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Empresa japonesa lança vinho para gatos

 

Você pode tomar um vinho na companhia de um gato. Pelo menos no Japão…

É que a empresa japonesa de produtos para pets chamada B&H Lifes começou a vender um vinho feito especificamente para os felinos.

O “Nyan Nyan Nouveau” (em japonês, “nyan nyan” é o equivalente ao nosso “miau miau”) não contém álcool, mas é feito com um suco que tem como base uvas Cabernet.

A empresa decidiu desenvolver a bebida para aqueles que querem comemorar aniversários ou qualquer outra data festiva com seus gatos amados.

Uma garrafa de “Nyan Nyan Nouveau” custa ¥ 410 (cerca de R$ 9). E, ao contrário do vinho real, ele não fica melhor com a idade. A B&H Lifes recomenda o consumo da bebida em até um ano após a fabricação.

Empresa japonesa lança vinho para gatos

Empresa japonesa lança vinho para gat


 

Fonte: Globo

Aprenda a conservar uma garrafa que foi aberta, sem estragar

 

 Muitas vezes, abre-se uma boa garrafa de vinho que acaba não sendo totalmente consumida.

Como fazer, então, para conservar a bebida?

Infelizmente, quando em contato com o ar, o vinho começa a se deteriorar rápida e irreversivelmente.

Durante a fermentação e eventual estágio em tonéis de madeira, o oxigênio é benéfico à correta maturação dos vinhos, porém, uma vez engarrafados, passa a ser prejudicial. O fenômeno da oxidação também ocorre em vinhos fechados, mais lentamente, podendo levar muitos anos; em garrafas abertas, no entanto, a deterioração é notada rapidamente. Desaconselha-se até a decantação de vinhos muito antigos, pois, por serem mais frágeis, podem estragar no mesmo instante.

Quanto tempo dura uma garrafa que foi aberta, sem estragar?

Uma vez aberta a garrafa, a oxidação é apenas uma questão de tempo. Quanto tempo? O processo é gradual. A cada dia o vinho estará um pouco mais oxidado, até atingir um ponto em que se tornará impossível bebê-lo – pode demorar horas ou vários dias. Vinhos com mais corpo e mais álcool resistem mais. Nenhum, contudo, escapa à decrepitude e jamais será a mesma coisa no dia seguinte. Podemos usar de artifícios para retardar a perda de qualidade.

A maneira mais óbvia e menos eficiente de conservar uma garrafa aberta é arrolhando- a e colocando-a na geladeira. A refrigeração retardará a oxidação.

Outra maneira, por ser pouco eficiente e nada elegante, mas muito divulgada, é utilizar um canudinho de refrigerante e os próprios pulmões. Coloca-se um pouco de algodão na ponta do canudo para que a saliva não caia no vinho, enche-se o pulmão de ar e prende-se a respiração por alguns segundos. Em seguida, sopre no interior da garrafa. Com isso, ela se encherá de gás carbônico que, por ser mais pesado que o oxigênio, ocupará todo o recipiente. Deve-se arrolhar rapidamente a garrafa e guardá-la na geladeira.

Quanto tempo dura uma garrafa que foi aberta, sem estragar

Quanto tempo dura uma garrafa que foi aberta, sem estragar

O Vacu Vin

Há no mercado uma série de acessórios destinados a conservar garrafas de vinho abertas. O mais conhecido é o Vacu Vin, uma bombinha de sucção e rolhas de borracha que funcionam como válvulas. Com ele, pretende-se retirar o ar de dentro da garrafa. Além de o vácuo não ser perfeito, parte dos aromas do vinho sai junto com a operação.

Wine Saver

Uma outra traquitana é o Wine Saver, uma evolução do Vacu Vin. Trata-se de uma espécie de torneira que, instalada no gargalo, evita a entrada de ar ao se abrir a garrafa. Nesse caso, o vácuo é um pouco melhor, mas como o aparelho deve ser usado durante todo o serviço, o aspecto visual da garrafa fica comprometido.

Winekeeper

Outro equipamento é o Winekeeper, um cilindro portátil de nitrogênio, gás inerte que não altera o vinho. Funciona bem, mas você terá sua garrafa atrelada a um tubo, comprometendo a apresentação e o manuseio. Pode-se adquirir esses acessórios em sites na Internet ou em lojas especializadas.

