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Dicas para harmonizar vinhos com chocolate

 

A principal estrela da Páscoa, o chocolate, faz a alegria de crianças e adultos mas pode surpreender ao ser servida em combinação com vinhos.

As sobremesas a base de chocolate podem ficar mais requintadas, com charme especial e até um toque de romantismo quando harmonizadas de maneira correta com um bom vinho.

O segredo para harmonizar uma sobremesa a base de chocolate é fácil: Basta procurar vinhos que possuam alguma quantidade de açúcar residual natural presente.

“Se o chocolate servido for branco vamos harmonizar com vinhos doces brancos. Já se o chocolate for escuro vamos fazer a harmonia com vinhos tintos”,

Para surpreender e harmonizar uma sobremesa a base de chocolate branco a dica é combinar o doce com um Late Harvest para ter a sintonia perfeita. Nessa combinação, os sabores se multiplicam convertendo-se numa festa para os sentidos.

Já para quem prefere sobremesas a base de chocolate escuro a combinação perfeita deve ser feita com os vinhos do Porto. “De preferência aqueles que tem um nível de açúcar generoso, mais também uma fruta bem presente que equilibre os sabores. Uma harmonia extraordinária seria com o Porto Tawny.

O importante vai ser sempre procurar vinhos que tenham um estilo bem comercial, ou seja, com as caraterísticas olfativas entregadas pela madeira bem claras, esses aromas que geralmente se expressam com notas a chocolate, baunilha e canela, vão permitir que as harmonizações com chocolates sejam ótimas.

Pode tentar, que com certeza você vai a adorar.

 

Aprenda como harmonizar vinhos com chocolate

Aprenda como harmonizar vinhos com chocolate

 

Harmonizando vinhos com pratos típicos da páscoa

Chegou a Páscoa e, com esta data, também chega o momento de decidir o que vamos preparar para este dia em familia tão especial. No Brasil o bacalhau é o prato de maior sucesso nesta data, e é sem dúvidas uma ótima alternativa, mas não é a única.

Gosto muito de Bacalhau, em todas suas formas de preparação, mas sou um grande apaxionado dos frutos do mar – e tem outros frutos e peixes que prefiro ainda mais. Para dar-lhes algumas opções, vou apresentar à continuação três alternativas de receitas com frutos do mar com seus respectivos vinhos recomendados para se fazer a melhor harmonização:

Ceviche:

Meu favorito é o ceviche, que pode ser feito de várias formas e também com inúmeros peixes. O importante é que este esteja o mais fresco possível, e para conseguir uma harmonização perfeita vamos procurar um vinho também o mais “fresco” possível, onde sua acidez seja o elemento principal na expressão gustativa do vinho.

Aqui  teremos uma extensa lista de vinhos para harmonizar (sempre brancos). Em termos de uvas, vai depender se a carne do peixe é da cor branca mais clara (por exemplo, o robalo) ou branca mais escura (por exemplo, a truta).

No primeiro exemplo prefiro optar por vinhos de uva Sauvignon Blanc, mas se o ceviche for elaborado com um peixe de cor mais escura, aí teremos que procurar um vinho de uva branca que proporcione vinhos mais texturizados e estruturados, também jovens. No caso dos que tiveram guarda em madeira, que isso tenha sido por um período curto. Pode ser um Chardonnay, mas com a condição que tenha boa acidez, para o qual teremos que procurar exponentes de regiões climáticas com influência marítima, que entregam este tipo de vinho mais fresco.

Ceviche

Ceviche

 

Salmão assado marinado na laranja e gengibre:

Um Salmão Marinado é uma ótima alternativa para a cena de Páscoa. É um peixe delicioso, sua carne é suculenta e macia, e para harmonizar precisamos de um vinho branco já mais complexo, mais concentrado.

Pode ser um pouquinho evoluído, não necessariamente de acidez intensa, mas sim de uma boa concentração e viscosidade. Ou seja, um vinho branco mais cremoso e delicado ao paladar. Dentre as uvas mais conhecidas que entregam este tipo de vinho, temos a Chardonnay e a Viognier, então vou sugerir um blend (mistura) destas uvas em uma versão já mais complexa, produto da evolução durante quase cinco anos de garrafa.

