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Marca lança fórmula de chocolate anti-barriga

Galena apresentou lançamento fitness que promete reduzir 50% da gordura abdominal

Já pensou em comer um chocolate que emagrece? O mais novo lançamento da Galena, empresa que importa e distribui ativos para farmácias de manipulação, promete justamente isso.

A novidade é o “Chocolate Anti-Barriga“, um alimento com Morosil – ativo extraído das laranjas vermelhas moro (cultivadas exclusivamente na área em torno do vulcão Etna, na Sicília, Itália), que possui excelente ação antioxidante, além de reduzir a gordura abdominal de 25% a 50%. Entre os outros benefícios do Morosil, estão o aumento da sensibilidade à insulina, a redução de níveis de triglicerídeos e colesterol. Ele pode ser manipulado com chocolate 70% cacau (onde a proporção deve ser 0,25g de Morosil para cada 3,5g de chocolate).

“Deve-se fundir o chocolate e adicionar o Morosil durante a fase de resfriamento, quando o chocolate derretido estiver em uma temperatura inferior a 45ºC, depois é só colocar na forma desejada”, explica Claudia Coral, vice-presidente da Galena. Mas para que o “Chocolate Anti-Barriga” funcione, ela alerta: “é indicada a ingestão de 7g de chocolate por dia, pois em 7g conseguimos a dosagem usual do Morosil que é de 400mg a 500mg ao dia”.

Por outro lado, nem todos os especialistas acreditam no efeito da novidade.

“Não há nenhum artigo cientifico sobre esse estudo que comprove que o chocolate é uma anti-barriga”, declarou Ana Maria Gonçalves, nutricionista e coordenadora do Curso de Gastronomia do IBMR e nutricionista. “A única verdade, na minha opinião, é se for uso tópico utilizado com massagens, máscaras e outros cosméticos, pois o chocolate tem alto poder hidratante”, conclui.

Marca lança fórmula de chocolate anti-barriga

Marca lança fórmula de chocolate anti-barriga

Quais vinhos devemos beber em dias frios?

 

Começou o inverno, os dias começam a ficar bem frios e não há nada melhor que passar este friozinho e com uma taça de vinho na mão, compartilhando bons momentos com a família e com os amigos. Mas é aí que aparece aquela pergunta:  Quais vinhos devemos beber em dias frios?

A resposta é bem simples: Temos que procurar  vinhos que “esquentem o corpo”.  A primeira coisa que precisamos saber  o vinho é um  produto da fermentação do açúcar da uva, portanto, quanto mais açúcar possui o cacho na hora da colheita, maior será o grau alcoólico.

Então, a dica é procurar vinhos de regiões climáticas que não sejam frias. Por exemplo, se falamos dos vinhos do Velho Mundo, muitos espanhóis, portugueses e alguns Italianos e franceses, por raçoes climáticas, vão ter as caraterísticas que precisamos para esquentar o corpo.

O ideal são vinhos de pelo menos uns 14 graus de álcool. Se nos referimos aos vinhos do novo mundo, encontrar um  apropriado para o inverno vai ser ainda mais fácil. Os argentinos, chilenos e australianos são ideais para os dias frios.

No inverno é importante aumentar a temperatura de serviço do vinho em um ou dois graus

No inverno é importante aumentar a temperatura de serviço do vinho em um ou dois graus

Sobre as castas, o importante é que sejam tintas, mas na verdade existem também alguns vinhos brancos que podem harmonizar bem com o inverno, a Viognier por exemplo. Das tintas, quase todas  vão ir muito bem, principalmente quando se trata de vinhos bem concentrados, que tenham sido criados em madeira, sejam encorpados e cálidos, tipo Cabernet Sauvignon, Malbec, Tannat, Petit Verdot, etc…

Um detalhe também importante é aumentar a temperatura de serviço do vinho em um ou dois graus. Por exemplo, se estamos acostumados a beber os vinhos tintos de Mendoza a 16 graus, no inverno podemos servir o mesmo vinho a uns 18 graus.

A medida que aumentamos a temperatura de serviço, damos mais destaque ao álcool, que se expressa com maior claridade. Mas  o importante é encontrar o ponto de equilíbrio e o  álcool precisa sempre estar aportando ao balance.

 

Veja o ranking atualizado das uvas mais prantadas no mundo

Até alguns anos atrás era a uva branca Airen a que liderada o ranking das uvas mais prantadas do mundo.

Airen, que pode ate soar como desconhecida mesmo para muitos amadores de vinhos é ate hoje a variedade mais prantada na Espanha, aonde e usada para elaborar misturado com outras uvas brancas e principalmente para elaborar destilados.

