto como um defeito – sendo que não é.

Muitos vinhos que não são filtrados, e a maioria das vezes esta informação aparece no rótulo (“unfiltered”) e no contrarrótulo da garrafa. Isto acontece na maioria dos casos com vinhos de boa qualidade. Portanto, como isto não atrapalha na análise de outros sentidos (aroma e sabor) deveríamos ficar tranquilos, já que no momento de filtrar o vinho extrai-se uma parte importante de polifenóis (e assim, os antocianos e os taninos também são eliminados neste processo técnico, e o vinho perde cor e seus componentes que entregam aroma e sabor).

Degustação de vinhos: Os segredos do análise visual

Degustação de vinhos: Os segredos do análise visual

 A Idade do Vinho:

A vista irá nos revelar a idade de um vinho com uma precisão incrível. Muitas vezes, inclusive, poderemos acertar exatamente a safra do vinho, principalmente quando se trata de vinhos brancos de safras recentes.

É realmente muito fácil de aprender, e podemos dominar esta técnica depois de poucos vinhos degustados. Essa análise é fundamental e já vai nos ajudar complementado com as outras análises (olfativa e gustativa).

A cor dos vinhos está (igual os aromas, a acidez, os taninos e alguns outros elementos) em constante evolução, e esta evolução, no caso dos vinhos brancos, é muito mais rápida que nos vinhos tintos. Os vinhos brancos, como são jovens e não tiveram crianza em madeira, têm uma cor muito clara, quase como a cor da água que a gente costuma chamar de “amarelo claro cristalino”.

Quando começa a passar o tempo (lembrando que a curva de vida dos vinhos brancos sem madeira é extremamente curta) os vinhos brancos começam a tomar uma cor mais palha, logo dourada, até terminar com uma cor marrom, o que normalmente indica que o vinho já está decrépito, velho demais, estragado, salvo raras exceções.

 

Continua…

Vinhos chilenos El Principal, Memorias e Calicanto segundo Robert Parker

 

Veja todas as pontuações de Robert Parker para a vinícola chilena El Principal, incluindo dos vinhos Memorias e Calicanto.

 

Tipo  Safra  Nome do Vinho Pontos  Consumo
Vinho Tinto 2008 El Principal Calicanto 86 Old
Vinho Tinto 2009 El Principal Calicanto 90 Mature
Vinho Tinto 2010 El Principal Calicanto 90 Mature
Vinho Tinto 2012 El Principal Calicanto 89 Mature
Vinho Tinto 2006 El Principal El Principal Andetelmo 87 Late
Vinho Tinto 2008 El Principal El Principal Andetelmo 90 Sem info
Vinho Tinto 2007 El Principal El Principal Andetelmo 88 Late
Vinho Tinto 2007 El Principal Memorias Red Blend 92 Early
Vinho Tinto 2006 El Principal Memorias Red Blend 86 Old
Vinho Tinto 2010 El Principal Memorias Red Blend 90+ Mature
Vinho Tinto 2008 El Principal Memorias Red Blend 89 Mature
Vinho Tinto 2006 El Principal Red Blend 92+ Early
Vinho Tinto 2010 El Principal Red Blend 92 Early
Vinhos chilenos El Principal, Memorias e Calicanto segundo Robert Parker

Vinhos chilenos El Principal, Memorias e Calicanto segundo Robert Parker

Robert Parker e as pontuações de todas as safras do vinho chileno Concha y Toro Don Melchor

 

Don Melchor da vinícola Concha y Toro tem uma historia muito fascinante. É uns dos primeiros vinhos chileno PREMIUM, que teve sua primeira produçãoo na safra de 1987.

Os vinhedoss que dãoo vida a este tinto provem de Puente Alto, aos pés da Cordilheira dos Andes e possuem  127 hectares, sendo 90% Cabernet Sauvignon, 7,1 % Cabernet Franc, 1,9 % Merlot e 1% Petit Verdot.

