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Quando devemos decantar um vinho?

 

Todo o mundo já escutou alguma vez sobre isso, mas o que realmente significa?

Como já aprofundei em uma matéria anterior em relação ao fato de tirar a rolha para que o vinho respire (e deixamos claro naquela matéria que tirar a rolha não serve para nada), então, a primeira coisa que devemos entender é que não são todos os vinhos que devem ser decantados – já que muitos deles não se beneficiam com a decantação, mas ao contrário: em questão de minutos, a presença de oxigênio os deteriora aromaticamente.

Os vinhos espumantes, brancos e rosés não são decantados quase nunca. Existem casos de vinhos brancos que, em algumas raras exceções, são decantados (só os grandes e mais complexos vinhos brancos, ou seja, os brancos top’s a nível mundial que conseguem ter uma vida longa e que precisam de oxigenação para entregar todas as suas virtudes).

Os aromas destes vinhos são muito frágeis, e normalmente basta tirar a rolha que estes se mostram com uma perfeita intensidade e exuberância. Neste caso, o melhor é abrir a garrafa e colocar o vinho imediatamente na taça, já que é durante os primeiros minutos que os aromas deste estilo de vinhos vão se expressar com maior qualidade. Então, se decantarmos um vinho deste tipo, só vai fazer com que estes aromas desapareçam com o oxigênio que entrarão no decanter, e quando o vinho chegar à taça já não vai ter ficado mais nada.

Agora falando dos vinhos tintos, a maioria deles também não precisa decantação, seguindo a mesma lógica explicada anteriormente. Eles perdem muito com a decantação. Todos os vinhos varietais (sem estágio em madeira) e os vinhos simples (mesmo que sejam tintos) devem ser colocados direito na taça.

Quando temos vinhos que possuem uma concentração de “polifenóis” de maior contração (cor, aromas e sabor), estes precisam do oxigênio para se manifestar com maior claridade e qualidade, e é neste caso que é preciso decantar, isto é, independente da uva, e o que vai importar vai ser o vinho, a concentração e a qualidade que ele tenha. 

Quando devemos decantar um vinho?

Quando devemos decantar um vinho?

Omelhor é usar a seguinte lógica: vinhos simples para consumo rápido não devem ser decantados e vinhos de melhor qualidade, mais concentrados, que tiveram guarda em madeira, devem ser decantados.

Esta ação de decantação parece não ter importância, mas na verdade tem sim. Um vinho de muita qualidade servido sem decantar é um grande desperdício – lembre-se que é o oxigênio que produz o efeito da liberação das partículas aromáticas, então, o decanter deve ter uma “boca” suficientemente grande para que possa existir um intercâmbio entre o oxigênio e o líquido. Logo, não adianta colocar o vinho em um decanter e encher até o topo e não deixar que o líquido tenha contato com o oxigênio.

Por último, vai depender da concentração do vinho o tempo que vai ser necessário decantar; vinhos mais concentrados vão necessitar mais tempo. O que você pode fazer é deixá-los sempre no decanter entre 20 e 30 minutos antes de beber, isso também dá valor ao vinho, porque ele vai melhorar não só sensorialmente, mas também “psicologicamente”, no sentido que as pessoas sempre associam vinhos decantados a vinhos de qualidades.

E o fato de ter que esperar que o vinho termine de se oxigenar no decanter dá uma sensação de expectativa muito positiva… É como esperar que o pão saia do forno na padaria, ou seja, parece que o pão é sempre melhor quando está fresquinho… E o vinho também é sempre melhor quando é decantado.

Receita fácil de Salmão com molho de alcaparras

 

Para a noite especial, que tal preparar esta receita de Salmão com molho de alcaparras. É fácil e rápida de fazer…

Ingredientes

  • 200 g de filé de salmão
  • 1 dente de alho amassado
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • 1 colher (sopa) de alcaparras
  • 1 colher (sobremesa) de cebolinha picadinha
  • 1 colher (sobremesa) de salsa picadinha
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 colher (sopa) de suco de limão

Modo de preparo

  • Tempere o filé de salmão com sal, pimenta e alho e deixe tomar gosto.
  • Grelhe em frigideira com um fio de azeite ou asse envolto em papel alumínio em forno pré aquecido por 15 minutos.