A rainha das uvas, a Cabernet Sauvignon assumiu a liderança e curiosamente e Merlot ocupa a segunda posição. Falamos curiosamente, porque pensávamos que esta uva estava em retrocesso, pelo menos é essa o que se percebe no mercado. Não existem muitos Merlot no mercado, e só dar uma olhada na carta de vinhos num restaurante o numa loja de vinhos.

A Syrah deu um “pulo” impressionante. Nos anos 90s ocupava o lugar número 35, mais hoje esta nos tops ten (no sexto lugar).

Veja a lista embaixo:

Ranking atualizado das uvas mais prantadas no mundo

Ranking atualizado das uvas mais prantadas no mundo

 

Entenda o motivo dos aromas de eucaliptos nos vinhos

 

Se alguma vez você teve a oportunidade de degustar algum vinho Chileno ou Australiano, com certeza já se deparou com intensas notas de eucaliptos.

Na década dos 90 este aroma era muito procurado, já que fazia parte de uma grande quantidade de vinhos de alto nível elaborados em vários países do mundo. Como não lembrar das notas aromáticas características dos grandes vinhos chilenos daquela época, como o “Don Melchor” da Concha y Toro, o “Don Maximiano” da Errazuriz ou o “Gold” da vinícola Carmen. Todos eles eram top’s chilenos daquela época, e que hoje ainda continuam com níveis de qualidades do máximo nível… Mas as notas de eucaliptos têm desaparecido, só que não por acaso.

Outros exemplos, talvez ainda mais claros, são os das vinícolas da chamada “Quebrada de Macul”, no Maipo Alto, lugar onde estão localizadas as vinícolas Cousiño Macul, Aquitania e Domus. Todas elas produziam, e ainda produzem, vinhos excelentes e do mais alto nível, com notas de eucaliptos muito marcadas, mas que agora já quase nem se percebem.

Acontece que já ao final dos anos 90, as notas de eucaliptos “saíram de moda”, e muitos mercados declararam guerra aos vinhos com este tipo de aroma, argumentando que “careciam de elegância”.

Concordo, em parte, com este sentido. Quer dizer, as notas de eucaliptos são muito agradáveis, só que elas não podem dominar – mas, sim, complementar o espectro olfativo de um vinho.

Como e por que se produzem os aromas de eucaliptos nos vinhos?

Como e por que se produzem os aromas de eucaliptos nos vinhos?

•Porque se produzem os aromas de eucaliptos nos vinhos??

Hoje em dia já está comprovado que os aromas de eucaliptos, provém da moléculamonoterpeno 1,8-cineol que está presente em grandes quantidades das árvores de eucaliptos e que se transpassam através dos ventos que passam pelas árvores, e logo chegam aos vinhedos e seus cachos de uva. Assim, são os próprios grãos de uva, através da pruína, que está na pele da uva, os responsáveis de capturar estes componentes que logo passam para vinho.

O interessante é que, hoje, os consumidores gostam deste tipo de aroma, e as vinícolas tem extinguido quase que a totalidade destas árvores que estavam dentro dos seus vinhedos. Mas felizmente estes aromas ainda persistem.

Ultimamente está se pensando em outra hipótese que poderia colaborar para que este aroma ainda esteja presente nos vinhos, e trata-se das raízes das próprias árvores de eucaliptos que foram cortadas há décadas. Como as parreiras têm raízes muito profundas, assim como as raízes do eucalipto (ou tinham, no caso de falarmos de eucaliptos que já foram cortados), as raízes de ambos estão a uns 4 ou 5 metros abaixo da superfície, “abafadas”, então, o contato ainda existe e as notas de eucaliptos ainda estão aí – um pouco menos evidentes, mas estão aportando ainda hoje em muitos narizes fascinantes.

Se quiserem conhecer alguns vinhos que tenham este elemento fazendo parte do aroma podem começar pelos seguintes, que, além de ter este tipo de aroma característico, têm um excelente nível de qualidade:

 

 

Jack Daniel’s lança café gourmet com sabor de whisky

Bebida promete harmonizar duas paixões: café e whisky

Que tal harmonizar cafe com um bom whisky? A tradicional marca acaba de lançar o Jack Daniel’s Gourmet Coffee, um café gourmet que contêm sabor de whisky em sua composição.

A bebida não tem graduação alcoólica, afirma a fabricante.

Em alguns lugares, o café é vendido num kit que vem com uma caneca personalizada da fabricante.

A novidade por enquanto não chegou no Brasil, mas já é possível encontrar o produto no site da Amazon.

