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As 10 melhores profissões do mundo do vinho SEGUNDA PARTE

 

Aqui apresentamos a segunda parte da matéria com as 10 melhores profissões do mundo do vinho. Nunca é demasiado tarde para recomeçar…

Proprietário de loja de vinho: 

Ser proprietário de uma loja independente de vinho é um trabalho imprevisível, devido à instabilidade do mercado. Como é comum a presença de vinhos de baixo custo em grandes redes de supermercados, conquistar o interesse e a lealdade dos consumidores de vinho tem sido das tarefas mais difíceis.

Escritor de vinhos, blogueiro, jornalista: 

A maioria dos escritores de vinho é inevitavelmente direcionada para o nicho de publicações sobre a bebida. Muitas vezes são jornalistas ou repórteres que podem publicar seus textos tanto em blogs quanto em grandes veículos.

Gerente de cave: 

Um mestre de cave, ou gerente, trabalha em estreita colaboração com o enólogo para garantir que a produção dos vinhos corra da melhor forma possível. Suas principais responsabilidades são supervisionar a produção de um vinho desde a chegada das uvas na adega até seu processo de engarrafamento, transporte e armazenagem. Gerentes de adega chegam a trabalhar 15 horas por dia, um grande passo se a intenção do trabalhador é de se tornar um enólogo.

As melhores profissões do mundo do vinho

As melhores profissões do mundo do vinho

Proprietários de vinhedo: 

 Para ser um proprietário de um vinhedo não necessariamente se precisa ter conhecimento técnico do processo de vinificação, tarefa que pode ser deixada para o enólogo. Um bom exemplo recente de proprietários de vinhedo é o caso de Brad Pitt e Angelina Jolie que, em 2008, compraram 500 hectares do Château Miraval, em Provence, por uma quantia de US$ 55 milhões. Após a parceria dos proprietários com Marc Perrin, o casal lançou em 2012 seu primeiro Miraval Rosé, feito a partir da mistura de variedades como Grenache, Syrah e Cinsault.

Enólogo: 

 O enólogo é aquele que tem de estar a par de tudo o que diz respeito sobre o vinho. É responsável por supervisionar a criação de um vinho desde a colheita da uva até o engarrafamento do produto já pronto. O enólogo sempre utiliza seus conhecimentos práticos e científicos para criar o melhor vinho possível.

As 10 melhores profissões do mundo do vinho

As 10 melhores profissões do mundo do vinho

Veja a primeira parte desta matéria

 

Descoberta de adega de 3.700 anos de idade explica a origem do vinho

O vinho é bem antigo e provavelmente surgiu onde hoje está Israel. Isso é o que indica a descoberta de uma adega de 3.700 anos de idade na cidade de Tel Kabri. Qual era o gosto do vinho do passado? Relatos variam de “medicinal” para “toques de canela”.

Wall Street Journal e o The New York Times publicaram reportagens com a história de uma equipe da Universidade George Washington, nos Estados Unidos, que encontrou 40 jarras de 90cm de altura contendo o que um dia foi vinho. O vinho em si não foi preservado, mas testes em laboratórios com resíduos orgânicos mostraram que o líquido provavelmente era aquele fermentado feito a partir de uvas que conhecemos.

Mas por que nos importamos com isso? Antes disso, a coleção mais velha de vinhos encontrada estava no Egito, na tumba do Faraó Escorpião I. Essa coleção em particular é datada de cerca de 3.000 a.C., mas a questão aqui é que o Egito não é um lugar do planeta onde uvas crescem naturalmente. Cientistas por muito tempo acreditaram que as uvas eram provenientes dos cananeus que ficavam próximos ao mar um pouco mais ao norte. E essa nova descoberta corrobora essa tese.

Descoberta de adega de 3.700 anos de idade explica a origem do vinho

Descoberta de adega de 3.700 anos de idade explica a origem do vinho

Uma parte interessante da descoberta é que os cientistas conseguiram descobrir como era o gosto dos vinhos antigos. “Doce, forte e medicinal”, disseram ao WSJ:

Os cientistas se concentraram em fragmentos próximos à base das jarras, que ficaram em contato com o vinho armazenado e absorveram um pouco dele. Eles extraíram os resíduos orgânicos presos nos poros e analisaram quimicamente. Andrew Koh, um arqueólogo da Universidade Brandeis, disse que descobriu uma assinatura reveladora de ácido tartárico, componente chave em uvas. Ele também encontrou traços de compostos que sugerem que outros ingredientes podem ter sido adicionados ao vinho, incluindo mel, menta e ervas.

