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Você sabe o que são aromas herbáceos?

Os vinhos devem ter bons aromas, e atualmente são poucos os apreciadores que preferem vinhos neutros e/ou pobres – aromaticamente falando. Quando os aromas são intensos e abundantes são considerados de qualidade, mas existe um detalhe muito importante e que se refere que seus aromas têm que ser agradáveis.

Todos os aromas de frutas e flores, que fazem parte da família dos aromas primários (os que provêm da própria uva) são sempre agradáveis. Mas tem uma família dentro desta categoria de aromas primários onde precisamos prestar muita atenção, já que não são sempre aromas que nos interessam que estejam nos vinhos. Sá os aromas herbáceos.

 Vinhos brancos

Quando estamos frente a vinhos brancos, principalmente aqueles que não têm guarda em madeira (como o Sauvignon Blanc, por exemplo) os aromas herbáceos fazem parte da tipicidade da uva, e se eles estão acompanhados de outro tipo de família aromática, como as frutas, as flores, os cítricos, etc., é algo que aporta, que ajuda ao vinho ter uma diversidade e complexidade melhor. Há muitos Sauvignon’s Blanc de qualidade com aromas herbáceos de grama cortada ou outros aromas similares, mas são de qualidade.

 Vinhos Tintos

O problema começa quando estes aromas são dominantes nos aromas dos vinhos tintos.

Tem algumas uvas que são mais propensas, onde se encontra este aroma com maior frequência. Trata-se da família das Cabernet’s, onde, além da mundialmente famosa Cabernet Sauvignon, está também a Cabernet Franc e a Carménère.

Pimentão é um aroma carateristicos dos Carmenéres chilenos

Pimentão é um aroma carateristicos dos Carmenéres chilenos

Os Aromas Piracínicos

Quando temos alguma destas uvas, e que são produzidas com uma relação de alta produção por hectare, estes aromas, conhecidos também como “piracínicos”, se multiplicam e são nitidamente dominantes. Aí já não é agradável, já que o aroma vai ser “unidimensional” – ou seja, só um tipo de aroma… Só aromas de ervas.

Também, quando algumas das variedades de uvas já assinaladas estão plantadas em clima muito frio, estas fragrâncias vão dominar no aroma. É que o sol e as temperaturas que “queimam” este aroma piracínico (também muitas vezes chamado como “pimentão verde”, portanto, se a parreira está em um clima frio vai chegar à hora da colheita e estes aromas ainda estarão na uva, e finalmente irão parar em sua taça de vinho.

Como se isto não fosse suficiente, a evolução deste tipo de aroma é muito ruim. Com o passar do tempo ele vai se transformando em um aroma vegetal desagradável, e muitas vezes se transforma em notas orgânicas, quase como terra úmida, esgoto…

Nos vinhos mais simples (mais baratos) é muito comum encontrar aromas herbáceos, mas se eles estão misturados a romãs, a frutas ou outro tipo de aroma, não precisa se preocupar. Os vinhos mais simples sempre são produzidos na lógica de uma grande quantidade de quilos de uvas por hectare, ou com as parreiras mais jovens, mas o problema é mais grave quando se trata da Carménère, já que de todas as tintas, esta uva tem uma tendência enorme a desarrochar este tipo de aroma, por isso que isso se torna algo difícil de ser encontrado: Carménère’s baratos e que tenham boa qualidade, principalmente quando se trata de vinhos elaborados com uvas de climas frios.

 

 

Todo sobre os taninos

 

O que é e como este composto fenólico, um dos componentes mais importantes do vinho, influencia na bebida?

Muito tânico “ou pouco tânico”. Quando comentamos sobre vinhos, geralmente ouve-se expressões como essa. Mas, o que significa para um vinho ser tânico? Aliás, o que é o esse tão falado tanino? Como ele age no vinho em relação ao sabor, longevidade? Quais uvas possuem mais tanino? Como fazer para suavizá-los ou realçá-los? As respostas para estas e outras perguntas você encontra a seguir.

 O que é esse tal tanino? É um instrumento de defesa da planta.

Tecnicamente, o tanino corresponde a um grupo de compostos fenólicos que tem como principal característica a afinidade em se ligar à cadeias de proteínas e precipitá-las. Encontrados principalmente nas partes lenhosas, nas folhas e em frutos não maduros de muitas plantas, eles atuam como instrumento de defesa. Quando um predador começa a ingerir partes de uma planta, as células vegetais rompidas liberam os taninos, que possuem sabor amargo e provocam grande adstringência, causando repugnância ao predador.

