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William Cole Mirador Selection Carménère, 2010

Propriedade da Vinícola 130 Hectares
Volume 750ml
Tipo Tinto
Safra 2010
Uva 100% Carménère
Teor Alcoólico 13,60%
Tipo de Uva Tinta Carménère
Amadurecimento 7 meses em barricas francesas.

 

 William Cole Mirador Selection Carménère, 2010

William Cole Mirador Selection Carménère, 2010

 

Visual Vermelho rubi intenso com toques violetas.
Olfativo Com todo o charme que diferencia esta uva, reconhecida como o emblema do Chile, este fiel exponente entrega de forma muito direita as características que definem esta variedade. Notas muito intensas a cerejas e amoras maduras, entrelaçadas com as notas a especiarias, pimentão vermelho, café, chocolate e baunilha, tudo em um contexto simples e ao mesmo tempo muito agradável.
Gustativo No paladar seduz com sua entrada suave e delicada, taninos corretamente maduros e muito bem integrados, que não agridem devido a sua textura macia. Um corpo médio e uma intensa frutuosidade contribuem para desenhar um paladar harmonioso e agradável, muito balanceado no seu nível e no seu estilo. Excelente vinho, principalmente considerando seu modesto preço.
Dica de Harmonização Panelinha de sururu com batatas e farofa de manteiga de garrafa.
Risotto primavera de camarão, com pimentão vermelho e espargos.
Filé mignon com molho de amoras e purê de amêndoas.
Salmão ao molho de couve-flor.
Raviolini de camarões e lagostins ao molho de champignon trufado.
Temperatura de Serviço 14°
Potencial de Guarda 7 anos
Nome da Vinícola William Cole
Ano de Fundação da Vinícola 1999
Pontuação Winechef
William Cole Mirador Selection Carménère, 2010 - 91 pontos Winechef

William Cole Mirador Selection Carménère, 2010 – 91 pontos Winechef

 

Vinho feito com maconha custa até R$ 1200 a meia garrafa

Pela primeira vez, os produtores de vinho da Califórnia decidiram produzir e comercializar vinhos infusionados com maconha, mais conhecidos como Canna Wine, informou o site Elite Daily.

O vinho está disponível apenas na Califórnia e é vendido com fins medicinais. Para quem não sabe, neste estado norte-americano, há lojas especializadas em maconha medicinal.

Nessas lojas, o paciente que tenha uma prescrição médica é autorizado a comprar maconha, seja em pequenas porções, em cápsulas ou em forma de biscoitos, chocolates, brownies, balas, etc.

Existe um vinho feito com maconha e ele pode custar até R$ 1200 a meia garrafa

Existe um vinho feito com maconha e ele pode custar até R$ 1200 a meia garrafa

Ainda segundo o Elite Daily, para comprar essa iguaria, as pessoas precisam desembolsar uma quantia considerável, já que os preços podem varias de US$ 120 (R$ 386) a US$ 400 (R$ 1288) por apenas meia garrafa.

Existe um vinho feito com maconha e ele pode custar até R$ 1200 a meia garrafa

Existe um vinho feito com maconha e ele pode custar até R$ 1200 a meia garrafa

 

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Júri de conhecedores elegeu a melhor Pilsen do Brasil

Em degustação às cegas, um júri de conhecedores elegeu a melhor Pilsen do Brasil, entre marcas que são facilmente encontráveis

Quando o assunto é cerveja, as discussões são das mais acaloradas. Todo apreciador tem sua marca favorita e a defende com quase o mesmo fervor e entusiasmo de um torcedor de futebol. Cerveja no Brasil é coisa séria. Foi pensando nisso que, tivemos a ousadia de promover uma grande degustação do tipo mais popular consumido no país, as Pilsen, e eleger as melhores em qualidade.

