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5 erros comuns que as pessoas cometem ao beber vinho

Não, não se tratam de regras tacanhas sobre como você deve ou não apreciar a bebida. Apenas dicas para tornar sua experiência melhor – e mais simples

O vinho é uma bebida fascinante. Mas é apenas uma bebida. Não precisamos estudar muito pra desfrutá-la. Precisamos apenas beber. E, se possível, com um pouquinho de atenção. Ou seja, degustar. Bebemos muito pouco vinho no Brasil, há pouca tradição, e a imagem do vinho se tornou algo complicado e elitista. Não caia nessa.

Umas poucas dicas podem ajudar a evitar erros, descomplicar e lhe dar mais prazer quando você bebe um vinho. Aqui vai um passo a passo, desde a escolha da garrafa até o que fazer com as sobras.

1 – Quanto mais caro melhor

A ilusão do valor das coisas está entranhada em nossa mente criada no capitalismo. Não racionalizamos leis de oferta e procura, valor de marca, marketing, etc., seja para comprar um jeans ou uma garrafa de vinho. Mais caro deve ser melhor, acreditamos. Estudos provam que, nas degustações, o vinho divulgado como o mais caro leva melhores notas, mesmo que a informação seja falsa. Por isso degustações sérias são feitas às cegas. Nem sempre um vinho de R$ 300 é cinco vezes melhor do que um de R$ 60. Assim como um que custa R$ 5 mil dificilmente é dez vezes melhor do que um de R$ 500.

 

2 – Ih! Tem tampa de rosca…

O preconceito contra a tampa de rosca já foi maior. Há quem reclame da falta de glamour. Mas, na prática, a tampa de rosca pode ser a melhor opção para vinhos brancos, pensados para serem bebidos jovens. Mercados como Nova Zelândia, Austrália e mesmo Espanha e Portugal apostam nisso faz tempo. Nunca desista de comprar um vinho somente porque ele usa este tipo de vedação. Melhor a rosca que uma rolha estragada.

 

5 erros comuns que as pessoas cometem ao beber vinho

5 erros comuns que as pessoas cometem ao beber vinho

 

3 – Rolha partida? Puxe, não empurre.

O sempre frustrante momento em que descobrimos que o saca-rolhas trouxe apenas um pedaço da rolha para fora! Justo quando o vinho em questão é aquele tão bem guardado e tão aguardado. O impulso básico é empurrar o resto para dentro e ver o que dá, mas… Melhor tentar com calma, delicadeza e paciência retirar a parte restante pelos meios disponíveis. No limite, se algum pedaço de farelo de rolha cair no vinho, use um coador de papel e repasse o conteúdo em um decanter. Acredite: jogando a rolha dentro da garrafa, suas chances de ter um vinho polvilhado por partículas é maior.

4 – “Decanter em tudo! É chic”. 

Nem todo vinho precisa ser aberto com muita antecedência. A prática de abrir a garrafa meia hora antes tampouco faz muita diferença. Dizemos que o vinho precisa respirar quando os aromas estão muito tímidos e contidos. O ideal nesses casos é passar o líquido para um decanter ou mesmo uma jarra e girar vigorosamente para que entre em contato com o oxigênio e permita uma liberação dos elementos mais voláteis. Se for degustar com calma, o mais interessante é constatar esta transformação no próprio copo. Sentir que um vinho fechado vai se abrindo aos poucos com apenas algumas giradas e goles. E que o restinho no fundo do copo traz aromas muito interessantes e inexistentes no início.

 

5 – Servir em taça molhada? Não.

Um resto de água na taça não mata ninguém, mas dilui o vinho. Pode deixar gosto de cloro. Ou, pior ainda, daquele detergente cujo resíduo não sai no enxágue. Seque sempre os recipientes com pano limpo seco.

Erros imperdoáveis na arte de beber vinho. 2da parte

 

Confira a segunda parte da materia sobre os erros mais comuns, que os apreciadores de vinhos cometem:

 

Erro nº 7: Só tomo vinho com as refeições

Você chega em casa do trabalho, exausto, e abre uma cerveja gelada… Pode ter algo melhor? Talvez não, mas o vinho pode cumprir a mesma missão de cura em pé de igualdade. “Chamo isso de momentos do vinho”, diz Alicia Estrada. “Há um vinho que você toma enquanto está preparando a refeição, e outro que pode tomar quando chega em casa do trabalho, cansado, mal-humorado… Os franceses chamam de ‘vinhos que alteram’: fazem você passar de um estado anímico a outro. Levam a um estado de relaxamento e preparam para aproveitar o final do dia com o seu parceiro ou sua família.

