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Suco Verde para emagrecer

 

Veja a receita do Suco Verde

Agora sim acabou o carnaval, e provavelmente todos esses dias de folia deixaram o organismo um pouquinho “contaminado”. Então, chegou a hora de mudar nossos hábitos matinais e acrescentar este delicioso suco, que além de ser bem gostoso vai deixar nosso corpo pronto para o próximo feriado prolongado, ajudando também a emagrecer.

Detalhe dos ingredientes do Suco Verde

Água de coco                                    

Água de coco tem ação diurética, potássio (transmissão nervosa, contração da musculatura cardíaca, função renal), sódio (essencial para distribuição orgânica de água e volume sanguíneo), magnésio (contrações musculares e transmissões de impulsos nervosos), ferro (prevenção da anemia, neutralização de radicais tóxicos), zinco (imunidade, fertilidade e reprodução, apetite e paladar), cálcio, vitamina C (antioxidante, imunidade, cicatrização).

 Melão

Melão é rico em fibras, potássio, vitamina A e C (antioxidantes – prevenção de danos celulares), ação diurética, ferro, cálcio, fósforo.

Couve

Couve tem ferro, vitamina C, vitamina A, cálcio, fibras, ácido fólico (prevenção da anemia e de má formação fetal), magnésio, potássio.

 Linhaça Dourada

Linhaça dourada possui fibras, ômega 3 (redução do colesterol e dos triglicerídeos, prevenção de doenças cardiovasculares – aterosclerose), ação anti-inflamatória, melhora a imunidade.

Pepino

Pepino é rico em fibras (dão saciedade), ação diurética (por ser rico em água, ajuda a eliminar toxinas), potássio (contração do músculo cardíaco, transmissão nervosa), propriedades anti-inflamatórias.

Suco Verde para emagrecer

Suco Verde para emagrecer

 

Ingredientes (1 porção)

1 copo de água de coco (do coco mesmo, bem fresquinha)

1 fatia de melão

1 folha de couve

1 rodela de pepino de 1 dedo (com casca)

1 colher (de sopa) de linhaça (usei a dourada)

 

Modo de Preparo

Coloque no liquidificador a água de coco, a folha de couve bem lavada e rasgada, o pepino e a linhaça.

Bata bem e beba na hora.

 

Observações:

  • Só bata na hora que for beber.
  • Não coe
  • Não adoce

 

Com menu de R$ 1.500, restaurante na Suíça é o ‘novo’ melhor do mundo

Esqueça o dinamarquês Noma, o espanhol El Celler de Can Roca, o italiano Osteria Francescana e até o paulistano D.O.M. Vem da Suíça, de uma pequena cidade próxima a Lausanne, o mais novo melhor restaurante do mundo.

No sábado (12), os organizadores do prêmio “Mil mesas de exceção”, guia criado pela França em oposição ao ranking de 50 melhores restaurantes da revista britânica “Restaurant”, divulgaram o top 10 de sua primeira edição.

Ficou com o restaurante do Hôtel de Ville de Crissier o primeiro lugar. A casa é comandada, desde 2012, pelo chef franco-suíço Benoît Violier, 44, em parceria com sua mulher, Brigitte. Ao jornal americano “The New York Times”, ele disse que sentiu “uma enorme responsabilidade” com o prêmio.

Restaurant de l'Hôtel de Ville, Crissier (Suíça)

Restaurant de l’Hôtel de Ville, Crissier (Suíça)

Segundo ele, o sucesso do restaurante, de cerca de 50 lugares, deve-se à consistência: a casa detém três estrelas do guia “Michelin” há 20 anos e seu maître, Louis Villeneuve, está no cargo há cerca de 40.

Os menus podem custar até 390 francos suíços (R$ 1.530)

TOP 10

A lista das “Mil mesas de exceção” é uma iniciativa da Atout France, instituição de diplomacia e promoção turística da França.

