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Vinho Camino Real Cabernet Sauvignon Gran Reserva, 2011

País Chile
Volume 750ml
Tipo Tinto
Safra 2011
Tipo de Uva Tinta 100% Cabernet Sauvignon
Amadurecimento 12 meses em barrica de carvalho francês 100% novas
Visual Vermelho violáceo, concentrado e denso.
Olfativo Fiel expressão do estilo mais elegante dos vinhos chilenos elaborados pela uva Cabernet Sauvignon, com todos os elementos aromáticos plenamente integrados e em plena sintonia. Com a oxigenação aparecem aromas complexos, tipo cedro e notas de especiarias, mas sempre perfeitamente integrados.
Gustativo Profundidade enorme, com muito sabor e intensidade, sempre mantendo um estilo austero e elegante. Seus taninos são tensos e firmes, mas ao mesmo tempo são extremadamente sedosos, e de impressionante qualidade. Um grande Cabernet Sauvignon chileno, que ainda irá evoluir com o passar dos anos.
Dica de Harmonização Carnes de caça, cordeiro e carnes vermelhas.
Temperatura de Serviço 17ºC
Potencial de Guarda 10 Anos
Pontuação Winechef
Vinho Camino Real Cabernet Sauvignon Gran Reserva, 2011 - 92 pontos Winechef

Vinho Camino Real Cabernet Sauvignon Gran Reserva, 2011 – 92 pontos Winechef

 

Região Vale do Cachapoal Alto – San Francisco de Mostazal, Chile
Vinho Camino Real Cabernet Sauvignon Gran Reserva, 2011

Vinho Camino Real Cabernet Sauvignon Gran Reserva, 2011

 

Jack Daniel’s lança café gourmet com sabor de whisky

Bebida promete harmonizar duas paixões: café e whisky

Que tal harmonizar cafe com um bom whisky? A tradicional marca acaba de lançar o Jack Daniel’s Gourmet Coffee, um café gourmet que contêm sabor de whisky em sua composição.

A bebida não tem graduação alcoólica, afirma a fabricante.

Em alguns lugares, o café é vendido num kit que vem com uma caneca personalizada da fabricante.

A novidade por enquanto não chegou no Brasil, mas já é possível encontrar o produto no site da Amazon.

Jack Daniel's lança café gourmet com sabor de whisky

Jack Daniel’s lança café gourmet com sabor de whisky

 

Veja também:

Mulheres que bebem vinho tem uma vida sexual mais ativa

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Diferentes Maturações da Uva

 

Maturação Fisiológica

Corresponde ao momento em que a grainha está apta a germinar.

 

Maturação Técnica

Corresponde ao tamanho máximo da uva e à concentração máxima de açúcar acumulado ou mínima de acidez total.

 

Maturação Fenólica

Tem em conta a riqueza em antocianas, a qualidade e origem dos taninos e o grau extractibilidade ou dissolução destes compostos no mosto.

 

Maturação Aromática

Corresponde ao momento em que o teor de compostos aromáticos agradáveis é máximo e o teor de compostos aromáticos desagradáveis (verdes e herbáceos) é mínimo.

 

Maturação Enológica

Corresponde ao momento óptimo de vindima. É definida pelo enólogo e tem em conta não só as maturações descritas como, e principalmente, a prova das uvas.

 

Diferentes Maturações da Uva

Diferentes Maturações da Uva

 

Podridão Cinzenta, Doenças do Lenho e Infestantes

Podridão Cinzenta

Ocorre maioritariamente da floração ao fecho do cacho e depois da pinta, sempre que as condições climatéricas sejam favoráveis (chuva e/ou muita humidade e 18ºC. de temperatura). Ataca preferencialmente as uvas, os ataques às folhas e sarmentos são menos importantes. Pouco antes da pinta a sensibilidade ao fungo diminui para aumentar bruscamente assim que o açúcar se acumula no bago. Depois da pinta, em presença de humidade e fissuras na película das uvas, o fungo desenvolve-se rapidamente.

Na prevenção da doença está o pouco vigor vegetativo, o bom arejamento da copa e dos cachos e a manutenção de uvas com a película integra.

A aplicação da calda bordalesa é um bom preventivo pois estimula o engrossamento da película da uva.

Podridão Cinzenta, Doenças do Lenho e Infestantes

Podridão Cinzenta, Doenças do Lenho e Infestantes

Doenças do Lenho

Constituem uma ameaça crescente para o futuro da viticultura e a maioria não possui tratamento específico. Escoriose, Esca e Eutipiose são as mais comuns. A primeira pode ser tratada com fungicida, no período que vai do gomo de algodão às folhas livres, mas as duas últimas apenas com prevenção.