Erro nº 8: Tenho todos os acessórios que existem!

Ótimo. Essas caixas que parecem cheias de instrumentos cirúrgicos são muito bonitas, o típico presente de Natal quando seu círculo percebe seu gosto crescente por vinhos. Mas nem todo o conteúdo é estritamente necessário. “Isso é como começar um esporte: não sei se o importante é andar de bicicleta ou comprar todos os equipamentos”, compara Alicia Estrada. “Pessoalmente, há duas coisas básicas: um bom saca-rolhas e um decanter para os vinhos amadurecidos. Depois disso… um termômetro? Pode fazer parte da magia do vinho, mas não é essencial.”

 

Erros imperdoáveis na arte de beber vinho

Erros imperdoáveis na arte de beber vinho

 

Erro nº 9: Os climatizadores de vinho são inúteis e não servem para nada

Bem, se você realmente quer se tornar um conhecedor sério e começar a comprar garrafas de certa qualidade, esses condicionadores de temperatura, também chamados de vinotecas — com capacidade a partir de seis garrafas — podem ser um grande presente para incluir na carta ao Papai Noel. “São bons, porque são câmaras que mantêm uma temperatura e umidade constantes, e as garrafas ficam muito bem conservadas”, diz Guillermo Cruz. “Por exemplo, na minha casa, tenho duas delas grandes, de 140 garrafas, e é como guardo o vinho. Mas um climatizador de seis garrafas também é bom: se o consumo não é muito grande, lá você tem suas seis garrafinhas que estão bem conservadas e bem guardadas.”

 

Erro nº 10: Se a rolha quebrar, a empurro para dentro da garrafa

Além de antiestético, uma rolha em pedaços nadando no vinho o condena a ter uma infinidade de incômodas partículas. “É preciso tentar retirá-la não importa como”, alerta Alicia Estrada. “Em vinhos muito velhos, é possível que a rolha tenha se degradado com o tempo. Também pode indicar que o vinho está estragado. Se cair na garrafa corremos o risco de que ela se desfaça dentro… E depois teremos de servi-lo com um coador para retirar essas partículas. Se não queremos levar o coador à mesa, pois não é de bom tom, é necessário decantar a bebida com ele antes”.

 

Se a rolha quebrar, a empurro para dentro da garrafa?

Se a rolha quebrar, a empurro para dentro da garrafa?

 

Erro nº 11: Só bebo vinho tinto (ou branco), independentemente da refeição

Existem devotos do tinto que não gostam da leveza do branco; existem também aqueles que não bebem outra coisa a não ser um branco bem fresco (muito apreciado pelo público feminino). Combinar uma refeição com o melhor vinho (conhecido como harmonização) não só é algo que nossas papilas gustativas agradecem, como melhora a comida e o vinho. “Basicamente, os brancos sempre ficam melhor com peixes, mariscos e entradas mais leves porque não têm tanino, são mais ácidos, mais frescos, mais fáceis de beber…; e os tintos se adaptam muito bem às carnes porque uma harmonização que sempre funciona é a de tanino com proteína. Aqui nunca falhamos. É uma norma provavelmente bem geral, mas sempre funciona”, diz Guillermo Cruz.

 

 Erro nº 12: O tinto, sempre à temperatura ambiente

É um mandamento que não deve ser seguido à risca: o tempo não é o mesmo em agosto e em janeiro. Guillermo Cruz, o premiado sommelier do Mugaritz, opina que “para saborear mais o vinho, 15 graus é a temperatura perfeita. Equilibra esse pouco a mais de álcool que alguns vinhos possuem, dissimula um pouco especialmente na primeira taça, e ele já é colocado a 18 graus na taça. Mas se for servido a 18 graus ou a temperatura ambiente, que costuma ser de 20 ou mais, imagine como essa taça ficará”.

 

O tinto, sempre à temperatura ambiente?

O tinto, sempre à temperatura ambiente?

 

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Como o carvalho altera aromas e sabores do vinho?

