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Vinho Casas Del Bosque Cabernet Sauvignon Gran Reserva, 2013

País Chile
Volume 750ml
Tipo Tinto
Safra 2013
Uva 100% Cabernet Sauvignon
Teor Alcoólico 14%
Região Vale do Maipo
Amadurecimento 14 Meses em Barricas de Carvalho Frances
Vinho Casas Del Bosque Cabernet Sauvignon Gran Reserva, 2013

Vinho Casas Del Bosque Cabernet Sauvignon Gran Reserva, 2013

 

Visual Violácea intensa muito profunda
Olfativo É muito intenso, começando a mostrar as caraterísticas entregues pela guarda em madeiras de roble. Há claras notas a cedro, regaliz, baunilha e outros tons cálidos e defumados também provenientes da madeira, mas, com uma fruta de fundo igualmente intensa, lembrando muito os bons vinhos do Maipo Alto. É um nariz extremamente complexo que está começando a entregar seus elementos e que certamente continuará melhorando na garrafa por muitos anos ou talvez por décadas.
Gustativo Na boca tem toda a força de um Cabernet Sauvignon. Com uma estrutura de taninos muito compactos, ainda bastante firmes e sólidos, que vão precisar alguns anos para se amaciar e permitir que o vinho consiga atingir seu melhor momento. É um vinho que tem muita força, concentrado, fresco e com uma importante quantidade de elementos aportados pela madeira. Poderíamos desfrutar dele hoje, porque já e maravilhoso e delicioso, mas podemos guardar porque tem matéria prima para aguentar muitos anos.
Dica de Harmonização Carré de cordeiro em crosta de azeitona.
Vitela braseada ao molho de vinho tinto com purê de mandioquinha.
Civet de veado com ervas aromáticas e tomate maduro.
Costela de javali com risoto de funghi.
Temperatura de Serviço 16ºC
Potencial de Guarda 12 anos
Nome da Vinícola Casas Del Bosque
Pontuação

Vinho Casas Del Bosque Cabernet Sauvignon Gran Reserva, 2013 - 93 pontos Winechef

Vinho Casas Del Bosque Cabernet Sauvignon Gran Reserva, 2013 – 93 pontos Winechef

 

Vinho Sottano Reserva de Familia Malbec 2009

Este tinto da safra 2009, o irmão menor de Judas, está passando por um belíssimo momento.

Tenho degustado várias garrafas desta safra nos últimos anos e a tendência agora é a atingir seu melhor momento.

As ultimas garrafas tem sido as melhores, já estão os taninos redondos, mas sempre com essa profundidade e concentração.

Vinho Sottano Reserva de Familia Malbec 2009 - Winechef 92 Pontos

Vinho Sottano Reserva de Familia Malbec 2009 – Winechef 92 Pontos

Segue a nota de degustação do Vinho Sottano Reserva de Familia Malbec 2009

 

VISUAL Vermelho rubi profundo com nuances alaranjados.
OLFATIVO Abundantes notas de frutos negros, como cassis, groselhas pretas, cerejas e amora, mas tudo em uma versão tipo “marmeladas” ou em compota. Está na madures extrema, resultando um vinho com características muito particulares, guloso, sedutor. Estão também presentes notas de cedro, defumados e grafite, aportados pela madeira e suaves notas de regaliz e menta que estão aportando frescura a um aroma muito diverso, de grande tipicidade e qualidade.
GUSTATIVO No paladar é um vinho maduro, oleoso, com taninos firmes e presentes, gloriosamente frutado, viscoso, com muita glicerina, de corpo inteiro, denso e sedutor. Um Malbec excelente, masculino, que pode ser bebido agora, mas que se beneficiará com a guarda em garrafa por alguns anos.
PONTUAÇÃO
Vinho Sottano Reserva de Familia Malbec 2009 - 92 pontos Winechef

Vinho Sottano Reserva de Familia Malbec 2009 – 92 pontos Winechef

 

 

Vinho Borandes Blend, 2013

Veja em detalhe o vinho chileno Borandes 2013

Borandes é um vinho de Autor, de limitadíssima produção, que estreia o Brasil com sua primeira safra. É uma das melhores surpresas dos últimos tempos, por ser um vinho de muita personalidade, equilíbrio, fresco e o mais importante, de excelente profundidade.

Altamente recomendável!!!