A poda é a operação mais importante na prevenção destas doenças. Podar primeiro as cepas afetadas, queimar as varas ou cepas afetadas, efetuar pouco cortes e de pequenas dimensões, não fazer podas precoces e principalmente desinfetar as tesouras de poda e as feridas da poda logo a seguir ao corte, são os princípios a respeitar.

 

Infestantes

Os herbicidas tendem a entrar em desuso. O enrelvamento é uma prática cada vez mais comum nas empresas. Habitualmente usa-se o glufosinato de amónio, um herbicida não residual ao qual se junta um pouco de ureia (azoto) para apressar a desinfestação. Só depois de mobiliza o solo e se efetua a sementeira de uma mistura entre leguminosas e gramíneas, com o objetivo de retirar ou promover o vigor na vinha. O enrelvamento protege os solos da erosão, facilita o arejamento e a frescura, incrementa a comunidade biótica, além de permitir a deposição natural de matéria orgânica quando se procede ao seu corte.

 

CONTINUA…

 

Leilão de vinhos para vítimas do atentado na França bate recorde

O valor de uma garrafa de vinho leiloada pelo antigo Hospice de Beaune, na região de Borgonha, fundado em 1443 pelo então chanceler Nicolas Rolin para os pobres, atingiu cifras surpreendentes.

Trata-se de um Corton Renardes Grand Cru 2015, arrematado por 480 mil euros, o equivalente a mais de R$1 milhão de reais.

A compradora, de origem francesa, não quis ser identificada – de acordo com a diretora geral da Christie’s, Aline Sylla-Walbaum.

Leilão de vinhos para vítimas do atentado na França bate recorde

Leilão de vinhos para vítimas do atentado na França bate recorde

Parte do valor da venda será revertida para as vítimas dos atentados em Paris, na França, ocorridos na última sexta-feira, dia 13 de novembro.

O recorde anterior da chamada “peça de caridade” – venda cujo benefício vai para obras beneficentes – era de 400 mil euros, em 2010.

Este ano, além das associações já previstas, o Instituto Curie contra o câncer, e a Fundação para pesquisas sobre acidentes vasculares cerebrais, os organizadores do tradicional leilão decidiram reverter parte do lucro para as vítimas dos atentados terroristas.

O evento, que reúne compradores do mundo inteiro, teve início após os presentes respeitarem um minuto de silêncio. Logo em seguida, foi entoado o hino francês, a Marselhesa.

 

 

Fonte: Revista Gosto

Nascimento e crescimento da uva. A acumulação dos açúcares

 

A acumulação dos açúcares

O açúcar é, por assim dizer, a alma do vinho. É a partir dele que as leveduras produzem o álcool que faz do vinho o que ele é.

O açúcar tem origem principal na fotossíntese das folhas e chega à uva sob a forma de sacarose. Aqui é hidrolizada em glicose e frutose que são açúcares fermentáveis.

A sua distribuição na uva e no próprio cacho não é uniforme. A metade da polpa adjacente à película é mais doce e menos ácida e a polpa junta às grainhas a menos doce e mais ácida. No cacho os bagos situados na parte superior do cacho são os mais doces porque são os primeiros a receber a migração de açúcar.

A quantidade de açúcares acumulados na uva durante a fase de maturação depende da duração da exposição solar em termos intensidade de luz e temperatura. Quando mais sol e calor mais açúcar terá a uva.

A degradação dos ácidos

A videira é uma das poucas plantas que concentra principalmente ácido tartárico nos seus frutos. Este é um produto secundário do metabolismo dos açúcares e durante a fase de crescimento vegetativo acumula-se no bago.

O ácido málico, em concentrações um pouco menores, é o segundo ácido da uva (junto com o tartárico soma 90% dos ácidos da uva). É um intermediário do metabolismo do açúcar e aumenta durante o crescimento vegetativo. A partir da pinta, como é inibido o consumo de açúcares no bago, este decresce porque passa a ser usado para produzir energia. Quando as necessidades energéticas da planta são menores, este ácido é transformado em açúcar. Este fenómeno tem um papel negligenciável.

 

Vinhos de Autor

 

Ao contrário da maioria dos frutos o ácido cítrico na uva surge em concentrações muito baixas.

A acidez da uva é máxima no início da maturação. Neste momento a uva tem o dobro da acidez do limão e é por essa razão que em climas tropicais (Tailândia) as uvas verdes são vendidas como ingredientes de tempero ácido. Durante a fase de maturação o conteúdo em ácidos baixa entre 1/3 e 1/5, sobretudo à custa do ácido málico.

Na maturação a planta utiliza os ácidos na sua respiração e produção de energia; e quanto maior for o calor mais intensa será a respiração e a degradação dos ácidos (málico em particular).