Salmão assado marinado na laranja e gengibre

Salmão assado marinado na laranja e gengibre

Moqueca Capixaba:

A tradicional moqueca é outra das preparações que se destacam quando se trata de produtos feitos com frutos do mar. Para harmonizar podemos pensar em vinhos brancos jovens, concentrados e potentes, tipo Viognier ou Chardonnay que foram guardados em barricas de madeira e que tenham uma intensa frescura.

Mas para conseguir uma harmonização realmente ótima é melhor experimentar com vinhos tintos jovens, de uvas de textura aveludada, tipo Merlot e Carménère. Um Pinot Noir de clima fresco, jovem, sem muita madeira, pode harmonizar divinamente.

Moqueca Capixaba

Moqueca Capixaba

 

Vinhos para harmonizar a gastronomia da Páscoa

 

Ocasião especial para reunir amigos e família,  a ceia de Páscoa pode ficar ainda mais elegante e saborosa com a correta combinação entre vinhos e pratos que serão servidos.

O bacalhau, que costuma ser um dos peixes mais consumidos da semana santa pode ser harmonizado com vinhos tintos e brancos, levando em conta o modo de preparo e os acompanhamentos que serão servidos.

Para celebrar a Páscoa em alto estilo e deixar o feriado ainda mais saboroso, o Sommelier Conseil Alex Ordenes preparou algumas dicas preciosas para uma perfeita harmonização entre vinhos e bacalhau nesta data.

Para não errar na hora de servir o vinho, Alex destacou que um detalhe importante é a forma como o peixe vai ser preparado. ” Os sabores dominantes, as texturas e também as guarnições que vão acompanhar o bacalhau devem ser levados em conta na escolha do vinho que será servido”, explicou o Sommelier.

Para receitas que contenham limão, laranja, especiarias e resgatam o lado fresco dos sabores do bacalhau, a sugestão é procurar harmonia com vinhos brancos jovens, exóticos e exuberantes. Nesse caso, nada funciona melhor que a fragrância dos Torrontés argentinos, como o Monteviejo Festivo Torrontés.

Já para quem vai apostar em ceviche, o melhor é preferir o frescor dos Sauvingon Blanc´s jovens, que tem sua acidez e vivacidade como elemento gustativo  principal. “Nossa sugestão nesse caso é da vinícola Undurraga que tem toda a tipicidade desta particular uva, e acompanha perfeitamente o ceviche de bacalhau”, aconselhou Alex.

Para os tradicionais preparos do bacalhau ao forno, na chapa ou de alguma outra forma  onde a carne do peixe fique com uma textura mais firme, a harmonia ideal deve ser feita com vinhos tintos, de uvas que não tenham taninos demasiado firmes. O melhor para esse tipo de receita é procurar a suavidade das uvas Pinot Noir e Merlot ou um Carménère frutado e delicado, como o Antiyal Carmenére.

 

Vinhos para harmonizar a gastronomia da Páscoa.

Vinhos para harmonizar a gastronomia da Páscoa.

 

Receita: Torta capixaba

 

Torta capixaba de bacalhau e palmito, numa versão simples  e fácil de fazer. .

Detalhes para elaborar a torta capixaba

Rendimento: 10 fatias

Tempo de preparo: 1h
Nível de dificuldade: fácil

Ingredientes da torta capixaba:

1kg de bacalhau dessalgado
1kg de camarão fresco
1kg de carne de siri
500g filé de pescada
1kg de mariscos
3 postas de peixe
3 dúzias de ovos
2 vidros de palmito
3 colheres de molho de tomate
1kg de cebola
Tomate
Azeite
Azeitona verde
Alho
Coentro

 

Receita: Torta capixaba

Receita: Torta capixaba

Modo de preparo da torta Capixaba:

Em uma panela com água, coloque bacalhau, camarão e o filé de pescada para cozinhar. Depois de cozido, desligue e deixe esfriar. Coloque o alho e a cebola para refogar, pique a azeitona e o tomate e acrescente no refogado, junto com o molho de tomate. Soque as carnes (filé, bacalhau e camarão), desfie a posta de peixe e acrescente ao refogado, junto com a carne de siri. Por fim, coloque os mariscos e palmito picados e regue com azeite.

Coloque sal e coentro a gosto e mexa bem. Bata os ovos (até ficar amarelo-claro) e misture com a massa, reservando um pouco para finalizar. Coloque tudo em uma forma, inclua o restante dos ovos por cima e decore com rodelas de cebola e azeitona. Leve ao forno preaquecido a 200ºC por 30 minutos.