Continua…

Aprenda todo sobre os Vinhos Laranjas

 

Os Vinhos Laranja:

 Os Vinhos Laranjas são divididos em diversas categorias: secos e doces, fortificados, tranquilos e espumantes, varietais e de corte.

A cor é outra maneira de se diferenciar os estilos. Há os vinhos brancos, os rosados e os tintos. Sim, mas além deles também existe o vinho laranja, bem mais raro, que nos últimos anos vem ganhando destaque entre os enófilos através do trabalho cuidadoso de algumas vinícolas, principalmente da Itália. São vinhos realmente únicos e cheios de personalidade, do tipo ame ou odeie.

Apesar de parecer, para muitos, uma novidade, o vinho laranja é justamente o contrário: é um dos estilos mais antigos, produzido há milhares de anos em lugares que estão na origem da bebida, como Armênia e Georgia

Uma das características do Vinho Laranja, ou Orange Wine, em inglês, é o método de produção, que resulta em um líquido de coloração dourada ou acobreada. Na maioria dos casos, quando se vai produzir um vinho branco, logo após a prensagem das uvas as cascas são retiradas.

Mas no vinho laranja os enólogos não retiram as cascas, deixando-as em maceração com o suco da fruta, o que lhe empresta a cor característica, muito aroma e sabor, e taninos. Sim, taninos em vinhos brancos.

Os vinhos Laranja e seus aromas

Além de notas minerais e florais, esses vinhos – quase sempre naturais, com leveduras indígenas e sem sulfitos – podem apresentar aromas cítricos e de frutas cristalizadas e secas, além de ervas e especiarias, como tomilho, pimenta-do-reino-branca e açafrão, bem como azeite, podendo apresentar uma untuosidade fantástica. Tudo isso, mantendo frescor e boa acidez.

Várias uvas podem ser usadas na produção do vinho laranja, mas as que mais se destacam são a Ribolla Gialla e a Trebbiano.

Trata-se de um vinho que pode – e deve – ser degustado sozinho, ou na companhia de queijos maduros, um bom patê. Mas sua intensidade permite harmonizações ousadas, com ovo trufado, escalope de foie gras, carnes de caça assadas e pratos picantes, como os da cozinha indiana.

Vinhos Laranja e os lugares aonde são produzidos

Hoje em dia a Itália lidera a produção mundial deste estilo de vinho, encontrado em áreas vinícolas do norte do país, especialmente o Friuli, bem como em regiões como o Lácio, Úmbria e a Emilia-Romana. Mas também há enólogos apostando no vinho laranja em diversos outros lugares, com destaque para a Eslovênia e os Estados Unidos, além de Croácia, Nova Zelândia e até o Brasil.

Vinhos Laranja

Vinhos Laranja

 

Sabe mesmo o que são as borras?

 

Só para adiantar, as borras não tem nada a ver com o sedimentos que ficam na sua a taça.

Há um tema muito interessante que todos os amantes de vinho devem ter passado ao menos uma vez na vida. Estou me referindo à presença de algo estranho, meio escuro, no fundo da garrafa. Seguramente você deve estar pensando que podem ser as “borras”… Sim, são as mesmas, mas o detalhe é que ‘borras’ não é o nome correto, e sim “sedimentos”.

Borras são os restos das películas e das sementes de uvas somadas às  leveduras após terminada a fermentação alcoólica, ou seja, as borras ficam no fundo da cuba, uma vez que o vinho já esta fermentado. No caso dos sedimentos, a história é diferente.

Sabe mesmo o que são as borras?

Sabe mesmo o que são as borras?

Esses sedimentos, que aparecem no fundo da garrafa (e que muitas vezes conseguem ate chegar a nossa taça) são compostos por partículas corantes naturais da casca da uva (antocianas) e taninos, e indicam que o vinho foi só parcialmente filtrado com a finalidade de mantê-lo, estes elementos que aportam características qualitativas.

Existem muitos vinhos no mundo que são superficialmente filtrados para manter qualidades relacionadas aos aromas e sabores finais do produto. Muitas garrafas, até possuem no rótulo:  “Este vinho não foi filtrado com a finalidade de manter todas suas características e qualidades e pode apresentar sedimentos”.

O importante e entender que, o fato de vinho ter sedimentos NÃO  é um fator negativo. Este é   um processo natural físico-químico no qual as moléculas que entregam a cor, os aromas e os sabores aos vinhos  se unem ficando de com peso maior e caindo no fundo do líquido. A solução para isto é a decantação, que tem como objetivo impedir que estes sedimentos cheguem na taça.