Para que tudo ocorresse da melhor maneira possível, adotamos alguns critérios. Primeiro, pesquisamos quais eram as marcas mais facilmente encontradas nos supermercados. Feita a seleção, fomos às compras. Respeitando os prazos de validade de cada marca, adquirimos todas as amostras a ser degustadas e, por meio de sorteio definimos a ordem em que seriam apresentadas aos jurados. Apenas duas pessoas de nossa equipe, que, claro, não participaram da prova, sabiam a ordem das garrafas. Foram 21 marcas, que demandaram cerca de 2 horas de degustação.

A grande campeã para nosso júri foi a Heineken, que recebeu as notas mais altas. Vale lembrar que, antes de ser feita a média das avaliações dos jurados, eliminamos o maior e o menor valor aferido a cada marca. Na sequência, até o sexto lugar, temos cervejas que se destacaram e que formam um grupo separado das demais amostras degustadas. Pela ordem, são elas: Eisenbahn Pilsen, Kirin Ichiban, Therezópolis Gold, Saint Bier e Way. Todas apresentaram, além de notas altas, comentários positivos dos degustadores. As demais amostras, como tiveram notas praticamente iguais, com diferenças de décimos, formaram grupos (leia o quadro).

O estilo cervejas Pilsen

As cervejas do tipo Pilsen são as mais consumidas em todo o mundo. Relativamente jovens na história da cerveja no mundo – que conta com relatos de sua existência desde aproximadamente 6000 a.C. –, o estilo surgiu em 1842 na cidade de Pilsen, na República Checa, e rapidamente caiu no gosto do consumidor. Alguns fatores justificam esse sucesso. Até então as cervejas eram mais escuras, turvas e mais complexas. As Pilsen surgem como uma opção mais leve, fácil de beber e com uma bela cor dourada e brilhante.

O Brasil segue a tendência mundial de mercado, tendo-a como a cerveja mais consumida. Porém, especialistas alertam que o que o consumidor bebe como Pilsen no país, na verdade, é uma variação do estilo, diferente do que os guias técnicos mostram e de como a cerveja é oferecida em países tradicionais. As principais diferenças estão no amargor, bem mais baixo nas versões nacionais, e no uso de cereais não maltados, como milho e arroz, em sua fórmula, ao contrário das tradicionais, que usam apenas malte de cevada. Conservantes e estabilizantes também aparecem em algumas versões, o que não acontece nas que seguem a receita original.

O ponto mais polêmico é a temperatura de serviço. No Brasil, a regra do “estupidamente gelada” é levada à risca. Sabe-se que, apesar do clima tropical, essa é uma estratégia apresentada pela indústria para mascarar eventuais defeitos ou até mesmo atributos negativos no sabor, já que o frio inibe a ação de nossas papilas gustativas. Além disso, a maioria das marcas nacionais, como mostrou nossa degustação, são bastante similares entre si.

Umas das questões que mais influenciam na qualidade da cerveja Pilsen servida no copo é seu frescor. Quanto mais perto da data de fabricação, melhor tende a ser a cerveja. Isso porque o estilo é bastante frágil a variações de temperatura, trepidações, luz, entre outros fatores. Portanto, em geral, quanto mais jovens, melhor.

Para nosso tira-teima, as cervejas foram adquiridas na forma que estão disponíveis para o consumidor comum, direto das gôndolas. Todas as amostras compradas estavam dentro da data de validade apontada pelo fabricante, e nenhuma delas com menos de um mês da data final.