Molho

  • Pique as alcaparras e misture com a cebolinha, a salsinha e o suco de limão.

Montagem

  • Transfira o salmão para o prato, e derrame delicadamente o molho sobre o
    filé grelhado.
  • Sirva com arroz integral e seleta de legumes, ou com arroz branco e brócolis.

 

Rendimento: 1 porção

 

Tempo de preparo: 20 minutos

Salmão com molho de alcaparras

Salmão com molho de alcaparras

Enólogo rebelde Oliver Cousin é multado na França

Oliver Cousin rotulava seus vinhos com denominação “Anjou” mesmo depois de tê-la deixado

Um enólogo do vale do Loire, na França, desobedeceu ao sistema de denominação francês e foi submetido a uma multa. Contudo, digamos que a multa foi simbólica, pois, por decisão do Tribunal de Angers, Olivier Cousin terá que pagar €1 (cerca de R$ 3,00) de indenização ao Instituto Nacional de Denominação de Origem (INAO) e à Federação de Vinho de Anjou.

Cousin foi acusado pela promotoria de rotulagem inadequada de vinhos da variedade Cabernet Franc, uma vez que havia optado por sair da denominação de Anjou em 2005, mas continuou a usar tal identificação em seus vinhos. Inicialmente, por decisão da promotoria, o enólogo deveria pagar multa €5 mil (R$ 15 mil).

Em uma audiência posterior, o advogado de Cousin, Eric Morain, admitiu que houveram erros nos rótulos dos vinhos das safras 2010 e 2011, mas informou que os mesmos foram alterados em conformidade com o regulamento. “Eu não engano as pessoas, e este julgamento será a prova disso”, afirmou Oliver Cousin.

A Federação Viticole d’Anjou Saumur disse que o processo em questão, ainda que pequeno, “representa uma vitória para a proteção da denominação’ e servirá como um aviso para os outros enólogos que pensam em fazer a mesma coisa“. Morain, contudo, afirmou que “Anjou” foi desapropriada pela Federação e pelo INAO. “Este processo é um tapa na cara da Federação”, disse o advogado.

Enólogo rebelde é multado na França

Enólogo rebelde é multado na França

 

Veja também:

 

 

Barossa Valley: O vinho Shiraz mais famoso da Austrália

Os Shiraz de Barossa Valley entre os melhores do mundo

Admitindo que, com mais de 45.000 hectares plantados, a Shiraz se tornou na assinatura vinícola da Austrália, não surpreende que Barossa lidere a sua produção, como se explica que incorpore, em grandes proporções, as garrafas de Penfolds Grange, o vinho mais famoso deste vale da Austrália do Sul e do país.

Entre tons de violeta a negro-tingido e enriquecido por frutos com caroço, quase sempre as variações no estilo local de Shiraz são definidas mais pelas preferências e gostos dos vinicultores e não tanto por diferenças climáticas. Alguns shiraz de Barossa muito trabalhados, provam-se secos, com madurez, tanino e carvalho em abundância equilibrada. Outros, assumem um perfil mais refinado, semi-encorpados, menos maduros, com menor exposição a carvalho novo e, nesse sentido, com uma composição mais fragrante e floral.

Mesmo tendo em conta o vasto espectro de opções de estilo, a comunidade multi-geracional de vitivinicultores do vale parece partilhar a mesma noção de que a busca de tendências e de modas não evitam retirar algum protagonismo ao principal valor da região: uma tradição já com 170 anos de produzir o melhor Shiraz da Austrália. Concorde-se ou não com a premissa, no final do século XX, a reputação mundial do Shiraz de Barossa assentava numa clara distinção face às uvas da mesma casta de regiões como Côte-Rôtie, Châteauneuf-du-Pape e da Califórnia. O Shiraz de Barossa era único e, como resumiu famosa wine writer Jancis Robinson “Barossa Valley tornou-se na região quintessência do vinho australiano.

