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Vinho tinto pode ser um eficiente remédio contra o câncer de próstata

 

Pesquisadores da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, descobriram que um componente encontrado nas cascas de uva e no vinho tinto, o resveratrol, é um eficiente remédio contra o câncer de próstata.

A substância deixa as células do câncer mais suscetíveis à radiação do tratamento de radioterapia.

Nos estudos conduzidos pela instituição, a combinação entre resveratrol  e o tratamento terapêutico matou até 97% das células cancerígenas. Não existe previsão se o procedimento será aplicado em seres humanos.

 

Vinho Tinto

 

Câncer de próstata no Brasil

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma).

Em valores absolutos, é o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando cerca de 10% do total de cânceres.

Sua taxa de incidência é cerca de seis vezes maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento.

Os dados são do INCA (Institito Nacional de Câncer).

 

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Os barris usados e seu efeito no vinho

É bom lembrar que faz toda a diferença o fato do barril ser novo ou usado

Os novos passam uma gama de aromas e sabores – já vistos – ao vinho, enquanto os que têm alguns anos de uso são quase inertes, permitindo apenas a micro-oxigenação. As empresas que buscam o toque de carvalho em seus vinhos usam apenas barris novos ou de primeiro uso, no máximo, segundo ou terceiro, raramente quarto uso. Depois de utilizados, normalmente, os barris são vendidos para outros fins que não a vinicultura. Isso encarece muito o processo, pois um barril francês de bom tanoeiro pode custar U$D 1 mil, e um barril americano dificilmente sai por menos de US$ 500.

Um ponto fundamental para o uso de barris usados pela segunda ou demais vezes é sua higiene. Eles devem ser perfeitamente limpos, mas não podem ser esterilizados. Os Brettanomyces – tipo de levedura, apelidado de “Bret”, que pode contaminar barris e transmitir aromas defeituosos aos vinhos, lembrando mofo e dando toques animais desagradáveis à bebida – são perigosos e precisam ser monitorados constantemente.

Outro aspecto da madeira usada é detectado na parede de um tonel antigo, onde podem acumular-se cristais de tartarato. Esta substância aparece nos vinhos engarrafados sobre forma de pequenos cristais brilhantes insípidos e inodoros.

Quando ainda estão nos barris, estes cristais podem impermeabilizar a madeira, evitando a evaporação do vinho; impedir a impregnação de sabor de madeira no vinho, o que provavelmente seja a intenção do enólogo; e ajudar a precipitar os cristais de tartarato do vinho novo. É possível fazer uma raspagem nos barris usados para retirar eventuais cristais, limpá-los, desmontá-los, efetuar nova tosta e montar de novo.
No entanto, este processo é trabalhoso e o efeito jamais será o de um barril novo.

 

Como o carvalho altera aromas e sabores do vinho?

Como o carvalho altera aromas e sabores do vinho?

 

Os chips

Como já mencionamos, barris de carvalho são custosos e têm impacto direto do preço final de uma garrafa. A conta é simples: um barril de US$ 600 novo, que comporta 225 litros ou 300 garrafas, encarecerá o vinho, na origem, em US$ 2. Se este valor for multiplicado cerca de três vezes por impostos e taxas, só o barril significará US$ 6, ou cerca de R$ 18, no preço de prateleira de uma garrafa. É fácil deduzir, então, que vinhos de menos de R$ 30 ou R$ 40 dificilmente passarão sequer perto de barris novos.

A alternativa barata para dar aquele gostinho de carvalho ao vinho é o uso dos chamados chips. Retalhos de madeira, aduelas, serragem, todas as sobras de carvalho podem ser aproveitadas e colocadas em contato com o vinho em vários momentos. Existe a possibilidade de usar os chips desde a fermentação até o vinho pronto. É usado colocar pedaços da madeira ou mesmo saquinhos de chá gigantes, contendo serragens de carvalho em tanques de inox.

Chips

Chips

 

Dependendo do país e da região, este artifício é ilegal e, geralmente, não é admitido pelos produtores. Na Austrália, a prática é permitida e muito comum nos vinhos mais baratos, enquanto em Bordeaux e na Borgonha é proibido, por exemplo.

O que nos interessa saber é quais os efeitos dos chips. Naturalmente simulam o barril de carvalho, passando aromas de madeira ao vinho, mas sem mesma qualidade e sem a microoxigenação, que dará complexidade e longevidade. Geralmente isso funciona bem para vinhos muito simples, de consumo imediato, o que realmente pode ganhar ao receber este aporte de aroma e sabor.