Com custo estimado em € 300 mil (R$ 1,2 milhão), bancado por patrocinadores como a Nestlé e a Moët Hennessy, o ranking foi feito por um sistema de computador que analisou e compilou dados de cerca de 200 guias gastronômicos (como “Michelin”, “Gault&Millau” e “Zagat”), sites colaborativos a exemplo do TripAdvisor, avaliações de críticos gastronômicos e mesmo listas como a da “Restaurant” –englobando um universo de 92 países.

Entre os mil restaurantes selecionados, os países mais representados devem ser Japão (mais de 120 locais), França (117) e Estados Unidos (115).

A lista final será divulgada em uma cerimônia na próxima quinta-feira (17), em Paris, por enquanto, só se conhece o top 10, divulgado no último sábado, no qual se confirmou o favoritismo de Japão e França; cada país teve três casas no topo do ranking.

Destacam-se ainda a presença de casas que estão na lista da “Restaurant”, como o Per Se, de Nova York (EUA), no segundo lugar, e o Celler de Can Roca, na Espanha (6).

Com menu de R$ 1.500, restaurante na Suíça é o 'novo' melhor do mundo

Com menu de R$ 1.500, restaurante na Suíça é o ‘novo’ melhor do mundo

Veja abaixo o top 10.

1: Restaurant de l’Hôtel de Ville, Crissier (Suíça)

2: Per Se, Nova York (EUA)

3: Kyo Aji, Tóquio (Japão)

4: Guy Savoy, Paris (França)

5: Schauenstein, Fürstenau (Suíça)

6: El Celler de Can Roca, Girona (Espanha)

7: Kyubei, Tóquio (Japão)

8: Maison Troisgros, Roanne (França)

9: Auberge du Vieux Puits, Fontjoncouse (França)

10: Joël Robuchon, Tóquio (Japão)

 

Fonte: Uol

Sabe o que é a acidificação dos vinhos? E os ácidos tartáricos e málico?

 

O Ácido tartárico, Ácido láctico e vários outros ácidos presentes no vinho.

Acidificação

Operação regulamentada, segundo as zonas de produção, que permite aumentar a acidez natural do mosto e dos vinhos, quando é insuficiente. A normativa da União Europeia só autoriza esta correção quando não vai junto da chaptalização simultânea. Utiliza-se o ácido tartárico e, em pequenas proporções, o ácido cítrico.

Acidímetro: 

Instrumento usado na medição da acidez total.

Ácido:

Substância constitutiva dos vinhos. Há muitos ácidos que se detectam facilmente na prova: o tartárico, o málico, o cítrico, o acético. Existem também muitos outros ácidos nos vinhos (succínico, galacturónico, etc.). O excesso de ácido acético caracteriza os vinhos picados ou envinagrados.

Ácido acético: 

Vinagre, que é um ácido acético diluído.

Ácido ascórbico: 

Ou vitamina C, quando adicionado ao mosto durante a vinificação, juntamente com o dióxido de enxofre, impede a oxidação e ajuda a manter frescos os vinhos brancos.

Ácido cítrico: 

Ácido constitutivo dos vinhos que proporciona acidez fresca. Por vezes pode ser atacado pelas bactérias da fermentação maloláctica.

Ácido láctico:

Resulta da decomposição do ácido málico. Forma-se durante as fermentações alcoólica e maloláctica. Dá suavidade ao vinho.

Ácido málico:

Está presente em muitas frutas, como a maçã. O ácido málico dá frescura ao vinho, provém da uva e diminui durante a maturação em garrafa ou quando se realiza a fermentação maloláctica.

Ácido sórbico: 

Aditivo muito utilizado nas indústrias alimentar e de bebidas para neutralizar leveduras e bolores. Cheira excessivamente a folhas de gerânio pisadas para quem é muito sensível.

Ácido tartárico:

Acido orgânico que existe na uva e consequentemente no vinho. Principal ácido do vinho, parcialmente combinado com a potasa.

Ácido Tartárico

Ácido Tartárico

 

Temperaturas ideais para degustar um vinho branco

Degustar um vinho numa temperatura errada pode estragar até os melhores rótulos.

Veja como isto funciona com os vinhos brancos.

Sabemos que vinho branco se bebe gelado e que o tinto é na temperatura ambiente… Será que é isso mesmo?