Entenda como se dá o papel desta madeira e quais seus benefícios para a bebida de baco

Fala-se muito do uso da madeira para amadurecimento do vinho, mas pouco esforço se faz para esclarecer como o contato com o carvalho muda aromas e sabores.

Ficam sempre muitas perguntas, entre elas: como estas mudanças se processam? E a que mais nos interessa: quais os benefícios que o contato com o carvalho traz ao vinho? Vejamos passo a passo.

 

O que é micro-oxigenação?
Um efeito menos comentado da influência do amadurecimento dos vinhos em barris de carvalho é a pequena e controlada exposição do líquido ao oxigênio, o que chamamos de micro-oxigenação. Em um vinho pronto, engarrafado, evita-se ao máximo o contato com o ar. Porém, na etapa de elaboração do produto, este processo é benéfico, como uma vacinação com micro quantidade de um elemento nocivo.

Uma oxidação muito pequena e lenta permitida pelos poros e pela boca dos barris é benéfica para a estrutura e estilo de muitos caldos, tornando-os mais longevos e resistentes.

 

Como o carvalho altera aromas e sabores do vinho?

Como o carvalho altera aromas e sabores do vinho?

 

Quais os benefícios que o carvalho traz ao vinho? 
Este é o ponto que mais nos interessa. E os ganhos são muitos.

  1. A cor é intensificada pela reação entre taninos e antocianinos.
  2. Os taninos são amaciados, o que pode causar a precipitação de borras.
  3. O vinho ganha estrutura dada pela micro-oxigenação e pelos taninos da madeira.
  4. A evaporação ao longo do tempo concentra o vinho, de maneira lenta e gradual. Fala-se de perda de 3% do volume ao ano, é a chamada “parte dos anjos”.

 

Quais as substâncias aromáticas passam para o vinho? 
O carvalho transmite muitos aromas e sabores à bebida. Estas são suas substâncias importantes.

 

  1. Lactonas: São encontradas em alta concentração no carvalho americano. Elas dão ao vinho aroma de carvalho novo e de coco (cocada preta queimada, sabão de coco, doce de coco), além de terra, herbáceos e especiarias.
  2. Vanilina: Aromas de baunilha.
  3. Guaiacol: Aromas de defumados e especiarias.
  4. Eugenol: Aroma de cravo.
  5. Furfural: Aroma de caramelo.
  6. Ellagitaninos: Os taninos da madeira absorvidos pelo vinho dão estrutura, cor e são adstringentes.
  7. Coumarin: Doa amargor e acidez.

 

Continua…

Revelado o nome das marcas que falsificam azeite – descubra se é a que você usa!

O azeite de oliva extravirgem é um alimento maravilhoso, cheio de benefícios à nossa saúde.

Por exemplo, ele:

– Previne o câncer
– Ajuda no crescimento dos cabelos
– Previne problemas cardíacos
– Melhora a saúde do cérebro
– Hidrata a pele

No entanto, devemos tomar cuidado antes de comprar o azeite extravirgem.
Infelizmente, estamos sendo enganados.

Pesquisas recentes mostraram que oito marcas foram reprovadas no teste de qualidade.

O problema é tão sério que a Proteste, entidade que fez a pesquisa, sugere a retirada dessas marcas no mercado, já que não passam de fraude contra o consumidor.

O teste foi realizado com 20 rótulos.

Revelado o nome das marcas que falsificam azeite - descubra se é a que você usa!

Revelado o nome das marcas que falsificam azeite – descubra se é a que você usa!

Veja o resultado:

Quatro marcas fora reprovadas por adulteração do produto, ou seja, há óleo vegetal em sua composição, o que é proibido por lei.

O correto é que o azeite tenha apenas gordura proveniente da azeitona – o que faz dele um “extravirgem” de verdade.

As QUATRO MARCAS:

– Figueira da Foz
– Tradição
– Quinta d’Aldeia
– Pramesa

Quatro foram reprovadas porque eram apenas virgens, ou seja, tinham acidez acima do que a norma exige para um azeite ser vendido como extravirgem:

– Qualitá
– Beirão
– Carrefour Discount
– Filippo Berio

Embora carreguem no rótulo a palabra “extravirgem”, o teste provou que eles eram apenas virgens.

Ou seja, pagamos mais caro pelo produto, mas a qualidade é inferior.