Veja agora aspontuaçõess para todas as safras do vinho chileno Concha y Toro Don Melchor, segundo o critico Robert Parker:

 

Safra Nome do Vinho Pontuação
2010 Concha y Toro Don Melchor 93
2009 Concha y Toro Don Melchor 91
2008 Concha y Toro Don Melchor 92
2007 Concha y Toro Don Melchor 90
2006 Concha y Toro Don Melchor 95
2005 Concha y Toro Don Melchor 94
2004 Concha y Toro Don Melchor 94+
2003 Concha y Toro Don Melchor 93
2002 Concha y Toro Don Melchor 90
2001 Concha y Toro Don Melchor 93
2000 Concha y Toro Don Melchor (89-91)
1999 Concha y Toro Don Melchor 93
1998 Concha y Toro Don Melchor 88
1997 Concha y Toro Don Melchor 94
1996 Concha y Toro Don Melchor 89
1995 Concha y Toro Don Melchor 92
1994 Concha y Toro Don Melchor 89
1993 Concha y Toro Don Melchor 89
1992 Concha y Toro Don Melchor 72
1991 Concha y Toro Don Melchor 91
1990 Concha y Toro Don Melchor 82
1989 Concha y Toro Don Melchor 75
1988 Concha y Toro Don Melchor 89
1987 Concha y Toro Don Melchor 87
Robert Parker e as pontuações de todas as safras do vinho chileno Concha y Toro Don Melchor

Robert Parker e as pontuações de todas as safras do vinho chileno Concha y Toro Don Melchor

As vinícolas que você não pode deixar de visitar no Chile

 

Está visitando Chile pela primeira vez?

Para os que começaram agora a entrar neste apaixonante mundo do vinho e estão visitando o Chile pela primeira vez, existem duas regiões que não podem deixar de ser visitadas: o Vale de Maipo e o Vale de Casablanca – este último principalmente por seu grande potencial para produzir vinhos brancos e, particularmente, vinhos das uvas Sauvignon Blanc e Chardonnay de alto nível e também alguns maravilhosos tintos a base de Pinot Noir, Syrah e Cabernet Franc.

A proximidade Casablanca com Santiago é a grande oferta enoturística que faz desta região uma das mais atrativas do Chile vinícola. Se você vai à Santiago e quer conhecer sobre seus vinhos.Com certeza você terá uma visita inesquecível, onde poderá aproveitar muito bem seu tempo.

 

As vinícolas que você tem que visitar no Chile

As vinícolas que você tem que visitar no Chile

Vale de Casablanca:

Este vale é localizado a 80 km de Santiago e a 41 km de Valparaíso, e começou a cultivar videiras em 1982 com apenas 20 hectares.

O cultivo da videira é feito em terrenos situados em até 400 metros acima do nível do mar. Sua localização próxima do oceano faz com que tenha um clima ameno e estável graças às brisas costeiras. Sua temperatura média anual chega a 14,4ºC, apenas sofrendo com geadas em junho e agosto. No verão a temperatura chega aos 25ºC.

A temporada de chuva acontece entre os meses de maio e outubro e o resto do ano é seco. Estas condições climáticas são propícias e seus vinhos se caracterizam  pela intensa frutuosidade e acidez fresca, se comparado ao de outros vales do Chile e do mundo.

Viña Veramonte

É uma das vinícolas que conta com a melhor estrutura para receber os visitantes. É um lugar para desfrutar de atrativos passeios, zona de piquenique, degustação de excelentes vinhos e uma loja variada. Possui mais de 400 hectares plantados rodeado de colinas com florestas nativas que exibem uma beleza sem igual.

Por ser a que está mais próxima de Santiago, ao entrar em Casablanca, Veramonte é a primeira vinícola a ser avistada. Se você não está com muito tempo, esta é a melhor opção. Saindo do centro de Santiago, em apenas 30 minutos já é possível estar em uma vinícola de alto nível. Vale a visita.

Web: www.veramonte.cl 

Endereço: Rota 68 km. 66, Valle de Casablanca, Chile.

