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O que nunca ninguém conseguiu explicar. A mudança na cor dos vinhos

 

Aprenda neste post de Winechef como e por que os vinhos mudam de cor.

Na hora de fazer a análise visual, devemos considerar que existem algumas uvas que já entregam desde um princípio uma coloração mais escura ou mais dourada, e também influencia o momento de madures na hora da colheita, o grau de acidez PH do vinho, e a quantidade de S2O (anidrido sulfuroso) utilizado na elaboração (quanto maior é a concentração, maior é a transparência e a fixação da cor). Então temos sempre que estar atentos para não errar na hora de fazer análises visuais.

Outro ponto importante que tenho que mencionar é que os vinhos que passam em barrica têm uma mudança considerável na cor. Assim, um vinho branco pode ser jovem e ter uma cor mais dourada, mas neste caso a causa foi a guarda em madeira (aí vamos ao nariz sentir o aroma da madeira).

No caso dos vinhos tintos acontece algo parecido. Ou seja, o aspecto visual vai estar em constante evolução, o que se explica pela polimerização dos taninos e as antocianos (pigmentos que estão na pele e que entregam a cor do vinho tinto), através da união de suas moléculas que se transformam e juntam, ficando de um tamanho maior – razão pela qual estas ficam com peso maior e precipitam, ficando no fundo da garrafa com um aspecto de “lama”, erroneamente chamadas de “borras”.

Esta evolução permite que a mudança de cor seja muito evidente e funciona da seguinte maneira: os vinhos tintos, quando são jovens, têm sempre um coloração violeta e intensa (independente da concentração). Deve-se considerar os mesmos dois aspectos que mencionamos com o exemplo dos vinhos brancos, ou seja, quando os vinhos tintos passam por madeira, esta acelera a polimerização dos taninos e as antocianos, portanto a cor muda de maneira mais rápida.

Também temos que lembrar que existem uvas com diferentes potenciais de cor. Um bom exemplo é a uva Pinot Noir, que dentro da composição celular de sua pele tem uma baixíssima quantidade de antocianos, razão pela qual seus vinhos têm uma coloração muito mais clara que a média das uvas tintas.

 

A uva Tintorera

Contrariamente existe uma uva que se chama “tintorera” e que tem uma concentração extraordinária de cor, que é um grande diferencial frente às outras uvas tintas por ter estes pigmentos de cor não só na pele (o que é o normal), mas também no suco, motivo pelo qual é muito procurada e valorizada para “pintar” os vinhos brancos. Assim, em safras nas quais existe escassez de vinhos tintos, as bodegas, usando como base um vinho branco, colocam uma pequena porcentagem de tintorera e transformam um vinho branco em um vinho tinto.

Podemos dizer que, como a evolução os vinhos tintos sempre vai se acelerando, ou seja, o resultado da mudança química e física que acabamos de explicar se traduz agora em uma mudança constante da cor que está estreitamente ligada a uma mudança também sensorial, dos seus equilíbrios, texturas e em termos gerais dos seus aromas e sabores.

As cores que no começo foram violetas e intensas terminam logo após vários anos (ou até décadas) com um aspecto único, com tons claros, que definimos como “tijolo” ou “alaranjados”. Esta é uma etapa crítica, já que esta cor indica claramente que estamos frente a um vinho que já está evoluído. Mas agora o importante será ver se este vinho tinha ou não potencial para evoluir corretamente. Podemos dizer que todos os vinhos envelhecem, mas nem todos melhoram.

A mudança na cor dos vinhos

A mudança na cor dos vinhos

 

Como diferenciar as cegas os vinhos do Velho e Novo Mundo?

Hoje em dia praticamente todos os países do mundo produzem algum tipo de bebida alcoólica, como também a grande maioria produz vinhos. Mas com tanto vinho por aí, fica difícil na hora da degustação poder diferenciar, pelo menos, (e sem olhar o rótulo) se estes provêm do Velho ou do Novo Mundo. Então aqui está a dica que você estava precisando!

A primeira coisa que temos que entender é que o vinho tem que ter a expressão de sua origem, de seu terroir. Um vinho, para ser considerado como um vinho de qualidade, tem que mostrar as traves de seus atributos sensoriais de sua procedência, e, de fato, na prática, é desta forma que acontece.

Os vinhos produzidos no Velho Mundo, e, por motivos climáticos, têm grandes e notórias diferenças com os produzidos no Novo Mundo. Quando falamos de países produtores do Velho Mundo, estamos nos referindo principalmente aos que já estão consolidados e que têm milhares de anos produzindo vinhos.