País Chile
Volume 750ml
Tipo Tinto
Safra 2013
Uva 70% Cabernet Sauvignon, 24% Carménèree 6% Cabernet Franc
Teor Alcoólico 14%
Tipo de Uva Tinta Assemblage
Amadurecimento 10 Anos
Vinho Borandes Blend, 2013

Vinho Borandes Blend, 2013

 

Visual Cor vermelho rubi intenso com reflexos brilhantes.
Olfativo Este vinho encanta e cativa, principalmente pela forma elegante de mostrar seus aromas. Primeiro mostra uma generosa quantidade de fruta negra silvestre e madura, tipo mirtilhos, groselha negra e muito cassis, que com a oxigenação do vinho na taça vão lentamente deixando o protagonismo para elementos também muito agradáveis e ainda mais complexos como cedro, especiarias e alguns tons de lavanda, e um leve mentolado que faz do aroma uma experiência muito agradável.
Gustativo Na boca mantém um altíssimo nível, e sempre um destacável equilíbrio, mostrando todos seus componentes de maneira proporcional. Tem uma riqueza notável, e seus taninos são de uma textura compacta, onde é definido a granulação, o que promete que vai continuar melhorando muito nos próximos 5 ou 10 anos. É uma das melhores surpresas dos últimos tempos, por ser um vinho de muita personalidade, equilíbrio, fresco e o mais importante, de excelente profundidade. Altamente recomendável.
Dica de Harmonização Tournedos com cogumelos gratinados.
Confit de pato na manteiga com sálvia e alho.
Cordeiro em crosta de cogumelos selvagens.
Ragu de ossobuco acompanhado de risoto de parmesão.
Codornas ao forno com legumes e frutas secas.
Temperatura de Serviço 17ºC
Potencial de Guarda 10 Anos
Nome da Vinícola Visionary Wines
Pontuação Winechef

Vinho Borandes Blend, 2013 - 93 pontos Winechef

Vinho Borandes Blend, 2013 – 93 pontos Winechef

Região Vale Central

 

Onde comprar: ?

DOMUS VINI 

Pesquisadores replantam vinhedo de Leonardo da Vinci no centro de Milão

 

Vinhedo que teria pertencido ao artista fica perto da igreja de Santa Maria delle Grazie

Um time de pesquisadores da Itália, que inclui o crítico de vinho e enólogo Luca Maroni, vem dedicando anos a identificar vinhas em um local no centro de Milão, na Casa degli Atellani, perto da igreja de Santa Maria delle Grazie, que teria pertencido ao mais famoso artista e inventor italiano da época do Renascimento, Leonardo da Vinci. Recentemente, eles conseguiram replantar o vinhedo e planejam abrir ao público em maio.

De acordo com o grupo Confagricoltura, o vinhedo foi dado de presente, em 1499, ao gênio do Renascimento por Ludovico II, O Mouro, conhecido como Ludovico Sforza, um dos mecenas de Da Vinci. O prêmio teria sido ofertado ao artista logo depois que ele pintou sua célebre “Santa Ceia”.

Leonardo morreu apenas 20 anos depois disso, mas seu vinhedo perdurou por mais 450 anos, quando foi destruído durante um bombardeiro dos Aliados durante a II Guerra Mundial. As vinhas replantadas são de Malvasia de Candia. A abertura do vinhedo e do jardim está prevista para ocorrer em maio durante a Expo 2015, que será realizada em Milão.

vinhedo de Leonardo da Vinci

vinhedo de Leonardo da Vinci


Château Mouton Rothschild revela rótulo para safra de 2012

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Château Mouton Rothschild revelou um novo rótulo “catalão” para a safra de 2012

A Château Mouton Rothschild revelou um novo rótulo para a safra de 2012 do seu grand vin. O desenho é do artista Miguel Barcelo e foi o último comissionado especialmente pela Baronesa Philippine de Rothschild, que morreu em agosto deste ano. O novo rótulo apresenta traços da cultura catalã, e segundo o artista, foi inspirado no próprio emblema da empresa Mouton.

O artista, Miguel Barcelo, nasceu em Majorca na Espanha e obteve grande destaque nas duas últimas décadas. Seus trabalhos já foram exibidos no Museu de Arte Moderna de Paris em 1996, e no Museu do Louvre em 2004. Em 2008, Barcelo foi responsável pela criação e pela pintura do teto do Palácio das Nações Unidas, em Geneva.

Grandes artistas já ilustraram os rótulos da Mouton, como Salvador Dali, Pablo Picasso e Andy Warhol. O último artista, antes de Barcelo, foi o francês Guy de Rougemont, para a safra de 2011.