Jack Daniel's lança café gourmet com sabor de whisky

Jack Daniel’s lança café gourmet com sabor de whisky

 

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Mulheres que bebem vinho tem uma vida sexual mais ativa

Mulheres que bebem vinho tem uma vida sexual mais ativa

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Vinho pré-treino: novo suplemento com gostinho da bebida dá um boost no exercício

Conheça o Vinoxin, que já está à venda em farmácias de manipulação do Brasil

Vinoxin é um blend encontrado em cápsula ou sachê com polifenóis extraídos da casca da uva, feito para quem se exercita com frequência. Detalhe: a versão em pó deve ser misturada em um copo d’água e tem sabor que lembra o de um vinho tinto suave (mas sem um pingo de álcool, claro).

Os dois formatos oferecem uma série de benefícios à saúde por serem ricos em antioxidantes, vitaminas e minerais.

O Vinoxin traz resultados diferentes conforme o horário que é ingerido: no pré-treino, é ideal para dar pique extra, já que promove a oxigenação muscular. Já depois da academia ele garante a recuperação rápida do organismo, além de minimizar o desgaste celular que provoca o envelhecimento da pele.

Vinho pré-treino novo suplemento com gostinho da bebida dá um boost no exercício

Vinho pré-treino novo suplemento com gostinho da bebida dá um boost no exercício

 

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“O exercício faz muito bem para a saúde, mas provoca uma oxidação maior das células em menor tempo. Por isso, é preciso minimizar o processo de envelhecimento com uma suplementação adequada”, explica a farmacêutica especialista em nutricosmético, Cláudia Coral, de São Paulo. O Vinoxin é encontrado em farmácias de manipulação e custa a partir de R$ 140.

 

O IPI do vinho sobe para 10%, cai para 6% e depois para 5%

Nesta quarta -feira (2), pela manhã, a comissão mista do Congresso Nacional aprovou o seu relatório sobre o aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). A partir de janeiro, o imposto será de 6%, para todos os vinhos, incluindo fortificados e espumantes.

Em 2017, o imposto cai para 5%. E neste mês de dezembro, a alíquota fica nos 10%, como previsto na medida provisória anunciada pelo governo três meses atrás.

A MP deveria entrar em vigor no dia 1º de dezembro, mas a comissão que deveria avaliar o texto só votou seu relatório hoje cedo. Sobre o estoque, quem já teve o seu IPI pago (então de até R$ 1,08 por garrafa), ainda não há definição de como proceder.

O relatório da comissão mista segue agora para votação do em plenário.

O IPI do vinho sobe para 10%, cai para 6% e depois para 5%

O IPI do vinho sobe para 10%, cai para 6% e depois para 5%

 

Fonte: IsstoeDinheiro.com.br 

 

Tributação sobre vinhos e destilados sobe a partir de dezembro

Alíquota sobre vinhos, por exemplo, passa a ser de 10% do preço.
Medida vai gerar arrecadação extra de R$ 1 bilhão em 2016, diz Receita.

O governo federal publicou um novo modelo de tributação para vinhos, espumantes, uísques, vodcas, cachaças, licores, sidras, aguardentes, gim, vermutes e outros destilados, com aplicação a partir de dezembro deste ano.

A medida vai gerar arrecadação extra de R$ 1 bilhão em 2016, de acordo com a Receita Federal. Ela faz parte de uma série de ações do governo para ter mais receita e equilibrar as contas públicas, que devem fechar no vermelho em 2016.

O Fisco observou que o mercado é livre e que o repasses da alta da tributação para os preços depende dos produtores e revendedores.

Pelo modelo anterior, as chamadas “bebidas quentes” eram classificadas dentro de uma tabela, que variava de “A” a “Z”, de acordo com o volume e seu preço, e sobre essas “classes” eram aplicadas as alíquotas do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI). Neste regime, que vigora até o fim de novembro, há um teto de tributação, que varia de R$ 0,14 a R$ 17,38 para cada produto.

Com o novo modelo, será cobrada uma alíquota dependendo do tipo da bebida e não haverá mais teto.

Tributação sobre vinhos e destilados sobe a partir de dezembro

Tributação sobre vinhos e destilados sobe a partir de dezembro

Vinho terá alíquota de 10%

Os vinhos nacionais, por exemplo, que tinham uma tributação limitada a R$ 0,73 por litro (teto do IPI com sistema atual), passarão a pagar uma alíquota de 10%.

Um vinho nacional de R$ 30, por exemplo, pagará R$ 0,78 de IPI até o fim de novembro. A partir de dezembro, serão cobrados R$ 3.

Os vinhos importados, por sua vez, pagam um teto de R$ 0,73 para valores de até US$ 70 (grande maioria dos produtos). Depois de dezembro, passarão a pagar também 10% de IPI.