 

Viña Loma Larga

Vinícola boutique com um portfólio de vinhos extremamente interessante. Tem como grande diferencial produzir não apenas vinhos brancos excelentes, como também vinhos tintos que estão todos os anos entre os melhores do país. Além das tradicionais uvas que deram fama aos vinhos chilenos, tais como Sauvignon Blanc, Chardonnay e Cabernet Sauvignon, esta vinha se caracteriza por produzir vinhos de uvas tintas pouco tradicionais como, por exemplo, Cabernet Franc, Malbec e Syrah.

Entre as muitas atividades de enoturismo que esta vinícola oferece, destacamos as cavalgadas, sobrevoos de helicóptero e ciclismo. O lugar também oferece belas trilhas rodeadas por jardins para fazer caminhada.

A adega é muito bonita e moderna, com capacidade de 250 mil litros em cubas de aço inoxidável e uma sala de armazenamento em madeira, com 180 barris de carvalho francês distribuídos harmonicamente no espaço graças ao desenho funcional e vanguardista de sua construção, que simula suaves colinas com vinhedos servindo como trecho vivo.

Entre jardins desenhados caprichosamente é possível avistar e visitar os vinhedos, que rodeiam e sobem pelas colinas proporcionando uma bela paisagem e agradáveis passeios entre as florestas e vinhas. Uma arena e lagos habitado por patos e garças completam a paisagem singular que Loma Larga oferece a seus visitantes.

 

Web: www.lomalarga.com
Endereço: Fundo Loma Larga Camino Lo Ovalle Km 2.8 (a 3 km de Casablanca).

 

 

 

Sabe o que significa que um vinho seja Adocicado?

 

Adocicado, Acidulado, Acre, Açúcar residual e muitas outras definições indispensável para poder descrever corretamente uma taça de vinho, você aprende neste post de Winechef.

Vinho Adocicado:

Diz-se de um vinho excessivamente doce e untuoso, cuja consistência recorda a de um xarope; com baixa acidez.

Vinho Acidulado:

Diz-se do vinho que apresenta uma acidez excessiva.

Aço inoxidável:

Liga ferrocarbônica (pode conter outros elementos) que endurece pela têmpera e cuja composição lhe confere a propriedade de não oxidar (não é atacado por ferragem). Hoje em dia, a enologia utiliza cada vez mais prensas, cubas, e outros recipientes em aço inoxidável, de modo a garantir a mais fácil higienização e a melhor qualidade dos vinhos.

Vinho Acobreado:

Diz-se das cores castanho-avermelhadas, telha ou vermelho-dourado de alguns vinhos muito velhos. Nos rosados é sintoma de decrepitude. Nos brancos revela uma possível quebra cúprica.

Vinho Acre (acritude)

Ágrio, com excesso de acidez volátil (ácido acético e acetato de etilo). Sensação de amargo, de adstringência e de acidez, que provoca uma crispação dos tecidos da cavidade bucal.

Acroleína:

Aldeído formado durante a degradação do glicerol pelas bactérias. Possui um odor e um sabor amargos (doença do amargo).

Açúcar:

Sacarose e, mais genericamente, o conjunto de hidratos de carbono (glúcidos) que compõem o vinho.

Açúcar redutor ou residual:

Açúcar redutor que fica no vinho depois da fermentação (que não foi transformado em álcool pelas leveduras).

Açúcares:

Componentes essenciais do mosto que se transformam em álcool e em outras substâncias por ação das leveduras.

Adega:

Conjunto de instalações onde se elabora e se submete um vinho a estágio. Ao contrário da cave subterrânea, que é ideal para o estágio dos vinhos, a adega costuma ser construída à superfície. Quando se destina ao estágio de vinhos, convém dotá-la de isolamento e de climatização.

Adegueiro:

Responsável da adega e de todo o trabalho inerente à produção e estágio dos vinhos.

Vinho Adocicado:

Diz-se de um vinho excessivamente doce e untuoso, cuja consistência recorda a de um xarope; com baixa acidez.