Os taninos da uva

Os taninos da uva

  Tanino nas uvas

Nas uvas, os taninos encontram-se principalmente nas cascas, sementes e engaços. Assim como os açúcares da uva, eles também passam por um amadurecimento e, conforme se atinge esta maturidade, perdem agressividade, tornando-se macios e sedosos.

Dentre as uvas viníferas, geralmente, quanto mais grossa a casca, maior a quantidade de taninos a serem extraídos. Este é o caso da Cabernet Sauvignon, Tannat, Nebbiolo, Baga, Petit Verdot, Sangiovese Grosso; só para citar algumas. No extremo oposto estão variedades de cascas mais finas, que dão origem a vinhos de estrutura mais leve e textura delicada. As variedades Pinot Noir, Gamay  se enquadram nesta tipicidade.

Os taninos das uvas são classificados como condensados ou proantocianidinas. A outra classificação a qual eles podem pertencer é denominada taninos hidrolisáveis ou elagitaninos, e correspondem aos que são extraídos da madeira do carvalho. Cada um possui uma natureza diferente e, embora ainda não mapeado cientificamente, desencadeiam uma série de reações distintas no vinho.

A maturação dos taninos, além do acompanhamento dos níveis de açúcares e acidez, é o fator chave para se decidir o momento ideal da colheita da uva, atualmente.

Continua…

 

Palavras importantes que fazem parte do vocabulário do vinho

 

Palavra Significado
Acidez É o conjunto de ácidos contidos no vinho. São os responsáveis pelo bom equilíbrio da bebida, contribuindo para a sensação de frescor em boca.
Acidez Volátil Ácidos presentes no vinho (acético, propanóico e butanóico) produzem reações químicas durante a maturação do vinho, originando a acidez volátil. Em níveis baixos, passa despercebida. Já quando é alta, pode ser considerada um defeito, dando ao vinho um traço avinagrado.
Ácido Lático Ácido que torna os vinhos mais macios, sendo um produto da fermentação malolática, que pode ocorrer antes ou depois da fermentação com a finalidade de limitar a acidez.
Ácido Málico Ácido natural encontrado nas uvas, sendo um dos principais junto ao ácido tartárico. É o responsável pelo gosto de maçã verde ácida percebido em uvas não amadurecidas.
Ácido Tartárico Ácido natural encontrado nas uvas, sendo um dos principais junto ao ácido málico. É predominante em regiões vinícolas mais quentes, podendo ser adicionado ao vinho quando a acidez é baixa.
Açúcar Residual Quantidade de açúcar que sobra após a fermentação, podendo ser natural ou provocada como, por exemplo, o Vinho do Porto. É um fator fundamental na definição do estilo de espumantes que recebe o licor de expedição, que é a quantidade para mais, ou para menos, de açúcar residual, transformando-os em Nature, Extra Brut, Brut, Extra-Seco, Seco, Demi Sec ou Doce.
Adstringência É a sensação gustativa provocada pelos taninos contidos nos vinhos tintos. Estes componentes, que são responsáveis pelo corpo ou estrutura do vinho, reagem com as proteínas da boca, que perde momentaneamente o poder lubrificante da saliva, ocasionando a sensação conhecida como “boca seca”. São vinhos difíceis de beber, duros e ásperos. Ex: comer uma banana verde.
Aeração Exposição do vinho em contato com o ar ambiente, deixando-o “respirar”, para que seus aromas possam se tornar mais evidentes.
Afinado Vinho que evoluiu corretamente, adquirindo perfeito equilíbrio entre aroma e sabor.
Afinamento Técnica de clarificação dos vinhos que utiliza bentonita (argila gerada de cinzas vulcânicas), gelatina ou clara de ovos. Agentes que aglutinam as partículas em suspensão sedimentando-as.
Agulha Sensação de “picar” a língua, vinhos com uma pequena quantidade de gás carbônico. Exemplo: alguns Vinhos Verdes (Portugal).
Agradável Quando o conjunto aromas e sabores encontram-se organoleticamente equilibrado.
Álcool Composto químico reagente formado pela ação das leveduras do açúcar no processo de vinificação do vinho, podendo ser o Etanol ou Etílico.
Amargor Descritivo de defeito no vinho devido à má vinificação. Exemplos: vinhos com taninos verdes ou não polimerizados (macromoléculas presentes nos vinhos)
Amplo Vinho com bouquet (aromas)  rico e com muitas nuances, oferecendo agradáveis sensações olfato-gustativas.
Análise Sensorial Exame das propriedades organolépticas do vinho através dos órgãos dos sentidos (visual, olfato, tato, paladar).
Antocianos Espécie de pigmento natural que, na verdade, são fenólicos responsáveis pela cor vermelha e púrpura dos vinhos jovens.
Autoclave Corresponde ao método charmat, onde a segunda fermentação é realizada em tanques de inox (autoclaves). Geralmente, os aromas e sabores são menos complexos do que os obtidos por meio do método champenoise ou tradicional.
Aroma Percepção olfativa do vinho na boca, transmitida ao nariz pelas vias retro-nasais (situadas atrás da boca). O odor emanado pelo vinho chama-se “o nariz”. O primário é proveniente da uva. O secundário é resultante da vinificação. O terciário origina-se do envelhecimento e é denominado buquê.
Aromático  Vinho cujo aroma provém diretamente de castas aromáticas (Gewurztraminer, Merlot).
Áspero Com excessiva adstringência e acidez.
Assemblage Processo de junção dos vinhos das mais diversas variedades de uvas, podendo também variar por safras, mantendo como regra a mesma região vinícola. A finalidade é torná-lo mais uniforme, com personalidade própria e de qualidade, onde o enólogo torna-se livre para elaborar vinhos de caráter diferenciados.
Ataque É a primeira sensação a ser percebida ao degustar um vinho. Geralmente, é uma sensação adocicada, de vinho redondo e macio; porém, se o vinho tem acidez pronunciada (ex: os brancos jovens) o adocicado é substituído pela acidez.
Aveludado Vinho extremamente macio em boca, lembrando metaforicamente a textura do veludo.
Palavras importantes que fazem parte do vocabulário do vinho