Alta de IPI para destilados

No caso dos uísques, a Receita Federal informou que a tributação, que antes tinha um teto de R$ 9,83 (red label, por exemplo) a R$ 17,39 (blue label), passarão a pagar 30% do seu valor em Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI). Com isso, também deverão ter aumento de tributação a partir de dezembro deste ano.

Pelo novo sistema, as vodcas pagarão uma alíquota de IPI de 30%, as cachaças de 20%, os licores de 30%, as sidras de 10%, as aguardentes de 25%, o gim de 30% e os vermutes de 15%.

O Fisco não informou qual o teto de pagamento de IPI de cada um destes produtos no sistema atual.

Tributação sobre vinhos e destilados sobe a partir de dezembro

Tributação sobre vinhos e destilados sobe a partir de dezembro

Justificativas

De acordo com a Receita Federal, embora a mudança do modelo de tributação deva gerar receitas adicionais, estimadas em R$ 1 bilhão em 2016, a mudança visa simplificar o processo de cobrança e passar a tributar o setor com um modelo tradicional, já aplicado ao restante da economia.

“O sistema atual [que vigora até novembro] gera problemas e perda de arrecadação. Há uma dificuldade grande de manter a tributação adequada. O contribuinte podia praticar preços mais baixos que o normal na hora de pedir enquadramento e depois voltava a cobrar mais. Um vinho de R$ 50 reais paga no máximo R$ 0,73. Vinho de R$ 1 mil também paga também R$ 0,73. O teto é muito baixo. Não tem sensibilidade ao preço e gera distorções que se busca corrigir”, declarou João Hamilton Rech, da Receita Federal.

Tributos sobre computadores também vão subir

Após dez anos de isenção, os computadores, smartphones, notebooks, tablets, modens e roteadores passarão a pagar alíquota cheia de PIS e Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) a partir de dezembro deste ano. Com isso, o governo acabou com o benefício que estava no Programa de Inclusão Digital, existente desde 2005.

A expectativa do governo é arrecadar R$ 6,7 bilhões a mais em 2016.

 

Fonte: Globo

Qual a principal diferença entre um Porto Vintage e um Porto Colheita?

Os conceitos são relativamente semelhantes nos fundamentos, já que ambos representam um ano agrícola em particular, sendo vinhos de uma só colheita.

Porém, enquanto os Vintage são obrigatoriamente engarrafados entre o segundo e o terceiro anos após vindima, os Colheita só poderão ser engarrafados depois de decorridos pelo menos sete anos após a data da vindima.

O que não impede que a maioria dos Porto Colheita seja engarrafada sensivelmente mais tarde, por vezes já com mais de 20 anos de estágio em madeira chegando, em alguns casos extremos, a ser engarrafado após um século de descanso em madeira.

Só para lembrar… o Vinho do Porto é um vinho natural e fortificado, produzido exclusivamente a partir de uvas tintas provenientes da Região Demarcada do Douro, no Norte de Portugal a cerca de 100 km a leste da cidade do Porto.

 

 Qual a principal diferença entre um Porto Vintage e um Porto Colheita?

Qual a principal diferença entre um Porto Vintage e um Porto Colheita?

 

Leilão de vinhos para vítimas do atentado na França bate recorde

O valor de uma garrafa de vinho leiloada pelo antigo Hospice de Beaune, na região de Borgonha, fundado em 1443 pelo então chanceler Nicolas Rolin para os pobres, atingiu cifras surpreendentes.

Trata-se de um Corton Renardes Grand Cru 2015, arrematado por 480 mil euros, o equivalente a mais de R$1 milhão de reais.

A compradora, de origem francesa, não quis ser identificada – de acordo com a diretora geral da Christie’s, Aline Sylla-Walbaum.

Leilão de vinhos para vítimas do atentado na França bate recorde

Leilão de vinhos para vítimas do atentado na França bate recorde

Parte do valor da venda será revertida para as vítimas dos atentados em Paris, na França, ocorridos na última sexta-feira, dia 13 de novembro.

O recorde anterior da chamada “peça de caridade” – venda cujo benefício vai para obras beneficentes – era de 400 mil euros, em 2010.

Este ano, além das associações já previstas, o Instituto Curie contra o câncer, e a Fundação para pesquisas sobre acidentes vasculares cerebrais, os organizadores do tradicional leilão decidiram reverter parte do lucro para as vítimas dos atentados terroristas.

O evento, que reúne compradores do mundo inteiro, teve início após os presentes respeitarem um minuto de silêncio. Logo em seguida, foi entoado o hino francês, a Marselhesa.

 

 

Fonte: Revista Gosto