Felizmente, cinco marcas que haviam sido reprovadas em análise feita em 2013 agora passaram no teste:

– La Española
– Carbonell
– Serrata
– Gallo
– Borges

O produto de melhor qualidade, segundo a Proteste, foi o azeite Cocinero. Esta marca foi indicada como o azeite extravirgem de melhor qualidade, apesar da embalagem de plástico.
É bom lembrar que as garrafas de vidro escuras conservam melhor o alimento. O mais interessante é que Cocinero teve o melhor custo-benefício entre os produtos analisados.

No entanto, a Proteste também indicou que o rótulo desta marca precisa passar por mudanças, pois ele não informa a data de envase.
Além disso, devido à embalagem ser de plástico, certamente a qualidade será afetada em azeites dessa marca engarrafados há mais de seis meses.

Fonte: PROTESTE Associação de Consumidores

Vinho Mas Estela Vinya Selva de Mar Reserva, 2006

País Espanha
Tipo de Vinícola Vinho Biodinâmico
Volume 750ml
Tipo Tinto
Safra 2006
Uva 50% Garnacha Negra, 30% Syrah e 20% Cariñena
Teor Alcoólico 15%
Tipo de Uva Tinta Assemblage
Amadurecimento 15 meses em barricas de carvalho francês
Vinho Mas Estela Vinya Selva de Mar Reserva, 2006

Vinho Mas Estela Vinya Selva de Mar Reserva, 2006

 

Visual Rubi profundo, muito concentrado.
Olfativo Nariz envolvente onde ressaltam pequenos frutos do bosque (framboesa, morango silvestre, groselhas), especiarias e tons florais, tudo apoiado nas notas defumadas aportadas pela guarda em madeiras e o bouquet delicado que está absolutamente integrado – formando um aroma de altíssimo nível de qualidade.
Gustativo Com uma textura aveludada, revela uma personalidade muito marcada com inumeráveis camadas de sabores. Esconde estrutura suficiente para evoluir por pelo menos 3 ou 4 anos. Tem muita qualidade, impressiona pela força e potência, e, ao mesmo tempo, pela incrível elegância.
Dica de Harmonização Caçarola de javali com tarte tatin de batatas e cebola.
Carré de cordeiro ao açafrão e aspargos frescos.
Carne bovina marinada e braseada em vinho tinto de Toro.
Prime rib suíno ao molho de mirtillo acompanhado de purê de batatas doce e salsa.
Paella de caça menor.
Temperatura de Serviço 16°
Potencial de Guarda 12 anos
Nome da Vinícola Mas Estela
Ano de Fundação da Vinícola 1981
Produções Limitadas Vinhos de Autor
Enólogo Responsável Familia Soto-Dalmau
Pontuação Winechef
Vinho Mas Estela Vinya Selva de Mar Reserva, 2006 - 91 Pontos Winechef

Vinho Mas Estela Vinya Selva de Mar Reserva, 2006 – 91 Pontos Winechef

 

Domingo Molina Palo Domingo, 2002

País Argentina
Propriedade da Vinícola 100 Hectares
Volume 750ml
Tipo Tinto
Safra 2002
Sub-Região Vale de Cafayate
Uva 80% Malbec e 20% Cabernet Sauvignon
Teor Alcoólico 14,7%
Tipo de Uva Tinta Assemblage
Amadurecimento 12 meses em barricas, 100% roble francês.
Domingo Molina Palo Domingo, 2002

Domingo Molina Palo Domingo, 2002

 

Visual Rubi evoluido, muito concentrado tendendo ao granada.
Olfativo Bouquet complexo e elegante, destacando-se pelas notas de frutas secas, ameixas, morango e compota de cereja, mais alguns tons defumados aportados pelo estágio em barrica francesaresultando numa nariz de grande nivel de qualidade.
Gustativo No paladar entra envolvente e macio, com taninos muito delicados que já estão completamente maduros e sugerem doçura. Está na plenitude, com muita elegância e equilíbrio, maravilhoso, concentradíssimo, e extremamente aveludado e sedoso. O vinho é enorme no final de boca, assim como incrivelmente puro e bem delineado. Para beber nos próximos 2 anos.
Dica de Harmonização Carré de Borrego com crosta de alecrim, batata gratinada e creme de castanhas.
Mignon em crosta de vitelo e foie gras ao molho de vinho do Porto
Jarret de vitela assado lentamente no próprio caldo, com batatas assadas.
Magret de marreco ao molho de vinho tinto com arroz de brócolis e batatas coradas.
Lombo de cordeiro com purê e molho de pimenta verde.
Ragoût de rabada com mousseline de cará e cebolas crocantes.
Mil folhas de rabo de boi com arroz de alho poró e purê de batatas ao zafferano.
Temperatura de Serviço 16º
Potencial de Guarda 15 anos
Nome da Vinícola Domingo Hermanos
Ano de Fundação da Vinícola 1960
Enólogo Responsável Osvaldo Domingo
Pontuação Winechef