E a equipe pode ter muito mais a descobrir – alguns dias antes da escavação terminar, outro par de portas foi encontrada na adega, e acredita-se que elas podem levar a mais vinhos. Infelizmente, aquela história de “o vinho fica melhor com o tempo” só deve durar por um milênio ou um pouco mais. [WSJ]

Degustação de vinhos: Os segredos do análise visual

 

Na degustação de vinhos só a traves da vista, podemos descobrir mais do que você imagina.

Os aromas dentro do que se refere à analise sensorial e em relação ao prazer que os vinhos entregam é um dos fatores mais importantes (ou talvez o mais importante). Isso explica que quando um degustador tem uma boa percepção sensorial e habilidade na degustação, falamos que ele tem um “bom nariz”.

Mas antes de submeter o vinho à analise olfativa, temos outro sentido que vai nos ajudar e que não podemos deixar de lado: a visão, já que alguns elementos precisamos observar antes de continuar com as outras análises. A vista vai nos permitir principalmente avaliar e analisar dois pontos:

 A Saúde do vinho:

A aparência do vinho que podermos avaliar através de uma análise visual nos indicará se o vinho está (ou não) saudável. Portanto a primeira coisa que devemos fazer é prestar atenção em seu aspecto. Precisamos avaliar se ele tem algum elemento em suspensão  (que gera a turbidez e que em algum dos casos nos alerta sobre alguma enfermidade no vinho).

Precisamos ter muito cuidado nesta parte da análise, já que tenho observado que muitas vezes os consumidores pouco experientes ficam muito assustados na hora de degustar e fazer a análise visual do vinho ao perceber certos resíduos ou sedimentos no fundo da garrafa – ou até mesmo na taça. Costumam considerar isto como um defeito – sendo que não é.

Muitos vinhos que não são filtrados, e a maioria das vezes esta informação aparece no rótulo (“unfiltered”) e no contrarrótulo da garrafa. Isto acontece na maioria dos casos com vinhos de boa qualidade. Portanto, como isto não atrapalha na análise de outros sentidos (aroma e sabor) deveríamos ficar tranquilos, já que no momento de filtrar o vinho extrai-se uma parte importante de polifenóis (e assim, os antocianos e os taninos também são eliminados neste processo técnico, e o vinho perde cor e seus componentes que entregam aroma e sabor).

Degustação de vinhos: Os segredos do análise visual

Degustação de vinhos: Os segredos do análise visual

 A Idade do Vinho:

A vista irá nos revelar a idade de um vinho com uma precisão incrível. Muitas vezes, inclusive, poderemos acertar exatamente a safra do vinho, principalmente quando se trata de vinhos brancos de safras recentes.

É realmente muito fácil de aprender, e podemos dominar esta técnica depois de poucos vinhos degustados. Essa análise é fundamental e já vai nos ajudar complementado com as outras análises (olfativa e gustativa).

A cor dos vinhos está (igual os aromas, a acidez, os taninos e alguns outros elementos) em constante evolução, e esta evolução, no caso dos vinhos brancos, é muito mais rápida que nos vinhos tintos. Os vinhos brancos, como são jovens e não tiveram crianza em madeira, têm uma cor muito clara, quase como a cor da água que a gente costuma chamar de “amarelo claro cristalino”.

Quando começa a passar o tempo (lembrando que a curva de vida dos vinhos brancos sem madeira é extremamente curta) os vinhos brancos começam a tomar uma cor mais palha, logo dourada, até terminar com uma cor marrom, o que normalmente indica que o vinho já está decrépito, velho demais, estragado, salvo raras exceções.

 

Continua…

Sabe a diferencia entre ácido málico e ácido láctico?

 

Essas e muitas outros significados importantes, que com certeza vão ajudar a entender melhor o vinho,  você vai aprender neste post de Winechef.

 

Acidificação:

Operação regulamentada, segundo as zonas de produção, que permite aumentar a acidez natural do mosto e dos vinhos, quando é insuficiente. A normativa da União Europeia só autoriza esta correção quando não vai junto da chaptalização simultânea. Utiliza-se o ácido tartárico e, em pequenas proporções, o ácido cítrico.