Confira a classificação:

 

A melhor cerveja Pilsen do Brasil

 

A melhor cerveja Pilsen do Brasil

A melhor cerveja Pilsen do Brasil

 

A melhor cerveja Pilsen do Brasil: Ótimas e muito boas

 

A melhor cerveja Pilsen do Brasil: Ótimas e muito boas

A melhor cerveja Pilsen do Brasil: Ótimas e muito boas

 

A melhor cerveja Pilsen do Brasil: Boas

 

A melhor cerveja Pilsen do Brasil: Boas

A melhor cerveja Pilsen do Brasil: Boas

 

A melhor cerveja Pilsen do Brasil: Precisam melhorar

 

A melhor cerveja Pilsen do Brasil: Presicam melhorar

A melhor cerveja Pilsen do Brasil: Presicam melhorar

Fonte: Prazeres da Mesa

 

A uva Pinot Noir: Os vinhos mais elegantes do mundo

Os vinhos da uva Pinot Noir são fascinantes.  Mágicos e extremadamente delicados

A Pinot Noir é considerada a uva mais difícil de cultivar e de difícil adaptação, mas também é considerada como a uva que produz os vinhos mais elegantes do mundo, sem deixar de mencionar que desta uva provém os vinhos com borbulhas mais interessantes do mundo todo, os Champagnes.

Esta uva tem uma grande diferenciação com as outras tintas nobres: ela não pode ser misturada com outras uvas (exceto nos Champagnes) tintas, já que, como a sua maior virtude é sua sutileza, fazendo parte de um blend ficam ocultadas atrás da opulência e potência das outras uvas tintas.

Ela é considerada a uva “branca” dentro das tintas, e, deste ponto de vista, ela sempre está no extremo da macies e é o contraponto da uva Cabernet Sauvignon. Ao servi-la, ela se expressa melhor em baixas temperaturas; e quando se trata de Pinot Noir frutados, varietais (sem madeira) e simples, muitas vezes devem ser servidas à mesma temperatura que alguns vinhos brancos, ou seja, em torno dos 12°C – o que comparada com a Cabernet Sauvignon, que é servida na faixa dos 17°C ou 18°C, é uma diferença muito marcante.

A uva Pinot Noir Os vinhos mais elegantes do mundo

A uva Pinot Noir Os vinhos mais elegantes do mundo

O clima da uva Pinot Noir

Em termos climáticos, a Pinot Noir necessita, obrigatoriamente, de climas frios e secos, já que sua pele é muito fina e é altamente sensível às enfermidades provocadas pela umidade (como, por exemplo, a Botrytis Cinerea), razão pela qual tem sido muito difícil sua adaptação às outras regiões fora de seu berço, que é a maravilhosa Bourgogne.

Quando plantada em climas calorosos, seus vinhos são muito desequilibrados e falhos de acidez e seus aromas e sabores são extremamente maduros, lembrando a marmelada, o que, no caso desta uva, é considerado um fator negativo.

Uma característica importante da uva Pinot Noir é que ela tem uma mínima concentração de antocianinas (pigmento/cor) nas células da sua pele, portanto seus vinhos sempre têm um aspecto visual claro e algumas vezes quase rosado, o que por outro lado ajuda na sua característica e fama de produzir os vinhos mais sedosos e suaves do mundo – isto se deve aos seus taninos de textura muito aveludada, muito delicados.

Vinhos da bourgogne

Vinhos da bourgogne

A uva Pinot Noir fora da Bourgogne

Fora da Bourgogne, a Pinot Noir tem conseguido excelentes resultados nos Estados Unidos, onde Napa e Sonoma (em Califórnia) e Oregon são as regiões que mais se destacam. Em Nova Zelândia podem também se encontrar vinhos elaborados com uva Pinot Noir de altíssimo nível, principalmente os que provêm de Malborough, região vitivinícola localizada na parte norte da ilha do sul.

No caso da América do Sul, o Chile é o país que tem demostrado o maior avanço qualitativo com esta uva, e que tem ganhado grande destaque na última década. Isto principalmente devido à procura de climas mais frescos com influência marítima, o que favorece ao crescimento e à qualidade dos vinhos desta uva. Casablanca, localizada na metade do caminho entre Santiago e Valparaiso, é uma região já consagrada e com mais de uma dezena de produtores que têm tido muito sucesso com esta uva.