Vinhedos de Barossa Valley

Vinhedos de Barossa Valley

Outras uvas importantes em Barossa Valley

Além da sua casta incontornável, Barossa Valley produz várias outras variedades com destaque para o Riesling trazido para a zona, no século XIX, pelos colonos germânicos e que chegou a ser predominante na história do Vale. Acolheu igualmente Semillon, Chardonnay, Grenache, Mourvedre, Cabernet Sauvignon e ensaios ainda mais recentes como os das variedades Sagrantino, Tempranillo, Zinfandel, Touriga Nacional e Savagnin a que se juntaram vinhas seculares mantidas em anonimato e recentemente recuperadas: Carignan, Cinsault, Durif, Marsanne, Petit Verdot, Roussane. Esta diversidade renovada contribui para a experimentação e rejuvenesce a criatividade dos vinicultores locais.

A uva Riesling

Apesar da sua reputação de ser uma região de vinhos tintos, Barossa também produz uma quantidade significativa de branco. Nos últimos tempos, o recorrente Riesling tem-se mudado para as zonas mais elevadas e frescas, como é o caso do Éden Valley. Esta migração permitiu um aperfeiçoamento notório e o reforço da reputação internacional dos Riesling dali originários.

A uva Semmillon

As vinhas de Semillon, por sua vez, evoluíram para gerar uvas com um tom único de casca rosada que as distinguem tanto do Semillon de Bordéus, como do produzido em Hunter Valley, na província aussie de Nova Gales do Sul.

Nos tempos mais recentes, os vinicultores levam a cabo a fermentação do Semillon mais em aço inoxidável do que em carvalho.

A uva Chardonnay

O Chardonnay também está presente. É colocado em carvalho e sujeito a fermentação maloláctica. Dá origem a vinhos grandiosos, de corpo denso e cremosos, frequentemente galardoados.

Veja a primeira parte dessa matéria:

 

 

Entenda o motivo dos aromas de eucaliptos nos vinhos

 

Se alguma vez você teve a oportunidade de degustar algum vinho Chileno ou Australiano, com certeza já se deparou com intensas notas de eucaliptos.

Na década dos 90 este aroma era muito procurado, já que fazia parte de uma grande quantidade de vinhos de alto nível elaborados em vários países do mundo. Como não lembrar das notas aromáticas características dos grandes vinhos chilenos daquela época, como o “Don Melchor” da Concha y Toro, o “Don Maximiano” da Errazuriz ou o “Gold” da vinícola Carmen. Todos eles eram top’s chilenos daquela época, e que hoje ainda continuam com níveis de qualidades do máximo nível… Mas as notas de eucaliptos têm desaparecido, só que não por acaso.

Outros exemplos, talvez ainda mais claros, são os das vinícolas da chamada “Quebrada de Macul”, no Maipo Alto, lugar onde estão localizadas as vinícolas Cousiño Macul, Aquitania e Domus. Todas elas produziam, e ainda produzem, vinhos excelentes e do mais alto nível, com notas de eucaliptos muito marcadas, mas que agora já quase nem se percebem.

Acontece que já ao final dos anos 90, as notas de eucaliptos “saíram de moda”, e muitos mercados declararam guerra aos vinhos com este tipo de aroma, argumentando que “careciam de elegância”.

Concordo, em parte, com este sentido. Quer dizer, as notas de eucaliptos são muito agradáveis, só que elas não podem dominar – mas, sim, complementar o espectro olfativo de um vinho.

Como e por que se produzem os aromas de eucaliptos nos vinhos?

Como e por que se produzem os aromas de eucaliptos nos vinhos?

•Porque se produzem os aromas de eucaliptos nos vinhos??

Hoje em dia já está comprovado que os aromas de eucaliptos, provém da moléculamonoterpeno 1,8-cineol que está presente em grandes quantidades das árvores de eucaliptos e que se transpassam através dos ventos que passam pelas árvores, e logo chegam aos vinhedos e seus cachos de uva. Assim, são os próprios grãos de uva, através da pruína, que está na pele da uva, os responsáveis de capturar estes componentes que logo passam para vinho.