Chips, no entanto, jamais se prestarão à produção de vinhos de maior qualidade, estrutura, complexidade e, sobretudo, de longa guarda, pois os aromas de carvalho dados por este método tendem a se perder depois de alguns meses do vinho engarrafado.

O mesmo vinho pode ser elaborado em barris de tipos diferentes?

Em relação as barricas de carvalho é bom lembrar que cada vinho pode ser elaborado de uma maneira diferente: sem nenhum contato com madeira, amadurecido em barris 100% novos, ou mesmo amadurecidos em um mix de barris novos e usados, de diferentes tipos de carvalho, de diversas idades e tamanhos.

Ter orgasmo e beber vinho trazem mesmo efeito ao corpo; veja

 

Pesquisadores descobrem que hormônio tem mesmo efeito que consumo moderado de álcool

Pesquisadores britânicos da Birmingham University concluíram que ficar apaixonado, ser mãe, ter um cachorro e beber entre um e dois drinques têm muito em comum. Isso porque todos estes itens causam as mesmas sensações no corpo, algumas pelo consumo de álcool, outras porque aumentam a liberação da ocitocina, substância conhecida como “hormônio do amor”. Além do bem estar, ela aumenta ainda a confiança, a generosidade e a empatia nas pessoas.

As maiores concentrações de ocitocina são produzidas na gestação e trabalho de parto , mas o hormônio também é liberado pelo corpo durante o orgasmo, momentos de carinho entre namorados ou com o bicho de estimação. Em todas estas situações, ele produz um bem estar comparado ao efeito do álcool após poucos drinques, como uma ou duas taças de vinho.

Ter orgasmo e beber vinho trazem mesmo efeito ao corpo

Ter orgasmo e beber vinho trazem mesmo efeito ao corpo

A ocitocina, que em alguns países é vendida em formato de spray nasal, ajuda a relaxar e é usada em momentos de apuros e ansiedade como um primeiro encontro ou entrevista de emprego. No entanto, os especialistas alertam para as formas mais naturais de se atingir estes níveis de bem estar. “Se estiver ansioso para um compromisso, um abraço apertado do parceiro pode ajudar muito”, explica Ian Mitchell, responsável pela pesquisa.

No entanto, o hormônio tem um lado negro: aumenta o medo do desconhecido e a agressividade. Isso porque o álcool e a ocitocina deixam as pessoas mais relaxadas, reduzem a noção de perigo levando a correr riscos que em outros momentos pareceriam situações improváveis. Toda esta tendência de comportamento pode causar agressividade, arrogância e raiva. Inclusive, os estudiosos concluíram que psicopatas produzem 10 vezes mais este hormônio.

Ter orgasmo e beber vinho trazem mesmo efeito ao corpo

Ter orgasmo e beber vinho trazem mesmo efeito ao corpo

Mas se estiver pensando que é estranho o mesmo hormônio ser capaz de produzir bem estar, relaxamento instântaneo e também raiva, os médicos esclarecem que esta combinação faz todo sentido já que é a ocitocina que comanda o sentimento de proteção das mães em relação aos filhos, momento que a agressividade entra em ação.

Eles explicam ainda que estas descobertas são válidas para o uso do hormônio em diversos tratamentos que vão desde a anorexia até o autismo. “Não acho que veremos a ocitocina ser usada socialmente como uma alternativa ao álcool, mas é um fascinante neuroquímico e tem possibilidades reais de ser usado em tratamentos psicológicos e psiquiátricos. Entender como exatamente ele cria e altera o comportamento pode trazer muitos benefícios”, afirma Dr. Steven Gillespie, outro especialista no assunto.

 

Fonte: Terra

Apreciadores de vinho possuem Q.I. mais alto

 

Estudo feito nos EUA comparou hábitos de jovens e traçou uma relação entre consumo de bebida e inteligência

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Indiana nos Estados Unidos analisou hábitos de jovens e traçou um perfil dos grupos de acordo com o consumo.

O trabalho comparou consumidores de vinho com apreciadores de cerveja e abstêmios, ou seja, pessoas que não ingerem nada de bebida alcoólica.

O resultado mostrou que os consumidores de vinho apresentavam níveis de Q.I. (Quocientes de Inteligência) mais altos, possuíam superiores níveis de instrução e, por isso, eram as pessoas mais saudáveis do grupo.