Vinho Château Mouton Rothschild 2012

Vinho Château Mouton Rothschild 2012

 

 

 

 

Mudança climática pode impulsionar produção de vinhos britânica

 

Segundo estudo divulgado no New York Times, o Reino Unido pode se tornar grande protagonista mundial na produção de vinhos até a metade do século

O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas mostrou que as temperaturas no Reino Unido estão se elevando mais rápido em relação à média global. Além disso, algumas regiões produtoras de vinho da China, Rússia e de alguns países tendem também a se beneficiarem com o novo cenário.

Segundo Chris Foss, supervisor da escola de agricultura de Plumpton, “o aquecimento global está realmente beneficiando a produção de vinhos no Reino Unido”, disse em entrevista ao New York Times. Foss ainda afirmou que a indústria de vinhos britânica tem capacidade de se expandir em cinco vezes, ou até em dez.

Entretanto, o efeito das mudanças climáticas nas vinícolas pode trazer consequências sérias para outros países. Segundo estudo feito pela National Academy of Sciences, o aumento da temperatura pode ameaçar o crescimento das uvas nas maiores regiões de vinhedos do mundo. Com isso, pesquisadores antecipam uma queda de 85% na produção de vinhos da Europa, onde as regiões mais afetadas seriam Bordeaux, Champagne e a Toscana.

Segundo o mesmo estudo, até 2050, essas regiões teriam suas áreas de cultivo de uvas inutilizadas em até 73% da sua totalidade.

Mudança climática pode impulsionar produção de vinhos britânica

Mudança climática pode impulsionar produção de vinhos britânica

Leilão histórico de vinhos de Château Margaux com safras desde 1900 até 2010

O evento ocorre em Nova York em outubro e inclui importantes rótulos vintages e de parcerias da Casa Margaux

Em 17 de outubro, ocorrerá na Sotheby`s de Nova York (casa de leilões), um leilão com os vinhos da Château Margaux.

Ao todo, serão 239 garrafas, incluindo vintages de 1900, e 1945, além de vários rótulos que marcaram a parceria da Château com a família Mentzelopoulos, em 1978.

O nome do evento será Château Margaux 1900-2010 Direct from the Cellars: A Celebration of the Menzelopoulos Era”. “Essas vendas serão históricas, do tipo que acontecem somente uma vez na vida”, disse Jamie Ritchie, CEO da Sotheby`s.

Château Margaux

Château Margaux

 

 

 

Primeiro Château Lafite de Rothschild chinês esta pronto

 

15 anos depois da primeira de Rothschild tentativa de se inserir no país, primeiro vinho de um dos mais famosos produtores de Bordeaux fica pronto

O primeiro vinho da Domaine Barons Lafite – detentor do famoso Château Lafite, em Bordeaux – produzido na China enfim está pronto. “Nada mal”, atestou o diretor do grupo Christopher Salin.

Château Lafite de Rothschild na China

“No ano passado, tivemos a primeira colheita da produção Lafite na China. O produto não é ruim, mas não é bom – mas nada comparado ao que é consumido localmente – que é muito ruim”, disse Salin, que completou: “Meu presidente disse que Lafite é ‘bebível'”.

Sabedor que a adaptação da produção vinícola de uma região para outra é feita em longo prazo, o diretor aposta: “Vamos ver nos próximos 100 anos, se teremos sucesso ou não”. O projeto da DBR na China começou em 2008, quando foi acordado uma parceria com a CITIC East China Group. Dessa forma, as primeiras vinícolas foram instaladas em Penglai, na província de Shandong.

A propriedade chamada de Penglai Estate DBR-CITIC surgiu 15 anos após a primeira tentativa de Lafite em produzir vinhos na China. Tal tentativa foi cancelada devido à falta de informação quanto ao clima local na época. Agora, em contrapartida, Salin afirmou: “Temos nossa própria estação meteorológica, e de acordo com o nosso estudo, a China deve ser um bom lugar”.

Estudos posteriores do solo chinês mostraram que as variedades Cabernet Sauvignon e Syrah poderiam ser plantadas no local. Lafite também cultiva na China, Merlot, Cabernet Franc e Marselan, um cruzamento da Cabernet Sauvignon com a Grenache. Todos os clones vieram da França.

Além de propriedades em Bordeaux e agora na China, Lafite tem terras no Chile e na Argentina.

Château Lafite de Rothschild chinês

Château Lafite de Rothschild chinês

 

Principele R, o vinho da Romênia que cativou Brasil

Há dias que todos os vinhos parecem iguais…mais ai aparecem vinhos como esse aqui, que era um absoluto mistério, mas agora já faz parte dos meus vinhos favoritos.