Sabe o que significa que um vinho seja Adocicado

Revelada a mais recente lista! Conheça os vinhos argentinos com as melhores pontuações para Robert Parker

 

Foi revelado o ranking de vinhos argentinos elaborado por Luis Gutiérrez para Robert Parker.com

Recentemete foi conhecido o ranking dos vinhos argentinos publicado por Luiz Gutiérrez, responsável das degustações dos vinhos argentinos e chilenos.

Gutiérrez escreveu uma materia que ele mesmo describio como a mais extensa que ele já escreveu sobre sua longa viagem pelas regiões vitivinícolas argentinas.

Nos primeiros puestos se destacam las bodegas Catena Zapata, Noemia, Achaval Ferrer, Zuccardi y Per Se, assim como também os vinhos de Alejandro Vigil, enólogo chefe de Catena Zapata, pero também de sus projetos pessoais Aleanna y ChachingoLegend.

Nas primeiras posições destaque especial para os vinhos de Catena Zapata, Achaval Ferrer, Zuccardi y Per Se, assim como também para os vinhos de Alejandro Vigil, enólogo chefe de Catena Zapata que possui projetos pessoais como Aleanna e Chachingo Legend.

98 pt. Catena Zapata Adrianna Vineyard Malbec 2011, Bodega Catena Zapata

98 pt. Catena Zapata Adrianna Vineyard Malbec 2011, Bodega Catena Zapata

 

Veja a lista abaixo com as melhores pontuações de vinhos argentinos elaborado por Luis Gutiérrez para Robert Parker.com:

 

– 98 pt. Gran Enemigo Single Vineyard Gualtallary Cabernet Franc 2011, Bodega Aleanna.

– 98 pt. Catena Zapata Adrianna Vineyard Malbec 2011, Bodega Catena Zapata

– 97 pt. White Bones Chardonnay 2011, Bodega Catena Zapata

– 97 pt. Noemía 2013, Bodega Nomía de Patagonia

– 97 pt. Per Se La Craie 2013, Per Se Vines

– 97 pt. Achaval Ferrer Malbec Finca Altamira 2013, Achaval-Ferrer

– 97 pt. Finca Piedra Infinita 2013, Zuccardi Wines

– 96 pt. Finca Canal Uco 2013, Zuccardi Wine

– 96 pt. Achaval Ferrer Malbec Finca el Mirador 2013, Achaval-Ferrer

– 96 pt. Per Se Jubileus 2013, Per Se Vines

– 96 pt. Colomé Altura Máxima Malbec 2012, Bodega Colomé

– 96 pt. Treinta y Dos 2013, Bodega Chacra

– 96 pt. Vivo o Muerto Gualtallary 2013, Vivo o Muerto

– 96 pt. Los Valientes 2013, Chachingo Legend

– 96 pr. White Stones Chardonnay 2011, Bodega Catena Zapata

Alejandro Vigil, enólogo chefe de Catena Zapata e Autor do El Gran Enemigo

Alejandro Vigil, enólogo chefe de Catena Zapata e Autor do El Gran Enemigo

 

Robert Parker. Os 50 melhores Torrontés na historia de Argentina

 

Conheça as pontuações de Robert Parker para a uva branca emblemática de Argentina

Cada vez que falamos da uva Malbec, de maneira inconsciente aparece na nossa cabeça a Argentina. E como não, se esse país tem feito da Malbec uma verdadeira bandeira de batalha com a qual tem obtido grandes resultados no mundo todo, e particularmente no Brasil, justamente Argentina o país que os consumidores brasileiros dão preferência, perdendo só dos vinhos chilenos.

A uva Torrontés segundo Robert Parker

A Torrontés é uma variedade de uva branca de origem espanhola, da região Galiza, muito semelhante à Moscatel da qual possui parentesco.

A uva é cultivada também na Argentina, Portugal e Bulgaria e vários outros países que a cada dia vai ganhando maior popularidade a nível mundial.