O mais comum em relação a este tema é encontrar tabelas que falam que tal tipo de uva se bebe a tal temperatura. Mas já se perguntaram como pode isso ser possível (e estar certo) se dentro de uma mesma variedade de uva temos inúmeros tipos de vinhos, de diferentes países, idades e estilos?

A primeira coisa que precisa estar esclarecida é a ideia de que servir um vinho a uma temperatura específica e certa é para que o vinho possa mostrar seus atributos da melhor maneira possível. Portanto, o objetivo é dar uma ajuda para ressaltar as caraterísticas positivas que o vinho tem (e não as características negativas).

É verdade que os vinhos brancos devem ser bebidos frios, mas a diferença de temperatura não vai depender da uva e, sim, do estilo de vinho, já que é possível termos, com uma mesma uva, um vinho onde a diferença ideal de temperatura pode ser de até 5°C – ou talvez até mais.

Sauvingon Blanc de uma região fresca

Por exemplo: um Sauvingon Blanc de uma região fresca, que seja jovem, leve e varietal (sem estágio em madeira), vai precisar de uma temperatura muito fresca (7°C) para poder mostrar todos os seus encantos. Ao contrário, um Sauvignon Blanc elaborado como “Late Harvest” (vinhos de sobremesas), evoluído, elegante, oleoso e estruturado, vai ser melhor degustado a uma temperatura muito maior, (12°C) e assim acontece com a maioria das uvas. Ou seja, a temperatura ideal depende do estilo do vinho – e não da uva que o origina.

Sempre falando de vinhos brancos, o que temos que fazer é diferenciar em termos de concentração e complexidade. Assim, os vinhos mais leves e simples vão ser bebidos no limite do frescor (6°C). Na medida em que a concentração, a estrutura e a complexidade vão aumentando, aumenta-se também a temperatura de serviço.

Vinhos brancos de corpo médio com estágio em madeira, medianamente jovens (1 a 2 anos de idade), precisam de uma temperatura intermediária (no contexto dos vinhos brancos), isto é, uns 9°C. Já os brancos mais densos, viscosos e concentrados, que foram estagiados em madeira e que estão evoluídos, precisam de uma temperatura muito mais cálida para mostrar todos os seus atributos (12°C).

Temperaturas ideais para degustar um vinho branco

Temperaturas ideais para degustar um vinho branco

Outras dicas sobre as temperaturas nos vinhos brancos:

Para os vinhos mais leves e frescos, se a ideia é refrescar e realçar a acidez do paladar (a acidez e o gás carbônico presentes em vinhos brancos jovens) sempre será recomendável optar por temperaturas muito baixas. Mas isto vai depender também da temperatura do lugar que vamos beber o vinho, assim como também da quantidade de vinho que vamos colocar na taça. Sempre será melhor servir o vinho branco em taças menores que as usadas em vinhos tintos, e o mais importante: em quantidades menores, deixando o restante do vinho em um balde com água e gelo.

Quando vamos beber vinhos brancos de regiões cálidas, onde a graduação alcoólica é elevada, é muito recomendável procurar o extremo da temperatura fresca (6°). Estes vinhos normalmente são o que, tecnicamente, se denominam “planos” (carentes de acidez). Portanto, a baixa temperatura vai ocultar o álcool e ressaltar a acidez, e o vinho vai parecer um pouco mais equilibrado.

Do contrário, um vinho sem acidez e com uma graduação alcoólica elevada (14 ou mais graus), se for servido a mais de 8°C vai se expressar aromaticamente agressivo e desequilibrado (o álcool vai até irritar ao nariz), e ao paladar vai ser também absolutamente desequilibrado, dando uma sensação de “queimar” a boca.

Então agora já sabe… Fique de olho com a temperatura, porque alguns graus a mais ou a menos fazem a diferença entre beber um vinho bom e um nem tanto.

 

Aprenda como harmonizar vinhos brancos

 

Que vinho acompanha um ceviche de robalo?

A gastronomia é um mundo fascinante, cheio de detalhes, de cores, de aromas e sabores. Cada prato tem vida própria e representa o estilo do autor, da pessoa que o elaborou. Sentar frente a um prato visualmente agradável, bem decorado, colorido, com agradáveis aromas e bom sabor é uns dos maiores prazeres de um grande número de pessoas no mundo.