 

Borras ou sedimentos: Sabe a diferencia? Isso é ruim?

Há um tema muito interessante que todos os amantes de vinho devem ter passado ao menos uma vez na vida. Estou me referindo à presença de algo estranho, meio escuro, no fundo da garrafa. Seguramente você deve estar pensando que podem ser as “borras”… Sim, são as mesmas, mas o detalhe é que ‘borras’ não é o nome correto, e sim “sedimentos”. Borras são os restos das películas e das sementes de uvas somadas às  leveduras após terminada a fermentação alcoólica, ou seja, as borras ficam no fundo da cuba, uma vez que o vinho já está fermentado. No caso dos sedimentos, a história é diferente.

Esses sedimentos, que aparecem no fundo da garrafa (e que muitas vezes conseguem ate chegar a nossa taça) são compostos por partículas corantes naturais da casca da uva (antocianas) e taninos, e indicam que o vinho foi só parcialmente filtrado com a finalidade de mantê-lo, estes elementos que aportam características qualitativas.

Existem muitos vinhos no mundo que são superficialmente filtrados para manter qualidades relacionadas aos aromas e sabores finais do produto. Muitas garrafas, até advertem no rótulo:  “Este vinho não foi filtrado com a finalidade de manter todas suas características e qualidades e pode apresentar sedimentos”.

 O fato de vinho ter sedimentos não é um fator negativo

O importante e entender que, o fato de vinho ter sedimentos não é um fator negativo. Este é   um processo natural físico-químico no qual as moléculas que entregam a cor, os aromas e os sabores aos vinhos  se unem ficando de com peso maior e caindo no fundo do líquido.

A solução para isto é a decantação, que tem como objetivo impedir que estes sedimentos cheguem na taça.

Borras ou sedimentos Sabe a diferencia Isso é ruim...claro que não

Borras ou sedimentos Sabe a diferencia Isso é ruim…claro que não

 

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Alugue umas videiras e faça o seu vinho

Um viticultor/produtor australiano decidiu alugar parte da sua vinha a enófilos locais, na região de Vitória, um pouco a norte de Melbourne.

O homem chama-se Brian Spencer e a empresa ficou com o nome de Shiraz Republic.

O método é fácil: cada enófilo pode alugar o número de videiras que quiser, tratar delas, fazer a vindima e vinificar as uvas na adega da quinta. Cada um faz o que entende, desde que não danifique as videiras e, para os menos avisados, a empresa dá conselhos. O pagamento é feito ao vinho resultante: cerca de €270 para 25 litros e até €1.500 para uma barrica.

Brian disse aos nossos colegas da publicação Australiana “The weekly times” que, em média, os seus clientes visitam a vinha cinco vezes por campanha. A ideia foi colocada em prática em 2011 e a Shiraz Republic já tem cerca de 140 clientes, que exploram 40 toneladas de uva por ano. Cada um dos enófilos decide o que quer fazer: o processo leva cerca de 18 meses, desde a escolha da vinha e seu tratamento, passando pela vindima e vinificação. “A maioria dos clientes fica com cerca de 10 videiras, que dão 25 litros de vinho; podam as videiras, colhem a uva e envolvem-se na vinificação”, diz o proprietário desta quinta.

Alugue umas videiras e faça o seu vinho

Alugue umas videiras e faça o seu vinho

Outro cliente, por exemplo, alugou dois hectares de videiras e começou o seu próprio negócio de vinho, com marca e tudo! Mesmo o fertilizante – biodinâmico, diga-se de passagem – é trazido pelo cliente.

A época das vindimas, como se calcula, é um “caos organizado”, nas palavras de Brian. Mas o entusiasmo de toda a gente é “contagiante”. Na vinificação o pessoal faz a pisa a pé das uvas de Syrah. Alguns escolhem barrica para estágio, outros apenas inox, outros não querem sulfuroso. Ou seja, apesar das uvas serem semelhantes, cada vinho é único. Outra parte engraçada é que depois esta autêntica comunidade faz mais tarde provas comparativas para avaliarem as qualidades enológicas de cada vinho. E trocam garrafas entre eles, cada uma da sua marca.