Acidímetro:

Instrumento usado na medição da acidez total.

Ácido:

Substância constitutiva dos vinhos. Há muitos ácidos que se detectam facilmente na prova: o tartárico, o málico, o cítrico, o acético. Existem também muitos outros ácidos nos vinhos (succínico, galacturónico, etc.). O excesso de ácido acético caracteriza os vinhos picados ou envinagrados.

Ácido acético:

Vinagre, que é um ácido acético diluído.

Ácido ascórbico:

Ou vitamina C, quando adicionado ao mosto durante a vinificação, juntamente com o dióxido de enxofre, impede a oxidação e ajuda a manter frescos os vinhos brancos.

Ácido cítrico:

Ácido constitutivo dos vinhos que proporciona acidez fresca. Por vezes pode ser atacado pelas bactérias da fermentação maloláctica.

Ácido láctico:

Resulta da decomposição do ácido málico. Forma-se durante as fermentações alcoólica e maloláctica. Dá suavidade ao vinho.

Ácido málico:

Está presente em muitas frutas, como a maçã. O ácido málico dá frescura ao vinho, provém da uva e diminui durante a maturação em garrafa ou quando se realiza a fermentação maloláctica.

Ácido sórbico:

Aditivo muito utilizado nas indústrias alimentar e de bebidas para neutralizar leveduras e bolores. Cheira excessivamente a folhas de gerânio pisadas para quem é muito sensível.

Ácido tartárico:

Acido orgânico que existe na uva e consequentemente no vinho. Principal ácido do vinho, parcialmente combinado com a potasa.

A fermentação maloláctica é realizada nas barricas e transforma o ácido málico em ácido láctico, deixando o vinho com uma menor acidez e aportando muitos novos aromas, da família dos lácticos.

A fermentação maloláctica é realizada nas barricas e transforma o ácido málico em ácido láctico, deixando o vinho com uma menor acidez e aportando muitos novos aromas, da família dos lácticos.

Empresa japonesa lança vinho para gatos

 

Você pode tomar um vinho na companhia de um gato. Pelo menos no Japão…

É que a empresa japonesa de produtos para pets chamada B&H Lifes começou a vender um vinho feito especificamente para os felinos.

O “Nyan Nyan Nouveau” (em japonês, “nyan nyan” é o equivalente ao nosso “miau miau”) não contém álcool, mas é feito com um suco que tem como base uvas Cabernet.

A empresa decidiu desenvolver a bebida para aqueles que querem comemorar aniversários ou qualquer outra data festiva com seus gatos amados.

Uma garrafa de “Nyan Nyan Nouveau” custa ¥ 410 (cerca de R$ 9). E, ao contrário do vinho real, ele não fica melhor com a idade. A B&H Lifes recomenda o consumo da bebida em até um ano após a fabricação.

Empresa japonesa lança vinho para gatos

Empresa japonesa lança vinho para gat


 

Fonte: Globo

O que é um vinho “acético”? Que significa “acidez volátil”?

 

Já aconteceu que você não acha a palavra para explicar o vinho que está bebendo? Bom, esta lista vai ajudar!

Vinho Acético:

Diz-se de um vinho picado ou afetado pelas bactérias acéticas, que causam o envinagramento. Este defeito é próprio dos vinhos mal estagiados, em que a acidez volátil é excessiva.

Acetificação:

Oxidação do álcool etílico em ácido acético mais água, por ação de aceto-bactérias. Método de fabrico do vinagre.

 Aceto-bactérias:

Bactérias aeróbicas responsáveis pela acetificação do vinho.

Acetol:

Denominação aplicada ao vinagre no seu maior estado de pureza.

Acetona:

Odor químico, muito desagradável, que recorda o verniz das unhas. Pode ser produzido por uma aeração do vinho e não é necessariamente permanente. Provém da oxidação de álcoois secundários.

Acidez dos Vinhos:

Característica essencial dos vinhos, contribui decisivamente para o seu sabor, frescura, equilíbrio e capacidade de conservação.

Acidez fixa:

Diferença entre a acidez total e a acidez volátil.

Acidez volátil:

Componente presente no vinho que, em dose elevada, origina o aroma a vinagre. Em excesso é o resultado da falta de cuidados durante a vinificação. Nos vinhos velhos é habitual um toque mais acentuado de acidez volátil, aos quais se dá a designação de “vinagrinho”.