Palavras importantes que fazem parte do vocabulário do vinho

Cientista quer ressuscitar os vinhos bíblicos

 

Um pesquisador israelense tem como missão cultivar as mesmas uvas usadas no tempo do Rei David

O projeto, financiado em parte pelo governo de Israel, busca encontrar e usar antigas variedades de uvas nativas do país, criando vinhos idênticos aos citados nas histórias da Bíblia. Sob o comando do Dr. Elyashiv Drori, pesquisadores da Ariel University vão comparar uvas nativas da região com descobertas feitas em sítios arqueológicos. Segundo o biólogo e colaborador do projeto, Mali Salmon-Divol, a pesquisa pode apontar, de acordo com amostras encontradas, se o Rei David, por exemplo, bebia vinho tinto ou branco, ou se o vinho era forte ou fraco.

Cientista quer ressuscitar os vinhos bíblicos

Cientista quer ressuscitar os vinhos bíblicos

Há três anos envolvidos no projeto, Drori e sua equipe já encontraram 100 variedades únicas de Israel, das quais dez se mostraram apropriadas para a produção de vinho. Contudo, cientistas encontraram uma dificuldade. As áreas estudadas eram de domínio muçulmano no passado, assim muitas variedades foram perdidas uma vez que o álcool não era permitido.

Os cientistas agora se preparam para sequenciar o genoma das variedades descobertas e assim, confrontá-las com as amostras retiradas de escavações arqueológicas em Israel. Para Drori, o projeto faz parte de um desejo de que o país seja um produtor de vinhos nativos. “Não é interessante produzir Chardonnay aqui em Israel porque há Chardonnay que vem da Califórnia. É muito mais interessante produzirmos variedades daqui mesmo que se relacionem com a história do país desde muito tempo atrás”, declarou o cientista.

 

Quando devemos decantar um vinho?

 

Todo o mundo já escutou alguma vez sobre isso, mas o que realmente significa?

Como já aprofundei em uma matéria anterior em relação ao fato de tirar a rolha para que o vinho respire (e deixamos claro naquela matéria que tirar a rolha não serve para nada), então, a primeira coisa que devemos entender é que não são todos os vinhos que devem ser decantados – já que muitos deles não se beneficiam com a decantação, mas ao contrário: em questão de minutos, a presença de oxigênio os deteriora aromaticamente.

Os vinhos espumantes, brancos e rosés não são decantados quase nunca. Existem casos de vinhos brancos que, em algumas raras exceções, são decantados (só os grandes e mais complexos vinhos brancos, ou seja, os brancos top’s a nível mundial que conseguem ter uma vida longa e que precisam de oxigenação para entregar todas as suas virtudes).

