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Châteaux La Conseillante expande seu território

 

É a primeira vez que o tradicional Châteaux francês incorpora terras desde 1753

A Châteaux La Conseillante (Pomerol, França) anunciou mudanças pela primeira vez em muito tempo.

A produtora está sob nova direção depois que Jean-Michel Laporte, que diretor da La Conseillante desde 2003, anunciou sua saída no início deste ano.

Quem assumiu a nova função foi Marielle Cazeaux. A principal mudança aconteceu nas vinhas: a La Conseillante aumentou seu tamanho em 12,7 hectares, comprando terrenos localizados perto da Vieux Château Certan.

Foi a primeira vez desde 1735 que a Chateaux expandiu seu território.

Chateaux La Conseillante expande seu território

Chateaux La Conseillante expande seu território

 

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8 destinos pouco conhecidos, mas ideais para turistas que amam vinho

Vinícolas únicas, em locais diferentes e com rótulos locais estão entre eles.

França, Espanha, Portugal, Itália e Chile são países conhecidos pela variedade e qualidade dos vinhos que produzem. Por esses motivos e outros, eles são destinos de viagem mais recomendados para os amantes da bebida. Entretanto, além desses, existem também países e cidades menos conhecidos turisticamente, mas que têm produções de vinho cada vez mais aprimoradas e relevantes no mercado.  Pensando em quem deseja planejar uma viagem para a “rota do vinho”, mas quer fugir do clichê e já conhecido.

 

Maui, Havaí

De acordo com o site, o Havaí se mostrou mais do que um destino paradisíaco para quem deseja relaxar na praia nos últimos 50 anos: deste então, ele tem apresentado uma produção de vinhos relevante para o mercado. Uma das vinícolas do país está localizada a 600 metros do mar e tem rótulos tradicionais de diversos tipos de vinho.

Taiti, Polinésia Francesa

A ilha conta com uma vinícola plantada sob seus corais. No total, são mais de seis acres de plantação para a produção de vinhos dos diversos rótulos – que contam, inclusive, com notas de frutas tropicais, como manga, papaia e lichia.

Ziway, Etiópia

Nos últimos anos, a indústria de vinhos do país tem produzidos rótulos famosos de merlots e chardonnays – inclusive, uma famosa vinícola francesa produziu, no ano passado, mais de um milhão de garrafas do rótulo Rift Valley somente com uvas plantadas na região do Ziway.

 

Rift Valley Wines

Rift Valley Wines

Monte Etna, Sicília – Itália

Embora a produção italiana de vinhos esteja concentrada ao redor da região da Toscana, na região do Monte Etna é onde alguns dos rótulos mais famosos do país são produzidos. Por ter uma plantação próxima ao vulcão de mais de 3 mil metros da Sicília, os vinhos produzidos na região têm sabor diferente e quase único.

Malibu, Califórnia – Estados Unidos

Além de praias famosas, a região de Malibu conta com inúmeras vinícolas a sua costa – que podem ser surpreendentes para o padrão de vinhos norte – americanos.

Lanzarote, Espanha

Também uma região vulcânica, tal como a do Monte Etna, a ilha não tem terra fértil, mas, surpreendentemente, conseguiu criar uma vinícola nas crateras vulcânicas. A primeira vinícola da ilha, Bodegas El Grifo, produz rótulos desde 1775.

Bangkok, Tailândia

A produção de vinho em si não é feita na Tailândia, mas na capital você encontrará vinícolas famosas no país e que têm rótulos diferenciados – por exemplo, com toque mais apimentado ou defumado.

Telemark, Noruega

Originalmente, o clima da região é inóspito para a criação de uvas, mas as recentes mudanças climáticas permitiram que a região se tornasse um polo na produção de vinhos.

 

Aprenda a reconhecer as cegas os vinhos do novo Mundo

 

  No Novo Mundo, tomando como exemplo Mendoza (Argentina) e as regiões do vale central do Chile (Maipo, Cachapoal, Colchagua), o que se procura nestes lugares são regiões mais frescas, perto das influências do Oceano Pacífico.