Estas pessoas que adoram a gastronomia são as mesmas que adoram também o vinho.  Já tiveram a oportunidade de provar um prato gostoso, de qualidade, delicioso, mas sem a companhia de uma taça de vinho? Dá a impressão que algo está faltando. Acho que é a magia da cumplicidade entre dois produtos que se complementam sublimemente.

Sobre a harmonização em si, felizmente existe em forma natural e espontânea uma relação sensorial que faz com que o vinho harmonize com a comida, e a probabilidade de que esta seja totalmente inexistente é muito baixa.

Para conseguir ter sucesso na hora de harmonizar um prato com uma garrafa de vinho é só usar a lógica e o senso comum em relação a cada um dos detalhes. Cores, aromas e sabores, tanto do prato como também do vinho com o qual queremos que nos acompanhe.

Aprenda como harmonizar vinhos brancos

Aprenda como harmonizar vinhos brancos

Vinhos e Frutos do mar

Por exemplo: vamos comer um fruto do mar, o qual logicamente sempre tem que ser o mais fresco possível, tipo um peixe branco (ex.: robalo). O preparo será com ele cru (ceviche), onde coloquemos só limão para acrescentar ao sabor e ao frescor.

Neste caso, o correto é procurar um vinho que tenha as mesmas caraterísticas do prato, ou seja, se estamos falando de um produto do mar que tem que ser consumido o mais fresco possível também teremos que procurar um vinho que deva ser bebido o mais jovem possível.

Como este prato (ceviche) vai ter um sabor predominantemente levemente cítrico, por causa do limão, temos que procurar vinhos que tenham estas mesmas características. Então, o vinho correto vai ser um branco, o mais jovem possível, que tenha uma marcada acidez e que não tenha passado por madeira.

Serão muitas opções para harmonizar de maneira correta, independente da variedade da uva. Pode ser um Sauvingon Blanc, um Chenin Blanc, até um Torrontés, mas o importante é que tenha as caraterísticas destacadas anteriormente.

Ceviche de Robalo Winechef

Ceviche de Robalo Winechef

 

Aprenda a falar de Vinhos corretamente

 

Para falar de Vinhos corretamente, temos necessariamente que conhecer os significados das palavras usadas. 

 

 Aberto:

Diz-se do vinho com pouca densidade de cor ou que, com os anos, perdeu a intensidade da cor.

Acácia, flor de:

Aroma floral que se encontra em alguns brancos muito delicados (Riesling, Sauternes, Gewürztraminer, etc.)

Açafrão:

Aroma a especiarias, que recorda o açafrão.

Acariciante:

Diz-se de um vinho redondo, fino, aveludado.

Acastanhado:

Termo utilizado para definir a cor de vinhos velhos e oxidados.

Acerbo:

Vinho que contém uma quantidade excessiva de ácido málico e tartárico, procedente de uvas pouco maduras.

Acescência:

Doença provocada por microrganismos que causam o pico do vinho. O excesso de oxidação pode originar este envinagramento ou “pico acético”. Na superfície do vinho afetado aparece uma película cinzenta.

Acetaldeído ou aldeído acético:

Aldeído etílico ou aldeído acético, substância constitutiva essencial do aroma de certos vinhos. Distingue os vinhos generosos que recebem o estágio oxidativo, como os portos tawny e os xerezes, caracterizando-se por um odor que recorda os frutos secos (nozes) ou determinadas frutas (maçã, marmelo).

Acetato de etilo:

Ester obtido mediante a combinação do ácido acético e do etanol, que favorece a firmeza de alguns vinhos tintos, mas cujo excesso produz um odor etéreo desagradável (agente da acescência).