“As pessoas com alto Q.I, pertencentes a um alto nível socioeconômico mais alto e que têm boa instrução são geralmente mais saudáveis do que aquelas que não possuem essas características”, disse June Reinisch, líder do estudo.

preciadores de vinho possuem Q.I. mais alto

preciadores de vinho possuem Q.I. mais alto

 

Fonte: Revista Adega.

 

 

 

Vinho contra a depressão

 

Um estudo recentemente divulgado acredita ter comprovado que beber um copo de vinho por dia ajuda a evitar os sintomas da depressão

Esse resultado reforça a crença dos adeptos da Dieta Mediterrânea, a qual recomenda o consumo diário da bebida para uma melhor qualidade de vida.

Foram acompanhadas 5,5 mil pessoas de ambos os gêneros, as quais bebem de forma moderada há sete anos. Com isso, a pesquisa detectou que aqueles que bebiam entre dois e sete copos de vinho por semana eram menos propensos à depressão do que o restante.Os dados foram iguais entre homens e mulheres, e também não foram afetados por diferentes hábitos alimentares, tabagismo ou estado civil.

Vinho contra a depressão

Vinho contra a depressão

A idade do grupo estudado foi de 55 a 80 anos, uma faixa em que o risco de depressão é relativamente alto. Além disso, os pesquisadores acreditam que os mecanismos relacionados à depressão e às doenças do coração – também de alta incidência na faixa etária estudada – são comuns, com semelhantes fatores de risco e formas de prevenção. Esta pesquisa faz parte de uma análise maior sobre a dieta Mediterrânea realizada pelo grupo de estudo Predimed e já foi publicada na mídia especializada.

No entanto, os estudiosos alertam que as pessoas que não são adeptas às bebidas alcoólicas não devem começar a beber por conta dessa análise. Além disso, a quantidade de até sete copos por semana deve ser seguida, e o vinho não deve ser substituído por outras bebidas alcoólicas.

 

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Mulheres que bebem vinho tem uma vida sexual mais ativa

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Vinho bate iogurte em padrões de saúde

 

Cientistas anunciaram a descoberta de uma bactéria probiótica saudável no vinho.

A boa notícia animou os amantes da bebida. A má notícia é que o processo de adição de sulfitos no vinho pode acabar com essas bactérias, o que significa que os produtores terão que isolar os probióticos antes de adicionarem os sulfitos ou que os apreciadores terão que se conformar em beber o vinho sem a adição desses componentes.

Pesquisadores espanhóis isolaram 11 bactérias diferentes do vinho, incluindo o Lactobacillus encontrado no iogurte e outros tipos usados no processo de fermentação das uvas.

“Até agora o que se pensava era que os laticínios traziam a melhor parte dos probióticos, e,  por causa dessa certeza, o vinho não foi estudado nesse aspecto”, declarou Dolores Gonzáles, cientista da Universidade de Madrid. Entretanto, nos relatórios da pesquisa não foi esclarecido se os melhores probióticos são produzidos no vinho branco ou no vinho tinto.

Vinho Tinto

Vinho Tinto

 

Os probióticos são organismos vivos essenciais para a manutenção do funcionamento do sistema digestivo no corpo humano, e, além disso, podem conter propriedades que previnem o câncer e abaixem o nível de colesterol no sangue.

Em quantidades moderadas de consumo, o vinho não possui probióticos suficientes que façam a diferença no organismo. O que os pesquisadores sugerem com o estudo é que esses probióticos sejam extraídos da bebida e distribuídos separadamente.

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Mulheres que bebem vinho tem uma vida sexual mais ativa

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Segundo pesquisa, é preciso combinar vinho com exercícios físicos para colher benefícios à saúde

 

Consumo de vinho precisa estar ligado à prática de exercícios físicos para ter efeito benéfico

De acordo com estudo tcheco, efeitos benéficos do vinho são sentidos apenas quando combinados com prática regular de exercícios

Desfrutar um copo de vinho no jantar combinado à prática de exercícios físicos pode ser a solução para diminuir as chances de contrair doenças cardiovasculares, de acordo com estudos realizados por cientistas tchecos da Unversidade de Palacky.

A pesquisa liderada pelo professor Milos Taborsky monitorou 146 pessoas com uma leve ou moderada possibilidade de contrair doenças cardíacas durante um ano. Na análise, metade dos voluntários consumiram vinho branco (Chardonnay-Pinot) e metade vinho tinto (Pinot Noir), sendo que as mulheres foram autorizadas a ingerir 200 ml da bebida e os homens, 300.