Os aromas destes vinhos são muito frágeis, e normalmente basta tirar a rolha que estes se mostram com uma perfeita intensidade e exuberância. Neste caso, o melhor é abrir a garrafa e colocar o vinho imediatamente na taça, já que é durante os primeiros minutos que os aromas deste estilo de vinhos vão se expressar com maior qualidade. Então, se decantarmos um vinho deste tipo, só vai fazer com que estes aromas desapareçam com o oxigênio que entrarão no decanter, e quando o vinho chegar à taça já não vai ter ficado mais nada.

Agora falando dos vinhos tintos, a maioria deles também não precisa decantação, seguindo a mesma lógica explicada anteriormente. Eles perdem muito com a decantação. Todos os vinhos varietais (sem estágio em madeira) e os vinhos simples (mesmo que sejam tintos) devem ser colocados direito na taça.

Quando temos vinhos que possuem uma concentração de “polifenóis” de maior contração (cor, aromas e sabor), estes precisam do oxigênio para se manifestar com maior claridade e qualidade, e é neste caso que é preciso decantar, isto é, independente da uva, e o que vai importar vai ser o vinho, a concentração e a qualidade que ele tenha. 

Quando devemos decantar um vinho?

Quando devemos decantar um vinho?

Omelhor é usar a seguinte lógica: vinhos simples para consumo rápido não devem ser decantados e vinhos de melhor qualidade, mais concentrados, que tiveram guarda em madeira, devem ser decantados.

Esta ação de decantação parece não ter importância, mas na verdade tem sim. Um vinho de muita qualidade servido sem decantar é um grande desperdício – lembre-se que é o oxigênio que produz o efeito da liberação das partículas aromáticas, então, o decanter deve ter uma “boca” suficientemente grande para que possa existir um intercâmbio entre o oxigênio e o líquido. Logo, não adianta colocar o vinho em um decanter e encher até o topo e não deixar que o líquido tenha contato com o oxigênio.

Por último, vai depender da concentração do vinho o tempo que vai ser necessário decantar; vinhos mais concentrados vão necessitar mais tempo. O que você pode fazer é deixá-los sempre no decanter entre 20 e 30 minutos antes de beber, isso também dá valor ao vinho, porque ele vai melhorar não só sensorialmente, mas também “psicologicamente”, no sentido que as pessoas sempre associam vinhos decantados a vinhos de qualidades.

E o fato de ter que esperar que o vinho termine de se oxigenar no decanter dá uma sensação de expectativa muito positiva… É como esperar que o pão saia do forno na padaria, ou seja, parece que o pão é sempre melhor quando está fresquinho… E o vinho também é sempre melhor quando é decantado.

Vitória Expovinhos 2015 começa amanha

 

Amanha dia 24 de junho começa a versão 2015 dessa feria que já se consagro como das mais importantes do Brasil.

Interessados em participar do evento já podem comprar suas inscrições para um ou dois dias. A inscrição dá o direito a visitar a feira, que funciona no formato de Wine Tasting, no qual o inscrito pode degustar os rótulos apresentados pelos expositores.

Realizado pela Federação do Comércio, de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Espírito Santo (Fecomercio-ES), o Vitória Expovinhos 2015 – 7° Salão Internacional de Vinho de Vitória será realizado nos dias 24 e 25 de junho, no Centro de Convenções de Vitória. E os interessados em participar deste, que é o maior e mais importante evento de vinhos do Espírito Santo já podem garantir a sua taça.

As inscrições para o 7° Salão Internacional de Vinho de Vitóriapodem ser feitas pelo site www.rotaeventos.com.br

 

Logomarca Expovinhos 2015

Logomarca Expovinhos 2015

Os organizadores do evento preveem para esta edição cerca de 1500 rótulos de 16 países, que serão apresentados pelos expositores presentes à feira. Nesse modo, o participante inscrito recebe uma taça de cristal na recepção e pode degustar todos os vinhos apresentados pelos expositores presentes à feira. Além da oportunidade única de ter à sua disposição centenas de rótulos para degustação, os visitantes podem conversar com enólogos, sommeliers e representantes, que apresentam cada vinho.

 

Serviço:
Evento: Vitória ExpoVinhos 2015 – 7º Salão Internacional do Vinho de Vitória
Data: 24 e 25 de junho
Local: Centro de Convenções de Vitória

 

Convite:
1 dia: R$ 150,00
2 dias: R$ 250,00
Confrarias, convites corporativos e grupos acima de 10 pessoas: 20% desconto

Informações: Rota Eventos – Tel.: (27) 3319-8110

 

Descubra qual é o melhor azeite extra virgem e quais têm indícios de fraude

 

Testamos 19 marcas de azeites extravirgens e constatamos que, 7 são virgens e 4 têm indícios de fraude contra o consumidor, já que pelos padrões da lei, não podem ser considerados azeites.