Aprenda a falar de Vinhos corretamente

Aprenda a falar de Vinhos corretamente

As 10 melhores profissões do mundo do vinho SEGUNDA PARTE

 

Aqui apresentamos a segunda parte da matéria com as 10 melhores profissões do mundo do vinho. Nunca é demasiado tarde para recomeçar…

Proprietário de loja de vinho: 

Ser proprietário de uma loja independente de vinho é um trabalho imprevisível, devido à instabilidade do mercado. Como é comum a presença de vinhos de baixo custo em grandes redes de supermercados, conquistar o interesse e a lealdade dos consumidores de vinho tem sido das tarefas mais difíceis.

Escritor de vinhos, blogueiro, jornalista: 

A maioria dos escritores de vinho é inevitavelmente direcionada para o nicho de publicações sobre a bebida. Muitas vezes são jornalistas ou repórteres que podem publicar seus textos tanto em blogs quanto em grandes veículos.

Gerente de cave: 

Um mestre de cave, ou gerente, trabalha em estreita colaboração com o enólogo para garantir que a produção dos vinhos corra da melhor forma possível. Suas principais responsabilidades são supervisionar a produção de um vinho desde a chegada das uvas na adega até seu processo de engarrafamento, transporte e armazenagem. Gerentes de adega chegam a trabalhar 15 horas por dia, um grande passo se a intenção do trabalhador é de se tornar um enólogo.

As melhores profissões do mundo do vinho

As melhores profissões do mundo do vinho

Proprietários de vinhedo: 

 Para ser um proprietário de um vinhedo não necessariamente se precisa ter conhecimento técnico do processo de vinificação, tarefa que pode ser deixada para o enólogo. Um bom exemplo recente de proprietários de vinhedo é o caso de Brad Pitt e Angelina Jolie que, em 2008, compraram 500 hectares do Château Miraval, em Provence, por uma quantia de US$ 55 milhões. Após a parceria dos proprietários com Marc Perrin, o casal lançou em 2012 seu primeiro Miraval Rosé, feito a partir da mistura de variedades como Grenache, Syrah e Cinsault.

Enólogo: 

 O enólogo é aquele que tem de estar a par de tudo o que diz respeito sobre o vinho. É responsável por supervisionar a criação de um vinho desde a colheita da uva até o engarrafamento do produto já pronto. O enólogo sempre utiliza seus conhecimentos práticos e científicos para criar o melhor vinho possível.

As 10 melhores profissões do mundo do vinho

As 10 melhores profissões do mundo do vinho

Veja a primeira parte desta matéria

 

Degustação de vinhos: Os segredos do análise visual

 

Na degustação de vinhos só a traves da vista, podemos descobrir mais do que você imagina.

Os aromas dentro do que se refere à analise sensorial e em relação ao prazer que os vinhos entregam é um dos fatores mais importantes (ou talvez o mais importante). Isso explica que quando um degustador tem uma boa percepção sensorial e habilidade na degustação, falamos que ele tem um “bom nariz”.

Mas antes de submeter o vinho à analise olfativa, temos outro sentido que vai nos ajudar e que não podemos deixar de lado: a visão, já que alguns elementos precisamos observar antes de continuar com as outras análises. A vista vai nos permitir principalmente avaliar e analisar dois pontos:

 A Saúde do vinho:

A aparência do vinho que podermos avaliar através de uma análise visual nos indicará se o vinho está (ou não) saudável. Portanto a primeira coisa que devemos fazer é prestar atenção em seu aspecto. Precisamos avaliar se ele tem algum elemento em suspensão  (que gera a turbidez e que em algum dos casos nos alerta sobre alguma enfermidade no vinho).

Precisamos ter muito cuidado nesta parte da análise, já que tenho observado que muitas vezes os consumidores pouco experientes ficam muito assustados na hora de degustar e fazer a análise visual do vinho ao perceber certos resíduos ou sedimentos no fundo da garrafa – ou até mesmo na taça. Costumam considerar isto como um defeito – sendo que não é.

Muitos vinhos que não são filtrados, e a maioria das vezes esta informação aparece no rótulo (“unfiltered”) e no contrarrótulo da garrafa. Isto acontece na maioria dos casos com vinhos de boa qualidade. Portanto, como isto não atrapalha na análise de outros sentidos (aroma e sabor) deveríamos ficar tranquilos, já que no momento de filtrar o vinho extrai-se uma parte importante de polifenóis (e assim, os antocianos e os taninos também são eliminados neste processo técnico, e o vinho perde cor e seus componentes que entregam aroma e sabor).