Continua

Sabe o que é um vinho “acético” Que significa “acidez volátil” ?

Sabe o que é um vinho “acético” Que significa “acidez volátil” ?

Aprenda agora mesmo a reconhecer as uvas só pela folha

 

Imagina, só olhando a folha você vai matar a charada.

Quem curte vinhos e sempre tem planejado algum dia visitar uma vinícola, seja no Chile, Espanha, Argentina e aqui mesmo no Brasil, poder caminhar pelos lindos vinhedos e até bater um papo com o próprio enólogo. Isso já uma sensação maravilhosa para os amantes dos vinhos, os tão conhecidos na web como #winelovers.

Agora imagine, além dessa maravilhosa experiência, poder chegar perto de uma parreira e dizer “Essa é a uva carménère!”. E quando todos perguntarem como você sabia, você vai dizer com o peito estufado e com aquela cara de sabido “pela folha da uva”.

É isso que queremos lhe proporcionar. Não a viagem, mas possibilitar ver, mesmo que digitalmente, cada folha de cada tipo de uva para que você possa reconhecê-las na parreira.

E, sim, isto é possível e não é muito difícil de aprender, concentre-se e preste atenção nas diferenças nos formatos que as folhas têm entre elas.

Na verdade existem muitos outros detalhes na hora de diferenciar um tipo de uva de algum outro, mas se prestar bastante atenção, talvez, na sua próxima visita a uma vinícola você poderá ser o expert em uvas do grupo.

Dé um “zoom” na iamgem de acima, para ver as folhas das uvas brancas.

E preste muita atenção nas diferencias entre as uvas brancas Sauvignon Blanc e Chardonnay, que juntas são o 80% das uvas brancas mais importantes do mundo, então, se a uva for branca, há uma grande possibilidade de que seja ou Sauvignon o Chardonnay, ai você vai utilizar seu conhecimento a matar a charada, rapidinho…

Na próxima matéria você vai a aprender como diferenciar as uvas tintas, só pela folha.

Fique Expert e reconheça as uvas só pela folha!

Fique Expert e reconheça as uvas só pela folha!xtremos

Sabe o que significa que um vinho seja Adocicado?

 

Adocicado, Acidulado, Acre, Açúcar residual e muitas outras definições indispensável para poder descrever corretamente uma taça de vinho, você aprende neste post de Winechef.

Vinho Adocicado:

Diz-se de um vinho excessivamente doce e untuoso, cuja consistência recorda a de um xarope; com baixa acidez.

Vinho Acidulado:

Diz-se do vinho que apresenta uma acidez excessiva.

Aço inoxidável:

Liga ferrocarbônica (pode conter outros elementos) que endurece pela têmpera e cuja composição lhe confere a propriedade de não oxidar (não é atacado por ferragem). Hoje em dia, a enologia utiliza cada vez mais prensas, cubas, e outros recipientes em aço inoxidável, de modo a garantir a mais fácil higienização e a melhor qualidade dos vinhos.

Vinho Acobreado:

Diz-se das cores castanho-avermelhadas, telha ou vermelho-dourado de alguns vinhos muito velhos. Nos rosados é sintoma de decrepitude. Nos brancos revela uma possível quebra cúprica.

Vinho Acre (acritude)

Ágrio, com excesso de acidez volátil (ácido acético e acetato de etilo). Sensação de amargo, de adstringência e de acidez, que provoca uma crispação dos tecidos da cavidade bucal.

Acroleína:

Aldeído formado durante a degradação do glicerol pelas bactérias. Possui um odor e um sabor amargos (doença do amargo).

Açúcar:

Sacarose e, mais genericamente, o conjunto de hidratos de carbono (glúcidos) que compõem o vinho.

Açúcar redutor ou residual:

Açúcar redutor que fica no vinho depois da fermentação (que não foi transformado em álcool pelas leveduras).

Açúcares:

Componentes essenciais do mosto que se transformam em álcool e em outras substâncias por ação das leveduras.

Adega:

Conjunto de instalações onde se elabora e se submete um vinho a estágio. Ao contrário da cave subterrânea, que é ideal para o estágio dos vinhos, a adega costuma ser construída à superfície. Quando se destina ao estágio de vinhos, convém dotá-la de isolamento e de climatização.

Adegueiro:

Responsável da adega e de todo o trabalho inerente à produção e estágio dos vinhos.