Se você costuma optar pelos azeites extravirgens por acreditar que eles sejam mais puros, saborosos e saudáveis, é melhor tomar cuidado, pois você pode estar sendo enganado.

Das marcas de azeites que testamos, boa parte dos que se dizem “extravirgens”, na verdade, não passa de “virgens” e alguns são até “lampantes”.

Verificamos se havia produtos adulterados, ou seja, comercializados fora das especificações estabelecidas por lei. E, também que preço e renome nem sempre são sinônimos de maior qualidade. O melhor do teste foi, de fato, o que custa mais caro entre os testados. Porém, nossa avaliação mostra que há outros produtos de boa qualidade que custam bem menos.

Fizemos a análise sensorial em laboratório reconhecido pelo Conselho Oleico Internacional (COI). Eles avaliaram a qualidade das amostras quanto ao aroma, à textura e ao sabor de acordo com parâmetros técnicos. Segundo a legislação, em azeites extravirgens não podem ser encontrados defeitos na análise sensorial.

Qual é o melhor azeite extra virgem ?

Qual é o melhor azeite extra virgem ?

Analisamos diversos parâmetros físico-químicos para detectar possíveis fraudes:

Presença de óleos refinados;

Adição de óleos obtidos por extração com solventes;

Adição e identificação de outros óleos e gorduras;

Adição de outras gorduras vegetais;

Na análise sensorial, apenas oito marcas tinham qualidade de azeite extravirgem de acordo com os especialistas. Entre as outras, sete alcançaram defeitos que, pela legislação, as caracterizavam como azeites virgens. São elas: 

Borges.

Carbonell.

Beirão.

Gallo.

La Espanhola.

Pramesa.

Serrata.

 

As quatro marcas com problemas de fraude foram também consideradas, pela análise sensorial, como azeites lampantes. São elas:

Tradição.

Quinta da Aldeia.

Figueira da Foz .

Vila Real.

 

Fonte: Proteste.org.br

Bolinho de Mandioca com Queijo

 

Uma receita fácil de elaborar, rápida e muito gostosa.

Ideal para acompanhar com um tinto leve e frutado, talvez um Carménère o um Pinot Noir, de preferência que não tenham tido guarda em madeira (varietal).

Ingredientes do Bolinho de Mandioca com Queijo

• 1 kg de mandioca descascada e picada
• 3 xícaras (chá) de leite
• 1 colher (sopa) de manteiga
• 2 ovos
• 1 colher (sobremesa) de fermento em pó
• 1 e 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
• 200 g de muçarela moída
• 2 colheres (sopa) de sálvia picada
• 2 colheres (sopa) de tomilho fresco picado
• Óleo para fritura
• Sal

Bolinho de Mandioca com Queijo

Bolinho de Mandioca com Queijo

Como fazer a Bolinho de Mandioca com Queijo:

• Coloque em uma panela, a mandioca, o leite e cozinhe, em fogo baixo por 35 minutos ou até o leite evaporar, deixe a mandioca se desfazer.
• Retire, passe a mandioca ainda quente no espremedor e transfira a massa obtida para uma tigela.
• Misture a manteiga, os ovos, fermento e o sal. Reserve.
• Separadamente, peneire a farinha de trigo e, aos poucos acrescente a massa de mandioca mexendo sempre com uma colher.
• Se necessário, junte mais farinha de trigo.
• A massa deve ficar unida e desprender das mãos. Reserve.
• Em uma tigela, misture a muçarela, a sálvia e o tomilho. Reserve.
• Para fazer os bolinhos, estenda um pouco de massa na palma da mão enfarinhada, coloque um pouco da mistura de muçarela e enrole sem deixar aberturas ou dobras.
• Frite os bolinhos em uma panela com óleo bem quente até dourarem.
• Retire e coloque-os sobre papel toalha para eliminar o excesso de gordura.
• Sirva os bolinhos com salada verde.
• Se preferir, salpique a muçarela ralada no momento de servir.

Depois é só se deliciar com essa receita, simples e saborosa!