No caso dos produtores do Chile em altas altitudes da Cordilheira Dos Andes; no caso dos argentinos, exceto estes vinhos que têm esta marcada influência fresca, todo o resto tem uma “marca” comum deixada pelas altas temperaturas, e essa marca é a madurez em todo sentido.

Como as temperaturas são muito altas e os raios de sol muito generosos, apesar de todos os cuidados que o viticultor tem para tentar ter graus de açúcar dentro do razoável (dependendo do estilo) estas bayas (uvas) concentram muito açúcar, o que se traduz depois no vinho em muito álcool. Logo, os vinhos do Novo Mundo são aromaticamente maduros, muitas vezes um pouco cansativos e pouco elegantes de tanta madurez.

Os aromas dominantes principalmente estão relacionados com as confeituras, marmeladas, figos secos, frutos compotados, etc. – estou falando de variedade de uvas tintas – e na boca são pesados, densos, e muitas vezes com falta de equilíbrio, frescor e excesso de álcool, por isso são carentes de elegância.

Não é muito fácil descobrir essas diferenças às cegas, até porque cada vez mais os produtores do Velho Mundo estão procurando micro regiões mais “quentes” (por exemplo: Langedoc, no caso da França) e também pelo aquecimento global, que tem feito com que regiões antes consideradas frias, agora já não sejam tanto.

Mas se tomarmos em consideração esta dica e aplicarmos na degustação, poderemos ver que esta regra se cumpre em pelo menos 80% dos casos, ou seja, vocês já teriam capacidade (seguindo esta regra) de acertar em degustações “às cegas”.

Acertar 80% dos vinhos degustados não está mal, este é só o começo. Em breve vocês terão dicas para conseguir os 20% que estão faltando, e se tornarão grandes degustadores… É só uma questão de tempo.

Degustaçâo as cegas

Degustaçâo as cegas

Conheça três bodegas de Espanha, que estão entre as mais lindas do mundo

 

A Espanha é sem nenhuma dúvida uns dos produtores mais interessantes do mundo.

Seus vinhos estão cada vez mais modernos e no mercado brasileiro cada vez estão ganhando maior reconhecimento. Mas não é por acaso que seus vinhos estão cada vez melhores, esse pais tem feito principalmente grandes investimentos na procura de novas regiões e também na construção de bodegas modernas.

 Veja a continuação 3 das mais modernas e impressionantes bodegas de Espanha.
Bodegas Irius, Aragão, Espanha

Localizada na província de Huesca, na região leste norte de Aragão,  Espanha, a Bodegas Irius é uma das adegas mais modernas e inovadoras do mundo. Grande parte da adega é construída no chão, escondendo muito de seus 30.000 metros quadrados sob os vinhedos que a rodeiam. Projetado por Mariano Pascual, o edifício foi desenhado para se assemelhar a uma borboleta.

Bodega Marqués de Riscal

Bodega Marqués de Riscal

Bodegas Irius, Aragão, Espanha

Bodegas Irius, Aragão, Espanha

Bodega Ysios, Rioja. Espanha

Pertence ao grupo Bodegas Domecq, de Pernord Ricard, e se encontra em Laguardia, Rioja Alavesa. Projetado pelo arquiteto Santiago Calatrava em 2001, a adega Ysios em Rioja é conhecida por seu telhado pixelizado e ondulante. Sendo o elemento fundamental na concepção  do projeto. O material utilizado no seu acabado exterior é alumínio natural, que contrasta com a calidez da madeira, além de otimizar as possibilidades dinâmicas do edifício.

É nomeado a partir de dois deuses egípcios: Isis e Osiris.

Bodega Ysios, Rioja. Espanha

Bodega Ysios, Rioja. Espanha

 

Bodega Ysios, Rioja. Espanha

Bodega Ysios, Rioja. Espanha

Bodega Marqués de Riscal, Rioja, Espanha

Esta vinícola futurista foi projetada pelo arquiteto de renome mundial Frank Gehry. Foi inaugurada em setembro de 2006 no meio da Vinos de los Herederos vinha de Marqués de Riscal, em Rioja. Junto com a adega, a vinícola também abriga um restaurante com estrela Michelin e um spa.