Quando se trata de vinhos brancos argentinos é a Torrontés a que tem o total protagonismo. Seus vinhos são extraordinariamente exuberantes, de uma grande riqueza aromática o que faz que eles sejam inconfundíveis frente a outras variedades de uvas brancas.

Na Argentina existem diversos tipos de Torrontés. A Torrontés Riojano é de total qualidade, enquanto a Torrontés Sanjuanino e Torrontés Mendocino são inferiores.

Robert Parker. Os 50 melhores Torrontés na historia de Argentina

Robert Parker. Os 50 melhores Torrontés na historia de Argentina

Veja o ranking com as 50 mais altas pontuações de Robert Parker para os Torrontes na historia.

 

SAFRA  NOME DO VINHO  PONTOS
2013 Susana Balbo Susana Balbo Signature Torrontes Barrel Fermented 93
2010 Bodegas El Porvenir de Los Andes Torrontes Laborum 92
2009 Bodegas Etchart Torrontes Gran Linaje 92
2012 Domingo Molina Hermanos Torrontes 92
2012 Finca Las Nubes Torrontes 92
2009 Alta Vista Premium Torrontes 91
2013 Alta Vista Premium Torrontes 91
2011 Bodegas y Vinedos O Fournier Urban Uco Torrontes 91
2011 Coquena Torrontes 91
2010 Crios de Susana Balbo Torrontes 91
2009 Manos Negras Torrontes 91
2011 Susana Balbo Late Harvest Torrontes 91
2010 Susana Balbo Torrontes Late Harvest 91
2009 Accuro Torrontes 90
2011 Alta Vista Premium Torrontes 90
2006 Alta Vista Premium Torrontes 90
2006 Bodega Cicchitti Torrontes 90
2006 Bodega Colome Torrontes 90
2010 Bodega Monteviejo Festivo Torrontes 90
2011 Bodegas Callia Torrontes Reservado 90
2006 Bodegas El Porvenir de Los Andes Torrontes Laborum 90
2008 Bodegas Etchart Torrontes Gran Linaje 90
2010 Camino del Inca Torrontes 90
2010 Carinae Torrontes 90
2011 Crios de Susana Balbo Torrontes 90
2008 Crios de Susana Balbo Torrontes 90
2007 Crios de Susana Balbo Torrontes 90
2009 Crios de Susana Balbo Torrontes 90
2009 Familia Zuccardi Torrontes Serie A 90
2011 Familia Zuccardi Torrontes Serie A 90
2013 Familia Zuccardi Torrontes Serie A 90
2009 Felix Lavaque Don Rodolfo Torrontes 90
2010 Felix Lavaque Felix Torrontes 90
2010 Filus Torrontes 90
2011 Finca Domingo Torrontes 90
2007 Michel Torino Torrontes Don David 90
2012 Passionate Wines La Via Revolucionaria Torrontes Brutal 90
2009 Piattelli Vineyards Premium Torrontes 90
2009 Susana Balbo Torrontes Late Harvest 90
2010 Terrazas de Las Andes Reserva Torrontes 90
2011 Tilia Torrontes 90
2006 Tittarelli Reserva 90
2008 Tukma Torrontes Reserva 90
2011 Vines Of Mendoza Recuerdo Torrontes 90
2013 Bodega Colome Torrontes 89
2009 Bodega Colome Torrontes 89
2008 Bodega Colome Torrontes 89
2009 Bodega Monteviejo Festivo Torrontes 89
2008 Bodega Tapiz Zolo Torrontes 89
2007 Bodegas Etchart Torrontes Late Harvest 89

Sabe quando um vinho é “seco”?

 

O oposto a vinho seco não é “molhado”…

Esta é uma das palavras que mais usamos quando nos referimos aos vinhos, então pensei que seria uma boa ideia tentar explicar o que realmente isso significa, para você poder aprender o que é de fato um vinho seco.

A primeira coisa que devemos estar esclarecidos é de que o oposto a vinho seco não é “molhado” [risos], e, sim, doce.