O conteúdo em tartárico está muito dependente do clima e se este é temperado, sem picos de calor excessivos, pouco difere ao longo da fase de maturação. O ácido málico decresce durante toda a maturação. O conteúdo em ácidos da uva também varia com a casta. Existe também uma relação entre a água no solo e a acidez. Em solos húmidos a maturação é retardada e a uva é mais rica em ácidos. Um ligeiro stress hídrico diminui a concentração de ácidos e abundância de água pode levar a um excesso de absorção de potássio com consequências na subida do pH e diminuição da acidez.

Veja a primeira parte da matéria: 

CONNTINUA…

Nascimento e crescimento da uva

 

É na vinha que se faz o vinho

“Fazer bom vinho” é, na essência, “fazer” boas uvas. Depois colhe-las no momento próprio e proteger o seu suco (mosto) antes e durante a fermentação. A parte mais complicada do “fazer vinho” é enquanto as uvas estão na videira, durante todo o período que vai da floração à colheita; porque é na vinha que se faz o vinho e nem sempre a mãe natureza colabora com os desejos do enólogo ou do viticultor.

Conhecer a uva e o modo como amadurece é importante para uma colheita bem programada e para o sucesso de uma vinificação.

O nascimento e crescimento da uva resumem-se a um processo hormonal que inclui polinização, fertilização do ovário da flor da videira e desenvolvimento da grainha. Os dois primeiros originam o bago de uva e o último, o seu crescimento. Uma vez formado, o bago é constituído por película, polpa e grainhas. No seu desenvolvimento, que pode ir de 90 a mais de 140 dias (dependendo da casta, porta enxertos, clima e solo e práticas culturais) a uva atravessa 4 fases distintas…

 

Nascimento e crescimento da uva

Nascimento e crescimento da uva

O período herbáceo que vai do momento da formação dos pequenos bagos à mudança de cor. Nesta fase o bago comporta-se como qualquer outra parte verde da planta, realiza a fotossíntese através de estomas e os açúcares produzidos e recebidos de outras partes da planta são utilizados no crescimento e maturação da grainha. Neste período o bago detém apenas 2% do seu peso em açúcar.
 
Na “pinta” que corresponde à mudança de cor, a uva perde clorofila e ganha ácido abscísico que faz com que as castas brancas ganham a cor amarelada e as tintas o vermelho escuro. Os estomas degradam-se, com a maturação da grainha as hormonas de crescimento deixam de ser produzidas, a multiplicação celular pára e inicia-se a fase de acumulação. O volume do bago aumenta tornando-se elástico, a película cobre-se de uma camada cerosa chamada de pruína, o teor de açúcar quintuplica num espaço curto de tempo e a acidez decresce.
 
Na maturação, que vai da pinta à colheita, o bago aumenta de volume (mais a polpa que a película, o que leva ao aumento de pressão dentro do bago) e o açúcar continua a acumular-se na uva podendo atingir os 260 gramas por litro de mostro. A acidez mantém-se a decrescer.
 
A sobre maturação é a fase em que já se ultrapassou a maturação propriamente dita. Cessam as trocas entre planta e fruto e dá-se a concentração do suco celular por desidratação ou por ataque da podridão nobre. Durante a maturação vários fenómenos ocorrem na uva sendo os principais a acumulação dos açúcares, a degradação ácida, a evolução e maturação fenólica e a formação dos aromas.

 

CONNTINUA…

Oídio: O terrível fungo que ataca a vid e outras plantas

 
O oídio hiberna nos gomos da planta ou na superfície da mesma. A partir dos 15ºC e 25% de humidade torna-se ativo. Todas as partes verdes da planta são atacadas. Nas folhas surgem umas manchas de tom verde oleoso. Na página inferior um pó cor de cinza esbranquiçada (esporos) exibe a instalação do fungo.

Sem tratamento os tecidos morrem, os pequenos bagos rebentam e a podridão cinzenta acaba por destruir parte ou a totalidade da colheita. É mais estimulado pela densidade da copa da videira que pela humidade do ar. A luz solar direta inibe a germinação dos esporos.

A prevenção cultural faz-se eliminando (à poda) varas com cleistotecas (pontos negros onde hibernam os esporos sexuais do fungo), promovendo o arejamento da videira e evitando o vigor excessivo.

 

Oídio O terrível fungo que ataca a vid e outras plantas

Oídio O terrível fungo que ataca a vid e outras plantas

 

A luta contra o oídio tem habitualmente calendário fixo. É necessário proteger a vinha desde a floração até ao fecho dos cachos.

A doença é controlada desde 1854 com a aplicação de enxofre. Existem duas formas: o enxofre molhável e o enxofre em pó (a primeira tende a ser a mais utilizada e de preferência só até à floração). Na luta química, existe um número variado de fungicidas que inibem a germinação do fungo e/ou bloqueiam a formação dos apressórios necessários à penetração do fungo na planta.