No final, Brian diz que “não se fica rico a fazer este negócio. Faço-o porque gosto de gozar a vida”. Não sabemos de negócio semelhante em Portugal, pelo menos neste formato. Mas não deverá tardar muito até aparecer um…

 

Fonte: Revista de Vinhos de Portugal

 

Com menu de R$ 1.500, restaurante na Suíça é o ‘novo’ melhor do mundo

Esqueça o dinamarquês Noma, o espanhol El Celler de Can Roca, o italiano Osteria Francescana e até o paulistano D.O.M. Vem da Suíça, de uma pequena cidade próxima a Lausanne, o mais novo melhor restaurante do mundo.

No sábado (12), os organizadores do prêmio “Mil mesas de exceção”, guia criado pela França em oposição ao ranking de 50 melhores restaurantes da revista britânica “Restaurant”, divulgaram o top 10 de sua primeira edição.

Ficou com o restaurante do Hôtel de Ville de Crissier o primeiro lugar. A casa é comandada, desde 2012, pelo chef franco-suíço Benoît Violier, 44, em parceria com sua mulher, Brigitte. Ao jornal americano “The New York Times”, ele disse que sentiu “uma enorme responsabilidade” com o prêmio.

Restaurant de l'Hôtel de Ville, Crissier (Suíça)

Restaurant de l’Hôtel de Ville, Crissier (Suíça)

Segundo ele, o sucesso do restaurante, de cerca de 50 lugares, deve-se à consistência: a casa detém três estrelas do guia “Michelin” há 20 anos e seu maître, Louis Villeneuve, está no cargo há cerca de 40.

Os menus podem custar até 390 francos suíços (R$ 1.530)

TOP 10

A lista das “Mil mesas de exceção” é uma iniciativa da Atout France, instituição de diplomacia e promoção turística da França.

Com custo estimado em € 300 mil (R$ 1,2 milhão), bancado por patrocinadores como a Nestlé e a Moët Hennessy, o ranking foi feito por um sistema de computador que analisou e compilou dados de cerca de 200 guias gastronômicos (como “Michelin”, “Gault&Millau” e “Zagat”), sites colaborativos a exemplo do TripAdvisor, avaliações de críticos gastronômicos e mesmo listas como a da “Restaurant” –englobando um universo de 92 países.

Entre os mil restaurantes selecionados, os países mais representados devem ser Japão (mais de 120 locais), França (117) e Estados Unidos (115).

A lista final será divulgada em uma cerimônia na próxima quinta-feira (17), em Paris, por enquanto, só se conhece o top 10, divulgado no último sábado, no qual se confirmou o favoritismo de Japão e França; cada país teve três casas no topo do ranking.

Destacam-se ainda a presença de casas que estão na lista da “Restaurant”, como o Per Se, de Nova York (EUA), no segundo lugar, e o Celler de Can Roca, na Espanha (6).

Com menu de R$ 1.500, restaurante na Suíça é o 'novo' melhor do mundo

Com menu de R$ 1.500, restaurante na Suíça é o ‘novo’ melhor do mundo

Veja abaixo o top 10.

1: Restaurant de l’Hôtel de Ville, Crissier (Suíça)

2: Per Se, Nova York (EUA)

3: Kyo Aji, Tóquio (Japão)

4: Guy Savoy, Paris (França)

5: Schauenstein, Fürstenau (Suíça)

6: El Celler de Can Roca, Girona (Espanha)

7: Kyubei, Tóquio (Japão)

8: Maison Troisgros, Roanne (França)

9: Auberge du Vieux Puits, Fontjoncouse (França)

10: Joël Robuchon, Tóquio (Japão)

 

Fonte: Uol

Liminar suspende lei que proíbe foie gras em São Paulo

 

Aprovada no dia 25 de junho, a norma que veta a produção e utilização do foie gras na capital paulista foi recebida por chefs e produtores da iguaria com descontentamento.

O setor se organizou por meio da Associação Nacional de Restaurantes (ANR) que protocolou, na última quarta-feira, dia 8, uma Ação Direta de Inconstitucionalidade para tentar conter os efeitos da lei.

O pedido de liminar foi aceito hoje pelo Tribunal de Justiça de São Paulo e permite que os restaurantes sirvam pratos com foie gras sem multa, deixando de valer a data limite para comercialização do ingrediente, até então determinada em 9 de agosto.