 

Emirates investe 500 milhões de dólares na compra de vinhos

 

A companhia aérea Emirates anunciou que, na última década, gastou US$ 500 milhões no seu programa de vinhos

A companhia aérea Emirates anunciou que, na última década, gastou cerca de 500 milhões de dólares em vinhos para o serviço de bordo de sua frota. Segundo a empresa, todos os vinhos comprados foram armazenados numa adega de sua propriedade, localizada na região da Borgonha, na França.

Em entrevista, Tim Clark, presidente da companhia, comentou o fato: “Para nós, o vinho é uma experiência. Nossos passageiros querem tomar vinho abordo como se tivessem jantando em um restaurante fino. Não é só branco, tinto ou rose. Eles estão interessados da onde as uvas vêm, a safra, o legado da vinícola e assim por diante. Por isso, há dez anos resolvemos escolher nossos próprios vinhos para serem servidos abordo”.

Emirates investe 500 milhões de dólares na compra de vinhos

Emirates investe 500 milhões de dólares na compra de vinhos

 

Clark completou: “Nós preferimos comprar o melhor vinho em lotes menores e oferecer aos nossos passageiros o melhor das safras, mesmo que isso traga mais trabalho em relação à logística operacional, às mudanças de cardápio e ao treinamento da tripulação de bordo”.

O serviço de vinhos finos dentro dos aviões só está disponível para passageiros de primeira classe ou classe executiva, que encontram nas cartas vinhos como Dom Pérignon 2004, August Kessler’s 2013 Lorchhauser Seligmacher Riesling, 2004 Léoville Las Cases, entre outros.

 

Espanhóis produzem Gik, o primeiro vinho azul do mundo

Gik e uma Bebida com inédita coloração e demorou dois anos para ficar pronta.

Sem tradição viticultora, seis jovens espanhóis inovam o mundo da enologia ao produzir o Gik, primeiro vinho de coloração azulada do mercado, feito com uvas brancas e tintas. O vinho demorou dois anos para ser desenvolvido, e os jovens tiveram ajuda de pesquisadores da Universidade do País Basco e do departamento de pesquisa alimentar do governo basco no desenvolvimento do rótulo.

Espanhóis produzem primeiro vinho azul do mundo

Espanhóis produzem primeiro vinho azul do mundo

O vinho base é criado a partir de uvas vermelhas e brancas e, logo em seguida, há a adição de antocianinas e pigmentos índigos (que dão a cor azul à bebida). Por fim, acrescentam-se adoçantes para suavizar o sabor do vinho. Seus fabricantes recomendam que o vinho seja servido frio, devido à sua doçura.

De acordo com o site oficial do Gik, a cor azul do vinho representa “movimento, inovação, mudança, fluidez e infinito”. A primeira remessa para venda será em lote promocional, com custo de 10 euros a garrafa, e o plano é produzir o Gik em diferentes vinícolas espanholas, de acordo com a demanda. O vinho tem 11,50% de teor alcoólico.

 

Fonte: Decanter/Adega

TAM é condenada em R$ 45,8 mil por perder bagagem de vinhos de passageiro

 

Companhia terá de pagar indenização a cliente que embarcou em voo na Califórnia, conhecida região produtora da bebida.

Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) negou recurso da TAM e condenou a companhia aérea a pagar indenização a um de seus passageiros.

Segundo a decisão da Justiça, Nilton Airis do Couto Júnior receberá R$ 35.792,48 por danos materiais e R$ 10 mil por danos morais pelo extravio de bagagem.

Segundo publicou o TJ-GO, a TAM perdeu a bagagem de Couto, que voltava de uma viagem do estado norte-americano da Califórnia, conhecido pela produção de vinhos. Além de duas malas com roupas, a companhia aérea perdeu uma com garrafas de vinho. As bagagens com roupas foram recuperadas, mas o mesmo não aconteceu com as bebidas.

TAM é condenada em R$ 45,8 mil por perder bagagem de vinhos de passageiro

TAM é condenada em R$ 45,8 mil por perder bagagem de vinhos de passageiro

Segundo a ação, os vinhos custaram R$ 35.792,48. Couto teve de apresentar recibos e notas fiscais para provar a compra das bebidas e que, ao contrário do que alegou a TAM, o passageiro não acertou onde foi feita a compra que elas fossem despachadas diretamente para sua casa – até porque a loja onde foi feita a aquisição não faz entregas no Brasil.