Degustação de vinhos: Os segredos do análise visual

Degustação de vinhos: Os segredos do análise visual

 A Idade do Vinho:

A vista irá nos revelar a idade de um vinho com uma precisão incrível. Muitas vezes, inclusive, poderemos acertar exatamente a safra do vinho, principalmente quando se trata de vinhos brancos de safras recentes.

É realmente muito fácil de aprender, e podemos dominar esta técnica depois de poucos vinhos degustados. Essa análise é fundamental e já vai nos ajudar complementado com as outras análises (olfativa e gustativa).

A cor dos vinhos está (igual os aromas, a acidez, os taninos e alguns outros elementos) em constante evolução, e esta evolução, no caso dos vinhos brancos, é muito mais rápida que nos vinhos tintos. Os vinhos brancos, como são jovens e não tiveram crianza em madeira, têm uma cor muito clara, quase como a cor da água que a gente costuma chamar de “amarelo claro cristalino”.

Quando começa a passar o tempo (lembrando que a curva de vida dos vinhos brancos sem madeira é extremamente curta) os vinhos brancos começam a tomar uma cor mais palha, logo dourada, até terminar com uma cor marrom, o que normalmente indica que o vinho já está decrépito, velho demais, estragado, salvo raras exceções.

 

Continua…

Receita fácil de Bolinho de Calabresa

 

Bolinho de calabresa é um salgado muito prático e fácil de preparar.

Ele acompanha a perfeição uma boa cerveja e inclusive uma taça de vinho. Para poder preparar esta receita de Winechef, é só querer…

Ingredientes Bolinho de Calabresa

600 g de calabresa.
2 xícaras de leite.
2 xícara de farinha de trigo.
2 pitada de sal.
2 colher (chá) de fermento em pó.
2 ovos.

 Modo de preparo do Bolinho de Calabresa

Para começar, ferva a calabresa (linguiça) por aproximadamente 15 min.

Em um recipiente, bata o ovo, junta o leite e o sal, bata mais um pouco, acrescente a farinha de trigo e o fermento em pó.

Corta em pequenos pedaços a calabresa, mergulha na massa e frite-as, ou pique as e coloque na massa e faça bolinhas e leve para fritar em óleo quente.

Receita facil de Bolinho de Calabresa

Receita facil de Bolinho de Calabresa

O que é um vinho “acético”? Que significa “acidez volátil”?

 

Já aconteceu que você não acha a palavra para explicar o vinho que está bebendo? Bom, esta lista vai ajudar!

Vinho Acético:

Diz-se de um vinho picado ou afetado pelas bactérias acéticas, que causam o envinagramento. Este defeito é próprio dos vinhos mal estagiados, em que a acidez volátil é excessiva.

Acetificação:

Oxidação do álcool etílico em ácido acético mais água, por ação de aceto-bactérias. Método de fabrico do vinagre.

 Aceto-bactérias:

Bactérias aeróbicas responsáveis pela acetificação do vinho.

Acetol:

Denominação aplicada ao vinagre no seu maior estado de pureza.

Acetona:

Odor químico, muito desagradável, que recorda o verniz das unhas. Pode ser produzido por uma aeração do vinho e não é necessariamente permanente. Provém da oxidação de álcoois secundários.

Acidez dos Vinhos:

Característica essencial dos vinhos, contribui decisivamente para o seu sabor, frescura, equilíbrio e capacidade de conservação.

Acidez fixa:

Diferença entre a acidez total e a acidez volátil.

Acidez volátil:

Componente presente no vinho que, em dose elevada, origina o aroma a vinagre. Em excesso é o resultado da falta de cuidados durante a vinificação. Nos vinhos velhos é habitual um toque mais acentuado de acidez volátil, aos quais se dá a designação de “vinagrinho”.

Continua

Sabe o que é um vinho “acético” Que significa “acidez volátil” ?

Sabe o que é um vinho “acético” Que significa “acidez volátil” ?