Esse é o vinho oficial da The Royal House que é o palácio do governo da Romênia, e é elaborado sob a supervisão do próprio governante da Romênia, o Principe Radu (por isso o ”R” no nome) que quis ter um vinho da mais alta qualidade possível, que representasse o país perante os chefes de estado visitantes no palácio.

Principele R, o vinho da Romênia que cativou Brasil

Principele R, o vinho da Romênia que cativou Brasil

 

País Romênia
Volume 750ml
Tipo Tinto
Safra 2011
 Nome da Vinícola  Halewood Wines
Uva 100% Feteasca Neagra
Teor Alcoólico 14%
Tipo de Uva Tinta Feteasca Neagra
Amadurecimento Amadureceu por 18 meses em barrica novas de carvalho francês.
Visual Vermelho Rubi
Olfativo Esse vinho que fermentou em barricas de carvalho, mesmo lugar onde posteriormente estagio por 18 meses nos apresenta um nariz digno de muitos elogios. Os aromas que provem das finas madeiras mostram toda sua forma na medida que o vinho cai na taça. Há intensas notas a cedro, cravo e fumaça, as que com o passar dos minutos começam a misturar-se com tons mais complexos provenientes da uva. É um nariz de um nível qualitativo enorme, original e sedutor, que está em plena evolução e vai precisar ainda de 5 a 10 anos para poder atingir sua plenitude, onde seguramente alcançará um buquê ainda mais interessante.
Gustativo No paladar surpreende mais uma vez com sabores muito envolventes e de considerável concentração e profundidade. Tem taninos de excelente qualidade, muito compacto e sedosos e totalmente integrados no conjunto. Sua acidez e deliciosamente refrescante, e os sabores muito intensos, resultando num vinho extraordinariamente saboroso e diferente. Em resumem, um grande vinho grego, que oferece aromas e sabores de grande originalidade, pelo tanto é recomendável apreciar com muita calma a atenção, já que vinhos com a qualidade desse, não encontramos todo dia. É imprescindível a decantação.
Dica de Harmonização Magret de marreco ao molho de vinho tinto
Ragoût de rabada com mousseline de cará e cebolas crocantes
Jarret de vitela assado
Mignon em crosta de vitelo
Lombo de cordeiro com purê e molho de pimenta verde
Carré de Borrego
Temperatura de Serviço 17º C
Potencial de Guarda 15 anos
Pontuação Winechef 

Principele R 2011 - 93 pontos Winechef

Principele R 2011 – 93 pontos Winechef

 

Château Angelus comemora primeiro Grand Cru Classe ‘A’ com garrafa dourada

 

Garrafa da safra 2012, a primeira desde a promoção do Château para a principal categoria de vinhos de Saint-Émilion, será especial

Durante a Vinexpo Hong Kong, os proprietários do Château Angelus, Stephanie e Hubert de Bouard, divulgaram que a primeira safra com o status Premier Grand Cru Classe ‘A’ de Saint-Émilion terá garrafas estampadas a ouro.

A safra 2012 foi a primeira com o novo status de Premier Grand Cru Classe ‘A’, pois a propriedade foi promovida à principal categoria de vinhos de Saint-Émilion depois de uma reclassificação recente da região. Com isso, a propriedade aumentou em 30% o preço de lançamento do exemplar como parte de uma estratégia de reposicionamento da marca, após a reclassificação.

Apesar da promoção, Stephanie comentou que Angelus passou os últimos dois anos tentando reequilibrar suas vendas globais, e constatou que a Ásia, agora em crise para os vinhos de Bordeaux, contabilizava até 50% das vendas anuais da propriedade. Então, ela reforçou que agora a estratégia seria aumentar as vendas na América do Norte e Europa. “Um vinho famoso deve ser forte em todos os mercados importantes”, disse.

Contudo, quando questionado sobre a recente campanha en primeur 2013, que resultou na queda de cerca de 8% do preço em relação ao lançamento da safra 2012, chegando a € 165, Hubert informou que a propriedade tinha vendido 40 mil garrafas das 50 mil que foram destinadas a negociantes. Château produziu cerca de 60 mil garrafas no ano. De Bouard disse que não iria descrever a campanha como um sucesso, mas disse que estava satisfeito, dado o contexto da safra.

Château Angelus comemora primeiro Grand Cru Classe ‘A’ com garrafa dourada

Château Angelus comemora primeiro Grand Cru Classe ‘A’ com garrafa dourada