 

17 de Abril é o Malbec World Day 2015. O Malbec está em festa

 

Na sua terra natal Cahors, seu verdadeiro nome é Côt, mas é a Argentina quem tem apoiado toda a fama e prestígio desta nobre uva.

São poucas as regiões vitivinícolas que têm uma uva tão diretamente associada; é só pensar na uva Malbec que a Argentina vem imediatamente na nossa mente e vice-versa.

Esta uva, desde que foi trazida da França entre 1850 e 1860 (pouco antes da filoxera), pelo francês Michel Pouget, se adaptou imediatamente e hoje é possível encontrar plantações excelentes adaptadas aos diferentes tipos de climas e solos da argentina desde os Valles Calchaquies, no extremo norte do país, até a Patagônia, no Sul. Esta uva é considerada hoje uma espécie de emblema que está tão arraigada na cultura do país que só poderia ser comparada com o tango ou com o “Dieguito Maradona”.

A Malbec produz vinhos fantásticos, de muita cor e com uma paleta aromática muito diversa, que vai desde as violetas até as frutas confeitadas e marmeladas quando é produzido em climas mais quentes.

A propósito, ao parecer e em vista que o mercado mundial está desde os últimos cinco anos começando a exigir vinhos menos alcoólicos, mais elegantes e não exageradamente maduros. E é por isso que a qualidade dos Malbec’s Argentinos têm vindo em claro aumento, principalmente pelo cuidado em procurar regiões de maior altitude, onde se conseguem vinhos mais equilibrados, mais frescos e com menor grau alcoólico.

O certo é que a Argentina tem centenas de Malbec’s de alto nível, com pontuações altíssimas e que já tem merecido o respeito dos mais prestigiados críticos do mundo todo.

Malbec World Day 2015

Malbec World Day 2015

 

Veja no link degustações de Winechef que incluem alguns dos melhores Malbec argentinos:

http://winechef.com.br/portfolio-item/degustacao-de-vinhos-argentinos-2/

 

 

Que vinhos abrir em Natal e Ano Novo?

 

Já está pensando nos vinhos da noite de natal e ano novo?

Aqui tem algumas sugestões que você não pode esquecer:

Primeiro: lembre-se que é esta data, na qual a gente compartilha as nossas alegrias com a família e as pessoas que mais amamos. Portanto, temos que caprichar com os vinhos que vamos abrir, e este é o dia ideal para provarmos essas garrafas que estão em nossas adegas há muito tempo. Chegou a hora de abri-las!

Lembre-se também que, para poder aproveitar melhor seus vinhos, tem algumas regras de degustação que não podem ser esquecidas:

 

Os vinhos brancos devem ser tomados antes que os vinhos tintos;

Os vinhos secos se degustam antes que os vinhos doces;

Os vinhos mais simples são degustados antes dos vinhos mais complexos;

Os vinhos mais leves são degustados antes dos vinhos mais encorpados e concentrados.

 

A comemoração pode começar com um espumante, mas tem que levar em conta que este deve ter a menor concentração de açúcar residual possível (os Nature são os únicos que são realmente secos). Deixe os outros espumantes (Demi Sec ou doces) só para acompanhar a sobremesa, caso contrário, a “doçura” destes produtos vai tirar seu apetite e pode estragar sua ceia de natal e/ou de ano novo.

Vinhos para o Natal e Ano Novo

Vinhos para o Natal e Ano Novo

 A versátil Sauvignon Blanc

Como alternativa a espumantes, proseccos e outros vinhos com borbulhas, têm também os vinhos feitos pela uva Sauvignon Blanc, que são excelentes companheiros na hora de abrir uma comemoração. Prefira estes de safras as mais jovens possíveis (2013 ou 2014). Se optar por esta uva, não precisam ser os melhores de sua seleção, já que, como aperitivo, serão mais recomendáveis os que tiverem um estilo mais fresco e de corpo leve – mas o único requisito indispensável é que sejam de safras recentes.

Já para o jantar, o melhor é ter à mão umas boas garrafas, mas de vinhos não demasiado complexos, nem adstringentes. Então procure alguns vinhos de uvas mais “femininas”, como Pinot Noir, Merlot, Carménère ou Blends (mistura de duas ou mais uvas).

 Vinhos estruturados

Se for sua escolha um vinho de uva Malbec, Cabernet Sauvingon, Tannat, Petit Verdot, ou outra uva que produza vinhos estruturados, tente escolher aqueles que não estejam muito jovens (devem ter, pelo menos, 3 anos), para que os taninos e a força no paladar não incomode a seus convidados.