Em situações de emergência, que são vulgares, existe o permanganato de potássio que é um detergente que “lava” a doença da planta. Depois da limpeza a videira está muito exposta a ataques, donde que, se deve aplicar a proteção de enxofre ou fungicida orgânico.

Veja: Míldió

 

Filho de Susana Balbo e seu projeto vitivinícola

 

Chango é o ultimo vinho que foi lançado pelo filho de Susana Balbo. É um blend elaborados com uvas de Cafayate e o Vale de Uco.

O projeto começou em 2010 como um proceso de descobrimento e espaço criativo. Atualmente seu porfolio esta formado por 4 vinhos e segundo o próprio autor, eles representam as 4 etapas mais significativas da vida dele.

Nesse contexto, o vinho Chango, safra 2013 representa sua infância em Cafayate. Fio elaborado a base de Malbec (65%) e Cabernet Sauvignon (15%) proventes do Altamira, no Vale de Uco, mais um 20% de Tannat de Cafayate.

“á intenção é fazer de cada uns dos vinhos tenham uma verdadeira expressão do terroir de origem, e que em cada uma das suas safras seja possivel distinguir a influencia producidad pelas diferencias climaticas entre cadauma das safras”, diz o enólogo José Lovaglio Balbo.

O vinho vem a complementar os outros trés rótulos da línea, que são os Chacra, Aggie y Templre.

Filho de Susana Balbo e seu projeto vitivinícola

Filho de Susana Balbo e seu projeto vitivinícola

O segredo das Vinhas Velhas

 

Vinha velhas produzem melhores vinhos?

As vinhas velhas são uma contradição. Por um lado, cada vez se arrancam mais, devido à sua decrepitude e diminuta produção. Por outro lado, cada vez são mais apreciados por alguns produtores, que nelas baseiam os seus melhores vinhos. E a designação “vinha velha” no rótulo é quase uma garantia de qualidade para muitos consumidores…

Que segredo encerram estas cepas capazes de nos dar uvas sábias que fazem arte na forma de vinhos? Qual é, ou quais são, as pequenas diferenças que fazem toda a diferença e que levam a que muitas vezes um vinho de vinhas velhas valha 10 vezes mais do que um outro vinho das mesmas castas vindo de uma vinha jovem? Qual é a sabedoria destas cepas especiais?

São perguntas sem resposta concreta. O tema, que encerra certa dose de polémica, é muito antigo, mas só recentemente começou a ser explorado do ponto de vista comercial. A importância mediática e o estatuto que têm atingido algumas destas vinhas têm levantado inúmeras questões que sugerem a necessidade de futura regulamentação do termo e respectiva exploração. Mas por enquanto tudo continua sem regras e uma vinha velha pode ter muitas faces.

O segredo das Vinhas Velhas

O segredo das Vinhas Velhas

Afinal, quantos anos tem uma vinha velha?

Primeiro que tudo convém esclarecer o conceito de vinha velha. A pergunta é tão velha quanto a história da própria videira. Quando é que podemos considerar que uma vinha está velha?

O conceito de idade está colado aos regulamentos comunitários de produção de uva que são bem explícitos: uma vinha só pode produzir uva para vinho depois de 3 (às vezes mais) anos de idade. Portanto o conceito de idade, neste caso idoneidade mínima de uma videira para a elaboração  de vinho, é um fator que é tomado em conta desde a nascença da planta. Mesmo nos primeiros 6 a 8 anos de idade a maioria dos viticultores do Velho Mundo não considera a cepa apta à produção dos melhores vinhos sendo normalmente conduzidas para segundas ou terceiras marcas.

Depois do oitavo ano de produção a vinha tem um sistema radicular e uma estrutura aérea vegetativa estabilizadas e inicia a sua idade produtiva propriamente dita.

Entre os 20 e os 25 anos de idade é consensualmente aceite que a videira começa a produzir menos, iniciando a produção de uva de sabor mais concentrado. A partir daqui aceita-se que a videira começa a envelhecer. Mas podemos considerar que está velha?

Uma videira entre os 20 e os 50 anos de idade atravessa a idade adulta rumo à velhice, mas os índices de produção e o tempo de vida ainda não permitem chamar-lhe “vinha velha”. A partir dos 50 anos de idade o termo “vinha velha” pode-se aplicar sem receios de ferir ouvidos mais cépticos.

À medida que a velhice vai avançando, a videira produz cada vez menos uvas mas normalmente uvas muito equilibradas e intensas no aroma e sabor. A película da uva da vinha mais velha é normalmente mais espessa, tem mais taninos e a polpa tem mais sabor. Contudo estas vinhas velhas têm uma exploração dispendiosa e para muitas agro-indústrias, uma vinha velha pouco produtiva, poderá ser inviável do ponto de vista económico.

Continua…