Tudo depende do clima no qual o vinhedo está plantado. Assim, temos regiões mais cálidas, onde o sol tem maior luminosidade e a média de temperaturas de calor é maior. O resultado neste tipo de clima será de uma maior concentração de açúcar no grão de uva, o que logo após a fermentação se transformará em álcool. Então, a lógica é muito simples de se entender: climas mais cálidos significam vinhos com maior graduação alcoólica e, logicamente, climas mais frescos e frios produzem vinhos de teor alcoólico menor.

Depois que a uva alcança seu melhor grau de madures, ela será colhida, levada a bodega de vinificação e colocada em um recipiente, normalmente de aço, cimento e em alguns casos de madeira, e lá ele vai realizar a fermentação alcoólica (que consiste na transformação dos açúcares do mosto [suco de uva] em álcool). Quando as leveduras terminam de transformar todo o açúcar existente na uva, enfim teremos o vinho seco.

Sabe quando um vinho e “seco”

Sabe quando um vinho e “seco”

Em poucas palavras, seco significa “sem açúcar”. A verdade é que todos os vinhos tem uma pequena quantidade de açúcar, em torno de 2g por litro, devido que as leveduras nunca conseguem consumir a totalidade de açúcar, já que os próprios álcoois que elas transformaram a partir do açúcar do suco de uva as matam.

Os grandes vinhos de qualidade muita das vezes são secos, e quando não são, trata-se de vinhos de outras categorias, tais como Late Harvest, Amarone, Sauternes, Ice Wines, Espumantes e etc, mas essa é outra história e outros tipos de vinhos. Muitas vezes, graças ao bom trabalho do enólogo, os vinhos tem um aroma doce, muito intenso, mas isso é uma característica bem positiva e que expressa qualidade. Esses vinhos terão um perfil aromático frutado e levemente doce, mas na boca eles serão completamente secos.

No caso dos vinhos tintos existe uma grande confusão quando se fala dessa palavra (seco), já que muitas pessoas confundem quando os vinhos estão adstringentes no paladar, quando estão duros e ásperos, então usam a palavra seco para se referirem a esta sensação gustativa, mas está errado, já que seco, como acabamos de explicar, é uma palavra que define só os vinhos sem açúcar. Quando eles têm as características de adstringência, usa-se outro tipo de vocabulário, que veremos no próximo post.

Na hora de comprar uma garrafa de vinho a maneira para poder conferir se um vinho não é seco, é olhar o contrarrótulo já é obrigatório esse tipo de indicação com a frase “Vinho Meio Seco”.

 

Quanto tempo tem de barrica? É uma pergunta inteligente?

Como já devem ter entendido nos posts anteriores sobre este tema, a madeira entrega uma grande quantidade de elementos aromáticos ao vinho. Mas tem outro detalhe e talvez ainda mais importante, é que a madeira cumpre uma função fundamental na polimerização dos taninos durante o tempo em que este se encontra estagiando nas barricas.

Como é necessário ter um vinho de boa estrutura para colocar dentro de uma barrica, estes vinhos, quando estão jovens e ainda não passam em madeiras, normalmente tem uma grande concentração de taninos que estão firmes (duros) e estes precisam se polimerizar, unindo-os com os antocianos (responsáveis pela cor do vinho). Assim, estes taninos vão  suavizando-se e adquirindo uma textura mais macia. Este processo ocorre com a ajuda do oxigênio, que penetra através dos poros das barricas e o vinho fica em constante “interação” com ele.

Quanto tempo tem de barrica? É uma pergunta inteligente?

Quanto tempo tem de barrica? É uma pergunta inteligente?

Este estágio deve ser interrompido só quando o vinho estiver pronto, e o único calendário que indica e define este momento é a degustação, ou seja, não existe uma receita sobre o tempo ideal para que um vinho esteja dentro de uma barrica e este período varia muito entre os diferentes países e estilos que existem.