No geral, não houve alteração nos níveis de colesterol “bom” entre os que apenas beberam vinho tinto ou branco, mas resultados “positivos e contínuos” foram observados entre aqueles que, além de consumir a bebida, exercitavam-se regularmente. “Descobrimos que o consumo moderado de vinho só tem efeito protetor nas pessoas que se exercitam. Tanto tinto quanto branco tiveram resultados semelhantes”, apontou Taborsky.

“Nosso estudo mostrou que a combinação do consumo moderado de vinho com exercícios físicos regulares melhora os marcadores de aterosclerose, sugerindo que esta combinação proteja as pessoas contra doenças cardiovasculares“, afirmou Taborsky.

Vinho com exercícios físicos

Vinho com exercícios físicos

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Rolhas para vinho alternativas: Sintéticas, rosca (screwcap), Vino-Lok, Zork, e Pro-Cork

 

Rolhas sintéticas, cápsula de rosca (screwcap), rolha de vidro, Zork….qual é a melhor?

Rolhas sintéticas

A tecnologia moderna ainda não conseguiu criar um substituto sintético para a rolha de cortiça natural. Existem inúmeras rolhas deste tipo no mercado mas múltiplos estudos aconselham apenas o seu uso em vinho de consumo rápido (um, dois anos máximo). Esta rolha não veda totalmente a garrafa e permite importantes trocas de oxigénio com o vinho engarrafado (0.01 cc por dia e por rolha enquanto que esse índice na cápsula de rosca e em boas rolhas de cortiça é inferior a 0.001 cc por dia e por rolha) levando à sua oxidação precoce. Entre as várias marcas sobressaem a Nomacork, Neocork e Nukorc. São baratas, visualmente atraentes e podem ser usadas nas linhas de engarrafamento convencionais.

Tampa rosca ou screwcap

A cápsula de rosca tem sido o vedante mais popular na guerra contra a rolha de cortiça natural. São uniformes, muito fáceis de abrir e vários estudos comprovam que é o vedante que mantém os níveis mais elevados de SO2 livre (antioxidante). Tem a vantagem de evitar oxidações e a desvantagem de promover reduções com inerentes aromas desagradáveis. No entanto, a imagem que têm junto do consumidor (europeu principalmente) desprestigia o vinho que usa a cápsula de rosca, é um vinho barato de todos os dias, é um vinho com pouco estatuto, enquanto a rolha mantém as preferências de estética, ambientalista, para não esquecer o ritual do abrir da garrafa com o saca-rolhas.

Cápsula de rosca ou screwcap para vinhos

Cápsula de rosca ou screwcap para vinhos

Vino-lok

O vedante de vidro Vino-lok, usado por muitos produtores de vinho alemão e austríaco, é outra alternativa a ter em conta. É inerte, neutra, muito eficaz como vedante, é reciclável e esteticamente perfeita, apenas uma desvantagem – o preço que por enquanto se mantém elevado.

Zork

A rolha australiana Zork é outra alternativa interessante para vinhos de consumo rápido, atraente, fácil de utilizar e pode também ter futuro.

Pro-Cork

Por último, a Pro-Cork que usa cortiça natural isolada por uma membrana de 5 camadas em cada extremidade que não permite contato do vinho com a rolha e assegurando a impermeabilidade. Esta é uma alternativa que junta cortiça com sintéticos de um modo eficiente.

Continua…

Barca Velha 2008 com nota máxima

Norte-americana “Wine Enthusiast” atribui 100 pontos

O mais recente Barca Velha, da vindima 2008, recebeu classificação máxima da revista norte-americana “Wine Enthusiast”. A publicação atribuiu 100 pontos, fazendo do Barca Velha o primeiro vinho português não fortificado a alcançar pontuação máxima numa revista especializada norte-americana de referência.

“Esta distinção nunca antes alcançada representa, acima de tudo, o reconhecimento do esforço constante que a Casa Ferreirinha tem feito desde 1952 para assegurar a sustentada melhoria dos vinhos DOC do Douro, cortando-se hoje como a marca de referência da região junto da mais exigente crítica internacional e de um crescente número de consumidores”, comenta o enólogo Luis Sottomayor.

“Estamos perante um Barca Velha de grande gabarito, um vinho para conhecedores porque demora a mostrar-se. É preciso tempo e paciência para revelar tudo o que vale. E é muito!”, acrescenta.

Barca Velha 2008 com nota máxima

Barca Velha 2008 com nota máxima

Fonte: Revista de Vinhos de Portugal.

 

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