Vinhos do Velho e Novo Mundo como diferenciar?

Vinhos do Velho e Novo Mundo como diferenciar?

É o caso da França, Espanha, Portugal, Itália e Alemanha – para falar só dos mais importantes. Nestes países o clima tem um denominador comum: uma falta de altas temperaturas – climas muito frios – e calor insuficiente para poder madurar uma baya (fruto) de uva.

Se já tiveram a oportunidade de reparar, as diferencias de preços entre umas safras e outras são realmente abismantes, citando, por exemplo, uma extraordinária safra em Bourdeaux (em Pomerol, citando exemplos recentes), como foi a do ano 2010, a garrafa está hoje avaliada em U$2,650 – e uma garrafa da safra posterior foi avaliada só em R$700 (falo “só” porque estou usando como exemplo uns dos vinhos mais célebres e caros do mundo).

Ou seja, a diferença de valor é de quase 4 vezes entre uma e outra. Então, como poder entender os vinhos do Velho Mundo e poder distinguir às cegas dos do Novo Mundo? A reposta é: a madurez.

A maioria dos vinhos (não podemos generalizar nem descomplicar, mas sim explicar) dos frios climas europeus, tem uma cor bastante diluída, seus aromas nos lembram um lado orgânico e à fruta fresca e seus palatos são geralmente frescas e leves – salvos, é claro, estes vinhos de safras mais generosas, onde a madurez foi plena, e, em consequência disso, os vinhos são mais maduros, mais equilibrados e melhores.

 

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Quando devemos decantar um vinho?

 

Todo o mundo já escutou alguma vez sobre isso, mas o que realmente significa?

Como já aprofundei em uma matéria anterior em relação ao fato de tirar a rolha para que o vinho respire (e deixamos claro naquela matéria que tirar a rolha não serve para nada), então, a primeira coisa que devemos entender é que não são todos os vinhos que devem ser decantados – já que muitos deles não se beneficiam com a decantação, mas ao contrário: em questão de minutos, a presença de oxigênio os deteriora aromaticamente.

Os vinhos espumantes, brancos e rosés

Não são decantados quase nunca. Existem casos de vinhos brancos que, em algumas raras exceções, são decantados (só os grandes e mais complexos vinhos brancos, ou seja, os brancos top’s a nível mundial que conseguem ter uma vida longa e que precisam de oxigenação para entregar todas as suas virtudes).

Mas em relação aos vinhos brancos tradicionais. os aromas destes vinhos são muito frágeis, e normalmente basta tirar a rolha que estes se mostram com uma perfeita intensidade e exuberância. Neste caso, o melhor é abrir a garrafa e colocar o vinho imediatamente na taça, já que é durante os primeiros minutos que os aromas deste estilo de vinhos vão se expressar com maior qualidade. Então, se decantarmos um vinho deste tipo, só vai fazer com que estes aromas desapareçam com o oxigênio que entrarão no decanter, e quando o vinho chegar à taça já não vai ter ficado mais nada.

Quando, como e por que devemos decantar um vinho?

Quando, como e por que devemos decantar um vinho?

Os vinhos tintos

Agora falando dos vinhos tintos, a maioria deles também não precisa decantação, seguindo a mesma lógica explicada anteriormente. Eles perdem muito com a decantação. Todos os vinhos varietais (sem estágio em madeira) e os vinhos simples (mesmo que sejam tintos) devem ser colocados direito na taça.

Quando temos vinhos que possuem uma importante concentração de “polifenóis” (cor, aromas e sabor), estes precisam do oxigênio para se manifestar com maior qualidade e complexidade, e é neste caso que é preciso decantar, isto é, independente da uva, e o que vai importar vai ser o vinho, a concentração e a qualidade que ele tenha.

 Para decantar um vinho, use a seguinte lógica:

vinhos simples para consumo rápido não devem ser decantados e vinhos de melhor qualidade, mais concentrados, que tiveram guarda em madeira ou que já apresentam certa idade devem ser decantados.

Esta ação de decantação parece não ter importância, mas na verdade tem sim. Um vinho de muita qualidade servido sem decantar é um grande desperdício – lembre-se que é o oxigênio que produz o efeito da liberação das partículas aromáticas, então, o decanter deve ter uma “boca” suficientemente grande para que possa existir um intercâmbio entre o oxigênio e o líquido. Logo, não adianta colocar o vinho em um decanter e encher até o topo e não deixar que o líquido tenha contato com o oxigênio.