Domingo Molina Palo Domingo, 2002 – 93 pontos Winechef

Domingo Molina Palo Domingo, 2002 – 93 pontos Winechef

 

Vinho Calzadilla Opta, 2007

Opta é tinto espanhol delicioso, que consegue encantar com seu estilo frutado e direito

País Espanha
Propriedade da Vinícola 26 Hectares
Volume 750ml
Tipo Tinto
Safra 2007
Uva 70% Tempranillo, 20% Garnacha e 10% Syrah
Teor Alcoólico 13,5%
Tipo de Uva Tinta Assemblage, Tempranillo
Amadurecimento 12 meses, 50% em barrica americana e 50% em francesa
Vinho Calzadilla Opta, 2007

Vinho Calzadilla Opta, 2007

 

Visual Vermelho rubi intenso alaranjado.
Olfativo Este vinho representa o lado mais juvenil dos vinhos espanhóis, embora que as uvas sejam típicas, normalmente usadas na maioria dos vinhos desse país, especialmente nas principais regiões produtoras. O Opta, que é o vinho de entrada (o mais simples) dessa bodega, consegue encantar com seu estilo frutado e direito, com um perfil marcado pelos aromas aportados pelo Garnacha (grenache) e Syrah, com o seu lado mais floral e fresco, mas sempre apoiado na austeridade e intensidade da Tempranillo e as notas a cassis e amoras que ele aporta no conjunto. Tem no fundo do aroma sutis notas defumadas, a café e tabaco, que se abrem em várias camadas de aromas e se revelam só depois de vários minutos que o vinho está na taça.
Gustativo É mais uma vez a fruta que tem o maior protagonismo neste vinho, liderando a fase gustativa e deixando os sabores aportados pela guarda em madeira em um segundo plano. Respeito a sua concentração, ela é de alto nível, de muito corpo, com taninos doces e maduros, mas ainda bastante jovens. Irá precisar de alguns anos para revelar todo o seu poder. Um vinho de grande nível, lembra (um pouco) os bons vinhos do norte do vale do Rhône, na França (Hermitage ou Crôzes Hermitage).
Dica de Harmonização Coq Au Vin acompanhado de batatas assadas.
Filé de cordeiro em presunto ibérico sobre cozido de lentilhas.
Carne de boi cozida com cebolas e vinho tinto.
Carré de cordeiro em crosta de especiarias.
Ensopado ossobuco a parmegiana com gnocchi.
Filé mignon recheado com tomate seco e manjericão ao molho de gorgonzola.
Temperatura de Serviço 16°
Potencial de Guarda 12 anos
Nome da Vinícola Calzadilla
Ano de Fundação da Vinícola 1992
Pontuação

Vinho Calzadilla Opta, 2007 - 91 pontos Winechef

Vinho Calzadilla Opta, 2007 – 91 pontos Winechef

Enólogo Responsável Alfonso Torrestes/Paula Úribe

 

Cruzeiro é a 1ª equipe do mundo com Clube de Vinho para a torcida

O Cruzeiro anunciou nesta quinta-feira uma iniciativa inédita entre os clubes de futebol e que vai mexer com a Nação Azul. O Tetracampeão Brasileiro lançou o “Clube do Vinho Cruzeiro”, em que o torcedor estrelado poderá adquirir vinhos da melhor qualidade com preços especiais, além de receber os produtos no conforto de sua casa. A ação é uma parceria com a Casa Rio Verde/VinhoSite.

Na plataforma, o cruzeirense terá à disposição os melhores vinhos comercializados pela Casa Rio Verde, uma das mais tradicionais empresas do ramo no Brasil. Para fazer parte do Clube, o torcedor pagará uma assinatura mensal no valor de R$ 119,80. Aqueles que são Sócios do Futebol terão um desconto de 5% no momento da adesão, na compra de vinhos e kits avulsos no “Clube do Vinho Cruzeiro” e nas lojas físicas da Casa Rio Verde.