Vinho Adocicado:

Diz-se de um vinho excessivamente doce e untuoso, cuja consistência recorda a de um xarope; com baixa acidez.

Sabe o que significa que um vinho seja Adocicado

Qual a diferença de vinhos secos para vinhos suaves?

 
“suave” é uma palavra que no vocabulário técnico descritivo do vinho, significa que os taninos estão maduros, e se percebem com uma textura macia, delicada.

Acontece que no Brasil utiliza-se popularmente este adjetivo para  falar dos vinhos com conteúdo de açúcar residual presente, o seja, o suco de uva não fermentou e o vinho mantém a presença de açúcar natural da uva, que entrega um sabor levemente doce.

Qual a melhor ocasião para tomar um vinho suave?

São vinhos para o consumo diário, que não precisam de tanta atenção.  Geralmente são os preferidos  do consumidor que está começando a conhecer sobre vinho, pois que ainda não está acostumado aos mais secos.

Qual a melhor forma de harmonizar os vinhos suaves?

Vai depender da quantidade de açúcar residual que tenha o vinho. Se for uma quantidade baixa de açúcar, entre 5 a 10 gramas é possível fazer boas harmonizações com massas, carnes brancas e ate alguns peixes. Vou ressaltar, que para um melhor aproveitamento é necessário colocar na receita algum elemento que sirva como ponto de encontro entre o dulçor do vinho e o prato, por exemplo, uma massa que tenha como molho ou recheio de fruta.

Agora, se a concentração de açúcar for maior a 10 gramas é recomendável harmonizar com sobremesas, de preferência aquelas que tenham entre seus ingredientes o chocolate e as frutas vermelhas.

É verdade que os vinhos suaves são mais agradáveis ao paladar feminino?

Sim, sem duvida, mais também há exceções. Hoje em dia muitas mulheres passaram a conhecer  bem sobre degustação de vinhos e em geral, na medida em que o publico- independente do gênero evolui  no conhecimento, acaba por preferir  vinhos secos.

Quais são as uvas mais utilizadas na fabricação de vinhos suaves?

Todas!  Podem ser brancos, tintos ou rosé. Também podem ser vinhos com e sem borbulhas.

Vinhos suaves são mais fáceis de beber ou isso é mito?

Talvez, mas vai depender do gosto da pessoa. O mais importante a considerar é: Se o vinho suave tem muito açúcar não é recomendável beber antes o durante a comida, pois o açúcar inibe o apetite.

Qual a diferença de vinhos secos para vinhos suaves?

Qual a diferença de vinhos secos para vinhos suaves?

Sabe qual é a diferença entre os vinhos brancos, tintos e rosé?

 

Como sabem, os vinhos são elaborados a partir de uvas. Estas variedades de uvas se dividem em uvas de pele clara ou escura. O suco de uva não tem cor, pelo tanto podemos elaborar um vinho branco a partir de uma variedade de uva tinta, mas é impossível o contrário, ou seja, elaborar vinhos tintos com uvas brancas.

O normal é que os vinhos brancos se elaborem com uvas brancas, com algumas exceções sendo a mais conhecida os vinhos elaborados na região de Champange na França, chamados de “Blanc de Noirs” que são vinhos espumantes (que tem borbulhas) e que se elaboram unicamente com as uvas Pinot Noir e Pinot Meunier, ambas com cascas escuras e que produzem um Champagne de maior estrutura e uma capacidade de envelhecimento mais prolongado, entre várias outras caraterísticas. Se comparamos com os outros Champagne elaborados com a uva Chardonnay e são chamados “Blanc de Blancs”, no caso de que sejam feito só com esta uva branca.

Já no caso dos vinhos de casca clara e impossível elaborar vinhos tintos, já que esta não possui os antocianos, que são as células que estão na pele da uva tinta e que é a que entrega após uma maceração com o suco seu respetivo cor.

O vinho rosé e elaborado a partir de uvas tintas, as que são sometidas após o prensado da mesma (para extrair o suco) a uma breve maceração, a que dura só algumas horas, o que resulta em que uma parte parcial dos antocianos passam para o suco antes o durante a fermentação alcoólica, daí que estes vinhos tem uma cor rosa. Se esta maceração se prolongasse, este mesmo vinho não seria mas um vinho rosé, e se converteria em tinto.

Fácil assim! 🙂

Vinhos brancos, tintos e rosé.

Vinhos brancos, tintos e rosé.