“O valor representa ser suficiente para recompor o prejuízo da vítima e desestimular a empresa a praticar semelhantes danos”, destacou o juiz substituto em segundo grau, Wilson Safatle Faiad.

Fonte: Jornal de Hoje

Produtor francês mistura vinho e refrigerante

 
Chatêau en Bordeaux cria rótulo mais doce com sabor cola para expandir seu mercado

Procurando uma maneira de atrair o público jovem e feminino, a Hausmann Famille, que faz parte da Château en Bordeaux, lançou o Rouge Sucette, vinho feito com uma dose de refrigerante de cola, 75% de uvas, e açúcar, de forma a atrair mais jovens e mulheres para o mercado de vinhos.

O produto foi pensado para resolver o problema de queda de consumo de vinhos na França, que caiu muito. Em 1980, mais da metade dos adultos tomavam vinho diariamente, atualmente, o número é de apenas 17%, além do fato do número de pessoas que nunca bebem vinho ter aumentado em 38% nesse tempo. O Rouge Sucette, que significa pirulito vermelho, é mais barato que o vinho.

O mercado de vinhos com outros sabores não é novidade para os franceses. Na França é possível encontrar vinhos com sabor de toranja e vinhos brancos com maracujá.

Rouge Sucette

Rouge Sucette

Austrália julga derramamento proposital de vinho

 

Produtor acusa enólogo de drenar criminosamente 25 mil litros de Chardonnay; o suposto sabotador é filho dos fundadores da adega

Trevor Jones, 57 anos, está enfrentando acusações de invasão criminosa e danos materiais na Wines Kellermeister, em Lyndoch, no sul da Austrália. Ele é acusado de abrir quatro torneiras de tanques de Chardonnay 2011.

O curioso é que a adega foi fundada em 1976 por Ralph e Val Jones, pais do suposto sabotador, e vendida para Mark Pearce em 2012. Trevor Jones chegou a trabalhar na Wines Kellermeister, mas deixou a adega dos pais em 2010 para iniciar a produtora de vinhos Trevor Jones Fine Wines, também em Lyndoch.

O atual dono da adega, Mark Peace, disse que teve sorte, pois os derramamentos não causaram grandes prejuízos. “Nenhum dos vinhos tinto ou Shiraz que fazem nossa fama foram impactados… Poderia ter sido muito pior”, disse o executivo. “Foram apenas alguns velhos Chardonnays vintage. Os tintos premium estão a salvo”. O julgamento deve acontecer em junho próximo, na Adelaide Magistrates Court.

Austrália julga derramamento proposital de vinho

Austrália julga derramamento proposital de vinho

CEO da Taylor’s Port abandona a tentativa de record no Everest após terremoto no Nepal

 

O time que incluía o chefe da Taylor’s Port, Adrian Bridge e o chef Sat Brains abandonou a tentativa de hospedar o maior jantar no Monte Everest após o devastador terremoto no Nepal.

O time, que está seguro agora, estava na área quando o terremoto começou no sábado, desencadeando avalanches no Everest o que matou mais de 18 pessoas na montanha em si, e suspeita da morte de mais de 3000 no total na tarde de 27 de abril.

Brains, que é chef e proprietário de dois restaurantes “Michelin-star” em Nottingam, tinha sido planejado para preparar o jantar, mas ele já havia saído da expedição devido estar sofrendo de problemas com a altitude elevada. Bridge, CEO do The Fladgate Partnership, dono e casas Port incluindo a de Taylor, Fonseca e Craft, tuitou neste sábado: “Só para deixar todos cientes, eu estou bem no Everest, mais notícias em breve.”. De acordo com o site da expedição, o time tinha saído da base quando o terremoto os atingiu, mas ninguém saiu ferido.

O líder Neil Laughton postou: “Tendo em vista o desenrolar dos trágicos eventos em Kathmandu e no Monte Everest, nós decidimos abandonar nossa tentativa de recorde de Jantar mais alto do mundo e nós estamos retornando para a base.”, “Nossos pensamentos e orações estão com todos os afetados por esse desastre, e nós iremos continuar à levantar fundos para a ação de caridade do Nepal.

O Time tinha planejado bater o recorde mundial por realizar um jantar à .7100m de altura, com Brains criando, preparando e cozinhado a comida.

 CEO da Taylor's Port abandona a tentativa de record no Everest após terremoto no Nepal


CEO da Taylor’s Port abandona a tentativa de record no Everest após terremoto no Nepal