O interessante é que, hoje, os consumidores gostam deste tipo de aroma, e as vinícolas tem extinguido quase que a totalidade destas árvores que estavam dentro dos seus vinhedos. Mas felizmente estes aromas ainda persistem.

Ultimamente está se pensando em outra hipótese que poderia colaborar para que este aroma ainda esteja presente nos vinhos, e trata-se das raízes das próprias árvores de eucaliptos que foram cortadas há décadas. Como as parreiras têm raízes muito profundas, assim como as raízes do eucalipto (ou tinham, no caso de falarmos de eucaliptos que já foram cortados), as raízes de ambos estão a uns 4 ou 5 metros abaixo da superfície, “abafadas”, então, o contato ainda existe e as notas de eucaliptos ainda estão aí – um pouco menos evidentes, mas estão aportando ainda hoje em muitos narizes fascinantes.

Se quiserem conhecer alguns vinhos que tenham este elemento fazendo parte do aroma podem começar pelos seguintes, que, além de ter este tipo de aroma característico, têm um excelente nível de qualidade:

 

 

Analise olfativa do vinho

 

 No mundo dos vinhos não existe outra coisa que seja mais importante do que isto.

Ter um bom nariz. Mas isto não tem nada a ver com a parte estética, nem também com o tamanho deste órgão do sistema respiratório, mas, sim, com a capacidade de poder sentir, identificar e expressar os aromas que os vinhos entregam.

Para aqueles que estão começando, a boa notícia é que o olfato (aplicado à degustação) é um sentido que todos podem educar, da mesma maneira que educamos os outros sentidos, como, por exemplo, a vista para as artes como a pintura ou quando educamos o ouvido para aprender idiomas ou para a música.

O olfato é, sem dúvidas, o sentido mais importante, até mais importante que o paladar. Ele é muito mais exato e preciso, e consegue distinguir milhares de aromas diferentes. A primeira coisa que precisamos entender é que nossa capacidade e qualidade gustativa estarão sempre ligadas à nossa análise olfativa. Portanto, quanto melhor é nossa análise olfativa, melhor será nossa degustação, e, consequentemente, melhor conseguiremos apreciar os aromas que os vinhos exalam e tirar o melhor de cada garrafa.

Do contrário, não adianta comprar garrafas caras, vinhos de boa qualidade, ou até mesmo deixá-lo vinhos evoluir na garrafa durante anos para desenvolver aromas mais complexos, já que, se não temos a capacidade de perceber os aromas, identificá-los, classificá-los e desfrutá-los do jeito certo, nada do anterior teria sentido.

Aromas frutados nos vinhos

Aromas frutados nos vinhos

Então, por onde começar?

O nosso principal objetivo vai ser poder armazenar no nosso cérebro (na nossa memória olfativa) a maior quantidade de aromas possível, mas não basta deixá-los guardados. Precisamos tê-los sempre “à mão”, ou seja, deve ficar muito clara a informação olfativa, de maneira que toda vez que a gente se exponha a este aroma de novo, seremos capazes de reconhecê-los.

A dica é tentar extrair ao máximo os aromas que estão no nosso dia-a-dia, já que só desta maneira vamos realmente melhorar nosso “nariz”, e melhorar a nossa degustação.

A intensidade aromática:

Uma garrafa de vinho, para ser considerada de qualidade, deve ter aromas intensos, mas com a condição que estes sejam agradáveis. Para poder saber sobre a qualidade dos aromas é muito simples – já que está naturalmente relacionada às sensações que são agradáveis e às que não são. Por exemplo, as notas de flores e de frutas são consideradas aromas muito agradáveis nos vinhos, e elas realmente são também muito agradáveis na nossa vida cotidiana.

Mas os aromas de “esgoto”, podre, vinagre e muitos outros que são para nós absolutamente desagradáveis, quando aparecem nos vinhos (que de fato aparecem muitas vezes) são considerados, como podem imaginar, também desagradáveis.