Por último, vai depender da concentração do vinho o tempo que vai ser necessário decantar; vinhos mais concentrados vão necessitar mais tempo. O que você pode fazer é deixá-los sempre no decanter entre 20 e 30 minutos antes de beber, isso também dá valor ao vinho, porque ele vai melhorar não só sensorialmente, mas também “psicologicamente”, no sentido que as pessoas sempre associam vinhos decantados a vinhos de qualidades.

E o fato de ter que esperar que o vinho termine de se oxigenar no decanter dá uma sensação de expectativa muito positiva… É como esperar que o pão saia do forno na padaria, ou seja, parece que o pão é sempre melhor quando está fresquinho… E o vinho também é sempre melhor quando é decantado.

 

Empresa inventa decanter operado por celular que melhora o sabor do vinho

 

O decanter operado por celular melhora o sabor do vinho usando ondas sonoras

O decanter chamado de “Sonic” é capaz de desenvolver os aromas e sabores do vinho a partir de ondas sonoras e pode ser controlado por meio de um aplicativo de smartphone (Sonic Decanter App). Foi inventado por Charles Leonhardt, que usou uma tecnologia patenteada capaz de alterar a composição molecular e química do vinho, reduzindo os níveis de dióxido sulfúrico. Durante o processo da decantação, muitos dos gases dissolvidos na bebida são liberados criando novas ligações químicas similares àquelas formadas no processo de envelhecimento do vinho.

Decanter Sonic

O CEO Michael Coyne da Dionysus Technology Concepts, distribuidora do produto, afirma que o aparelho simplifica o “tedioso processo” de esperar os vinhos tintos se desenvolverem dentro das garrafas. “O Decanter Sonic faz todo vinho ficar melhor, adicionando sabor, aroma e acabamento nunca atingido em um tempo tão curto de decantação”, declarou Coyne. Ele ainda completou: “Ao mesmo tempo, criamos também uma ferramenta que melhora o sabor dos vinhos brancos”.

O decanter já foi testado por alguns especialistas da área, que registraram boas críticas ao produto. Segundo um deles, o aparelho torna o vinho mais macio e saboroso, além de eliminar gostos muito ácidos. Para fazê-lo funcionar basta adicionar água, colocar o vinho, escolher as opções “tinto” ou “branco” no painel e esperar 15 minutos.

Segundo os criadores, o aparelho funciona com garrafas fechadas e ainda pode revigorar garrafas abertas há alguns dias. O decanter vai ser lançado daqui um mês nos Estados Unidos e vai custar cerca de US$ 199 (R$ 500).

Empresa inventa decanter operado por celular

Empresa inventa decanter operado por celular

 

Marca lança fórmula de chocolate anti-barriga

Galena apresentou lançamento fitness que promete reduzir 50% da gordura abdominal

Já pensou em comer um chocolate que emagrece? O mais novo lançamento da Galena, empresa que importa e distribui ativos para farmácias de manipulação, promete justamente isso.

A novidade é o “Chocolate Anti-Barriga“, um alimento com Morosil – ativo extraído das laranjas vermelhas moro (cultivadas exclusivamente na área em torno do vulcão Etna, na Sicília, Itália), que possui excelente ação antioxidante, além de reduzir a gordura abdominal de 25% a 50%. Entre os outros benefícios do Morosil, estão o aumento da sensibilidade à insulina, a redução de níveis de triglicerídeos e colesterol. Ele pode ser manipulado com chocolate 70% cacau (onde a proporção deve ser 0,25g de Morosil para cada 3,5g de chocolate).

“Deve-se fundir o chocolate e adicionar o Morosil durante a fase de resfriamento, quando o chocolate derretido estiver em uma temperatura inferior a 45ºC, depois é só colocar na forma desejada”, explica Claudia Coral, vice-presidente da Galena. Mas para que o “Chocolate Anti-Barriga” funcione, ela alerta: “é indicada a ingestão de 7g de chocolate por dia, pois em 7g conseguimos a dosagem usual do Morosil que é de 400mg a 500mg ao dia”.

Por outro lado, nem todos os especialistas acreditam no efeito da novidade.

“Não há nenhum artigo cientifico sobre esse estudo que comprove que o chocolate é uma anti-barriga”, declarou Ana Maria Gonçalves, nutricionista e coordenadora do Curso de Gastronomia do IBMR e nutricionista. “A única verdade, na minha opinião, é se for uso tópico utilizado com massagens, máscaras e outros cosméticos, pois o chocolate tem alto poder hidratante”, conclui.