 

Bodega Marqués de Riscal

Bodega Marqués de Riscal

 

Bodega Marqués de Riscal

Bodega Marqués de Riscal

 

Veja outras matéria com duas das mais lindas bodegas do mundo

 

 

Os barris usados e seu efeito no vinho

É bom lembrar que faz toda a diferença o fato do barril ser novo ou usado

Os novos passam uma gama de aromas e sabores – já vistos – ao vinho, enquanto os que têm alguns anos de uso são quase inertes, permitindo apenas a micro-oxigenação. As empresas que buscam o toque de carvalho em seus vinhos usam apenas barris novos ou de primeiro uso, no máximo, segundo ou terceiro, raramente quarto uso. Depois de utilizados, normalmente, os barris são vendidos para outros fins que não a vinicultura. Isso encarece muito o processo, pois um barril francês de bom tanoeiro pode custar ? 1 mil, e um barril americano dificilmente sai por menos de US$ 500.

Um ponto fundamental para o uso de barris usados pela segunda ou demais vezes é sua higiene. Eles devem ser perfeitamente limpos, mas não podem ser esterilizados. Os Brettanomyces – tipo de levedura, apelidado de “Bret”, que pode contaminar barris e transmitir aromas defeituosos aos vinhos, lembrando mofo e dando toques animais desagradáveis à bebida – são perigosos e precisam ser monitorados constantemente.

Outro aspecto da madeira usada é detectado na parede de um tonel antigo, onde podem acumular-se cristais de tartarato. Esta substância aparece nos vinhos engarrafados sobre forma de pequenos cristais brilhantes insípidos e inodoros.

Quando ainda estão nos barris, estes cristais podem impermeabilizar a madeira, evitando a evaporação do vinho; impedir a impregnação de sabor de madeira no vinho, o que provavelmente seja a intenção do enólogo; e ajudar a precipitar os cristais de tartarato do vinho novo. É possível fazer uma raspagem nos barris usados para retirar eventuais cristais, limpá-los, desmontá-los, efetuar nova tosta e montar de novo.
No entanto, este processo é trabalhoso e o efeito jamais será o de um barril novo.

 

Como o carvalho altera aromas e sabores do vinho?

Como o carvalho altera aromas e sabores do vinho?

 

Os chips

Como já mencionamos, barris de carvalho são custosos e têm impacto direto do preço final de uma garrafa. A conta é simples: um barril de US$ 600 novo, que comporta 225 litros ou 300 garrafas, encarecerá o vinho, na origem, em US$ 2. Se este valor for multiplicado cerca de três vezes por impostos e taxas, só o barril significará US$ 6, ou cerca de R$ 18, no preço de prateleira de uma garrafa. É fácil deduzir, então, que vinhos de menos de R$ 30 ou R$ 40 dificilmente passarão sequer perto de barris novos.

A alternativa barata para dar aquele gostinho de carvalho ao vinho é o uso dos chamados chips. Retalhos de madeira, aduelas, serragem, todas as sobras de carvalho podem ser aproveitadas e colocadas em contato com o vinho em vários momentos. Existe a possibilidade de usar os chips desde a fermentação até o vinho pronto. É usado colocar pedaços da madeira ou mesmo saquinhos de chá gigantes, contendo serragens de carvalho em tanques de inox.

Chips

Chips

 

Dependendo do país e da região, este artifício é ilegal e, geralmente, não é admitido pelos produtores. Na Austrália, a prática é permitida e muito comum nos vinhos mais baratos, enquanto em Bordeaux e na Borgonha é proibido, por exemplo.

O que nos interessa saber é quais os efeitos dos chips. Naturalmente simulam o barril de carvalho, passando aromas de madeira ao vinho, mas sem mesma qualidade e sem a microoxigenação, que dará complexidade e longevidade. Geralmente isso funciona bem para vinhos muito simples, de consumo imediato, o que realmente pode ganhar ao receber este aporte de aroma e sabor.