E aí não importa se o vinho tem uma alta intensidade, já que o que estará entregando será algo ruim. Portanto, o que importa primeiro é a qualidade do aromas por sobre a intensidade aromática.

 

Vinho chileno é consumido por 1,8 bilhão de pessoas por ano no mundo

Cerca de 1,8 bilhão de pessoas no mundo consomem ao menos uma garrafa de vinho chileno por ano, afirmou neste sábado (2) o gerente geral de Vinos de Chile, Claudio Cilveti, o que, segundo ele, demonstra a excelência do produto.

Cilveti destacou que o Chile é o quarto exportador mundial de vinho engarrafado e o primeiro do Novo Mundo. O especialista estima que as exportações de vinho engarrafado crescerão em 2016, em valor, entre 3% e 4% e, em volume, de 6% a 7%.

Em encontro com correspondentes estrangeiros, o especialista explicou que graças às “boas terras”, o Chile exporta os melhores vinhos engarrafados a 150 países, movimentando US$ 1,9 bilhão de dólares, o equivalente a 12% das exportações agroflorestais do país.

Cilveti assegurou que as vendas chilenas superaram a de países exportadores de vinhos do Novo Mundo, como Estados Unidos, Austrália e Argentina.

Vinho chileno

Vinho chileno

CHINA

Ele também lembrou que atualmente os maiores compradores de vinho engarrafado chileno são Estados Unidos, Brasil, China, Reino Unido e Canadá.

Segundo Cilveti, a pujante indústria vitivinícola chilena levou à abertura de escritórios em países que consomem vinhos sulamericanos. Somente na China, há 25 escritórios de vinícolas chilenas. “Em breve, a China, terceira maior compradora de vinhos chilenos, passará a ocupar a primeira posição, desbancando os Estados Unidos”, destacou.

A Vinos de Chile é uma instituição que reúne a indústria vitivinícola do país para promover o produto.

 

Fonte: Folha

Suco Verde para emagrecer

 

Veja a receita do Suco Verde

Agora sim acabou o carnaval, e provavelmente todos esses dias de folia deixaram o organismo um pouquinho “contaminado”. Então, chegou a hora de mudar nossos hábitos matinais e acrescentar este delicioso suco, que além de ser bem gostoso vai deixar nosso corpo pronto para o próximo feriado prolongado, ajudando também a emagrecer.

Detalhe dos ingredientes do Suco Verde

Água de coco                                    

Água de coco tem ação diurética, potássio (transmissão nervosa, contração da musculatura cardíaca, função renal), sódio (essencial para distribuição orgânica de água e volume sanguíneo), magnésio (contrações musculares e transmissões de impulsos nervosos), ferro (prevenção da anemia, neutralização de radicais tóxicos), zinco (imunidade, fertilidade e reprodução, apetite e paladar), cálcio, vitamina C (antioxidante, imunidade, cicatrização).

 Melão

Melão é rico em fibras, potássio, vitamina A e C (antioxidantes – prevenção de danos celulares), ação diurética, ferro, cálcio, fósforo.

Couve

Couve tem ferro, vitamina C, vitamina A, cálcio, fibras, ácido fólico (prevenção da anemia e de má formação fetal), magnésio, potássio.

 Linhaça Dourada

Linhaça dourada possui fibras, ômega 3 (redução do colesterol e dos triglicerídeos, prevenção de doenças cardiovasculares – aterosclerose), ação anti-inflamatória, melhora a imunidade.

Pepino

Pepino é rico em fibras (dão saciedade), ação diurética (por ser rico em água, ajuda a eliminar toxinas), potássio (contração do músculo cardíaco, transmissão nervosa), propriedades anti-inflamatórias.

Suco Verde para emagrecer

Suco Verde para emagrecer

 

Ingredientes (1 porção)

1 copo de água de coco (do coco mesmo, bem fresquinha)

1 fatia de melão

1 folha de couve

1 rodela de pepino de 1 dedo (com casca)

1 colher (de sopa) de linhaça (usei a dourada)

 

Modo de Preparo

Coloque no liquidificador a água de coco, a folha de couve bem lavada e rasgada, o pepino e a linhaça.