Já algo mais perto do oceano pacífico, na região de San António, se encontra alguns dos Pinot Noir de maior qualidade deste país, o que se diferencia por seu caráter extremamente fresco e mineral. A mais recente região localizada a 400 quilômetros ao norte de Santiago, o Vale de Limarí, está também se destacando como um lugar muito interessante para a produção de grandes Pinot Noir.

A Argentina mesmo já tem se destacado com vinhos elaborados com esta uva e, embora que Mendoza seja considerada sua região emblemática já consolidada no mundo e amplamente conhecida pela Malbec, não tenha um clima apropriado para a produção desta uva (que gosta do frio). Os resultados na região do Rio Negro, na Patagônia Argentina, também são muito alentadores.

A uva Pinot Noir no Brasil

No Brasil, os produtores e vinícolas locais também têm manifestado certo interesse por esta variedade, e embora que todos concordem, nas dificuldades e alto custo de investimento em investigações, os resultados obtidos até agora no Rio Grande do Sul e na Serra Catarinense sugerem um futuro promissor.

 

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Conheça o vinho do Chianti

O que é?  Vinho tinto

Localização: Região de Toscana centro.

Variedade de uva:

Tintas: Sangiovese (predominante) e canaiolo.

Brancas: Trebbiano e Malvasia‎.

Clima: Subtropical Húmido, Clima oceânico (maior %) .

Tipo de solo dominante: Existem vários tipos de solo na região.  Calcária, vulcânicas, Argilosas e arenosas.

 

Legislação:

Marco regulatório em 1963

A introdução do marco regulatório em 1963 na Itália inteira trouxe ao mesmo tempo avanços e idiossincrasias para a cultura vinícola em todo o país. A legislação rigorosa permitia que o vinho Chianti pudesse ter em sua composição até 30% de uvas brancas, gerando uma invasão de vinhos claros e mais baratos de produtores de menor prestígio.

Conheça o vinho do Chianti

Conheça o vinho do Chianti

 

A nova legislação vinícola de 1984

Introduziu o conceito de IGT (Indicazione Geografica Tipica) para vinhos com formulação distinta e tornou mais maleáveis algumas das regras anteriores e deu força para a recuperação do Chianti, que foi elevado à categoria de DOCG (Denominazione d’Origine Controlatta e Garantita).

Ao mesmo tempo em que a denominação dava mais prestígio a todos os vinhos da região, indistintamente, por outro lado, limitou a adição de uvas brancas e abriu espaço para a utilização de 10% de uvas não-tradicionais, como Cabernet Sauvignon, permitindo que bons vinhos feitos com este corte ganhassem o direito de usar a denominação Chianti ou Chianti Classico, de acordo com a região.

De 1984 a 2006 passou a valer a seguinte norma de produção:

Chianti: Sangiovese 75% a 100%, canaiolo 10%,Trebbiano/Malvasia10%, outras tintas10%

Chianti Clássico: Sangiovese 75% a 100%, canaiolo10%, Trebbiano/Malvasia6%, outras tintas15%

Em 2006 ficou a proibição de uvas brancas no Chianti, (Trebbiano e Malvasia)

 

Ex Melhor Sommelier do mundo surpreende com declarações sobre Chile e China

Foi durante sua passagem em grandes hotéis suíços que Paolo Basso, eleito o Melhor Sommelier do Mundo em 2013, ficou fascinado pelo mundo do vinho e decidiu expandir seu conhecimento em hotelaria com uma especialização no campo profissional do vinho. Focado neste objetivo, alcançou o diploma de Sommelier Profissional, emitido pela “Association Suisse Sommeliers Professionnels”. Além de sua experiência em hotéis, Paolo Basso, trabalhou por vários anos em restaurantes e na área de vinhos raros e colecionáveis, área onde ele se estabeleceu como especialista.