Chips, no entanto, jamais se prestarão à produção de vinhos de maior qualidade, estrutura, complexidade e, sobretudo, de longa guarda, pois os aromas de carvalho dados por este método tendem a se perder depois de alguns meses do vinho engarrafado.

O mesmo vinho pode ser elaborado em barris de tipos diferentes?

Em relação as barricas de carvalho é bom lembrar que cada vinho pode ser elaborado de uma maneira diferente: sem nenhum contato com madeira, amadurecido em barris 100% novos, ou mesmo amadurecidos em um mix de barris novos e usados, de diferentes tipos de carvalho, de diversas idades e tamanhos.

Vinho com mais de 1.600 anos intriga a ciência

Ninguém ainda provou da bebida mais antiga de que se tem notícia!

Quando, em 1867, pesquisadores deram início às escavações na cidade alemã de Speyer, não suspeitavam que, além dos restos do nobre romano que procuravam, encontrariam no local várias garrafas de vinho produzidas entres os anos 325 e 359. 

Embora a maioria das garrafas encontradas tenha sido destruída com o passar do tempo, uma delas sobreviveu, e seu conteúdo continua intrigando os cientistas até hoje.

Embalado em uma garrafa de vidro grossa e fechada hermeticamente com uma camada de cera, o vinho de Speyer teria sido elaborado com uma mistura de ervas e grandes quantidades de azeite de oliva.

Vinho com mais de 1.600 anos intriga a ciência

Vinho com mais de 1.600 anos intriga a ciência

Alguns especialistas acreditam que ainda está conservada em sua composição uma porção de álcool etílico, enquanto outros especulam que grande parte do etanol se perdeu durante os quase 1.500 anos que esteve debaixo da terra. 

Atualmente, o elixir milenar está conservado no museu de Speyer. O recipiente nunca foi aberto, por medo de que a exposição ao ar exterior arruinasse seu conteúdo valioso.

 

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Vinho Herdade Da Mingorra Uvas Castas Tinto, 2008

País Portugal
Volume 750ml
Tipo Tinto
Safra 2008
Uva 50% Alentejo (Aragonez, Alfrocheiro, Alicante Bouschet) e 50% Douro (Tinta Barroca, Tinta Roriz)
Teor Alcoólico 14%
Tipo de Uva Tinta Assemblage
Amadurecimento 18 meses de estágio em madeira de carvalho francês.

 

Vinho Herdade Da Mingorra Uvas Castas Tinto, 2008

 

Visual Rubi concentrado tendendo ao granada.
Olfativo Impressiona pela potência aromática, com os aromas tostados e torrados, entregues pela guarda em madeira, absolutamente marcados, o que outorga uma sensação doce e com abundância de especiarias. Há muito chocolate amargo, cravo, café, e suaves notas de couro, produto da aparição de aromas terciários já provenientes da evolução. As notas de cerejas maduras e ameixas secas da uva começam a aparecer em diferentes camadas, em um vinho de um alto nível qualitativo e de excelente complexidade no nariz.
Gustativo Mantém um excelente nível também no paladar, é extremamente concentrado, denso, intenso e profundo, com a madeira mais uma vez bem presente. Com generosa fruta madura que consegue entregar equilíbrio a um vinho de características muito interessantes. Um vinho robusto, suculento, de muito corpo, altamente recomendável.
Dica de Harmonização Medalhão de mignon grelhado em molho de quatro queijos, pimenta e vinho branco, gratinado e servido sobre crepes de champignon.
Risoto de carne seca com cassis e shitake.
Codorna selvagem recheada ao molho de especiarias.
Galinha d’Angola ao forno, arroz basmati ao molho do assado e especiarias.
Ensopado de faisão com polenta branca trufada.
Temperatura de Serviço 17°
Potencial de Guarda 15 anos
Nome da Vinícola Herdade Da Mingorra
Enólogo Responsável Henrique Uva
Pontuação WineChef

Vinho Herdade Da Mingorra Uvas Castas Tinto, 2008

Vinho Herdade Da Mingorra Uvas Castas Tinto, 2008 – 93 pontos WineChef

 

Miniatura de conhaque mais cara do mundo em leilão por 150 mil euros

A Catawiki (www.catawiki.pt), plataforma de leilões na Internet, acaba de anunciar o leilão da miniatura de conhaque mais cara em todo o mundo, valorizada em 150 mil euros.