Bata bem e beba na hora.

 

Observações:

  • Só bata na hora que for beber.
  • Não coe
  • Não adoce

 

O que fazer com o restante da ceia de natal e ano novo?

 

Veja estas interessantes dicas de que fazer com o restante da ceia de natal e ano novo.

O natal e ano novo é um momento de festa, alegria, confraternização e de muita comida… Mas aí fica a dúvida do que fazer com tanta comida que ficou da ceia das festas de fim de ano.

Bom, de fato nem sempre é muito simples reaproveitar os quitutes e pratos que foram preparados para a grandes festas, e alguns cuidados são fundamentais para não sermos surpreendidos com uma contaminação alimentar.

Primeiro precisamos observar o tempo de exposição dos alimentos em temperatura ambiente. No caso de proteínas, como carnes e peixes assados, se esse tempo de exposição for superior a 06 horas com embalagem aberta o alimento deverá ser descartado.

É necessário armazenar e refrigerar de imediato o alimento logo após o término das comemorações.

Na montagem e decoração da ceia as frutas são indispensáveis e devem ser consumidas durante a festa, mas normalmente ficam para o dia seguinte. Aí a criatividade entra em cena para deixarmos perdê-las, elaborando saladas de frutas, smoothies, sucos, vitaminas… E aproveitar pra compensar a alta ingestão de calorias, afinal de contas, o réveillon está chegando!

As frutas secas como castanha de caju, nozes, amêndoas e frutas cristalizadas podem ser utilizadas no preparo de uma salada adicionando folhas verdes e queijos.

 

O que fazer com o restante da ceia de natal e ano novo?

O que fazer com o restante da ceia de natal e ano novo?

As carnes como Peru, Chester, Suínos e Peixes Assados podem ser utilizados no preparo de molhos para risotos e massas curtas e longas, inclusive lasanhas – uma boa dica é acrescentá-las ao molho bechamel, fica uma delícia!

As carnes ainda podem ser utilizadas no preparo de sanduíches super elaborados com os diversos queijos que sobraram da ceia. Com certeza o filme no fim de tarde vai ficar muito mais saboroso.

Já os Panetones podem ser grelhados e servidos como acompanhamento de sorvetes e ainda podem ser transformados em deliciosos chessecakes ou rabanadas.

Espero que com essas dicas você surpreenda a família e amigos evitando o desperdício e economizando nesse fim de ano.

 

Feliz 2015!!!

 

Por Alessandro Eller

 

Todo sobre os vinhos de Barossa Valley na Australia

 

Barossa Valley, seus grandes vinhos Shiraz e muito mais

Ao contrário da maior parte das regiões vinícolas da grande ilha, Barossa Valley teve uma origem colonial germânica. A zona mais emblemática dos vinhos australianos privilegiou a casta proveniente do Irão. Nas últimas décadas, vários dos seus rótulos conquistaram o Mundo.

Ao mesmo tempo que os recém-chegados alemães aumentavam de número na Austrália até se tornarem no maior grupo forasteiro com exceção dos ingleses e irlandeses, o principal vale vinícola do território recebia o baptismo do seu primeiro General Surveyor, o Coronel William Light. A intenção original foi dar-lhe o nome da região Andaluz em que o militar tinha participado numa batalha famosa das Guerras Peninsulares de 1811. E a ideia quase se concretizou na perfeição mas deu-se um erro processual. Em vez de Barrossa, é registado Barossa. Assim ficou para sempre.

George Fife Angas, um empreendedor mercante abastado e filantropo, foi também o fundador da colónia pioneira. Angas acedeu ao pedido de um líder luterano dissidente e acolheu um grupo de agricultores e mercadores que tinha fugido da perseguição religiosa ditada pelo rei prussiano Frederico Guilherme II.

Os recém-chegados depressa perceberam que o clima quase Mediterrânico da zona era ideal para o cultivo de diversas frutas, em especial, uvas. Meio século depois, dezenas de adegas produziam já grandes quantidades de “portos”, “sherries”, moscatéis e “tokays”, que a política de Preferência Imperial da Grã-Bretanha tornou populares do outro lado do Mundo.