 

Ao longo de sua carreira, Paolo Basso conquistou diversos títulos, sendo eles:

1997 – Melhores Sommelier da Suíça;

2000 – O segundo melhor Sommelier do mundo;

2004 – O segundo melhor Sommelier da Europa;

2006 – O segundo melhor Sommelier da Europa;

2007 – O segundo melhor Sommelier do mundo;

2008 – O segundo melhor Sommelier da Europa

2010 – O segundo melhor Sommelier do mundo;

2013 – Melhor Sommelier do Mundo 2013.

Ex Melhor Sommelier do mundo surpreende com declarações sobre Chile e China. 2

Em entrevista ao jornal francês La Gruyere, Paolo Basso, expressou opiniões acerca de suas expectativas em relação ao mundo do vinho e seus progressos, que destacamos abaixo em dois conceitos:

Que países poderiam se impor no futuro no mercado mundial do Vinho?

Em termos de qualidade, o vinho chileno poderia tomar esse curso. Até agora o Chile tem se destacado pela produção de vinhos de uma boa relação de preço – qualidade, mas as coisas estão mudando. Os chilenos agora têm uma melhor compreensão dos solos e da terra e, além disso, este país têm a grande avantajem de não ter doenças nas videiras, como a “filoxera” e o “mildiu”. Podemos esperar ver a chegada de uma onda de grandes vinhos Chilenos. Depois temos os Chineses, que me surpreendem cada dia.

 

Você realmente acredita nos vinhos da China?

Sim. A China pode muito bem se impor no extremo inferior da pirâmide, onde estão os vinhos mais baratos. Durante os últimos 10 anos os chineses têm feito vinhos de uma qualidade razoável, mas em pequena escala. Os negócios em conjunto Itália-China, França-China e China-Austrália foram criados desta maneira. Dentro de cinco anos os chineses estarão prontos comercialmente. Eles já têm dominado não só a produção, e vão se ver obrigados a vender seu vinho fora do seu pais. Os Chineses não têm a cultura do vinho e pode ser impensável, para a minha geração, uma evolução deste mercado. Mas sim, acredito que isto chegará para os mais jovens consumidores de vinhos.

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Finalmente um português vai colaborar com o guia de vinhos mais vendido do mundo!

André Ribeirinho, um dos fundadores da plataforma de vinhos Adegga, será o primeiro português a recomendar os vinhos nacionais no Hugh Johnson’s Pocket Wine Book, o guia de vinhos mais vendido do mundo (cerca de 12 milhões de cópias).

Anteriormente, a responsabilidade da seleção dos vinhos portugueses era da escritora e crítica de vinhos britânica Sara Ahmed, que continuará a trabalhar com Portugal, mas noutra vertente.

André Ribeirinho será a partir de agora o responsável pela seleção dos vinhos e produtores portugeses que entram no guia. Nas edições anteriores, Portugal entrava em conjunto com a Espanha, enquanto que agora terá uma secção exclusiva e um maior número de referências.

André Ribeirinho foi considerado, em 2010, a Personalidade do Ano na área do vinho pelo jornal Diário de Notícias ed Portugal, e participa regularmente no painel de jurados do Concurso Mundial de Bruxelas e é co-fundador da #winelover, comunidade com 21 000 membros.

 

Hugh Johnson's Pocket Wine Book

Hugh Johnson’s Pocket Wine Book

 

André Ribeirinho

Mulheres que bebem vinho tem uma vida sexual mais ativa

 

Pesquisa revela o que já sabíamos: Mulher que bebe vinho, transa mais ( e melhor).

Muitas pesquisas já foram feitas relacionando o consumo moderado de bebidas alcoólicas com a prática sexual e com a melhoria da saúde. E agora mais um estudo, dessa vez feito pela Universidade de Florença, na Itália, comprovou que mulheres que consomem uma taça de vinho tinto diariamente têm uma vida sexual mais ativa do que aquelas que não bebe.