O texto da ação se baseou principalmente no artigo da Constituição que diz que “compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar sobre florestas, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa do solo e dos recursos naturais”.

Liminar suspende lei que proíbe foie gras em São Paulo

Liminar suspende lei que proíbe foie gras em São Paulo

Alex Atala se pronuncia sobre a polêmica do foie gras

 

O chef Alex Atala se pronunciou sobre a polêmica envolvendo a proibição do foie gras em São Paulo.

“É um absurdo! (…) Como é possível a cidade regulamentar o que a pessoa come? Onde isso vai parar? (…) A gastronomia é uma força turística de São Paulo. Em vez de tolher, deveriam promovê-la”, afirmou o chef ao jornal Folha de S. Paulo.

O projeto de lei proíbe a produção e comercialização de foie gras em restaurantes do município. Segundo os favoráveis à proposta, para que se obtenha o fígado engordado de patos, as aves passam por um método desumano, chamado gavage. Consiste em introduzir alimentos no estômago do animal à força através de tubos de silicone.

O prefeito Fernando Haddad tem até o próximo dia 25 para deliberar. Especula-se que ele vetará o projeto.

E você, é favor ou contra o foie gras? Deixe seu comentário!

Alex Atala se pronuncia sobre a polêmica do foie gras

Alex Atala se pronuncia sobre a polêmica do foie gras

Espírito Santo recebe primeiro encontro de ‘food trucks’

 

Evento começa nesta quinta-feira (11) e termina no domingo (14), na Serra. Confira na reportagem o cardápio com preços a partir de R$ 7.

Os ‘food trucks’ (caminhões de comida, em inglês), que já são vistos pelas ruas da Grande Vitoria vendendo comidas diversas, vão ter um ponto de encontro do dia 11 ao dia 14 de junho. O Espírito Santo vai receber o 1º Encontro de Food Trucks, com 13 opções diferentes de comidas e até de bebidas, não só do estado mas também do Rio de Janeiro e Minas Gerais.

No cardápio, comida japonesa, canadense, italiana, inglesa e de rua, resultando numa grande variedade de opções, oferecidas num só local. E não fica só nas guloseimas e pratos quentes. Amantes de vinho e de cerveja artesanal também poderão fazer suas escolhas em trucks especializados nessas bebidas.

Os veículos estarão estacionados num lounge, montado no pátio do Shopping Mestre Álvaro, na Serra, transformando o local numa parada obrigatória para quem quer degustar uma comida descolada. Os preços são a partir de R$ 7.

1º Encontro de Food Trucks do Espírito Santo

1º Encontro de Food Trucks do Espírito Santo

Negócios

Segundo dados do Sebrae, 2% dos trabalhadores brasileiros investem em comida de rua. É um negócio com alta mobilidade e grandes possibilidades de retorno.

No estado, os ‘food trucks’ ganham cada vez mais espaço: vans, kombis, trailers ou carrinhos de comida que saíram das garagens para se tornarem cozinhas sobre rodas, com boa comida a preços em conta.

Já são cerca de 10 carros em Vitória no modelo ‘food truck’, dos mais variados segmentos alimentícios: sanduíches, docinhos, churrasco, frango, comida internacional e mais 5 devem ficar prontos até o final do ano, segundo a Associação de Food Trucks do Espírito Santo.

As oportunidades estão crescendo. Atualmente, além de vender na rua, eles são chamados para eventos, casamentos, aniversários e tiveram recentemente em Santa Teresa e em Castelo, participando de eventos nas cidades.

Em Vitória, uma lei que regulamenta a atividade foi sancionada em maio. A lei 8.809/15 diz, entre outras regras, que os veículos poderão ter o comprimento máximo de 6,30m e largura máxima de 2,20m.

Outros municípios também começaram a se organizar. Vila Velha já protocolou uma lei e está em processo de votação. A Serra tem projeto, mas ainda não foi protocolado.

 Serviço 1º Encontro de Food Trucks do Espírito Santo

Quando: de 11 a 14 de junho

Quinta e sexta, das 16h às 22h
Sábado e domingo, das 11h às 21h
Onde: Pátio do Shopping Mestre Álvaro
Entrada gratuita. Menu a partir de R$ 7
Informações: (27) 3211-0770