Em 1929, 25% do vinho australiano provinha de Barossa Valley. Entretanto, a Grande Depressão e a 2a Guerra Mundial anularam a procura. O encerrar do conflito não desvaneceu na totalidade um clima de desconfiança entre os residentes anglófonos e os descendentes de sangue germânico. Foi necessário tempo. Tempo e a realização do primeiro festival de Vintage.

 

Barossa Valley

Barossa Valley

Barossa Valley: A modernização.

Restabelecida a harmonia, passou a haver lugar para a modernização. Colin Gramp chega de Napa Valley onde assimilou novas técnicas de cultivo e produção vinícola. Em 1947, criou o primeiro vinho tinto seco de mesa, desde 1860, um Reserva Especial Claret, em que predominava Shiraz, combinado com algum Cabernet Sauvignon. O autor tornou-se no mentor reconhecido do novo vinho de Barossa.

Uma aposta genuína e concorrencial na inovação e a meteorologia estival vigorosa foram responsáveis pelo enorme desenvolvimento de diversas sub-regiões vinícolas que se seguiu: Gomersal, Williamstown, Lyndoch, Rowland Flat, Barossa Foothills, Vine Vale, Éden Valley, High Eden, Light Pass, Northern Barossa Valley, Greenock, Seppeltsfield e Marananga, em vários casos, tiveram origem nas povoações/paróquias pioneiras da colónia. Anos depois da sua afirmação, a estas, sobrepôs-se o título bem mais abrangente e notório de “Barossa Valley”.

Das cerca de 60 adegas situadas na proximidade umas das outras, destacam-se, pela celebridade que conquistaram, Penfolds Grange, Barossa Shiraz, a Éden Valley Riesling, Two Hands, a Rockfords, Jackob’s Creek, Bethany, Yalumba, Barossa Valley Estate Black.

Degustação Vinhos Chilenos

Barossa Valley: Atmosfera Quase Mediterrânica

O clima da região é, por excelência, continental. No entanto, a abundância de vales e colinas com encostas generosas especialmente visíveis do topo de Mengler Hill, favorece uma série de mesoclimas com temperaturas que oscilam entre o muito quente sobre o solo dos vales a gradualmente mais frescas nas altitudes elevadas das vertentes e nas secções Norte.

Malgrado a fama de região quente, o clima de Barossa Valley é comparável ao da zona semi-litoral rival de Margaret River, na Austrália Ocidental, se bem que com uma variação diurna de temperaturas mais abrangente.

De Outubro a Abril, decorre a época de desenvolvimento das vinhas que recebem cerca de 1710 graus-dia de aquecimento com temperaturas médias no mês crucial de amadurecimento – Janeiro – na ordem dos 21.4ºC. A pluviosidade média, durante o período vegetativo, fica-se pelos 160 mm, e a humidade relativa pelos 39%. De acordo, apesar dos regulamentos criados para controlar o número de furos e a quantidade de água extraída dos lençóis freáticos, a irrigação é frequente, com exceção para as vinhas mais antigas na zona a Oeste do vale que se podem dar ao luxo de a dispensar.

O clima de Barossa Valley

O clima quente de Barossa Valley garante às uvas uma maturação fácil com altos níveis de açúcar e baixos níveis acídicos. O grau alcoólico elevado obriga com frequência os vinicultores a recorrer a práticas equilibradoras como a osmose inversa e o acrescento de água ao mosto.

Tornou-se habitual os produtores da região limitarem o tempo de maceração por forma a encurtarem o período em que o vinho permanece em contato com as cascas. Outro recurso adoptado é maturação do vinho em tonéis de carvalho americano – mais do que o francês – mesmo antes de a fermentação ter terminado.

Por vezes, são necessários taninos suplementares e, quando tudo corre bem, a maceração encurtada dá origem a vinhos suaves e aveludados na boca. Também lhes empresta as notas de anis e aroma de coco ou notas de chocolate e especiarias característicos de Barossa mas igualmente da Austrália.

 

Continua…