Mulheres que bebem vinho tem uma vida sexual mais ativa

Mulheres que bebem vinho tem uma vida sexual mais ativa

O estudo foi publicado no Journal of Sexual Medicine e consiste basicamente em uma pesquisa realizada com  800 mulheres, de idade entre 18 e 50 anos divididas em três grupos distintos de consumo: vinho tinto, bebidas alcoólicas em geral e abstêmias. Com base nesse universo foi feito um questionário com perguntas referentes ao interesse feminino por sexo. E o resultado já era esperado.

Mulheres que bebem vinho tem uma vida sexual mais ativa

Mulheres que bebem vinho tem uma vida sexual mais ativa

Chamada de Índice de Função Sexual Feminina, concluiu-se  que as mulheres que consumiam uma ou duas taças de vinho foram as que mais mostraram desejo sexual. E as abstemias coitadas, perderam para as que ingeriam todo tipo de bebida alcoólica.

Os médicos que realizaram o estudo concluíram que possivelmente há uma ligação potencial entre a ingestão de vinho e uma sexualidade mais aflorada, suspeitando até que  os componentes químicos do vinho podem aumentar o fluxo de sangue nas zonas erógenas do corpo, beneficiando o estímulo da função sexual.

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O vinho de Lula

O negócio de leilão de vinhos raros e caros, os chamados vinhos “blue chip”, está cada vez mais forte.

Só a Sotheby’s, considerada a maior no segmento, vendeu US$ 57,9 milhões (cerca de R$ 138 milhões) em leilões no ano passado.

Segundo o ranking da Sotheby’s de 2013, o Domaine de la Romanée-Conti — aquele que o Lula tomou para comemorar a vitória em 2002 — ficou no topo da lista dos dez mais vendidos, seguido de Lafite e Petrus.

Uma garrafa de 1,5 litro de Romanée-Conti, de 2009, pode chegar a R$ 89 mil numa loja de vinhos no Rio.

E mais…

O mais lance mais alto do ano foi de 167 mil dólares num lote de Château Petrus à Pomerol, de 1961, no leilão em Londres.

O vinho de Lula

O vinho de Lula

Graham’s 90: um brinde muito especial à Rainha Isabel II

Para celebrar os 90 anos da Rainha Isabell II de Inglaterra, a Graham’s acaba de lançar uma edição limitada de 500 garrafas, numeradas à mão, do Vinho do Porto Graham’s 90. Trata-se de um lote único de vinhos do Porto muito velhos (1912, 1924 e 1935) que envelheceram nas Caves da Graham’s desde princípios do século XX.

A família Symington, proprietária da Graham’s, efetuou uma meticulosa seleção nas suas caves para chegar a este Graham’s 90. E Johnny Symington, um dos administradores da empresa, explica porquê: “O Vinho do Porto há séculos que faz parte dos momentos de celebração de um sem-número de instituições britânicas, particularmente nos momentos de brindar em banquetes reais e de Estado, e noutras comemorações históricas.

Nessa perspectiva, pareceu-nos apropriado marcar este momento importante. Sabíamos que teríamos de criar algo de muito especial para homenagear os 90 anos de Sua Majestade e o seu longo reinado. Julgamos que o conseguimos com este Graham’s 90, o qual nos foi possível engarrafar por autorização especial do Instituto dos Vinhos do Porto e Douro.”

Este Porto excepcional e magnificamente apresentado será disponibilizado no Reino Unido em parceria exclusiva com a Berry Brothers & Rudd, fornecedor oficial do Palácio de Buckingham, a partir do dia 30 de Março de 2016.

Um número muito restrito de garrafas será destinado a Portugal. O Graham’s 90 não será repetido depois de vendidas estas 500 garrafas, dada a extrema raridade de vinhos deste género nas caves da família.

Graham’s 90: um brinde muito especial à Rainha Isabel II

Graham’s 90: um brinde muito especial à Rainha Isabel II