Feliz com a novidade, o Diretor Comercial da Raposa, Robson Pires, afirmou que o Clube do Vinho do Cruzeiro está nos mesmos moldes dos principais clubes do tipo existentes na internet.

Cruzeiro é a 1ª equipe do mundo com Clube de Vinho para a torcida

Cruzeiro é a 1ª equipe do mundo com Clube de Vinho para a torcida

“É um clube de relacionamento destinado aos cruzeirenses que gostam de vinho. A pessoa fará a adesão pela internet ou nas lojas da Casa Rio Verde, irá pagar uma mensalidade e receberá todo mês vinhos selecionados pelo clube. O torcedor do Cruzeiro terá condições e promoções especiais para aquisição. Ele estará consumindo bons produtos, além de prestigiar o time do coração”, declarou.

Mas as novidades não param por ai. O dirigente adiantou que o Cruzeiro terá um vinho oficial licenciado, que será comercializado no Clube do Vinho, nas lojas oficiais e na Casa Rio Verde. Pires disse que era um desejo antigo do Maior de Minas em ter o produto.

“Sempre tivemos interesse em fazer o licenciamento de um vinho, já que é um produto que se identifica com as origens italianas do Cruzeiro. Será um bom produto, com preço convidativo e que poderá ser encontrado no mercado em geral”, finalizou.

Beber antes de fumar atenua o efeito do tabaco!

Não é recomendável o consumo de um copo de vinho por cada cigarro

De acordo com The American Journal of Medicine, há benefícios no consumo de vinho antes de fumar isto porque o vinho permite a proteção das artérias para enfrentar os efeitos negativos do tabaco. Já há muito que ouvimos falar dos benefícios do vinho e eis que surge mais um estudo a estimular o consumo da bebida.

Como todos sabemos, a única forma de evitarmos os efeitos nocivos do tabaco é a abstinência. No entanto, graças aos elevados níveis de fenol no vinho tinto, é estimulada a formação de óxido nítrico, rejuvenescendo as artérias. Assim, beber um ou dois copos por dia antes de fumar, protege os vasos sanguíneos dos danos do tabaco dado que que reduz a inflamação e retarda o processo de envelhecimento das células.

No estudo, foram analisados 20 indivíduos não fumadores que se tornaram voluntários para inalar fumo. Na experiência em que consumiram previamente vinho, este permitiu a libertação de micropartículas nas paredes das artérias, diminuição da inflamação e retardou em 56% a atividade da enzima telomerase, associada ao consumo de tabaco.

Este estudo apenas foi aplicado a jovens e não a idosos nem fumadores habituais. Aconselha-se o consumo de vinho meia hora antes de fumar. Uma vez que a maioria dos fumadores, consomem diversos cigarros por dia, não é recomendável o consumo de um copo de vinho por cada cigarro. Apenas é recomendado a fumadores ocasionais.

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Fonte: A vida segreda dos vinhos

 

 

Vinho feito com maconha custa até R$ 1200 a meia garrafa

Pela primeira vez, os produtores de vinho da Califórnia decidiram produzir e comercializar vinhos infusionados com maconha, mais conhecidos como Canna Wine, informou o site Elite Daily.

O vinho está disponível apenas na Califórnia e é vendido com fins medicinais. Para quem não sabe, neste estado norte-americano, há lojas especializadas em maconha medicinal.

Nessas lojas, o paciente que tenha uma prescrição médica é autorizado a comprar maconha, seja em pequenas porções, em cápsulas ou em forma de biscoitos, chocolates, brownies, balas, etc.

Existe um vinho feito com maconha e ele pode custar até R$ 1200 a meia garrafa

Existe um vinho feito com maconha e ele pode custar até R$ 1200 a meia garrafa

Ainda segundo o Elite Daily, para comprar essa iguaria, as pessoas precisam desembolsar uma quantia considerável, já que os preços podem varias de US$ 120 (R$ 386) a US$ 400 (R$ 1288) por apenas meia garrafa.

Existe um vinho feito com maconha e ele pode custar até R$ 1200 a meia garrafa

Existe um vinho feito com maconha e ele pode custar até R$ 1200 a meia garrafa

 

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