Trata-se de uma garrafa com 5cl de brandy, feita com ouro branco de 18 quilates e 2.800 pedras preciosas, o que fazem desta uma das bebidas mais caras em todo o mundo, como explica Alejandro Sánchez, Diretor Geral da Catawiki para Portugal e Espanha: “Por todos os componentes que integram este objeto único, um pequeno gole do conhaque que se encontra na garrafa está valorizado em cerca de 35 mil euros, o que torna esta bebida bastante valiosa e muito especial.”

O titular desta garrafa em miniatura é um conhecido mexicano recordista do Guinness pela venda da garrafa de água mais cara em todo o mundo.

É a primeira vez que esta miniatura de garrafa de conhaque se encontra disponível no mercado, pelo que os leiloeiros especialistas da Catawiki esperam uma elevada procura, sobretudo da Ásia, onde o mercado do conhaque e whisky caro é atualmente muito dinamizado.

Miniatura de conhaque mais cara do mundo em leilão por 150 mil euros

Miniatura de conhaque mais cara do mundo em leilão por 150 mil euros

 

 

Beber antes de fumar atenua o efeito do tabaco!

Não é recomendável o consumo de um copo de vinho por cada cigarro

De acordo com The American Journal of Medicine, há benefícios no consumo de vinho antes de fumar isto porque o vinho permite a proteção das artérias para enfrentar os efeitos negativos do tabaco. Já há muito que ouvimos falar dos benefícios do vinho e eis que surge mais um estudo a estimular o consumo da bebida.

Como todos sabemos, a única forma de evitarmos os efeitos nocivos do tabaco é a abstinência. No entanto, graças aos elevados níveis de fenol no vinho tinto, é estimulada a formação de óxido nítrico, rejuvenescendo as artérias. Assim, beber um ou dois copos por dia antes de fumar, protege os vasos sanguíneos dos danos do tabaco dado que que reduz a inflamação e retarda o processo de envelhecimento das células.

No estudo, foram analisados 20 indivíduos não fumadores que se tornaram voluntários para inalar fumo. Na experiência em que consumiram previamente vinho, este permitiu a libertação de micropartículas nas paredes das artérias, diminuição da inflamação e retardou em 56% a atividade da enzima telomerase, associada ao consumo de tabaco.

Este estudo apenas foi aplicado a jovens e não a idosos nem fumadores habituais. Aconselha-se o consumo de vinho meia hora antes de fumar. Uma vez que a maioria dos fumadores, consomem diversos cigarros por dia, não é recomendável o consumo de um copo de vinho por cada cigarro. Apenas é recomendado a fumadores ocasionais.

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Fonte: A vida segreda dos vinhos

 

 

Vinho feito com maconha custa até R$ 1200 a meia garrafa

Pela primeira vez, os produtores de vinho da Califórnia decidiram produzir e comercializar vinhos infusionados com maconha, mais conhecidos como Canna Wine, informou o site Elite Daily.

O vinho está disponível apenas na Califórnia e é vendido com fins medicinais. Para quem não sabe, neste estado norte-americano, há lojas especializadas em maconha medicinal.

Nessas lojas, o paciente que tenha uma prescrição médica é autorizado a comprar maconha, seja em pequenas porções, em cápsulas ou em forma de biscoitos, chocolates, brownies, balas, etc.

Existe um vinho feito com maconha e ele pode custar até R$ 1200 a meia garrafa

Existe um vinho feito com maconha e ele pode custar até R$ 1200 a meia garrafa

Ainda segundo o Elite Daily, para comprar essa iguaria, as pessoas precisam desembolsar uma quantia considerável, já que os preços podem varias de US$ 120 (R$ 386) a US$ 400 (R$ 1288) por apenas meia garrafa.

Existe um vinho feito com maconha e ele pode custar até R$ 1200 a meia garrafa

Existe um vinho feito com maconha e ele pode custar até R$ 1200 a meia garrafa

 

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