Marca lança fórmula de chocolate anti-barriga

Marca lança fórmula de chocolate anti-barriga

Quais vinhos devemos beber em dias frios?

 

Começou o inverno, os dias começam a ficar bem frios e não há nada melhor que passar este friozinho e com uma taça de vinho na mão, compartilhando bons momentos com a família e com os amigos. Mas é aí que aparece aquela pergunta:  Quais vinhos devemos beber em dias frios?

A resposta é bem simples: Temos que procurar  vinhos que “esquentem o corpo”.  A primeira coisa que precisamos saber  o vinho é um  produto da fermentação do açúcar da uva, portanto, quanto mais açúcar possui o cacho na hora da colheita, maior será o grau alcoólico.

Então, a dica é procurar vinhos de regiões climáticas que não sejam frias. Por exemplo, se falamos dos vinhos do Velho Mundo, muitos espanhóis, portugueses e alguns Italianos e franceses, por raçoes climáticas, vão ter as caraterísticas que precisamos para esquentar o corpo.

O ideal são vinhos de pelo menos uns 14 graus de álcool. Se nos referimos aos vinhos do novo mundo, encontrar um  apropriado para o inverno vai ser ainda mais fácil. Os argentinos, chilenos e australianos são ideais para os dias frios.

No inverno é importante aumentar a temperatura de serviço do vinho em um ou dois graus

No inverno é importante aumentar a temperatura de serviço do vinho em um ou dois graus

Sobre as castas, o importante é que sejam tintas, mas na verdade existem também alguns vinhos brancos que podem harmonizar bem com o inverno, a Viognier por exemplo. Das tintas, quase todas  vão ir muito bem, principalmente quando se trata de vinhos bem concentrados, que tenham sido criados em madeira, sejam encorpados e cálidos, tipo Cabernet Sauvignon, Malbec, Tannat, Petit Verdot, etc…

Um detalhe também importante é aumentar a temperatura de serviço do vinho em um ou dois graus. Por exemplo, se estamos acostumados a beber os vinhos tintos de Mendoza a 16 graus, no inverno podemos servir o mesmo vinho a uns 18 graus.

A medida que aumentamos a temperatura de serviço, damos mais destaque ao álcool, que se expressa com maior claridade. Mas  o importante é encontrar o ponto de equilíbrio e o  álcool precisa sempre estar aportando ao balance.

 

Veja o ranking atualizado das uvas mais prantadas no mundo

Até alguns anos atrás era a uva branca Airen a que liderada o ranking das uvas mais prantadas do mundo.

Airen, que pode ate soar como desconhecida mesmo para muitos amadores de vinhos é ate hoje a variedade mais prantada na Espanha, aonde e usada para elaborar misturado com outras uvas brancas e principalmente para elaborar destilados.

A rainha das uvas, a Cabernet Sauvignon assumiu a liderança e curiosamente e Merlot ocupa a segunda posição. Falamos curiosamente, porque pensávamos que esta uva estava em retrocesso, pelo menos é essa o que se percebe no mercado. Não existem muitos Merlot no mercado, e só dar uma olhada na carta de vinhos num restaurante o numa loja de vinhos.

A Syrah deu um “pulo” impressionante. Nos anos 90s ocupava o lugar número 35, mais hoje esta nos tops ten (no sexto lugar).

Veja a lista embaixo:

Ranking atualizado das uvas mais prantadas no mundo

Ranking atualizado das uvas mais prantadas no mundo

 

Entenda o motivo dos aromas de eucaliptos nos vinhos

 

Se alguma vez você teve a oportunidade de degustar algum vinho Chileno ou Australiano, com certeza já se deparou com intensas notas de eucaliptos.

Na década dos 90 este aroma era muito procurado, já que fazia parte de uma grande quantidade de vinhos de alto nível elaborados em vários países do mundo. Como não lembrar das notas aromáticas características dos grandes vinhos chilenos daquela época, como o “Don Melchor” da Concha y Toro, o “Don Maximiano” da Errazuriz ou o “Gold” da vinícola Carmen. Todos eles eram top’s chilenos daquela época, e que hoje ainda continuam com níveis de qualidades do máximo nível… Mas as notas de eucaliptos têm desaparecido, só que não por acaso.