Em termos gerais uma uva de qualidade que produz um vinho ótimo consegue agüentar em uma barrica de tostado meio (sim, existem vários temas em relação ao tostado das tabuas das barricas, mais abordemos em detalhe este tema em uma próxima oportunidade) uns 18 a 20 meses, após este tempo a barrica começará a “tampar” a fruta com seus aromas e sabores tostados e doces.

É importante entender que um vinho pode ter a quantidade de meses ou anos que for de guarda dentro de uma barrica, que isto pode não significar nada em relação à qualidade do vinho final. Por isso tenha cuidado com as perguntas que os iniciantes costumam fazer, pensando que estão fazendo uma pergunta inteligente, e na verdade não passa de absoluto esnobismo, isso de “quanto tempo tem de barrica”.  Muitas vezes o vendedor vai falar qualquer coisa, só para responder a pergunta, mais mesmo sem entender também o que está falando.

Este mundo dos aromas vindos pelas madeiras é muito atrativo e tem muitas informações para quem gosta de vinho e é curioso por aprender. Aqui no nosso blog, você vai encontrar muitas respostas relacionadas aos tipos de aromas que os vinhos possuem.

Um bom exercício, só pra começar, é degustar os vinhos de mesma uva e vinícola juntos, sendo um varietal (sem madeira) e outro reserva. Aí vai dar para sentir as diferenças aportadas por elas.

Depois nos conte como foi a sua experiência!

As pontuações de Robert Parker para TODAS AS SAFRAS do vinho chileno Almaviva

 

Desde a primeira safra (1996) do vinho ícone chileno Almaviva até a última safra 2011.

O vinho Almaviva não precisa muita apresentação…

Quem alguma vez teve a oportunidade de degustar esse vinho, sabe que estamos falando de uns dos grandes vinho da Amarica Latina e sem exagero, uns dos vinhos que pode ser comparado com os melhores do mundo, e também não é exagero dizer que e o vinho chileno mais desejado dos vinhos chilenos no Brasil.

Apresentamos uma relação com todas as safras que tem sido até hoje pontuadas pelo crítico mais influente do mundo, Robert Parker. Esta publicação inclui a pontuação do Almaviva 2011, lançado no marcado recentemente.

Neste ranking abaixo os vinhos estão ordenados por pontuações, desde a nota mais alta até a nota mais baixa:

 

 Robert Parker  –  e notas para o Vinho Chileno Almaviva

 

Safra
Ranking
Pontuação
2003
Vinho Almaviva
95
2005
Vinho Almaviva
94
2007
Vinho Almaviva
93+
2002
Vinho Almaviva
93
2004
Vinho Almaviva
93
2011
Vinho Almaviva
93
2010
Vinho Almaviva
92
2001
Vinho Almaviva
92
1996
Vinho Almaviva
92
2006
Vinho Almaviva
92
2009
Vinho Almaviva
91
1997
Vinho Almaviva
91
1999
Vinho Almaviva
90
2008
Vinho Almaviva
90

 

Robert Parker  e rankings dos vinhos chilenos Almaviva

Robert Parker e rankings dos vinhos chilenos Almaviva

Neste ranking abaixo os vinhos estão ordenados por safra, desde a última safra pontuada (2011) até a primeira safra  (1996)

 Robert Parker  –  e notas para Vinho Chileno Almaviva

Tipo de Vinho
Nome
Safra
Pontuação
Vinho Tinto
Almaviva
2011
93
Vinho Tinto
Almaviva
2010
92
Vinho Tinto
Almaviva
2009
91
Vinho Tinto
Almaviva
2008
90
Vinho Tinto
Almaviva
2007
93+
Vinho Tinto
Almaviva
2006
92
Vinho Tinto
Almaviva
2005
94
Vinho Tinto
Almaviva
2004
93
Vinho Tinto
Almaviva
2003
95
Vinho Tinto
Almaviva
2002
93
Vinho Tinto
Almaviva
2001
92
Vinho Tinto
Almaviva
1999
90
Vinho Tinto
Almaviva
1997
91
Vinho Tinto
Almaviva
1996
92