Outros exemplos, talvez ainda mais claros, são os das vinícolas da chamada “Quebrada de Macul”, no Maipo Alto, lugar onde estão localizadas as vinícolas Cousiño Macul, Aquitania e Domus. Todas elas produziam, e ainda produzem, vinhos excelentes e do mais alto nível, com notas de eucaliptos muito marcadas, mas que agora já quase nem se percebem.

Acontece que já ao final dos anos 90, as notas de eucaliptos “saíram de moda”, e muitos mercados declararam guerra aos vinhos com este tipo de aroma, argumentando que “careciam de elegância”.

Concordo, em parte, com este sentido. Quer dizer, as notas de eucaliptos são muito agradáveis, só que elas não podem dominar – mas, sim, complementar o espectro olfativo de um vinho.

Como e por que se produzem os aromas de eucaliptos nos vinhos?

Como e por que se produzem os aromas de eucaliptos nos vinhos?

•Porque se produzem os aromas de eucaliptos nos vinhos??

Hoje em dia já está comprovado que os aromas de eucaliptos, provém da moléculamonoterpeno 1,8-cineol que está presente em grandes quantidades das árvores de eucaliptos e que se transpassam através dos ventos que passam pelas árvores, e logo chegam aos vinhedos e seus cachos de uva. Assim, são os próprios grãos de uva, através da pruína, que está na pele da uva, os responsáveis de capturar estes componentes que logo passam para vinho.

O interessante é que, hoje, os consumidores gostam deste tipo de aroma, e as vinícolas tem extinguido quase que a totalidade destas árvores que estavam dentro dos seus vinhedos. Mas felizmente estes aromas ainda persistem.

Ultimamente está se pensando em outra hipótese que poderia colaborar para que este aroma ainda esteja presente nos vinhos, e trata-se das raízes das próprias árvores de eucaliptos que foram cortadas há décadas. Como as parreiras têm raízes muito profundas, assim como as raízes do eucalipto (ou tinham, no caso de falarmos de eucaliptos que já foram cortados), as raízes de ambos estão a uns 4 ou 5 metros abaixo da superfície, “abafadas”, então, o contato ainda existe e as notas de eucaliptos ainda estão aí – um pouco menos evidentes, mas estão aportando ainda hoje em muitos narizes fascinantes.

Se quiserem conhecer alguns vinhos que tenham este elemento fazendo parte do aroma podem começar pelos seguintes, que, além de ter este tipo de aroma característico, têm um excelente nível de qualidade:

 

 

Jack Daniel’s lança café gourmet com sabor de whisky

Bebida promete harmonizar duas paixões: café e whisky

Que tal harmonizar cafe com um bom whisky? A tradicional marca acaba de lançar o Jack Daniel’s Gourmet Coffee, um café gourmet que contêm sabor de whisky em sua composição.

A bebida não tem graduação alcoólica, afirma a fabricante.

Em alguns lugares, o café é vendido num kit que vem com uma caneca personalizada da fabricante.

A novidade por enquanto não chegou no Brasil, mas já é possível encontrar o produto no site da Amazon.

Jack Daniel's lança café gourmet com sabor de whisky

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Mulheres que bebem vinho tem uma vida sexual mais ativa

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Vinho pré-treino: novo suplemento com gostinho da bebida dá um boost no exercício

Conheça o Vinoxin, que já está à venda em farmácias de manipulação do Brasil

Vinoxin é um blend encontrado em cápsula ou sachê com polifenóis extraídos da casca da uva, feito para quem se exercita com frequência. Detalhe: a versão em pó deve ser misturada em um copo d’água e tem sabor que lembra o de um vinho tinto suave (mas sem um pingo de álcool, claro).

Os dois formatos oferecem uma série de benefícios à saúde por serem ricos em antioxidantes, vitaminas e minerais.

O Vinoxin traz resultados diferentes conforme o horário que é ingerido: no pré-treino, é ideal para dar pique extra, já que promove a oxigenação muscular. Já depois da academia ele garante a recuperação rápida do organismo, além de minimizar o desgaste celular que provoca o envelhecimento da pele.

Vinho pré-treino novo suplemento com gostinho da bebida dá um boost no exercício

Vinho pré-treino novo suplemento com gostinho da bebida dá um boost no exercício

 

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“O exercício faz muito bem para a saúde, mas provoca uma oxidação maior das células em menor tempo. Por isso, é preciso minimizar o processo de envelhecimento com uma suplementação adequada”, explica a farmacêutica especialista em nutricosmético, Cláudia Coral, de São Paulo. O Vinoxin é encontrado em farmácias de manipulação e custa a partir de R$ 140.